João Oscar

ComuniSaúde: Ação no Dia Mundial do Combate ao Câncer

No Dia Mundial do Combate ao Câncer, celebrado em 8 de abril, queremos reforçar a importância de conscientizar a população sobre essa doença, que é uma das principais causas de morte no mundo. O câncer, que ocorre quando as células do corpo crescem de forma descontrolada formando tumores, pode afetar diferentes partes do organismo, como a mama, próstata, pulmão, estômago, cólon e reto. No Brasil, o câncer de pele, próstata e mama são os mais comuns, além de ser a segunda principal causa de morte no país, com destaque para o câncer de pele. Nós, da ComCausa, acreditamos que o acesso ao diagnóstico precoce e a tratamentos adequados são fundamentais para salvar vidas. Por isso, desenvolvemos o projeto ComuniSaúde, que visa melhorar o acesso ao atendimento básico de saúde, promover a saúde mental e fortalecer as redes comunitárias nas favelas da Baixada Fluminense. Estamos presentes nas principais favelas de Duque de Caxias, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Belford Roxo, Nilópolis e Mesquita, trabalhando em estreita colaboração com as secretarias municipais de saúde e instituições locais. Sabemos que o envolvimento das comunidades é crucial para garantir que nossas campanhas atinjam a todos de forma inclusiva. Por isso, mapeamos as necessidades locais e buscamos conscientizar os moradores sobre a importância da prevenção do câncer, do acompanhamento médico regular e da adoção de hábitos saudáveis, como uma alimentação equilibrada, a prática de atividades físicas e a redução do consumo de álcool e tabaco. O objetivo do ComuniSaúde é capacitar as pessoas para que elas possam se prevenir e se cuidar, além de fornecer apoio psicológico e orientações sobre os tratamentos disponíveis. Nosso trabalho também inclui a promoção de campanhas de rastreamento e diagnóstico precoce, com o objetivo de detectar o câncer em estágios iniciais, quando as chances de cura são maiores. Através do ComuniSaúde, buscamos fortalecer as políticas públicas de saúde e ampliar o cuidado com a saúde mental e física nas comunidades da Baixada Fluminense. Neste Dia Mundial do Combate ao Câncer, reforçamos nosso compromisso com a defesa da vida, conscientizando sobre a importância da prevenção, do diagnóstico precoce e do acesso ao tratamento adequado para todos. ComuniSaúde e o impacto nas favelas  O ComuniSaúde visa melhorar o acesso ao atendimento básico, promover saúde mental e fortalecer as redes comunitárias nas favelas da Baixada Fluminense. O projeto será implementado nas principais favelas de Duque de Caxias, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Belford Roxo, Nilópolis e Mesquita, em colaboração com secretarias municipais de saúde e instituições locais. O envolvimento dos moradores será crucial para mapear as necessidades e garantir que a campanha atinja todos de forma inclusiva. O lançamento da plataforma digital ComuniSaude.org.br também será parte importante do projeto, fornecendo informações detalhadas sobre os serviços de saúde disponíveis. A ComCausa também disponibilizará um número de telefone com aplicativos de mensagens para fornecer suporte durante a campanha, garantindo que a população tenha fácil acesso a orientações sobre os serviços de saúde. Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro  Desde 2021, mais de R$ 22 milhões foram investidos em projetos de saúde nas favelas cariocas, com apoio da Lei Nº 8.972/20 e do Fundo Especial da ALERJ. Instituições renomadas como a  Fiocruz , IFF, UENF, UFRJ, UERJ, PUCRJ, SBPC, Alerj e Abrasco fazem parte do Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro, com o objetivo de garantir que os serviços de saúde alcancem as áreas mais necessitadas. Mais notícias | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________ Compartilhe:

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Dia Nacional de Combate ao Bullying e à Violência na Escola

