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Combate a Dengue; Foto Paulo Pinto Agência Brasil

ComuniSaúde: primeira morte por dengue no Rio acende sinal de alerta

Nós, da ComCausa, através do projeto ComuniSaúde, temos alertado sobre o risco crescente da dengue em nossa região. Infelizmente, essa preocupação se confirma com a primeira morte registrada pela doença no Rio de Janeiro em 2025. A Secretaria Municipal de Saúde do Rio confirmou, nesta segunda-feira (27), que um homem de 38 anos, morador de Campo Grande, na Zona Oeste, faleceu em decorrência da dengue. Ele estava internado no Hospital dos Servidores e, além disso, outra morte suspeita segue sob investigação. Os casos confirmados na cidade já se aproximam de mil. O secretário municipal de Saúde, Daniel Soranz, reforçou a gravidade da situação, destacando que bairros como Campo Grande, Santa Cruz e Centro apresentam índices de infestação do Aedes aegypti acima do esperado. Ele ressaltou a importância da participação da população no combate aos focos do mosquito, eliminando água parada em vasos de plantas, calhas e outros reservatórios. Além disso, um ponto essencial da prevenção é a vacinação. A campanha direcionada para crianças de 10 a 14 anos segue até 31 de janeiro, e a expectativa é que 100 mil crianças voltem para tomar a segunda dose. No ComuniSaúde, estamos acompanhando de perto a situação e reforçamos que os dados já apontavam para um risco de explosão de casos de dengue em 2025. Somente nas primeiras semanas do ano, foram registrados 810 casos prováveis, com 50 internações no estado do Rio de Janeiro. O próprio Ministério da Saúde coloca o Rio de Janeiro entre os estados com maior risco de aumento da doença, agravado pelo fenômeno El Niño, que favorece a proliferação do mosquito. É fundamental que cada um faça sua parte! Eliminar possíveis focos do Aedes aegypti e manter a vacinação em dia são medidas essenciais para evitar mais mortes e conter o avanço da dengue. ComuniSaúde e o impacto nas favelas  O ComuniSaúde visa melhorar o acesso ao atendimento básico, promover saúde mental e fortalecer as redes comunitárias nas favelas da Baixada Fluminense. O projeto será implementado nas principais favelas de Duque de Caxias, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Belford Roxo, Nilópolis e Mesquita, em colaboração com secretarias municipais de saúde e instituições locais. O envolvimento dos moradores será crucial para mapear as necessidades e garantir que a campanha atinja todos de forma inclusiva. O lançamento da plataforma digital ComuniSaude.org.br também será parte importante do projeto, fornecendo informações detalhadas sobre os serviços de saúde disponíveis. A ComCausa também disponibilizará um número de telefone com aplicativos de mensagens para fornecer suporte durante a campanha, garantindo que a população tenha fácil acesso a orientações sobre os serviços de saúde. Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro  Desde 2021, mais de R$ 22 milhões foram investidos em projetos de saúde nas favelas cariocas, com apoio da Lei Nº 8.972/20 e do Fundo Especial da ALERJ. Instituições renomadas como a  Fiocruz , IFF, UENF, UFRJ, UERJ, PUCRJ, SBPC, Alerj e Abrasco fazem parte do Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro, com o objetivo de garantir que os serviços de saúde alcancem as áreas mais necessitadas.

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Combate a Dengue; Foto Paulo Pinto Agência Brasil

