João Oscar

ComCausa destaca a conscientização sobre a Hemofilia e reforça o papel do ComuniSaúde

Hoje, 4 de janeiro, a ComCausa reforça a importância da conscientização sobre a hemofilia no Brasil, data escolhida em homenagem ao cartunista Henfil, que faleceu neste mesmo dia, em 1988. Henfil, assim como seus irmãos Betinho (Herbert de Souza) e Chico Mário, viveu com hemofilia e deixou um legado de luta, arte e inspiração. A hemofilia é uma desordem hemorrágica que pode ser hereditária ou adquirida, caracterizada pela ausência de proteínas no sangue responsáveis pela coagulação. Embora desafiante, a hemofilia hereditária conta com tratamento profilático disponibilizado pelo SUS, garantindo maior qualidade de vida às pessoas que vivem com a condição. Na ComCausa, acreditamos que a informação e o acesso à saúde são fundamentais para que essas pessoas vivam plenamente inseridas na sociedade. Nesse sentido, nosso projeto ComuniSaúde reforça nosso compromisso com a disseminação de conhecimento, o fortalecimento da inclusão e a busca por políticas públicas de saúde mais acessíveis e equitativas. Hoje, prestamos nossa homenagem a todas as pessoas com hemofilia que enfrentam os desafios diários com coragem, cuidam de sua saúde e lutam para viver com mais dignidade e qualidade de vida. Que este dia inspire a sociedade a valorizar a saúde e a igualdade, ampliando a visibilidade sobre a hemofilia e outras condições de saúde. A ComCausa segue ao lado de quem precisa, promovendo conscientização e lutando por uma sociedade mais justa e inclusiva! ComuniSaúde e o impacto nas favelas  O ComuniSaúde visa melhorar o acesso ao atendimento básico, promover saúde mental e fortalecer as redes comunitárias nas favelas da Baixada Fluminense. O projeto será implementado nas principais favelas de Duque de Caxias, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Belford Roxo, Nilópolis e Mesquita, em colaboração com secretarias municipais de saúde e instituições locais. O envolvimento dos moradores será crucial para mapear as necessidades e garantir que a campanha atinja todos de forma inclusiva. O lançamento da plataforma digital ComuniSaude.org.br também será parte importante do projeto, fornecendo informações detalhadas sobre os serviços de saúde disponíveis. A ComCausa também disponibilizará um número de telefone com aplicativos de mensagens para fornecer suporte durante a campanha, garantindo que a população tenha fácil acesso a orientações sobre os serviços de saúde. Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro  Desde 2021, mais de R$ 22 milhões foram investidos em projetos de saúde nas favelas cariocas, com apoio da Lei Nº 8.972/20 e do Fundo Especial da ALERJ. Instituições renomadas como a  Fiocruz , IFF, UENF, UFRJ, UERJ, PUCRJ, SBPC, Alerj e Abrasco fazem parte do Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro, com o objetivo de garantir que os serviços de saúde alcancem as áreas mais necessitadas.

