João Oscar

Problemas respiratórios

ComuniSaúde: ar seco e calor aumentam doenças respiratórias nas cidades

A ComuniSaúde emitiu um alerta para moradores da Baixada Fluminense, onde cidades como Nova Iguaçu, Duque de Caxias e Belford Roxo enfrentam um aumento expressivo nos casos de doenças respiratórias. A combinação de ar seco, calor extremo e baixa umidade relativa do ar tem criado um ambiente propício para a circulação de vírus, como o rinovírus e o SARS-CoV-2, causador da Covid-19. Com o clima mais agressivo para o sistema respiratório, os postos de saúde e UPAs da região registram alta procura, especialmente por parte de crianças, idosos e pessoas com comorbidades. Segundo profissionais da saúde da rede pública, os sintomas mais comuns relatados incluem: Em meio a esse cenário, há também preocupação com a circulação da nova cepa da Covid-19, apelidada de “variante da rouquidão”, identificada em várias regiões do país desde julho. Embora ainda não haja confirmação oficial da sua presença na Baixada, o padrão de sintomas tem acendido o sinal de alerta nas unidades médicas. Autoridades pedem atenção redobrada A recomendação das autoridades é manter os cuidados preventivos: A Fiocruz reforça que o tempo seco agrava quadros respiratórios e pode impulsionar a transmissão de vírus em ambientes fechados. A população deve evitar a automedicação e priorizar locais ventilados. A ComuniSaúde monitora a situação e reforça que qualquer alteração nos sintomas respiratórios deve ser levada a sério. Em caso de rouquidão repentina, febre persistente ou falta de ar, a recomendação é procurar atendimento imediato. ComuniSaúde e o impacto nas favelas O ComuniSaúde é uma iniciativa que difunde o direito à saúde e valoriza o Sistema Único de Saúde (SUS) e seus profissionais, fortalecendo redes comunitárias em favelas e periferias por meio de ações formativas, comunicação cidadã e articulações locais que ampliam o acesso ao atendimento básico, à saúde mental e a campanhas educativas. O projeto atua como ponte entre moradores e serviços públicos, oferecendo também um canal telefônico para orientação, mediação de conflitos e cobrança junto aos órgãos competentes sempre que houver negativa ou omissão no atendimento. ComCausa ComuniSaúde Baixada: 21 96942-1505 e acesse: comunisaude.org.br Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro Desde 2021, mais de R$ 22 milhões foram investidos em projetos de saúde nas favelas cariocas, com apoio da Lei Nº 8.972/20 e do Fundo Especial da ALERJ. Instituições renomadas como a Fiocruz , IFF, UENF, UFRJ, UERJ, PUCRJ, SBPC, Alerj e Abrasco fazem parte do Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro, com o objetivo de garantir que os serviços de saúde alcancem as áreas mais necessitadas. Essa articulação interinstitucional é fundamental para reduzir desigualdades históricas e promover o acesso universal à saúde como um direito humano básico e inalienável. Leia também | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________________ Colabore com nosso projeto pix.comcausa@gmail.com ______________________ Compartilhe:

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Cardiovascular, hipertensão, coração

No Dia Mundial do Coração o ComuniSaúde alerta sobre a nova Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial

Celebrado em 29 de setembro, o Dia Mundial do Coração chama atenção para um dos maiores desafios da saúde pública global: as doenças cardiovasculares. Criada pela Federação Mundial do Coração em 2000, a data tem como objetivo promover a conscientização sobre a prevenção de ataques cardíacos e acidentes vasculares cerebrais, que juntos são responsáveis por 17,3 milhões de mortes todos os anos no mundo. A campanha é promovida com apoio da UNESCO, da Organização Mundial da Saúde e de entidades nacionais. Em Portugal, por exemplo, diversas iniciativas acontecem em parceria com a Fundação Portuguesa de Cardiologia e governos locais, incluindo caminhadas, corridas e atividades educativas voltadas para a mudança de hábitos de vida. No Brasil, a ComCausa — organização voltada à valorização da vida e à defesa de direitos — vem somando esforços com o projeto ComuniSaúde, que atua diretamente na conscientização sobre a importância do acesso à atenção básica à saúde como ferramenta essencial para a prevenção de doenças cardíacas. ComuniSaúde: informação que salva vidas O projeto ComuniSaúde tem como foco levar informação acessível às comunidades periféricas, promovendo rodas de conversa, distribuição de materiais informativos e articulação com serviços públicos. A proposta é orientar a população sobre temas como controle da pressão arterial, alimentação saudável, importância de exames regulares e acesso às Unidades Básicas de Saúde. “A prevenção começa pelo conhecimento. Muitas pessoas não sabem que têm direito ao acompanhamento regular com clínicos e especialistas através do SUS. Nossa missão é facilitar esse acesso e derrubar barreiras sociais que impedem o cuidado contínuo”, explica o coordenador da ComCausa, Anderson Moraes. Além disso, o ComuniSaúde atua junto a escolas, centros comunitários e espaços culturais, criando pontes entre informação, serviço público e cidadania. O projeto também faz parte de ações integradas com campanhas como o Setembro Amarelo, ampliando o conceito de saúde para além do corpo, incluindo aspectos emocionais e sociais. Pressão 12 por 8 já não é mais “normal” Em 2025, a nova Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial trouxe uma atualização importante para os parâmetros de saúde cardiovascular no país. A tradicional leitura de 12 por 8, antes considerada normal, agora é classificada como pré-hipertensão. A mudança, definida pela Sociedade Brasileira de Cardiologia, Sociedade Brasileira de Nefrologia e Sociedade Brasileira de Hipertensão, tem como objetivo reforçar a prevenção. Isso significa que mais pessoas serão orientadas a adotar hábitos saudáveis antes mesmo do diagnóstico de hipertensão, o que inclui redução do sal, prática de atividade física, controle do estresse e interrupção do tabagismo. Cuidar do coração é viver mais e melhor A mensagem principal do Dia Mundial do Coração é clara: é possível prevenir a maioria das doenças cardíacas com escolhas simples e consistentes no dia a dia. A recomendação da World Heart Federation é que as pessoas adotem rituais saudáveis tanto em casa quanto no ambiente de trabalho. Entre as práticas sugeridas estão o consumo de alimentos naturais, a prática regular de exercícios, controle da pressão arterial, exames periódicos, sono de qualidade e momentos de relaxamento. A saúde emocional também entra nessa equação, já que o estresse prolongado pode ser um dos gatilhos para doenças do coração. Um compromisso coletivo pela saúde Ao destacar o papel da atenção básica e da informação como direitos fundamentais, o projeto ComuniSaúde da ComCausa se insere em um esforço coletivo de defesa da vida. As doenças cardiovasculares são silenciosas, mas podem ser combatidas com conhecimento, prevenção e acesso garantido ao sistema público de saúde. Neste 29 de setembro, mais do que lembrar do coração, é preciso escutá-lo — e agir. Seja caminhando, largando o cigarro, medindo a pressão ou participando de uma roda de conversa, cada atitude conta. ComuniSaúde e o impacto nas favelas O ComuniSaúde é uma iniciativa que difunde o direito à saúde e valoriza o Sistema Único de Saúde (SUS) e seus profissionais, fortalecendo redes comunitárias em favelas e periferias por meio de ações formativas, comunicação cidadã e articulações locais que ampliam o acesso ao atendimento básico, à saúde mental e a campanhas educativas. O projeto atua como ponte entre moradores e serviços públicos, oferecendo também um canal telefônico para orientação, mediação de conflitos e cobrança junto aos órgãos competentes sempre que houver negativa ou omissão no atendimento. ComCausa ComuniSaúde Baixada: 21 96942-1505 e acesse: comunisaude.org.br Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro Desde 2021, mais de R$ 22 milhões foram investidos em projetos de saúde nas favelas cariocas, com apoio da Lei Nº 8.972/20 e do Fundo Especial da ALERJ. Instituições renomadas como a Fiocruz , IFF, UENF, UFRJ, UERJ, PUCRJ, SBPC, Alerj e Abrasco fazem parte do Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro, com o objetivo de garantir que os serviços de saúde alcancem as áreas mais necessitadas. Essa articulação interinstitucional é fundamental para reduzir desigualdades históricas e promover o acesso universal à saúde como um direito humano básico e inalienável. 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Seminário Integração no Setembro Amarelo reúne especialistas e premia projetos municipais de prevenção

Seminário Integração no Setembro Amarelo reúne especialistas e premia projetos municipais de prevenção