ComuniSaúde: risco de explosão de casos de dengue em 2025

O estado do Rio de Janeiro inicia o ano de 2025 em situação de alerta em relação à dengue. Dados da Secretaria de Estado de Saúde apontam que, nas primeiras semanas deste ano, já foram registrados 810 casos prováveis, com 50 internações. Até o momento, não há mortes confirmadas. As informações são inseridas no sistema Monitora RJ, ferramenta digital que compila e atualiza diariamente os números fornecidos pelos municípios. Cenário nacional preocupa O panorama nacional também é alarmante. No ano de 2024, o Brasil registrou 6,6 milhões de casos prováveis de dengue, resultando em 6 mil mortes. Já em 2025, até o dia 9 de janeiro, foram contabilizados 16,3 mil casos prováveis e 16 óbitos ainda estão em investigação, segundo dados preliminares. A região Sudeste concentra 75,4% dos casos notificados em todo o país, evidenciando a necessidade de ações coordenadas para prevenção e combate ao mosquito transmissor da doença, o Aedes aegypti. Medidas de prevenção Além disso, é importante ficar atento aos sintomas da dengue, que incluem febre alta, dores no corpo, manchas na pele, náuseas e cansaço extremo. Caso apresente esses sinais, a orientação é procurar imediatamente um serviço de saúde. Com as altas temperaturas e o período de chuvas, o combate ao mosquito torna-se ainda mais essencial para evitar uma possível explosão de casos ao longo do ano. Autoridades e especialistas reforçam a importância da mobilização da população para colaborar com as medidas de prevenção. ComuniSaúde e o impacto nas favelas  O ComuniSaúde visa melhorar o acesso ao atendimento básico, promover saúde mental e fortalecer as redes comunitárias nas favelas da Baixada Fluminense. O projeto será implementado nas principais favelas de Duque de Caxias, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Belford Roxo, Nilópolis e Mesquita, em colaboração com secretarias municipais de saúde e instituições locais. O envolvimento dos moradores será crucial para mapear as necessidades e garantir que a campanha atinja todos de forma inclusiva. O lançamento da plataforma digital ComuniSaude.org.br também será parte importante do projeto, fornecendo informações detalhadas sobre os serviços de saúde disponíveis. A ComCausa também disponibilizará um número de telefone com aplicativos de mensagens para fornecer suporte durante a campanha, garantindo que a população tenha fácil acesso a orientações sobre os serviços de saúde. Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro  Desde 2021, mais de R$ 22 milhões foram investidos em projetos de saúde nas favelas cariocas, com apoio da Lei Nº 8.972/20 e do Fundo Especial da ALERJ. Instituições renomadas como a  Fiocruz , IFF, UENF, UFRJ, UERJ, PUCRJ, SBPC, Alerj e Abrasco fazem parte do Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro, com o objetivo de garantir que os serviços de saúde alcancem as áreas mais necessitadas.

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Bispo Dom Tarcísio de Caxias recebe representantes da ComCausa

