João Oscar

Vacina BCG

ComuniSaúde: Dia Mundial de Combate à Poliomielite

Poliomielite, ou paralisia infantil, é uma doença contagiosa aguda causada pelo poliovírus (sorotipos 1, 2, 3), podendo infectar crianças e adultos por via fecal-oral (através do contato direto com as fezes ou com secreções expelidas pela boca das pessoas infectadas). Pode provocar ou não paralisia. A multiplicação desse vírus começa na garganta ou nos intestinos, por onde penetra no organismo. Dali, alcança a corrente sanguínea e pode atingir o cérebro. Quando a infecção ataca o sistema nervoso, destrói os neurônios motores e provoca paralisia flácida em um dos membros inferiores. Se as células dos centros nervosos que controlam os músculos respiratórios e da deglutição forem infectadas, a doença pode ser mortal. O período de incubação varia de 5 a 35 dias, com mais frequência entre 7 e 14 dias. Sintomas: Na maioria dos casos, a infecção pelo vírus da poliomielite pode não ter sintomas, porém, a transmissão continua ocorrendo, pois é eliminado pelas fezes e pode contaminar a água e os alimentos. Os sintomas variam de acordo com a gravidade da infecção. Nas formas não paralíticas, os sinais mais característicos são febre, mal-estar, dores de cabeça, de garganta e no corpo, vômitos, diarreia, constipação, espasmos, rigidez na nuca e meningite. Na forma paralítica, quando a infecção atinge as células dos neurônios motores, além dos sintomas já citados, instala-se a flacidez muscular que afeta, em regra, um dos membros inferiores. Tratamento: Como em muitas infecções virais, não há tratamento específico para a doença, mas alguns cuidados são indispensáveis para controlar as complicações e reduzir a mortalidade. Dentre eles: – repouso absoluto nos primeiros dias para reduzir a taxa de paralisia;– mudança frequente de posição do paciente na cama, que deve ter colchão firme e apoio para os pés e a cabeça;– tratamento sintomático da dor, da febre e dos problemas urinários e intestinais;– atendimento hospitalar nos casos de paralisia ou de alteração respiratória;– acompanhamento ortopédico e fisioterápico. Medidas de prevenção: – a falta de saneamento básico e de medidas adequadas de higiene são a principal causa de transmissão do vírus da poliomielite;– a má qualidade da água utilizada para consumo e alimentos preparados sem os cuidados de higiene facilitam a proliferação dos diferentes tipos de poliovírus;– lavar sempre as mãos, especialmente antes de preparar as refeições, de começar a comer e depois de usar o banheiro;– estimular nas crianças pequenas a prática de hábitos saudáveis de higiene, como lavar as mãos, só beber água tratada e verificar se utensílios de mesa e cozinha estão limpos antes de usá-los. Importância da vacinação: Em 1994, a região das Américas foi a primeira no mundo a ser certificada como livre da pólio. Essa conquista dos anos 1990 é relevante neste momento em que há apenas dois países – Paquistão e Afeganistão – onde o poliovírus selvagem ainda circula. Hoje, apenas um dos três tipos de poliovírus selvagem permanece ativo, e o mundo está pronto para dizer adeus à poliomielite. O Brasil recebeu o certificado de eliminação da pólio em 1994. A estratégia adotada para a eliminação do vírus no país foi centrada na realização de campanhas de vacinação em massa com a vacina oral contra a pólio (VOP). Até que a poliomielite seja erradicada no mundo (como ocorreu com a varíola), existe o risco de um país ou continente ter casos importados e o vírus voltar a circular em seu território. Para evitar isso, é importante manter as taxas de cobertura vacinal altas e fazer vigilância constante, entre outras medidas. Existem duas vacinas contra a poliomielite: a VPO-Sabin, ou vacina da gotinha, que faz parte do Calendário Nacional de Vacinação. Deve ser aplicada aos 2, 4, 6 e 15 meses de idade e até os 5 anos, as crianças devem receber doses de reforço anualmente. A outra é a vacina VIP ou Salk, administrada por via intramuscular, é indicada para pessoas expostas, com baixa imunidade, ou que viajarão para regiões onde o vírus ainda está ativo. As vacinas contra a poliomielite foram desenvolvidas graças ao trabalho conjunto dos cientistas Jonas Salk e Albert Sabin, e dos que os antecederam nas primeiras pesquisas com vírus conduzidas a partir do início do século 20. ComuniSaúde e o impacto nas favelas O ComuniSaúde é uma iniciativa que difunde o direito à saúde e valoriza o Sistema Único de Saúde (SUS) e seus profissionais, fortalecendo redes comunitárias em favelas e periferias por meio de ações formativas, comunicação cidadã e articulações locais que ampliam o acesso ao atendimento básico, à saúde mental e a campanhas educativas. O projeto atua como ponte entre moradores e serviços públicos, oferecendo também um canal telefônico para orientação, mediação de conflitos e cobrança junto aos órgãos competentes sempre que houver negativa ou omissão no atendimento. ComCausa ComuniSaúde Baixada: 21 96942-1505 e acesse: comunisaude.org.br Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro Desde 2021, mais de R$ 22 milhões foram investidos em projetos de saúde nas favelas cariocas, com apoio da Lei Nº 8.972/20 e do Fundo Especial da ALERJ. Instituições renomadas como a Fiocruz , IFF, UENF, UFRJ, UERJ, PUCRJ, SBPC, Alerj e Abrasco fazem parte do Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro, com o objetivo de garantir que os serviços de saúde alcancem as áreas mais necessitadas. Essa articulação interinstitucional é fundamental para reduzir desigualdades históricas e promover o acesso universal à saúde como um direito humano básico e inalienável. Fonte: MINISTÉRIO DA SAÚDE Leia também | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________________ Colabore com nosso projeto pix.comcausa@gmail.com ______________________ Compartilhe:

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Rede Saúde nas favelas

Rede Saúde da Favela: Associação Semente da Vida da Cidade de Deus (ASVI-CDD)

A Associação Semente da Vida da Cidade de Deus (ASVI) consolidou-se, ao longo de mais de duas décadas, como uma das organizações de referência na defesa do direito à educação, na promoção da cultura e no fortalecimento da cidadania em territórios populares do Rio de Janeiro. Criada em 26 de agosto de 2002, a ASVI nasceu da mobilização de moradores e educadores comprometidos com a transformação social a partir do próprio território, estruturando-se como associação civil sem fins lucrativos e mantendo, desde a origem, uma vocação colaborativa: trabalho voluntário, redes de solidariedade, parcerias com instituições públicas e alianças com entidades da sociedade civil para garantir sustentabilidade, continuidade e impacto. Sediada na Cidade de Deus — comunidade com cerca de 60 mil habitantes e marcada por desigualdades históricas — a ASVI desenvolve ações que combinam formação cidadã, educação integral e valorização da cultura local. Seus programas dialogam com crianças, adolescentes e jovens, mas também acolhem famílias, educadores e lideranças comunitárias, de modo a tecer uma rede de proteção e de oportunidades. A organização articula atividades educativas, oficinas de linguagem e artes, mediação de leitura, iniciação audiovisual e práticas de comunicação comunitária, sempre entendendo que aprender é um processo que atravessa a sala de aula e se estende às praças, becos e equipamentos culturais do bairro. Ao longo de sua trajetória, a entidade tornou-se um polo de afirmação identitária e de memória coletiva. Iniciativas como o Portal Comunitário da Cidade de Deus e ciclos formativos em comunicação popular ampliaram a voz do território, registrando histórias, denúncias, celebrações e conquistas que raramente chegam aos meios tradicionais. Essa produção fortalece o protagonismo juvenil, qualifica o debate público e alimenta o senso de pertencimento: jovens passam de “alvos” a autores — de notícias, de projetos, de futuros possíveis. É a comunicação como direito, como ferramenta pedagógica e como tecnologia social de cuidado. Mais do que ofertar cursos, a ASVI investe na construção de ambientes seguros de convivência e aprendizagem, pautados por escuta ativa, mediação de conflitos e metodologias participativas. A organização promove valores como solidariedade, respeito à diversidade, equidade de gênero e antirracismo, criando espaços em que as diferenças são reconhecidas e transformadas em potência coletiva. Essa pedagogia do vínculo — que valoriza a experiência de cada participante — sustenta percursos formativos que articulam competências acadêmicas, repertório cultural, habilidades socioemocionais e exercício de direitos. Para dar perenidade a esse trabalho, a ASVI opera com planejamento e governança socialmente responsáveis: elabora planos de ação anuais, estabelece metas e indicadores, realiza prestação de contas pública e cultiva parcerias estratégicas com escolas, universidades, equipamentos culturais, conselhos de direitos e órgãos governamentais. O financiamento combina apoios de editais, doações e cooperação técnica, sempre com foco na transparência e na sustentabilidade das iniciativas. Nesse caminho, a organização alinha suas práticas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), especialmente ODS 4 (Educação de Qualidade), ODS 10 (Redução das Desigualdades), ODS 11 (Cidades e Comunidades Sustentáveis) e ODS 16 (Paz, Justiça e Instituições Eficazes). A missão é clara e mobilizadora — “educação, cultura e comunicação para transformar vidas” — e se materializa em resultados que se acumulam no cotidiano: jovens que descobrem na arte e na palavra caminhos de expressão e de renda; famílias que ampliam sua rede de apoio; escolas que encontram na comunidade parceira um reforço para permanência e aprendizagem; políticas públicas que se tornam mais sensíveis quando ouvem, a partir do território, seus próprios protagonistas. A Cidade de Deus, tantas vezes reduzida a estereótipos, reaparece, nas páginas e nas telas que a ASVI ajuda a escrever, como território de criatividade, trabalho e dignidade. Ao promover desenvolvimento social com base no respeito, na escuta e na construção coletiva, a ASVI demonstra, dia após dia, que transformações profundas nascem do encontro entre consistência técnica e afeto comunitário. O percurso de mais de vinte anos confirma o papel estratégico da organização como ponto de resistência e esperança — uma casa de projetos e de gente — em um território que, apesar dos desafios históricos, insiste em florescer. E é desse chão que a ASVI segue projetando o futuro: mais participação, mais formação, mais cultura, mais direitos. Contatos e redes: Sobre o Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro A rede Saúde da Favela, atualmente denominada 146x Favela, representa uma construção inédita que une o saber científico das universidades à vivência concreta das comunidades. Nela, instituições de referência como Fiocruz, IFF, UENF, UFRJ, UERJ, PUCRJ, SBPC, Alerj e Abrasco  atuam em cooperação direta com coletivos de base, movimentos populares e organizações locais, formando uma estrutura de colaboração sem precedentes em escala e profundidade. Hoje, a rede articula 146 iniciativas comunitárias, cada uma com sua história, identidade e base territorial. Essa capilaridade é um de seus maiores diferenciais, permitindo que o debate sobre o direito à saúde chegue a espaços onde o Estado historicamente se ausenta — nas vielas, becos, ocupações, periferias urbanas e áreas rurais marginalizadas. Outro pilar essencial é a diversidade dos parceiros: associações de moradores, coletivos de juventude, grupos de comunicação comunitária, instituições de educação popular, terreiros de matriz africana, articulações indígenas, movimentos de mulheres, LGBTQIAPN+ e tantos outros. É essa pluralidade de experiências e saberes que dá vida à iniciativa, transformando-a em um verdadeiro instrumento de democratização da saúde. Ao integrar-se à rede, a ComCausa Defesa da Vida busca fortalecer esse potencial coletivo, contribuindo para consolidar uma política de saúde fundada na escuta, na ciência e na dignidade humana — pilares de um futuro em que a favela não seja vista como espaço de carência, mas como território de potência, conhecimento e esperança. 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Vacina BCG

ComuniSaúde reforça importância da vacinação para evitar o retorno de doenças já controladas no Brasil