Dia Nacional de Combate ao Bullying e à Violência na Escola

O Dia Nacional de Combate ao Bullying e à Violência na Escola, criado em 7 de abril de 2016, foi instituído com o objetivo de conscientizar a sociedade sobre os problemas causados pelo bullying e a violência escolar, além de estimular a reflexão e a busca por soluções para esse problema. A data foi sancionada exatamente no dia do massacre de Realengo, ocorrido cinco anos antes, em 2011, quando um atirador matou 12 crianças em uma escola pública do Rio de Janeiro. A Lei nº 13.277/2016, que instituiu o dia, reforça o apelo por mais empenho nas medidas de conscientização e prevenção ao bullying nas escolas. A plataforma MEC RED (Recursos Educacionais Digitais), do Ministério da Educação, disponibiliza uma vasta gama de materiais educativos para combater o bullying. São mais de 170 recursos, incluindo vídeos, animações e infográficos, que têm como objetivo sensibilizar alunos e educadores. Entre esses recursos, destaca-se o Infográfico Bullying – #ÉdaMinhaConta, que foi desenvolvido com uma linguagem específica para o Ensino Fundamental I (1º ao 5º ano), e a série de vídeos Cidadão Digital, que aborda o bullying no ambiente digital e explica a importância de se discutir esse tema no contexto escolar. De acordo com a Lei nº 13.185/2015, que instituiu o Programa de Combate à Intimidação Sistemática (Bullying), o bullying é definido como um ato de violência física ou psicológica, intencional e repetitivo, praticado por um indivíduo ou grupo contra uma pessoa, com o objetivo de intimidá-la ou agredi-la. Essa prática causa dor e angústia à vítima, sendo caracterizada por um desequilíbrio de poder entre as partes envolvidas. A Lei estabelece que, para combater o bullying, é necessário capacitar educadores e equipes pedagógicas para implementar ações de prevenção, discussão, orientação e resolução dos casos dentro do ambiente escolar. O DataSenado conduziu uma pesquisa que indica que 33% dos entrevistados associam bullying à violência, evidenciando a necessidade de conscientização sobre a gravidade desse problema. Além disso, o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC) registrou um aumento de 18,35% nas denúncias de violência escolar em comparação com o ano anterior, totalizando 88.353 violações até novembro de 2024. Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Esse ambiente hostil tem um impacto negativo no desempenho dos alunos, o que torna ainda mais urgente a implementação de medidas eficazes para combater essa prática. A Lei nº 13.185/2015 também destaca a importância da integração da mídia, escolas e sociedade para a conscientização sobre o bullying, incentivando que casos de bullying sejam relatados e tratados de forma imediata pelas escolas e pelas famílias, como forma de garantir um ambiente escolar mais seguro e saudável para todos os alunos. | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________ Compartilhe:

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Caso Evaldo Santos

Memória: Exercito mata o músico Evaldo Rosa dos Santos e o catador de recicláveis Luciano Macedo