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Defesa da Vida

Defesa da Vida será tema central de 2025 da ComCausa

Anunciamos com orgulho que o tema central de nossas ações em 2025 será “Defesa da Vida”. Essa escolha representa um marco em nossa trajetória, reafirmando nosso compromisso com a valorização da vida e a prevenção de todas as formas de violência, especialmente em um contexto marcado por crescentes conflitos sociais e tragédias. Nosso trabalho no próximo ano estará estruturado em três pilares principais: sensibilização da população, promoção de ações educativas e fortalecimento de políticas públicas. Sensibilização da populaçãoNosso enfrentamento ao racismo, à misoginia e à violência interpessoal será central em nossas iniciativas de comunicação. Queremos conscientizar a sociedade sobre a importância do respeito mútuo, da empatia e da valorização da vida em todas as suas dimensões. Promoção de ações educativasInvestiremos em educação e articulação interinstitucional como ferramentas para engajar comunidades e grupos vulneráveis. Nosso objetivo é fomentar uma cultura de tolerância e mediação de conflitos, promovendo ações que contribuam diretamente para a redução da violência interpessoal e para a valorização da vida. Fortalecimento de políticas públicasBuscaremos ampliar o debate sobre a importância do papel dos municípios na segurança pública. Como destacou Adriano Dias, nosso fundador: “Os gestores municipais estão mais próximos da população, conhecem os territórios e podem implementar políticas mais céleres e efetivas para reduzir a violência.” Crianças e adolescentes como prioridade transversal O combate à violência contra crianças e adolescentes será tratado como prioridade central. Esses grupos, devido à sua vulnerabilidade, enfrentam riscos graves, como abusos, cyberbullying, violência online e doméstica, muitas vezes agravados por contextos de pobreza e desigualdade social. Reafirmamos nosso compromisso com a conscientização social, o desenvolvimento de projetos educativos e o fortalecimento de políticas públicas que promovam a defesa e a valorização da infância e adolescência. “Estamos nos matando, e isso precisa parar” Adriano Dias destacou a urgência de uma mobilização coletiva para enfrentar a normalização da violência: “Vivemos tempos em que a violência parece estar normalizada, e isso não pode ser aceito. Queremos mobilizar a sociedade para repensar esse cenário e agir em defesa da vida e no combate ao ódio. As pessoas não percebem que estamos nos matando, seja pela morte matada, seja pela tentativa de anulação do outro enquanto ser humano.” Mobilização coletiva Promoveremos uma programação ampla de eventos e ações ao longo de 2025, convidando todos a participar ativamente. “Precisamos unir forças para construir uma sociedade mais justa, pacífica e democrática. A Defesa da Vida é um chamado a todos para enfrentarmos, juntos, os desafios que ameaçam nossa existência enquanto sociedade”, concluiu Adriano Dias. Impacto e perspectivas Ao elegermos “Defesa da Vida” como tema de 2025, reforçamos nossa responsabilidade em promover um mundo mais solidário e humano. Em um contexto de polarização crescente, destacamos a solidariedade e o respeito mútuo como pilares para a transformação social.Convidamos a todos a acompanhar nossas ações por meio de nossos canais oficiais e a se engajarem nessa jornada pela valorização da vida e pela construção de um futuro mais justo e humano.

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Jovem-foi-baleada-na-cabeca-durante-abordagem-da-PRF-na-vespera-do-Natal-Foto-ReproducaoTV-Globo