ComuniSaúde se engaja na campanha de conscientização com foco em um recado claro: vacinas salvam vidas. Em tempos de queda na cobertura vacinal no Brasil, o alerta é urgente — doenças como poliomielite, sarampo, rubéola e tétano, antes controladas graças ao Programa Nacional de Imunizações (PNI) do SUS, voltam a surgir e ameaçam a saúde coletiva. Inspirada no ditado popular “melhor prevenir do que remediar”, a campanha destaca que a vacina é mais do que proteção individual: é um ato de cidadania. Ela evita surtos, protege grupos vulneráveis e impede a sobrecarga do sistema de saúde com doenças evitáveis. Por que vacinar? As vacinas contêm antígenos enfraquecidos ou inativados, que “ensinam” o corpo a se defender sem que a pessoa precise adoecer. Essa imunidade ativa evita o contágio e quebra a cadeia de transmissão de vírus e bactérias perigosos. Seguir o calendário vacinal é fundamental, mesmo quando a doença parece erradicada no Brasil. Em um mundo globalizado, vírus circulam com as pessoas, e o risco de reintrodução é constante — uma única pessoa não vacinada pode reacender surtos silenciosos. Impacto no sistema de saúde A não vacinação também afeta diretamente os serviços de saúde. Casos que poderiam ser evitados acabam ocupando leitos, recursos e profissionais, comprometendo o atendimento de outras doenças e urgências. Graças à vacinação, o Brasil erradicou a varíola e a poliomielite, e reduziu drasticamente casos de coqueluche, meningite e tétano neonatal. No entanto, a baixa adesão atual ameaça esse avanço histórico. Vacinas são para todos As vacinas oferecidas gratuitamente pelo SUS são seguras, eficazes e essenciais. Crianças, adolescentes, adultos e idosos têm esquemas próprios de vacinação — é preciso atualizar a caderneta regularmente e comparecer às Unidades de Saúde com os documentos em mãos. A mensagem da ComuniSaúde é clara: não espere a doença voltar para se proteger. Vacine-se. Vacinas salvam vidas. Palavras-chave: ComuniSaúde e o impacto nas favelas O ComuniSaúde é uma iniciativa que difunde o direito à saúde e valoriza o Sistema Único de Saúde (SUS) e seus profissionais, fortalecendo redes comunitárias em favelas e periferias por meio de ações formativas, comunicação cidadã e articulações locais que ampliam o acesso ao atendimento básico, à saúde mental e a campanhas educativas. O projeto atua como ponte entre moradores e serviços públicos, oferecendo também um canal telefônico para orientação, mediação de conflitos e cobrança junto aos órgãos competentes sempre que houver negativa ou omissão no atendimento. ComCausa ComuniSaúde Baixada: 21 96942-1505 e acesse: comunisaude.org.br Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro Desde 2021, mais de R$ 22 milhões foram investidos em projetos de saúde nas favelas cariocas, com apoio da Lei Nº 8.972/20 e do Fundo Especial da ALERJ. Instituições renomadas como a Fiocruz , IFF, UENF, UFRJ, UERJ, PUCRJ, SBPC, Alerj e Abrasco fazem parte do Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro, com o objetivo de garantir que os serviços de saúde alcancem as áreas mais necessitadas. Essa articulação interinstitucional é fundamental para reduzir desigualdades históricas e promover o acesso universal à saúde como um direito humano básico e inalienável. Leia também | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________________ Colabore com nosso projeto pix.comcausa@gmail.com ______________________ Compartilhe:

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Parkinson, saúde, idosa

ComuniSaúde conscientiza sobre a importância do Terapeuta Ocupacional na saúde e na vida cotidiana