Na tarde de 7 de abril de 2019, o músico Evaldo Rosa dos Santos e sua família foram vítimas de um tiroteio efetuado por militares do Exército Brasileiro, enquanto trafegavam em um carro próximo à favela do Muquiço, no bairro de Guadalupe, no Rio de Janeiro. O veículo foi atingido por 62 tiros disparados pelos militares, que alegaram ter confundido o carro com o de criminosos. O músico Evaldo morreu instantaneamente, enquanto o sogro dele, Sérgio, foi baleado, mas sobreviveu. A esposa de Evaldo, o filho de 7 anos e uma amiga estavam no carro, mas não se feriram. Posteriormente, o catador de recicláveis Luciano Macedo, que tentou ajudar Evaldo, também foi fuzilado e morreu 11 dias depois, no dia 18 de abril de 2019. O caso gerou uma série de questionamentos sobre o uso excessivo de força por parte das autoridades militares, com nove militares sendo acusados de homicídio, tentativa de homicídio e omissão de socorro. O Comando Militar do Leste (CML) inicialmente justificou a ação como resposta a uma “injusta agressão” de criminosos, mas, após investigação, foi revelado que havia “inconsistências” nos relatos dos militares. O julgamento dos envolvidos aconteceu em outubro de 2021, resultando na condenação de oito militares a penas que variam de 28 a 31 anos de prisão, enquanto quatro outros foram absolvidos. No entanto, a situação continua sendo alvo de polêmicas, pois três ações civis estão em andamento, solicitando indenizações para as famílias das vítimas. Além das condenações no âmbito da Justiça Militar, o caso gerou a busca por compensações financeiras. Em fevereiro de 2020, a Justiça determinou que o filho de Evaldo recebesse pensão, baseada no emprego formal de florista de Evaldo. No entanto, a maior parte de sua renda vinha de atividades informais como músico e segurança, o que dificultou o reconhecimento desses empregos pela Justiça. A família de Luciano Macedo também entrou com um pedido de indenização, mas enfrenta dificuldades semelhantes, já que ele também trabalhava de forma informal. Até o momento, os processos de indenização estão suspensos, e não há previsão de uma decisão final. Em dezembro de 2024, o Superior Tribunal Militar (STM) revisou as penas dos oito militares envolvidos, reduzindo as sentenças para penas que variam de 3 a 3,5 anos, a serem cumpridas em regime aberto. Essa decisão gerou grande insatisfação na família de Evaldo, que, por meio de sua viúva, Luciana Nogueira, expressou indignação pela redução das penas e a sensação de impunidade. O caso continua a ser um símbolo da discussão sobre a violência policial, a necessidade de reformas no sistema de justiça militar e o racismo estrutural que afeta a sociedade brasileira. O caso Evaldo e Luciano permanece um marco na luta por justiça e pelos direitos das vítimas de violência policial no Brasil, sendo um reflexo das questões mais amplas de violência, impunidade e os desafios enfrentados por aqueles que buscam justiça para seus entes queridos em um sistema de justiça frequentemente visto como falho. Para mais detalhes, confira a reportagem da CNN Brasil sobre o julgamento: | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________ Compartilhe:

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Parkinson, saúde, idosa

ComuniSaúde no Dia Mundial da Saúde: Ações para fortalecer a saúde e as comunidades na Baixada Fluminense