Caso Juliana: Jovem baleada na cabeça pela PRF na luta pela vida e justiça

Na noite de 24 de dezembro de 2024, Juliana Leite Rangel, de 26 anos, viajava com a família para uma ceia de Natal em Niterói quando foi baleada na cabeça durante uma abordagem da Polícia Rodoviária Federal (PRF) na Rodovia Washington Luís, no Rio de Janeiro. Após 45 dias de internação no Hospital Municipalizado Adão Pereira Nunes (HMAPN), em Duque de Caxias, Juliana recebeu alta nesta quinta-feira, dia 6 de fevereiro de 2025, marcando o fim de uma longa batalha pela sobrevivência. O caso gerou grande repercussão e mobilização social, levando à abertura de investigações pela Polícia Federal e pelo Ministério Público Federal. A família de Juliana segue cobrando justiça e responsabilização dos agentes envolvidos. Ação rápida da PM foi essencial para salvar Juliana Logo após o disparo, policiais militares que estavam na região prestaram os primeiros socorros a Juliana, levando-a às pressas para o hospital. A rápida intervenção foi essencial para que a jovem chegasse com vida à unidade de saúde e tivesse a chance de se recuperar. O jornalista e fundador da ComCausa, Adriano Dias, ressaltou a importância da ação dos PMs naquele momento crítico: “A ação dos policiais militares naquele momento foi fundamental para que Juliana tivesse a oportunidade de sobreviver. Quando falamos sobre segurança pública, precisamos valorizar quem, de fato, está comprometido em salvar vidas.” A luta pela vida e o trabalho incansável dos profissionais de saúde Juliana passou por procedimentos cirúrgicos delicados e enfrentou momentos críticos durante a internação. Mas, com o apoio dos profissionais do HMAPN, sua recuperação superou as expectativas. O diretor-geral do hospital, Thiago Resende, destacou o comprometimento da equipe médica: “Juliana sai curada, andando, conversando e interagindo. Quero agradecer toda a equipe médica, de enfermagem e administrativa, que conseguiu salvar a vida dela. Hoje ela está aqui feliz, recebendo alta.” A jovem continuará sua reabilitação com sessões de fisioterapia e fonoaudiologia para recuperar totalmente suas funções motoras e cognitivas. Adriano Dias também elogiou o trabalho dos profissionais de saúde: “São verdadeiros heróis da vida real. A gente precisa lembrar que, muitas vezes, a saúde pública é a única alternativa para salvar vidas, e foi exatamente isso que vimos nesse caso. O esforço dos médicos, enfermeiros e toda a equipe foi essencial para que Juliana pudesse sair do hospital hoje.” Investigação e afastamento dos agentes da PRF A Polícia Federal e o Ministério Público Federal abriram investigações para apurar as circunstâncias do disparo. Os agentes da PRF envolvidos na abordagem foram afastados preventivamente de suas funções operacionais enquanto o caso é analisado. Até o momento, a corporação não divulgou detalhes sobre a abordagem nem sobre o que teria motivado o tiro que atingiu Juliana. A família da jovem continua cobrando esclarecimentos e responsabilização. Histórico de violência em abordagens da PRF O caso de Juliana se soma a outros episódios trágicos envolvendo a PRF e o uso excessivo de força letal. Em setembro de 2023, Heloísa dos Santos Silva, uma menina de apenas 3 anos, foi morta por um disparo na cabeça enquanto o carro de sua família transitava pelo Arco Metropolitano, em Seropédica. Outro caso emblemático ocorreu em junho de 2023, quando Anne Caroline Nascimento Silva, de 23 anos, foi morta em uma abordagem na mesma Rodovia Washington Luís. Esses casos reacenderam o debate sobre protocolos de segurança pública e o uso desproporcional da força policial. Nota de lamento da ComCausa A OSC ComCausa emitiu uma nota oficial manifestando pesar e indignação pelo caso de Juliana e ressaltando a necessidade de mudanças urgentes nas práticas de segurança pública no Brasil. “Mais uma vez, presenciamos um episódio de violência que atinge diretamente uma família brasileira, transformando um momento de celebração em dor e desespero,” destacou a nota. A entidade também reforçou a importância do recente decreto do governo federal que regula o uso da força policial, mas alertou que, sem implementação rigorosa e responsabilização dos agentes, tragédias como essa continuarão a ocorrer. Caminho para justiça e mudança O caso de Juliana evidencia a necessidade de uma resposta firme do sistema judicial e do Estado, assegurando que ações policiais estejam em conformidade com protocolos que preservem vidas. O episódio deve ser investigado com transparência e servir como catalisador para mudanças reais nas políticas de segurança pública. Para Adriano Dias, a violência em abordagens policiais precisa ser combatida com seriedade: “Não podemos normalizar que uma jovem seja baleada na cabeça durante uma abordagem policial. Precisamos de uma segurança que proteja vidas, e não que coloque a população em risco. Casos como o da Juliana exigem respostas e mudanças reais.” Agora, com a alta hospitalar, Juliana inicia uma nova fase de sua vida. Sua família planeja uma nova celebração de Natal para simbolizar sua segunda chance, mas também seguirá mobilizada para garantir que a justiça seja feita. O país não pode permitir que Juliana seja apenas mais um número nas estatísticas de violência policial. Que sua história seja um símbolo de resistência e um chamado para que o uso da força pelas autoridades seja sempre a última alternativa. | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________ Compartilhe:

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Lancamento-Projeto-ComuniSaude-na-Cruz-Vermelha-Brasileira-de-Nova-Iguacu

Café no Ponto ComuniSaúde na Cruz Vermelha de Nova Iguaçu marca lançamento oficial do projeto ComuniSaúde

No dia 12 de dezembro de 2024, realizamos na sede da Cruz Vermelha de Nova Iguaçu o lançamento oficial do nosso projeto ComuniSaúde, uma iniciativa que integra o Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro. Este projeto é resultado do nosso compromisso com o fortalecimento do direito à saúde nas comunidades mais vulneráveis da Baixada Fluminense, mobilizando uma rede ampla e colaborativa que inclui instituições como Fiocruz, IFF, UENF, UFRJ, UERJ, PUC-Rio, SBPC, Alerj e Abrasco. O ComuniSaúde representa para nós um esforço coletivo para promover inclusão social e democratizar o acesso à saúde. Durante o evento, nosso fundador, Adriano Dias, apresentou a realidade enfrentada pelas favelas da região e como pretendemos impactar diretamente esses territórios com ações concretas. “A Baixada Fluminense enfrenta desafios históricos no acesso à saúde pública. Com o ComuniSaúde, queremos ir além da denúncia e promover mudanças concretas, atuando diretamente nos territórios e conectando as pessoas aos serviços que elas precisam e têm direito”, destacou Adriano. Presenças que marcaram o evento Tivemos a honra de contar com a presença da Dra. Sandra Ornelas, delegada de polícia e professora de Direito Penal, reconhecida por sua atuação na defesa dos direitos das mulheres e no combate à violência de gênero. O evento também contou com a participação do jornalista Renato Muniz, presidente da Cruz Vermelha Brasileira Filial Nova Iguaçu, que tem liderado a revitalização da instituição por meio de parcerias com empresários, ONGs e a sociedade civil. Estudantes de psicologia da Estácio, como Mahanna e Renata, além de membros da Pastoral da Saúde da Diocese de Nova Iguaçu, também estiveram presentes, representando importantes vozes na mobilização comunitária. Nossas ações estratégicas O ComuniSaúde é estruturado em ações práticas que visam melhorar o acesso à saúde nas cidades de Duque de Caxias, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Belford Roxo, Nilópolis e Mesquita. Entre as principais ações, destacamos: Um marco importante O lançamento do ComuniSaúde aconteceu próximo à data que celebra o endosso da cobertura universal de saúde pela ONU, em 2012, um marco que reforça nosso compromisso com a dignidade e os direitos fundamentais. “Estamos iniciando um ciclo que une tecnologia, mobilização social e políticas públicas em prol da saúde nas favelas. O ComuniSaúde é mais que um projeto, é um compromisso com a dignidade e a cidadania”, ressaltou Adriano Dias. Para nós, o ComuniSaúde não é apenas uma iniciativa; é uma ferramenta transformadora que coloca as necessidades das comunidades mais vulneráveis no centro do debate e da ação pública. Seguiremos avançando com nossas parcerias e com o apoio de todos que acreditam em uma saúde pública inclusiva e de qualidade. ComuniSaúde e o impacto nas favelas  O ComuniSaúde visa melhorar o acesso ao atendimento básico, promover saúde mental e fortalecer as redes comunitárias nas favelas da Baixada Fluminense. O projeto será implementado nas principais favelas de Duque de Caxias, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Belford Roxo, Nilópolis e Mesquita, em colaboração com secretarias municipais de saúde e instituições locais. O envolvimento dos moradores será crucial para mapear as necessidades e garantir que a campanha atinja todos de forma inclusiva. O lançamento da plataforma digital ComuniSaude.org.br também será parte importante do projeto, fornecendo informações detalhadas sobre os serviços de saúde disponíveis. A ComCausa também disponibilizará um número de telefone com aplicativos de mensagens para fornecer suporte durante a campanha, garantindo que a população tenha fácil acesso a orientações sobre os serviços de saúde. Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro  Desde 2021, mais de R$ 22 milhões foram investidos em projetos de saúde nas favelas cariocas, com apoio da Lei Nº 8.972/20 e do Fundo Especial da ALERJ. Instituições renomadas como a  Fiocruz , IFF, UENF, UFRJ, UERJ, PUCRJ, SBPC, Alerj e Abrasco fazem parte do Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro, com o objetivo de garantir que os serviços de saúde alcancem as áreas mais necessitadas.