No mês de valorização das profissões da saúde, o ComuniSaúde destaca a atuação dos terapeutas ocupacionais, profissionais essenciais para a promoção da autonomia, reabilitação e inclusão social de pessoas em diversas fases da vida. Com atuação centrada na ocupação humana — ou seja, nas atividades do dia a dia que dão sentido à vida — o terapeuta ocupacional é capaz de transformar limitações em possibilidades, promovendo qualidade de vida e bem-estar, seja no contexto físico, mental, social ou ambiental. O que faz um terapeuta ocupacional? Esse profissional avalia o indivíduo de forma integral, considerando suas habilidades físicas, emocionais, cognitivas e sensoriais, bem como os contextos sociais e ambientais que podem interferir no desempenho das atividades cotidianas. Principais funções: Onde atua o terapeuta ocupacional? Abordagem ética e holística O trabalho do terapeuta ocupacional se baseia em valores éticos sólidos, com respeito à autonomia do paciente, confidencialidade e empatia. Sua prática é holística, considerando o ser humano como um todo — corpo, mente, relações e cultura — no processo de cuidado. “Mais do que tratar, o terapeuta ocupacional capacita, empodera e transforma vidas, tornando a inclusão uma realidade no cotidiano”, reforça a equipe ComuniSaúde. A profissão é regulamentada no Brasil e tem se tornado cada vez mais estratégica na construção de uma sociedade acessível, inclusiva e saudável. ComuniSaúde e o impacto nas favelas O ComuniSaúde é uma iniciativa que difunde o direito à saúde e valoriza o Sistema Único de Saúde (SUS) e seus profissionais, fortalecendo redes comunitárias em favelas e periferias por meio de ações formativas, comunicação cidadã e articulações locais que ampliam o acesso ao atendimento básico, à saúde mental e a campanhas educativas. O projeto atua como ponte entre moradores e serviços públicos, oferecendo também um canal telefônico para orientação, mediação de conflitos e cobrança junto aos órgãos competentes sempre que houver negativa ou omissão no atendimento. ComCausa ComuniSaúde Baixada: 21 96942-1505 e acesse: comunisaude.org.br Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro Desde 2021, mais de R$ 22 milhões foram investidos em projetos de saúde nas favelas cariocas, com apoio da Lei Nº 8.972/20 e do Fundo Especial da ALERJ. Instituições renomadas como a Fiocruz , IFF, UENF, UFRJ, UERJ, PUCRJ, SBPC, Alerj e Abrasco fazem parte do Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro, com o objetivo de garantir que os serviços de saúde alcancem as áreas mais necessitadas. Essa articulação interinstitucional é fundamental para reduzir desigualdades históricas e promover o acesso universal à saúde como um direito humano básico e inalienável. Leia também | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________________ Colabore com nosso projeto pix.comcausa@gmail.com ______________________ Compartilhe:

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sangue do cordão umbilical - Recém nascido

ComuniSaúde alerta: sangue do cordão umbilical pode ser doado e ajudar no tratamento de doenças graves