Bispo Dom Tarcísio de Caxias recebe representantes da ComCausa

Na manhã desta segunda-feira (21), Dom Tarcísio Nascentes dos Santos, Bispo da Diocese de Duque de Caxias, recebeu em sua sede membros da ComCausa para discutir a possibilidade de uma parceria estratégica no âmbito do Projeto ComuniSaúde. O diálogo entre a ComCausa e a Diocese teve como objetivo principal estabelecer uma colaboração técnica para ampliar a abrangência e a eficiência do ComuniSaúde, uma iniciativa que integra o Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro. O foco do projeto é promover o acesso à saúde em comunidades vulneráveis, com a participação de importantes instituições acadêmicas e de pesquisa, como a Fiocruz, o Instituto Fernandes Figueira (IFF), a UFRJ, a UERJ e a PUC-RJ. Entre as ações centrais do projeto estão o mapeamento da rede de saúde em seis municípios da Baixada Fluminense — Duque de Caxias, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Belford Roxo, Nilópolis e Mesquita — e o desenvolvimento de uma plataforma digital acessível (ComuniSaude.org.br). Essa plataforma oferecerá informações detalhadas sobre unidades de saúde, serviços disponíveis e canais de orientação digital e telefônica, administrados pela equipe do ComuniSaúde da ComCausa, com o objetivo de facilitar o acesso das comunidades aos serviços de saúde. Durante a reunião, Dom Tarcísio foi apresentado à importância de uma participação ativa da Diocese para ampliar o alcance do projeto. Com o apoio da Igreja, a ComCausa pretende articular ações em parceria com comunidades e lideranças religiosas, criando uma ponte de informação e suporte para populações em situação de maior vulnerabilidade. Dom Tarcísio demonstrou receptividade à iniciativa e informou que analisará a proposta formal de parceria entre a ComCausa e a Diocese de Duque de Caxias. O desafio da tuberculose na Baixada Fluminense Outro ponto abordado durante o encontro foi a alta incidência de tuberculose na Baixada Fluminense, uma das regiões mais afetadas do estado do Rio de Janeiro. Segundo dados do Ministério da Saúde, municípios como Duque de Caxias, Nova Iguaçu e Belford Roxo apresentam algumas das maiores taxas de incidência do país, com aproximadamente 60 casos por 100 mil habitantes. Dados de 2021 da Secretaria Estadual de Saúde (SES) registraram 16.099 casos e 867 óbitos por tuberculose no estado do Rio de Janeiro, sendo que 86% dos casos estavam concentrados em 16 municípios, dos quais 10 pertencem à Baixada Fluminense: Belford Roxo, Duque de Caxias, Japeri, Magé, Mesquita, Nilópolis, Nova Iguaçu, Queimados e São João de Meriti. Em 2023, o estado apresentou a terceira maior incidência de tuberculose no Brasil, com 70,7 casos por 100 mil habitantes, e a segunda maior taxa de mortalidade, com 4,7 óbitos por 100 mil habitantes. Nesse mesmo ano, a Região Metropolitana I, que inclui a Baixada Fluminense, concentrou 75,7% dos casos de tuberculose registrados no estado, abrangendo 60,6% da população fluminense. “A vulnerabilidade socioeconômica, aliada à dificuldade de acesso ao sistema de saúde e à precariedade da infraestrutura em muitas comunidades, agrava a situação”, destacou Adriano Dias, representante da ComCausa. Ele também mencionou que o medo e o preconceito levam muitas pessoas a evitarem o diagnóstico, tornando-se vetores da doença. Apoio da Cruz Vermelha O encontro também ressaltou a colaboração com a Cruz Vermelha de Nova Iguaçu, que disponibilizará espaço para encontros mensais denominados “Café no Pronto ComuniSaúde Cruz Vermelha”. Esses encontros reunirão movimentos sociais e gestores para debater avanços e desafios do projeto. Além disso, a Cruz Vermelha fornecerá suporte logístico para ações como o ComuniSaúde na Rua, que levará serviços de saúde diretamente às comunidades. Ao final do encontro, ficou acordado que a Diocese analisará a proposta formal de parceria e alinhará os detalhes necessários para sua implementação. A expectativa é que essa colaboração represente um importante avanço na garantia do acesso à saúde para as comunidades mais vulneráveis da Baixada Fluminense. ComuniSaúde e o impacto nas favelas  O ComuniSaúde visa melhorar o acesso ao atendimento básico, promover saúde mental e fortalecer as redes comunitárias nas favelas da Baixada Fluminense. O projeto será implementado nas principais favelas de Duque de Caxias, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Belford Roxo, Nilópolis e Mesquita, em colaboração com secretarias municipais de saúde e instituições locais. O envolvimento dos moradores será crucial para mapear as necessidades e garantir que a campanha atinja todos de forma inclusiva. O lançamento da plataforma digital ComuniSaude.org.br também será parte importante do projeto, fornecendo informações detalhadas sobre os serviços de saúde disponíveis. A ComCausa também disponibilizará um número de telefone com aplicativos de mensagens para fornecer suporte durante a campanha, garantindo que a população tenha fácil acesso a orientações sobre os serviços de saúde. Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro  Desde 2021, mais de R$ 22 milhões foram investidos em projetos de saúde nas favelas cariocas, com apoio da Lei Nº 8.972/20 e do Fundo Especial da ALERJ. Instituições renomadas como a Fiocruz , IFF, UENF, UFRJ, UERJ, PUCRJ, SBPC, Alerj e Abrasco fazem parte do Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro, com o objetivo de garantir que os serviços de saúde alcancem as áreas mais necessitadas.

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Combate a Dengue; Foto Paulo Pinto Agência Brasil