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ComuniSaúde Dia Nacional de Combate ao Câncer conscientização como caminho para a prevenção e a saúde

Como cidadã engajada na luta pela saúde e pela conscientização, não posso deixar de refletir sobre a importância do Dia Nacional de Combate ao Câncer, instituído pela Portaria MS/GM nº 707/1988. Esta data é mais do que uma simples lembrança no calendário; ela carrega a missão de promover a educação e a conscientização sobre o câncer e suas formas de prevenção, algo que considero essencial para o fortalecimento da saúde coletiva. O câncer é uma doença complexa que afeta mais de 100 tipos diferentes de células do corpo humano. Com sua origem no crescimento desordenado de células devido a alterações genéticas, o câncer tem a capacidade de invadir tecidos e formar tumores que podem comprometer órgãos inteiros. Casos como o câncer de pulmão, fortemente associado ao tabagismo, estão entre os mais comuns e agressivos, colocando ainda mais em evidência a necessidade de abordarmos a prevenção de forma eficaz. Fatores de Risco e a Realidade das Comunidades Vulneráveis No Brasil, entre 80% e 90% dos casos de câncer são influenciados por fatores externos, como a exposição a substâncias carcinogênicas no ambiente de trabalho, no consumo de alimentos e na poluição. Mas o tabagismo, o consumo excessivo de álcool, os hábitos alimentares inadequados e a exposição solar sem proteção são os principais vilões quando falamos de prevenção. A realidade é que muitos desses fatores são acessíveis e, por vezes, inevitáveis para as comunidades mais vulneráveis, como as que residem nas favelas da Baixada Fluminense. E é por isso que é tão fundamental trabalharmos na disseminação de informações que ajudem a reduzir a exposição a esses fatores de risco. Muitas dessas pessoas, infelizmente, não têm acesso a recursos que poderiam salvar vidas, como exames preventivos ou informações sobre hábitos saudáveis. A saúde, nesses locais, não pode esperar. ComuniSaúde: Levando Informação e Cuidado às Favelas É com um olhar voltado para a realidade dessas comunidades que o projeto ComuniSaúde, desenvolvido pela ComCausa, se torna essencial. Em uma área como a Baixada Fluminense, o acesso à saúde pública ainda é desigual e limitado. Por isso, o ComuniSaúde atua como uma ponte entre a população e os serviços de saúde, garantindo que a conscientização sobre prevenção e os cuidados com a saúde cheguem a todos. Através de rodas de conversa, campanhas educativas e parcerias com profissionais de saúde, o ComuniSaúde tem incentivado práticas preventivas e a realização de exames periódicos, além de promover um estilo de vida mais saudável. Tudo isso com o objetivo de fortalecer a luta contra o câncer e outras doenças, ressaltando a importância de o acesso à informação ser considerado um direito de todos, sem exceção. Prevenção: O Papel Crucial da Conscientização A prevenção é, sem dúvida, a chave para reduzir a incidência de doenças como o câncer. E quando falo em prevenção, falo de um trabalho que envolve dois pilares fundamentais: Esses cuidados devem ser cotidianos, mas especialmente importantes para grupos mais vulneráveis, como as pessoas idosas e aquelas com histórico familiar de câncer. Nesse sentido, a conscientização deve ser ampliada, para que mais pessoas adotem esses hábitos e saibam a importância de realizar exames regularmente. ComuniSaúde e a Inclusão Social nas Favelas É impressionante ver como o ComuniSaúde tem conseguido alcançar esses territórios tão necessitados, como as favelas de Duque de Caxias, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Belford Roxo, Nilópolis e Mesquita. O projeto visa não apenas promover saúde, mas também fortalecer as redes comunitárias locais, sempre com o envolvimento direto dos moradores. Com isso, conseguimos mapear as necessidades e, de fato, garantir que as campanhas de conscientização sejam inclusivas e alcancem a todos de forma igualitária. Um dos grandes avanços dessa iniciativa é o lançamento da plataforma digital ComuniSaúde.org.br, que disponibiliza informações detalhadas sobre os serviços de saúde disponíveis, além de permitir que a população tenha acesso fácil a orientações através de aplicativos de mensagens e outros canais de suporte. Investimentos e Parcerias Estratégicas É importante ressaltar também que o Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro, que já contou com mais de R$ 22 milhões de investimentos, traz um grande apoio para iniciativas como o ComuniSaúde. A parceria com instituições como Fiocruz, UENF, UFRJ, UERJ, PUCRJ e outras, tem garantido que a saúde chegue onde ela é mais urgente. A participação das universidades e organizações de saúde também tem sido essencial para dar respaldo científico às ações de prevenção e tratamento nas comunidades. A Luta Contra o Câncer Vai Além do Tratamento O Dia Nacional de Combate ao Câncer nos lembra de que a luta contra essa doença não se resume ao tratamento dos casos diagnosticados. A prevenção e a conscientização são armas poderosas que podem evitar que mais pessoas enfrentem essa batalha. Investir em informação, em educação e em acesso à saúde é uma forma de construirmos uma sociedade mais saudável e capaz de enfrentar os desafios que o câncer impõe. A ComCausa, por meio do ComuniSaúde, continua com esse compromisso de levar conhecimento e cuidado para os territórios mais vulneráveis. E é com ações concretas e com a força da comunidade que conseguiremos, juntos, reduzir a incidência de câncer e salvar vidas.