O Projeto ComuniSaúde, uma iniciativa da ComCausa, tem como objetivo promover o acesso ao atendimento básico de saúde e fortalecer as redes comunitárias nas favelas da Baixada Fluminense. Com foco em seis cidades da região – Duque de Caxias, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Belford Roxo, Nilópolis e Mesquita – o projeto visa melhorar a saúde mental, conscientizar a população sobre direitos relacionados à saúde e engajar os moradores na construção de soluções para as necessidades de saúde locais. Em colaboração com as secretarias municipais de saúde e outras instituições, o ComuniSaúde busca uma abordagem inclusiva que envolva os moradores na identificação de suas demandas e no desenvolvimento de estratégias eficazes para o bem-estar comunitário. O Dia Mundial da Saúde, comemorado em 7 de abril, oferece uma oportunidade para refletirmos sobre a importância da saúde para a qualidade de vida das pessoas e para a construção de políticas públicas que garantam o bem-estar de toda a população. Criada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em 1948, essa data tem como objetivo conscientizar a população sobre os principais desafios que afetam a saúde mundial e estimular ações que promovam a saúde física, mental e social. Cada ano, um tema específico é escolhido, como “Hipertensão: conheça seus números” (2013) e “Saúde universal: para todos e todas, em todos os lugares” (2019), refletindo questões globais que impactam diretamente a vida das pessoas. O conceito de saúde, aprovado pela OMS em 1946, vai além da ausência de doenças. Segundo a definição oficial, saúde é um estado de completo bem-estar físico, mental e social, o que implica em uma visão ampla da saúde como qualidade de vida. Isso significa que fatores como moradia, alimentação, educação, e condições de trabalho, entre outros, têm grande impacto na saúde das pessoas. No Brasil, a Lei nº 8.080 de 1990, que regula as políticas de saúde no país, reconhece que a saúde é um direito fundamental do ser humano, que deve ser garantido pelo Estado por meio da promoção de condições adequadas para o seu exercício. O ComuniSaúde está alinhado com a visão de saúde integral proposta pela OMS, reconhecendo que a promoção de saúde não se limita ao tratamento de doenças, mas também envolve a melhoria das condições de vida das pessoas. Através de campanhas de conscientização, ações de saúde mental e a construção de redes comunitárias de apoio, o projeto busca promover uma verdadeira mudança na vida dos moradores da Baixada Fluminense, garantindo a todos o acesso à saúde de qualidade e ao fortalecimento dos vínculos comunitários. Dessa forma, o ComuniSaúde busca transformar a saúde em um direito acessível e inclusivo para todos. ComuniSaúde e o impacto nas favelas  O ComuniSaúde visa melhorar o acesso ao atendimento básico, promover saúde mental e fortalecer as redes comunitárias nas favelas da Baixada Fluminense. O projeto será implementado nas principais favelas de Duque de Caxias, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Belford Roxo, Nilópolis e Mesquita, em colaboração com secretarias municipais de saúde e instituições locais. O envolvimento dos moradores será crucial para mapear as necessidades e garantir que a campanha atinja todos de forma inclusiva. O lançamento da plataforma digital ComuniSaude.org.br também será parte importante do projeto, fornecendo informações detalhadas sobre os serviços de saúde disponíveis. A ComCausa também disponibilizará um número de telefone com aplicativos de mensagens para fornecer suporte durante a campanha, garantindo que a população tenha fácil acesso a orientações sobre os serviços de saúde. Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro  Desde 2021, mais de R$ 22 milhões foram investidos em projetos de saúde nas favelas cariocas, com apoio da Lei Nº 8.972/20 e do Fundo Especial da ALERJ. Instituições renomadas como a  Fiocruz , IFF, UENF, UFRJ, UERJ, PUCRJ, SBPC, Alerj e Abrasco fazem parte do Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro, com o objetivo de garantir que os serviços de saúde alcancem as áreas mais necessitadas. Mais notícias | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________ Compartilhe:

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Sessão Solene em Queimados marca 20 anos da Chacina da Baixada

Luiz Felippe Castelano recebe a ComCausa para discutir ações sobre direitos humanos