ComuniSaúde alerta para aumento dos casos de dengue na Baixada Fluminense

O ComuniSaúde, projeto da ComCausa voltado à comunicação comunitária em saúde, alerta para o aumento dos casos de dengue na Baixada Fluminense nas primeiras semanas de 2025. Com a chegada do verão e a continuidade das chuvas intensas na região, a proliferação do Aedes aegypti, mosquito transmissor da doença, se torna um risco crescente para a população. A Baixada Fluminense, historicamente uma das regiões mais afetadas por epidemias de dengue, está em estado de alerta. Municípios como Nova Iguaçu, Duque de Caxias, São João de Meriti e Belford Roxo vêm registrando aumento significativo de casos, levando as prefeituras a reforçarem medidas emergenciais de combate ao mosquito. Estado já registra 810 ocorrências; primeiro caso de dengue tipo 3 é confirmado. O estado do Rio de Janeiro já contabilizou 810 casos de dengue nas primeiras semanas de 2025, segundo dados do sistema de monitoramento do governo estadual. Desses, 50 pacientes precisaram ser internados, mas não há mortes confirmadas até o momento. A principal forma de prevenção segue sendo a eliminação dos focos do mosquito Aedes aegypti, transmissor da doença, que se prolifera em locais com acúmulo de água parada. Autoridades de saúde alertam para o risco do aumento de casos nas próximas semanas, especialmente diante das chuvas intensas e das temperaturas elevadas registradas no estado. Comparação com anos anteriores O aumento de casos preocupa especialistas, sobretudo considerando os números alarmantes registrados em 2024. No ano passado, foram contabilizados 302.316 casos prováveis no estado, com mais de 9 mil internações e 232 mortes. No mesmo período de 2024, entre 31 de dezembro de 2023 e 20 de janeiro de 2024, foram 16.011 casos registrados, número muito superior ao deste ano até o momento. Já em 2023, o total de ocorrências no estado foi de 51.501 casos, com pouco mais de 3 mil internações e 33 mortes. Primeiro caso de dengue tipo 3 é confirmado no RJ A Secretaria Estadual de Saúde (SES) confirmou, no último dia 9 de janeiro, o primeiro caso de dengue tipo 3 em 2025. A notificação veio da cidade do Rio de Janeiro e foi confirmada pelo Laboratório Central de Saúde Pública Noel Nutels (Lacen-RJ). A paciente é uma mulher de 60 anos. O sorotipo DENV-3 não circulava no estado desde 2007, mas, em 2024, foram registrados dois casos isolados: um em Paraty, na Costa Verde, e outro em Maricá, na Região Metropolitana. Nos anos de 2023 e 2024, os sorotipos predominantes no estado e no Brasil foram DENV-1 e DENV-2. Embora o novo sorotipo ainda não seja predominante no Rio de Janeiro, autoridades de saúde alertam que grande parte da população nunca teve contato com esse tipo do vírus, o que pode elevar o risco de uma nova epidemia caso haja uma circulação mais ampla da doença. Sintomas da dengue Os sintomas da dengue tipo 3 são os mesmos das demais variações do vírus. Os principais sinais incluem:  Febre alta (acima de 38°C) Dores no corpo e articulações Náuseas e vômitos Dor atrás dos olhos Mal-estar geral Falta de apetite Dor de cabeça Manchas vermelhas no corpo Em casos mais graves, a doença pode evoluir para dengue hemorrágica, levando a complicações sérias, como sangramentos e choque hipovolêmico. Medidas de prevenção Diante do aumento dos casos, o Ministério da Saúde reforçou o alerta para prefeitos e governadores sobre a importância de ações emergenciais para conter a proliferação do Aedes aegypti. A recomendação inclui: Eliminar água parada em pneus, vasos de plantas, caixas d’água e outros recipientes. Manter terrenos e quintais limpos, evitando o acúmulo de lixo e entulho. Utilizar repelentes e roupas de manga longa em áreas de alto risco. Procurar atendimento médico ao apresentar sintomas, evitando a automedicação. Com a chegada do verão e o aumento das chuvas, especialistas alertam que o período pode ser crítico para a dengue no Rio de Janeiro. A população deve redobrar os cuidados para evitar novos surtos da doença no estado. ComuniSaúde e o impacto nas favelas  O ComuniSaúde visa melhorar o acesso ao atendimento básico, promover saúde mental e fortalecer as redes comunitárias nas favelas da Baixada Fluminense. O projeto será implementado nas principais favelas de Duque de Caxias, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Belford Roxo, Nilópolis e Mesquita, em colaboração com secretarias municipais de saúde e instituições locais. O envolvimento dos moradores será crucial para mapear as necessidades e garantir que a campanha atinja todos de forma inclusiva. O lançamento da plataforma digital ComuniSaude.org.br também será parte importante do projeto, fornecendo informações detalhadas sobre os serviços de saúde disponíveis. A ComCausa também disponibilizará um número de telefone com aplicativos de mensagens para fornecer suporte durante a campanha, garantindo que a população tenha fácil acesso a orientações sobre os serviços de saúde. Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro  Desde 2021, mais de R$ 22 milhões foram investidos em projetos de saúde nas favelas cariocas, com apoio da Lei Nº 8.972/20 e do Fundo Especial da ALERJ. Instituições renomadas como a  Fiocruz , IFF, UENF, UFRJ, UERJ, PUCRJ, SBPC, Alerj e Abrasco fazem parte do Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro, com o objetivo de garantir que os serviços de saúde alcancem as áreas mais necessitadas.