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ComuniSaúde: Dia Nacional de Combate ao Câncer Infantil nosso compromisso com a vida

Conscientização sobre o câncer infantil: nosso compromisso com a vida Na ComCausa, acreditamos que a informação salva vidas. O câncer infantil, infelizmente, é uma das principais causas de morte por doença entre crianças e adolescentes de 1 a 19 anos no Brasil. Mesmo com os avanços no tratamento, que já atingem uma taxa de cura de 80% quando a doença é diagnosticada precocemente, ainda temos muito a fazer para garantir que nenhuma criança ou adolescente seja privado de uma chance de cura e qualidade de vida. Entendendo o câncer infantil O câncer infantil não é uma única doença, mas um grupo de condições caracterizadas pelo crescimento descontrolado de células anormais. Entre os tipos mais comuns, destacamos: Segundo estimativas, 12.600 novos casos de câncer infantil são diagnosticados anualmente no Brasil. Isso mostra a urgência de fortalecer campanhas educativas e ações de suporte às famílias. Nossa missão na conscientização Na ComCausa, entendemos que nosso papel vai além da informação. Apoiamos e nos unimos à luta contra o câncer infantil de diversas formas: Com o projeto ComunSaúde, focamos em conscientizar comunidades sobre a importância da saúde integral, com destaque para a detecção precoce e o tratamento adequado do câncer infantil. Uma luta de todos nós Acreditamos que, juntos, podemos mudar essa realidade. Nosso compromisso é não apenas com as crianças que enfrentam o câncer, mas com as famílias que precisam de apoio e com a sociedade que pode fazer mais. Vamos ampliar o debate, apoiar avanços técnico-científicos e garantir que toda criança tenha acesso ao tratamento que precisa.

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