Na tarde desta sexta-feira, 26 de setembro de 2025, o Auditório Sylvia Bisaggio da Universidade Unisuam, em Bonsucesso, foi palco de um encontro que reafirmou a urgência do cuidado com a saúde mental e da valorização da vida. Promovido pela Prefeitura do Rio, por meio da Secretaria Especial de Integração Metropolitana, o seminário “Integração no Setembro Amarelo – Políticas Públicas de Prevenção e Cuidado” reuniu gestores públicos, profissionais de saúde, pesquisadores e representantes da sociedade civil em um diálogo direto sobre prevenção ao suicídio. Conduzido pela secretária Cynthia Felix, o evento destacou a importância de uma ação integrada entre os municípios da Região Metropolitana. “Precisamos unir esforços para que as políticas de saúde mental deixem de ser apenas discursos e se transformem em práticas permanentes. Prevenir o suicídio é salvar vidas e garantir dignidade”, afirmou. Conhecimento e prática em diálogo O seminário contou com a contribuição de especialistas de diferentes áreas. O psiquiatra Hugo Fagundes, da Secretaria Municipal de Saúde do Rio, apresentou a experiência da rede psicossocial da capital, mostrando como o atendimento multiprofissional é fundamental no acolhimento de pessoas em sofrimento psíquico. De Nilópolis, o secretário de Esporte e Lazer Paulo Roberto Moraes reforçou o papel das práticas esportivas e culturais na prevenção, principalmente entre jovens. Já o médico Silas Ferreira, do CAPS de Maricá, detalhou os desafios diários do atendimento direto à população, alertando para a necessidade de ampliar equipes e recursos. O neurocientista Tiago Garcia trouxe reflexões sobre os impactos sociais e econômicos do suicídio, lembrando que cada vida perdida rompe não apenas uma trajetória pessoal, mas também laços familiares e comunitários. A especialista em Psiquiatria e Saúde Mental Silvia Carvalho, representante da Liga de Saúde Mental da Unisuam, destacou o papel da universidade na formação de profissionais preparados para lidar com situações complexas de sofrimento emocional. Premiação de boas práticas municipais Um dos momentos mais celebrados do encontro foi a premiação de projetos municipais de prevenção, reconhecendo iniciativas que unem inovação, acolhimento e impacto social: Acolhe – Duque de CaxiasVoltado para o apoio psicossocial, o projeto fortalece a rede de acolhimento local e cria canais de apoio para quem precisa pedir ajuda. Despertar Amanhecer: Onde o Corpo se Move – Prefeitura de ItaboraíA iniciativa utiliza atividades físicas e culturais como ferramentas de cuidado, mostrando que o movimento do corpo é também movimento da mente e da vida. Esporte Salva – NilópolisUm programa que aposta no esporte como caminho de prevenção, inclusão e esperança para crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade. Esses projetos simbolizam que a prevenção passa por múltiplas frentes — saúde, educação, esporte, cultura — e que cada município pode contribuir com soluções adaptadas à sua realidade. A urgência do Setembro Amarelo De acordo com a Organização Mundial da Saúde, mais de 720 mil pessoas morrem por suicídio todos os anos, sendo esta a terceira maior causa de morte entre jovens de 15 a 29 anos. No Brasil, o Ministério da Saúde registra cerca de 12 mil mortes anuais, número que vem crescendo na última década. O lema da campanha de 2025, “Se precisar, peça ajuda!”, ecoou em todas as falas do seminário como um convite a quebrar tabus, enfrentar preconceitos e reforçar que pedir apoio é um gesto de coragem. Compromisso coletivo O seminário mostrou que prevenir o suicídio é um esforço que exige cooperação entre governos, profissionais de saúde, universidades e sociedade civil. Mais do que um encontro acadêmico, o evento se consolidou como um ato coletivo de esperança e compromisso com a valorização da vida. “Quando reconhecemos projetos que salvam vidas e damos voz a profissionais comprometidos, mostramos que a prevenção é possível e que cuidar da saúde mental deve ser prioridade em qualquer política pública”, resumiu a secretária Cynthia Felix ao encerrar o encontro. O jornalista da Adriano Dias, fundador da ComCausa Defesa da Vida, que estave no evento, registrou: “Quando o poder público abre espaço para ouvir a sociedade e valorizar práticas que salvam vidas, como vimos neste seminário, temos a certeza de que prevenir o suicídio é possível. Saúde mental não pode ser apenas campanha de setembro, precisa ser prioridade permanente de todas as políticas públicas.” Leia também | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________________ Colabore com nosso projeto pix.comcausa@gmail.com ______________________ Compartilhe:

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Saúde, médico

ComuniSaúde fortalece redes comunitárias e valoriza profissionais da saúde nas favelas da Baixada Fluminense

O projeto ComuniSaúde, desenvolvido pela ComCausa, tem como objetivo central fortalecer o acesso à saúde básica e ampliar o cuidado com a saúde mental nas favelas da Baixada Fluminense. A iniciativa atua diretamente dentro das comunidades, com rodas de conversa, articulação entre moradores e agentes de saúde, ações educativas e escuta qualificada, promovendo a conscientização sobre os direitos à saúde e a importância de uma rede de apoio comunitária. A ação reconhece que o trabalhador da saúde é peça-chave na construção de um sistema de saúde eficaz. Presentes em postos de saúde, hospitais, ambulatórios, escolas e no cotidiano das famílias, esses profissionais enfrentam uma rotina de desafios para garantir a promoção, prevenção, tratamento e reabilitação da saúde da população. O projeto valoriza e apoia essa atuação, incentivando a aproximação entre os serviços de saúde e os territórios populares. Na Baixada Fluminense, onde o acesso ao atendimento básico ainda é um obstáculo para muitos moradores, a presença do ComuniSaúde representa uma ponte entre o SUS e as comunidades. Ao mesmo tempo, contribui para o fortalecimento da confiança nas equipes de saúde da família e dos agentes comunitários, responsáveis por levar informação, acolhimento e escuta até os lares mais vulneráveis. Além de destacar a importância dos serviços públicos de saúde, o projeto chama atenção para o papel central dos profissionais que atuam na linha de frente. Médicos, enfermeiros, psicólogos, fisioterapeutas, técnicos de enfermagem, assistentes sociais e tantos outros trabalhadores compõem uma equipe diversa, que atua de forma interdisciplinar para oferecer um cuidado integral. Esses profissionais não apenas tratam doenças, mas também promovem hábitos saudáveis, orientam sobre prevenção e acompanham os pacientes em seu processo de cura e autonomia. O ComuniSaúde também reforça a importância do cuidado com a saúde mental, frequentemente negligenciado em contextos de alta vulnerabilidade. A iniciativa promove rodas de escuta, oficinas e encontros com psicólogos populares, que ajudam a comunidade a lidar com estigmas, sofrimento emocional e os efeitos do racismo estrutural e da violência urbana. Para os profissionais de saúde, o projeto atua como uma rede de apoio, reconhecendo o peso emocional do ofício e a sobrecarga vivida por quem lida diariamente com sofrimento humano, decisões urgentes e condições precárias de trabalho. Em um cenário marcado por longas jornadas, escassez de recursos e crescente demanda, iniciativas como o ComuniSaúde se tornam essenciais para oferecer suporte coletivo, promover diálogo entre serviço e população, e valorizar esses trabalhadores. A saúde pública também enfrenta o desafio de acompanhar os avanços tecnológicos. A digitalização de prontuários, o uso de telemedicina e a integração com plataformas digitais impõem aos profissionais a necessidade constante de atualização. Mesmo assim, é no vínculo humano, na escuta e no cuidado presencial que se sustenta a essência do trabalho em saúde, especialmente nos territórios onde a presença do Estado ainda é frágil. O ComuniSaúde reafirma o compromisso com a defesa da vida, promovendo não apenas o acesso a serviços, mas também o fortalecimento de vínculos comunitários e o protagonismo popular na construção de políticas públicas. Ao reconhecer o valor dos profissionais de saúde e ampliar os espaços de cuidado nas periferias, o projeto mostra que a saúde começa pelo território, pela escuta e pelo respeito à dignidade de cada pessoa. Seja ao mobilizar um mutirão de orientação, acolher um morador em sofrimento ou facilitar o diálogo entre comunidade e posto de saúde, o ComuniSaúde atua como catalisador de mudanças concretas, promovendo saúde com humanidade e justiça social na Baixada Fluminense. ComuniSaúde e o impacto nas favelas O ComuniSaúde é uma iniciativa que difunde o direito à saúde e valoriza o Sistema Único de Saúde (SUS) e seus profissionais, fortalecendo redes comunitárias em favelas e periferias por meio de ações formativas, comunicação cidadã e articulações locais que ampliam o acesso ao atendimento básico, à saúde mental e a campanhas educativas. O projeto atua como ponte entre moradores e serviços públicos, oferecendo também um canal telefônico para orientação, mediação de conflitos e cobrança junto aos órgãos competentes sempre que houver negativa ou omissão no atendimento. ComCausa ComuniSaúde Baixada: 21 96942-1505 e acesse: comunisaude.org.br Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro Desde 2021, mais de R$ 22 milhões foram investidos em projetos de saúde nas favelas cariocas, com apoio da Lei Nº 8.972/20 e do Fundo Especial da ALERJ. Instituições renomadas como a Fiocruz , IFF, UENF, UFRJ, UERJ, PUCRJ, SBPC, Alerj e Abrasco fazem parte do Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro, com o objetivo de garantir que os serviços de saúde alcancem as áreas mais necessitadas. Essa articulação interinstitucional é fundamental para reduzir desigualdades históricas e promover o acesso universal à saúde como um direito humano básico e inalienável. Leia também | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________________ Colabore com nosso projeto pix.comcausa@gmail.com ______________________ Compartilhe:

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Violência - Criança - Mulher

Dia Internacional Contra a Exploração Sexual e o Tráfico de Mulheres e Crianças

O Dia Internacional Contra a Exploração Sexual e o Tráfico de Mulheres e Crianças tem como principal objetivo mobilizar governos, organizações e a sociedade para intensificar a luta contra essas práticas. A data reforça a importância da criação e implementação de políticas públicas eficazes, da cooperação internacional e da promoção de programas de apoio e proteção para as vítimas. Campanhas de conscientização, mudanças nas legislações e o fortalecimento das redes de proteção às vítimas são algumas das medidas essenciais para erradicar esse crime. Além disso, o engajamento de todos é crucial para a criação de um ambiente seguro, onde as pessoas mais vulneráveis, especialmente mulheres e crianças, estejam protegidas contra qualquer forma de exploração. Ao recordar a promulgação da Lei Palácios e a importância da luta contra o tráfico de pessoas, o dia 23 de setembro serve como um poderoso lembrete de que a batalha contra a exploração sexual continua, e que somente por meio da ação coletiva e de esforços contínuos será possível garantir um futuro mais seguro e justo para todos. O Papel da Sociedade A conscientização pública é essencial para identificar, denunciar e prevenir o tráfico de pessoas. Muitas vítimas são invisíveis e exploradas em ambientes clandestinos. A sociedade pode desempenhar um papel fundamental ao denunciar suspeitas de tráfico e ao apoiar iniciativas de acolhimento e proteção de vítimas. Brasil registra aumento de denúncias de tráfico e exploração sexual em 2025 O Dia Internacional Contra a Exploração Sexual e o Tráfico de Mulheres e Crianças, celebrado neste 23 de setembro, chama atenção para um crime que segue crescendo de forma alarmante no Brasil. De acordo com dados do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, o país registrou 2.127 denúncias de tráfico de pessoas apenas em 2024, um aumento de 26% em relação ao ano anterior. Entre as vítimas, 80% são mulheres e crianças, a maioria em situação de vulnerabilidade social, aliciadas por redes criminosas que atuam em várias regiões do país. Os números revelam a urgência de políticas públicas mais eficazes, além de ações coordenadas entre estados, União e sociedade civil para proteger os grupos mais expostos à exploração. Principais dados no Brasil Segundo dados compilados pela plataforma Disque 100 (canal do governo federal para denúncias de violações de direitos humanos), o Brasil apresenta um cenário preocupante: Estudos realizados pela Organização Internacional para as Migrações (OIM) mostram que o Brasil também é rota de trânsito e destino para o tráfico internacional, especialmente de mulheres sul-americanas e africanas, muitas vezes exploradas em redes de prostituição. Avanços e desafios Apesar do aumento das denúncias, especialistas apontam que o número real de vítimas é muito maior, devido à subnotificação e à dificuldade de identificar os casos, já que muitas vítimas estão em ambientes clandestinos, sob ameaça ou controle psicológico dos traficantes. O governo federal lançou, em 2023, a 3ª edição do Plano Nacional de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas, com foco na prevenção, repressão e atenção às vítimas. No entanto, entidades como a ComCausa, que atua na Defesa da Vida, alertam que os avanços ainda são insuficientes diante da dimensão do problema. “A maioria das vítimas nem sabe que está sendo traficada. Promessas de trabalho, estudo ou relacionamento são usadas como isca. Precisamos ampliar a conscientização e garantir acolhimento efetivo às sobreviventes”, destaca Adriano Dias, da ComCausa. Engajamento coletivo é essencial O combate ao tráfico de pessoas não é tarefa apenas do Estado. A sociedade tem papel crucial na identificação de situações suspeitas, no acolhimento às vítimas e na denúncia anônima, por meio de canais como o Disque 100 e o aplicativo Direitos Humanos Brasil. Além disso, é fundamental fortalecer as redes locais de apoio, criar campanhas educativas nas escolas e ampliar o acesso das vítimas à justiça, saúde, assistência social e abrigo seguro. Lembrança da Lei Palácios A data de 23 de setembro relembra a promulgação da Lei Palácios, na Argentina, em 1913 — a primeira na América Latina a criminalizar a exploração sexual de mulheres. Hoje, mais de 110 anos depois, o tráfico humano continua sendo uma das formas mais brutais de escravidão contemporânea. “Não podemos aceitar que em pleno século XXI mulheres e crianças sejam tratadas como mercadoria. Precisamos de um pacto social pela vida e pela liberdade de todas as pessoas”, reforça a coordenadora nacional do Comitê de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas, Luciana Gama. Onde denunciar Leia também | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________________ Colabore com nosso projeto pix.comcausa@gmail.com ______________________ Compartilhe:

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15a edicao Caminhada em Defesa da Liberdade Religiosa

Acontece nesse domingo a 18ª edição Caminhada pela Liberdade Religiosa em Copacabana

Nesse domingo, 21 de setembro, a Praia de Copacabana será palco da 18ª Caminhada em Defesa da Liberdade Religiosa, organizada pela Comissão de Combate à Intolerância Religiosa (CCIR) e pelo Centro de Articulação de Populações Marginalizadas (CEAP). Reconhecido como o maior evento inter-religioso do Brasil, o ato ocorre sempre no terceiro domingo de setembro e se consolidou como símbolo de resistência, união e democracia. A concentração terá início às 10h, no Posto 5, com apresentações culturais e falas de representantes de diferentes tradições religiosas. A caminhada sairá às 13h, percorrendo a Avenida Atlântica até a Praça do Lido, onde será encerrada às 17h com o encontro cultural “Cantando a Gente se Entende”, que mistura vozes e ritmos para afirmar a diversidade como melodia da liberdade. Criada em 2008, em resposta a ataques contra adeptos de religiões de matriz africana no Morro do Dendê, a Caminhada reúne em média 100 mil pessoas por ano e já mobilizou mais de 1,8 milhão de manifestantes ao longo de suas edições. Participam representantes de candomblé, umbanda, evangélicos, católicos, budistas, muçulmanos, judeus, hare krishnas, wiccanos, ciganos, mórmons, além de defensores dos direitos humanos. Segundo o Prof. Dr. Ivanir dos Santos, fundador da CCIR, a caminhada é um chamado coletivo para a construção de uma sociedade mais plural e humana. “A intolerância religiosa e o racismo ainda são os maiores desafios sociais e políticos da contemporaneidade. O evento projeta luz e reflexões para o fortalecimento das bases democráticas”, afirma. A edição deste ano contará com trios elétricos, tenda de apoio, banheiros químicos, ambulâncias, aguadeiros e carrinhos elétricos ao longo do percurso, garantindo estrutura para receber os participantes. Mais do que um ato público, a Caminhada em Defesa da Liberdade Religiosa reafirma que todas as tradições e crenças têm lugar no Brasil e que a democracia só se fortalece quando a fé do outro é respeitada. ServiçoEvento: 18ª Caminhada em Defesa da Liberdade ReligiosaData: Domingo, 21 de setembro de 2025Horário: 10h às 17hConcentração: Posto 5 (Avenida Atlântica, em frente aos números 3.628 e 3.604, esquina com a Rua Sá Ferreira)Saída: 13hEncerramento: Praça do Lido, Posto 2Estrutura: Trios elétricos, tenda, banheiros químicos, aguadeiros, ambulâncias, carrinhos elétricos e posto de verificação de pressão arterial Imagem de capa ilustrativa da 15ª edição Caminhada em Defesa da Liberdade Religiosa Leia também | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________________ Colabore com nosso projeto pix.comcausa@gmail.com ______________________ Compartilhe:

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