Após o nascimento de um bebê, é comum que a placenta e o sangue do cordão umbilical sejam descartados. No entanto, esse material contém um recurso valioso: células-tronco hematopoéticas, responsáveis pela formação das células do sangue — como hemácias, leucócitos e plaquetas — fundamentais para o sucesso de transplantes de medula óssea. Tradicionalmente, esses transplantes dependem da doação de medula óssea totalmente compatível com o receptor, o que representa um desafio: mesmo entre familiares, é difícil encontrar um doador 100% compatível. Já o sangue do cordão umbilical oferece uma alternativa mais acessível e com menor risco de rejeição, tornando-se, nos últimos anos, uma fonte segura e eficaz para obtenção dessas células. Doação voluntária e segura A doação do sangue do cordão é voluntária e pode ser feita para um banco público, onde o material fica disponível para qualquer paciente compatível, ou como doação familiar direcionada, quando há um possível receptor conhecido. A decisão de doar parte da mãe do bebê, que deve manifestar essa vontade no momento da internação para o parto. Durante essa etapa, é realizada uma entrevista clínica com os pais, avaliando o histórico de saúde da família para garantir a aptidão da doadora. A coleta do sangue é feita após o parto, enquanto o bebê está sendo cuidado pelo pediatra, e não interfere no trabalho de parto, nem traz riscos à mãe ou ao recém-nascido. Rigor científico e segurança Antes de ser congelado por criopreservação, o material passa por testes para doenças infecciosas, avaliação de viabilidade celular e compatibilidade HLA, fundamental nos transplantes. Também é feita coleta de sangue da mãe para investigar doenças como sífilis, HIV, hepatites e Chagas. Todo o processo é conduzido com critérios científicos rigorosos, assegurando que o material doado esteja pronto para ser utilizado com segurança em transplantes. Uma doação que salva vidas A doação de sangue do cordão umbilical foi reconhecida oficialmente com a Lei nº 13.309/2016, que instituiu uma data comemorativa nacional para promover essa ação de grande impacto social. Ao invés de ser descartado, esse material pode representar a única chance de cura para pacientes com doenças graves, como leucemias, linfomas e outras síndromes hematológicas. ComuniSaúde e o impacto nas favelas O ComuniSaúde é uma iniciativa que difunde o direito à saúde e valoriza o Sistema Único de Saúde (SUS) e seus profissionais, fortalecendo redes comunitárias em favelas e periferias por meio de ações formativas, comunicação cidadã e articulações locais que ampliam o acesso ao atendimento básico, à saúde mental e a campanhas educativas. O projeto atua como ponte entre moradores e serviços públicos, oferecendo também um canal telefônico para orientação, mediação de conflitos e cobrança junto aos órgãos competentes sempre que houver negativa ou omissão no atendimento. ComCausa ComuniSaúde Baixada: 21 96942-1505 e acesse: comunisaude.org.br Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro Desde 2021, mais de R$ 22 milhões foram investidos em projetos de saúde nas favelas cariocas, com apoio da Lei Nº 8.972/20 e do Fundo Especial da ALERJ. Instituições renomadas como a Fiocruz , IFF, UENF, UFRJ, UERJ, PUCRJ, SBPC, Alerj e Abrasco fazem parte do Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro, com o objetivo de garantir que os serviços de saúde alcancem as áreas mais necessitadas. Essa articulação interinstitucional é fundamental para reduzir desigualdades históricas e promover o acesso universal à saúde como um direito humano básico e inalienável. Leia também | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________________ Colabore com nosso projeto pix.comcausa@gmail.com ______________________ Compartilhe:

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Problemas respiratórios

ComuniSaúde: ar seco e calor aumentam doenças respiratórias nas cidades

A ComuniSaúde emitiu um alerta para moradores da Baixada Fluminense, onde cidades como Nova Iguaçu, Duque de Caxias e Belford Roxo enfrentam um aumento expressivo nos casos de doenças respiratórias. A combinação de ar seco, calor extremo e baixa umidade relativa do ar tem criado um ambiente propício para a circulação de vírus, como o rinovírus e o SARS-CoV-2, causador da Covid-19. Com o clima mais agressivo para o sistema respiratório, os postos de saúde e UPAs da região registram alta procura, especialmente por parte de crianças, idosos e pessoas com comorbidades. Segundo profissionais da saúde da rede pública, os sintomas mais comuns relatados incluem: Em meio a esse cenário, há também preocupação com a circulação da nova cepa da Covid-19, apelidada de “variante da rouquidão”, identificada em várias regiões do país desde julho. Embora ainda não haja confirmação oficial da sua presença na Baixada, o padrão de sintomas tem acendido o sinal de alerta nas unidades médicas. Autoridades pedem atenção redobrada A recomendação das autoridades é manter os cuidados preventivos: A Fiocruz reforça que o tempo seco agrava quadros respiratórios e pode impulsionar a transmissão de vírus em ambientes fechados. A população deve evitar a automedicação e priorizar locais ventilados. A ComuniSaúde monitora a situação e reforça que qualquer alteração nos sintomas respiratórios deve ser levada a sério. Em caso de rouquidão repentina, febre persistente ou falta de ar, a recomendação é procurar atendimento imediato. ComuniSaúde e o impacto nas favelas O ComuniSaúde é uma iniciativa que difunde o direito à saúde e valoriza o Sistema Único de Saúde (SUS) e seus profissionais, fortalecendo redes comunitárias em favelas e periferias por meio de ações formativas, comunicação cidadã e articulações locais que ampliam o acesso ao atendimento básico, à saúde mental e a campanhas educativas. O projeto atua como ponte entre moradores e serviços públicos, oferecendo também um canal telefônico para orientação, mediação de conflitos e cobrança junto aos órgãos competentes sempre que houver negativa ou omissão no atendimento. ComCausa ComuniSaúde Baixada: 21 96942-1505 e acesse: comunisaude.org.br Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro Desde 2021, mais de R$ 22 milhões foram investidos em projetos de saúde nas favelas cariocas, com apoio da Lei Nº 8.972/20 e do Fundo Especial da ALERJ. Instituições renomadas como a Fiocruz , IFF, UENF, UFRJ, UERJ, PUCRJ, SBPC, Alerj e Abrasco fazem parte do Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro, com o objetivo de garantir que os serviços de saúde alcancem as áreas mais necessitadas. Essa articulação interinstitucional é fundamental para reduzir desigualdades históricas e promover o acesso universal à saúde como um direito humano básico e inalienável. Leia também | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________________ Colabore com nosso projeto pix.comcausa@gmail.com ______________________ Compartilhe:

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