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Tuberculose

Dia Nacional do Enfermo: Projeto ComuniSaúde um compromisso com a saúde e a humanização na Baixada Fluminense

O Dia Nacional do Enfermo, celebrado em 14 de janeiro, é uma data de grande importância, estabelecida pelo Ministério da Saúde em 2002. O objetivo é ressaltar a relevância do atendimento humanizado nas instituições de saúde, promovendo cuidados especializados para os enfermos, seja em hospitais ou no ambiente doméstico. Essa data visa sensibilizar tanto os profissionais de saúde quanto a população em geral sobre a necessidade de cuidados especiais, que vão além do tratamento físico, destacando a importância do acompanhamento emocional e psicológico para uma recuperação completa. O cuidado com o bem-estar psíquico dos pacientes ganha um destaque essencial, reconhecendo que a saúde mental é uma parte fundamental na recuperação do doente. O Dia Nacional do Enfermo não é apenas uma celebração local, mas uma ação nacional que fortalece o compromisso com a humanização nos cuidados de saúde, em consonância com outras iniciativas voltadas à conscientização sobre o tema. É importante ressaltar que essa data se soma ao Dia Mundial do Enfermo, celebrado em 11 de fevereiro. Criado em 1992 pelo Papa João Paulo II, o Dia Mundial do Enfermo possui uma origem religiosa e amplia a conscientização global sobre a necessidade de compaixão e cuidados integrais aos pacientes. Nós, da ComCausa, temos orgulho de contribuir com ações como o Projeto ComuniSaúde, que visa promover a inclusão social e o direito à saúde, com foco na melhoria da comunicação entre a população das favelas da Baixada Fluminense e os serviços de saúde pública. Através do projeto, não só trabalhamos para garantir o acesso a cuidados médicos essenciais, mas também fortalecemos a rede de apoio psicológico, proporcionando um atendimento mais humanizado e integral às comunidades. Ao comemorarmos o Dia Nacional do Enfermo, lembramos que o cuidado com a saúde deve ser sempre integral, atendendo tanto as necessidades físicas quanto emocionais. Acreditamos que iniciativas como o Projeto ComuniSaúde são fundamentais para promover uma saúde mais justa, acessível e humanizada para todos. ComuniSaúde e o impacto nas favelas  O ComuniSaúde visa melhorar o acesso ao atendimento básico, promover saúde mental e fortalecer as redes comunitárias nas favelas da Baixada Fluminense. O projeto será implementado nas principais favelas de Duque de Caxias, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Belford Roxo, Nilópolis e Mesquita, em colaboração com secretarias municipais de saúde e instituições locais. O envolvimento dos moradores será crucial para mapear as necessidades e garantir que a campanha atinja todos de forma inclusiva. O lançamento da plataforma digital ComuniSaude.org.br também será parte importante do projeto, fornecendo informações detalhadas sobre os serviços de saúde disponíveis. A ComCausa também disponibilizará um número de telefone com aplicativos de mensagens para fornecer suporte durante a campanha, garantindo que a população tenha fácil acesso a orientações sobre os serviços de saúde. Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro  Desde 2021, mais de R$ 22 milhões foram investidos em projetos de saúde nas favelas cariocas, com apoio da Lei Nº 8.972/20 e do Fundo Especial da ALERJ. Instituições renomadas como a  Fiocruz , IFF, UENF, UFRJ, UERJ, PUCRJ, SBPC, Alerj e Abrasco fazem parte do Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro, com o objetivo de garantir que os serviços de saúde alcancem as áreas mais necessitadas. | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________ Compartilhe:

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Ato em memória de Edson Davi - Arquivo ComCausa

ComCausa marca presença no ato em memória de Edson Davi e reforça a luta por justiça nos casos de desaparecimento