Na manhã da última sexta-feira, dia 4 de abril de 2025, o vereador Felipe Castelano, da Câmara Municipal de Queimados, recebeu em seu gabinete o jornalista e ativista de direitos humanos Adriano Dias, fundador da ComCausa – organização da sociedade civil com histórico de atuação nas áreas de direitos humanos, cultura de paz, segurança pública e justiça social na Baixada Fluminense. O encontro teve como eixo central a avaliação das ações desenvolvidas por ocasião dos 20 anos da Chacina da Baixada – episódio emblemático da violência de Estado ocorrido em março de 2005, que resultou no assassinato de 29 pessoas nos municípios de Nova Iguaçu e Queimados, e que se tornou um dos mais trágicos símbolos da brutalidade policial no Brasil democrático. A reunião também teve como finalidade a articulação de novas estratégias institucionais e sociais para ampliar políticas públicas voltadas à valorização da vida, sobretudo à proteção dos segmentos populacionais historicamente vulnerabilizados, como crianças, adolescentes, jovens negros das periferias urbanas, população em situação de rua e moradores de favelas. A memória da chacina não foi tratada apenas como um marco trágico a ser relembrado, mas como um ponto de partida para a proposição de ações concretas de prevenção à violência, de promoção da cidadania e de fortalecimento das redes de proteção social nos territórios mais afetados pelo abandono histórico do poder público. Reapresentação da proposta de ampliação da Lei Municipal nº 935/09 Durante o encontro, a ComCausa reapresentou oficialmente, por meio de novo ofício, uma proposta de complementação e fortalecimento da Lei Municipal nº 935/09, que instituiu a “Semana Municipal de Valorização da Vida” no município de Queimados. Aprovada em 2009, a legislação surgiu como resposta institucional à comoção provocada pela Chacina da Baixada, buscando inserir no calendário oficial do município um espaço para ações de sensibilização, mobilização e reflexão sobre a importância de preservar e proteger a vida, em especial nas regiões mais atingidas pela lógica do extermínio e da exclusão social. Passados 15 anos da criação da norma, a ComCausa propõe sua atualização e ampliação, com o objetivo de garantir maior efetividade às ações previstas, estimulando parcerias intersetoriais, institucionalizando canais permanentes de diálogo com a sociedade civil e construindo dispositivos de monitoramento e avaliação das atividades desenvolvidas. Proposta de criação de uma Comissão Organizadora Multissetorial Entre os principais pontos da proposta apresentada pela ComCausa está a criação de uma Comissão Organizadora Multissetorial, que passaria a ser responsável por coordenar, planejar e executar as ações da Semana Municipal de Valorização da Vida. A comissão seria composta por representantes do poder público municipal (Secretarias de Educação, Saúde, Cultura, Assistência Social e Segurança), do Legislativo, do Conselho Tutelar, do Ministério Público, do sistema de ensino (público e privado), de organizações da sociedade civil e de membros da comunidade com histórico de atuação nas temáticas de direitos humanos. A proposta visa transformar a semana temática em uma plataforma articulada de políticas públicas permanentes, com atividades como campanhas educativas sobre saúde mental, prevenção ao suicídio e à automutilação, rodas de conversa sobre bullying e violência simbólica nas escolas, intervenções culturais, ações esportivas, fóruns comunitários sobre segurança pública cidadã e justiça social, além de atividades de formação voltadas aos profissionais da rede socioassistencial e educacional. “A valorização da vida não pode ser tratada apenas como uma bandeira abstrata. Ela precisa se concretizar por meio de políticas públicas que impactem o cotidiano das pessoas, que construam proteção efetiva, especialmente para aqueles e aquelas que vivem sob maior risco social. Lutar pela vida é lutar por dignidade, por memória, por justiça”, afirmou Adriano Dias, fundador da ComCausa, durante a reunião. O vereador Felipe Castelano expressou total apoio à proposta apresentada e reforçou seu compromisso com a pauta da memória, verdade e justiça no município: “O resgate da memória da Chacina da Baixada é um dever ético e político para todos que acreditam na democracia e nos direitos humanos. Queimados carrega em sua história a dor dessa tragédia, e transformar essa dor em ação concreta é o mínimo que podemos fazer. Estamos dispostos a construir esse caminho junto aos movimentos sociais e instituições comprometidas com a vida, para que eventos como aquele nunca mais se repitam.” Circuito Memória, História e Verdade terá edição especial em Queimados Como parte das ações que marcam os 20 anos da Chacina da Baixada, está programada para o dia 17 de abril, uma edição especial do projeto Circuito Memória, História e Verdade, em Queimados. A atividade contará com a exibição do documentário Você Pode Dar um Presunto Legal, produção audiovisual que denuncia a violência institucional e a banalização da morte de jovens negros nas periferias brasileiras. Após a exibição, será realizada uma roda de conversa com a participação de representantes de movimentos sociais, autoridades públicas, educadores, estudantes e moradores da cidade. A proposta é promover um espaço plural de escuta, diálogo e elaboração coletiva sobre temas como violência de Estado, genocídio da juventude negra, justiça, reparação e cidadania. Abril também marca ações educativas sobre bullying e violência nas escolas Ainda dentro do calendário de ações do mês de abril, a ComCausa firmou uma importante parceria com o Instituto Federal do Rio de Janeiro (IFRJ) – campus São João de Meriti – para o desenvolvimento de uma campanha conjunta de enfrentamento ao bullying e ao cyberbullying, com foco na comunidade escolar. Essa iniciativa se insere no contexto de memória do ataque à Escola Municipal Tasso da Silveira, ocorrido em abril de 2011, no bairro de Realengo, que completa 12 anos em 2025. A tragédia, que vitimou crianças e chocou o país, segue como alerta permanente sobre os impactos da negligência com a saúde mental de jovens e da cultura de violência nas redes e no ambiente escolar. Como parte das ações educativas, será realizada, no dia 24 de abril, uma roda de conversa no município de Queimados com estudantes e educadores. A atividade utilizará como ponto de partida um episódio da série Adolescentes, disponível na plataforma Netflix, conectando conteúdos audiovisuais com experiências reais e práticas pedagógicas. A metodologia busca provocar reflexão

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Parkinson, saúde, idosa

No Dia Nacional do Parkinsoniano: ComCausa reforça ações do ComuniSaúde nas favelas da Baixada Fluminense

Nesta quinta-feira, 4 de abril, celebramos o Dia Nacional do Parkinsoniano, uma data fundamental para alertar e conscientizar a população sobre a Doença de Parkinson e outras síndromes parkinsonianas que afetam o sistema nervoso central, impactando principalmente pessoas a partir dos 60 anos de idade. Na ComCausa, aproveitamos essa data para reforçar o papel do nosso projeto ComuniSaúde, que será implementado nas principais favelas de Duque de Caxias, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Belford Roxo, Nilópolis e Mesquita. O objetivo é melhorar o acesso ao atendimento básico, promover a saúde mental e fortalecer redes comunitárias, colaborando diretamente com as secretarias municipais de saúde e instituições locais. O envolvimento dos moradores será essencial para mapear as necessidades e garantir que as ações alcancem a todos de forma inclusiva. Sabemos que doenças como o Parkinson ainda enfrentam muitos estigmas e desinformação. Por isso, estamos comprometidos em levar informação de qualidade às comunidades, explicando que os sintomas – como tremores involuntários, rigidez corporal, lentidão de movimentos e instabilidade postural – devem ser acompanhados com atenção, principalmente entre a população idosa. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 1% das pessoas com mais de 65 anos no mundo sofre com a doença. Embora ainda não haja cura, os avanços no tratamento vêm permitindo que muitos pacientes vivam com mais autonomia e qualidade de vida. Por meio do ComuniSaúde, fazemos da comunicação uma ferramenta de cuidado e mobilização social. No Dia Nacional do Parkinsoniano, reafirmamos nosso compromisso com a defesa da vida e com o fortalecimento das redes de apoio nas favelas da Baixada Fluminense. Acreditamos que saúde é um direito de todos e deve ser construída a partir do território, com escuta, acolhimento e ação coletiva. ComuniSaúde e o impacto nas favelas  O ComuniSaúde visa melhorar o acesso ao atendimento básico, promover saúde mental e fortalecer as redes comunitárias nas favelas da Baixada Fluminense. O projeto será implementado nas principais favelas de Duque de Caxias, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Belford Roxo, Nilópolis e Mesquita, em colaboração com secretarias municipais de saúde e instituições locais. O envolvimento dos moradores será crucial para mapear as necessidades e garantir que a campanha atinja todos de forma inclusiva. O lançamento da plataforma digital ComuniSaude.org.br também será parte importante do projeto, fornecendo informações detalhadas sobre os serviços de saúde disponíveis. A ComCausa também disponibilizará um número de telefone com aplicativos de mensagens para fornecer suporte durante a campanha, garantindo que a população tenha fácil acesso a orientações sobre os serviços de saúde. Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro  Desde 2021, mais de R$ 22 milhões foram investidos em projetos de saúde nas favelas cariocas, com apoio da Lei Nº 8.972/20 e do Fundo Especial da ALERJ. Instituições renomadas como a  Fiocruz , IFF, UENF, UFRJ, UERJ, PUCRJ, SBPC, Alerj e Abrasco fazem parte do Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro, com o objetivo de garantir que os serviços de saúde alcancem as áreas mais necessitadas. Mais notícias | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________ Compartilhe:

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