Neste sábado, a família de Edson Davi organizou um ato em memória do menino, desaparecido há um ano, destacando as graves falhas no enfrentamento do problema de desaparecimentos no estado do Rio de Janeiro. O estado segue com índices alarmantes, especialmente nas periferias e na Baixada Fluminense, e o caso de Edson, junto a outros como o da Flaviane Carvalho, desaparecida desde 23 de dezembro em Nova Iguaçu, ilustra a falta de respostas das autoridades e a negligência em muitas investigações. Marize, mãe de Edson Davi, fez um apelo emocionado em busca de respostas sobre o caso de seu filho. Ela relatou que não mantém contato com a delegacia desde o segundo mês após o desaparecimento, pois nunca acreditou na versão de que ele teria se afogado. “Eles me disseram que meu filho deve ter ficado preso nas pedras, mas meu filho nunca entraria no mar. Contratei uma perícia séria, que provou, por meio de relatório, que meu filho nunca entrou no mar. Isso é um fato, temos como provar“, afirmou. Marize também pediu que a Polícia Federal assuma a investigação com seriedade e dignidade. “Nosso apelo é que a Polícia Federal passe a investigar o caso do meu filho, com seriedade e dignidade, e faça justiça por Davi. Tudo leva a crer que meu filho foi vítima de tráfico humano”, disse. Por fim, ela afirmou: “Eu só quero saber o que aconteceu com meu filho para poder descansar.” A Baixada Fluminense concentra uma parte significativa dos desaparecimentos no estado, mas muitos desses casos rapidamente caem no esquecimento, tanto pela imprensa, que logo substitui um drama por outro, quanto pelas autoridades, que frequentemente encerram os processos sem respostas definitivas devido à falta de recursos e estrutura adequada. Isso gera uma sensação de desamparo e perpetua a angústia das famílias, que continuam em busca de informações e esperança. Adriano Dias, fundador da ComCausa, destacou a gravidade do cenário: “A insensibilidade do estado em criar redes de apoio para resolver os casos e oferecer suporte psicológico às famílias é uma das maiores falhas estruturais no enfrentamento desse problema. A dor de quem busca desaparecidos é uma dor que nunca passa, como vemos em casos ainda não resolvidos da ditadura militar.” O caso de Edson Davi exemplifica a falta de respostas concretas e a escassez de medidas eficazes, refletindo as dificuldades enfrentadas por muitas outras famílias na Baixada Fluminense e em todo o estado. O ato teve como objetivo homenagear a memória do menino e, ao mesmo tempo, pressionar por políticas públicas mais efetivas no combate aos desaparecimentos, além de mais empenho nas investigações. Organizações da sociedade civil, como a ComCausa, desempenham um papel fundamental oferecendo apoio às famílias e cobrando maior ação das autoridades. Adriano Dias complementa: “É essencial que a sociedade civil continue pressionando para que esses casos não sejam esquecidos. A luta não pode parar enquanto houver famílias em sofrimento.” A falta de apoio técnico, psicológico e estrutural por parte do estado continua sendo uma das maiores falhas da segurança pública no Rio de Janeiro. É urgente uma revisão nas políticas públicas para que as milhares de famílias afetadas possam contar com uma rede de apoio eficiente e respostas concretas. O vereador Leniel esteve presente no ato em memória do desaparecimento de Edson Davi, demonstrando seu apoio à causa e à luta das famílias que clamam por justiça. Índices de desaparecimentos no Rio de Janeiro Os índices de desaparecimentos no Rio de Janeiro têm apresentado números alarmantes nos últimos anos. Em 2024, o estado registrou uma média de 16 desaparecimentos por dia, totalizando 2.533 casos entre janeiro e maio. Em 2023, o número de desaparecimentos foi ainda mais elevado, com 5.815 registros ao longo do ano, representando um aumento de 11% em relação a 2022. A Baixada Fluminense destaca-se como uma das regiões com maior incidência de desaparecimentos. Em 2023, Mesquita registrou 483 casos, seguida por Duque de Caxias com 390 e Niterói com 267. Esses números refletem uma realidade preocupante, evidenciando a necessidade urgente de políticas públicas eficazes para enfrentar o problema dos desaparecimentos no estado. Caso Flaviane Carvalho: Flaviane Carvalho, moradora do bairro Corumbá, em Nova Iguaçu, está desaparecida e a família desesperada busca informações sobre seu paradeiro. Ela desapareceu na manhã de 23 de dezembro de 2024, após sair de casa, e desde então, não houve mais contato ou notícias sobre ela. Relembre o caso Edson Lucas O desaparecimento de Edson ocorreu enquanto ele brincava com outras duas crianças perto da barraca de seu pai no posto 4 da Barra da Tijuca. Por volta das 15h30, após fazer um lanche, ele saiu do comércio para se juntar aos meninos. O pai, também chamado Edson Davi, percebeu que o filho havia sumido por volta das 16h30, enquanto fechava uma conta na barraca.

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