Destaque

Combate às LERDort

ComCausa orienta sobre o Dia Mundial de Combate às LER/Dort e reforça a importância da prevenção nas comunidades da Baixada Fluminense

No dia 28 de fevereiro, comemoramos o Dia Mundial do Combate às LER/Dort (Lesões por Esforços Repetitivos/Doenças Osteomusculares Relacionadas ao Trabalho), e, como parte do nosso compromisso com a promoção de saúde e bem-estar, a ComCausa vem destacar a importância da prevenção dessas doenças. Durante o período de 2006 a 2016, pesquisas realizadas pela Fundacentro identificaram as lesões mais recorrentes entre os trabalhadores, evidenciando a necessidade urgente de atenção para as condições ocupacionais. A Fundacentro, por meio do Anuário Estatístico da Previdência Social de 2016, trouxe à tona dados significativos, embora com algumas inconsistências. A pesquisa apontou que, em 2014, aproximadamente 52% das doenças relacionadas ao trabalho eram associadas às LER/Dort, mas essa porcentagem caiu drasticamente para 4% em 2016. A médica Maria Maeno, pesquisadora da Fundacentro, apontou que uma das grandes inconsistências está no registro de doenças relacionadas ao trabalho, com muitas lesões macrotraumáticas (como fraturas e queimaduras) sendo erroneamente classificadas sob a rubrica de doenças ocupacionais. Além disso, outro ponto crucial é a disparidade entre os dados da Previdência Social e os coletados pelo IBGE, que, segundo Maeno, revelam a falta de precisão nos registros e o crescente impacto da informalidade no mercado de trabalho. O aumento de empregos informais e a reforma trabalhista, que legalizou o trabalho intermitente e a terceirização irrestrita, têm contribuído para o aumento de acidentes de trabalho e doenças ocupacionais, ao mesmo tempo em que dificultam o adequado registro desses eventos. Na ComCausa, entendemos que a saúde do trabalhador vai além da prevenção física. Por isso, estamos também orientando a população da Baixada Fluminense, especialmente nas comunidades atendidas pelo projeto ComuniSaúde, sobre os cuidados necessários para prevenir as LER/Dort e outras doenças ocupacionais. Estamos nos unindo a secretarias municipais de saúde e instituições locais para fortalecer o acesso a serviços de saúde, promover saúde mental e garantir que a população tenha fácil acesso a orientações, incluindo as disponibilizadas em nossa plataforma digital ComuniSaude.org.br. Nosso trabalho visa não só alertar sobre o impacto das LER/Dort, mas também promover uma mudança real na vida dos trabalhadores e em suas condições de trabalho. ComuniSaúde e o impacto nas favelas  O ComuniSaúde visa melhorar o acesso ao atendimento básico, promover saúde mental e fortalecer as redes comunitárias nas favelas da Baixada Fluminense. O projeto será implementado nas principais favelas de Duque de Caxias, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Belford Roxo, Nilópolis e Mesquita, em colaboração com secretarias municipais de saúde e instituições locais. O envolvimento dos moradores será crucial para mapear as necessidades e garantir que a campanha atinja todos de forma inclusiva. O lançamento da plataforma digital ComuniSaude.org.br também será parte importante do projeto, fornecendo informações detalhadas sobre os serviços de saúde disponíveis. A ComCausa também disponibilizará um número de telefone com aplicativos de mensagens para fornecer suporte durante a campanha, garantindo que a população tenha fácil acesso a orientações sobre os serviços de saúde. Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro  Desde 2021, mais de R$ 22 milhões foram investidos em projetos de saúde nas favelas cariocas, com apoio da Lei Nº 8.972/20 e do Fundo Especial da ALERJ. Instituições renomadas como a  Fiocruz , IFF, UENF, UFRJ, UERJ, PUCRJ, SBPC, Alerj e Abrasco fazem parte do Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro, com o objetivo de garantir que os serviços de saúde alcancem as áreas mais necessitadas. Mais notícias | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________ Compartilhe:

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Ato em memória de Edson Davi - Arquivo ComCausa

ComCausa participará de mobilização nacional de identificação de pessoas desaparecidas

Nesta quarta-feira (26), a ComCausa participará do lançamento da segunda fase da Mobilização Nacional de Identificação de Pessoas Desaparecidas, promovida pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP). A iniciativa conta com a colaboração do Ministério da Saúde e do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome e tem como objetivo aprimorar a identificação de indivíduos acolhidos em hospitais e entidades de longa permanência, muitos dos quais não conseguem se comunicar ou têm suas identidades desconhecidas. A campanha busca fortalecer a articulação interinstitucional e garantir que essas pessoas sejam devidamente identificadas, possibilitando o reencontro com suas famílias. Para isso, profissionais de saúde e assistência social receberão orientações específicas sobre os procedimentos a serem adotados, incluindo a publicação de uma cartilha informativa com diretrizes claras e os órgãos responsáveis pela identificação. O Desafio dos desaparecidos no Brasil Hospitais e instituições de acolhimento frequentemente recebem pessoas que não conseguem fornecer informações sobre suas identidades, seja por condições de saúde, vulnerabilidade social ou outros fatores. Enquanto isso, muitas famílias permanecem em busca de respostas sobre o paradeiro de seus entes queridos. A falta de identificação adequada dificulta a resolução desses casos, prolongando o sofrimento de familiares e a invisibilidade dessas pessoas. A segurança pública já dispõe de protocolos específicos para a identificação humana, mas a disseminação dessas diretrizes entre as equipes de saúde e assistência social é fundamental para agilizar o processo. A segunda fase da mobilização visa justamente capacitar esses profissionais, garantindo que eles saibam como agir ao se depararem com casos de pessoas sem identidade conhecida. Como funciona o processo de identificação Ao acolher uma pessoa sem identidade conhecida, o gestor da instituição deve entrar em contato com o ponto focal da sua localidade, um profissional vinculado à segurança pública que fornecerá as orientações necessárias e encaminhará o caso aos órgãos competentes. A lista de contatos dos pontos focais de cada estado e do Distrito Federal está disponível no site da mobilização. O processo de identificação segue um protocolo rigoroso. Inicialmente, são coletadas impressões digitais e fotografias da pessoa acolhida. Essas informações são comparadas com bancos de dados civis estaduais, distrital e nacional. Caso a identidade não seja confirmada por meio das digitais, o próximo passo é a coleta de material genético (DNA). Uma equipe especializada é acionada para coletar amostras biológicas, que serão analisadas e confrontadas com os bancos de dados genéticos existentes. A coleta de DNA só é realizada após a assinatura do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido por um representante da instituição. Essa medida visa garantir a ética e a transparência do processo, respeitando os direitos das pessoas acolhidas. Etapas da mobilização nacional A Mobilização Nacional de Identificação de Pessoas Desaparecidas está estruturada em três etapas. A primeira fase, iniciada em agosto de 2024, focou na coleta de amostras de DNA de familiares de pessoas desaparecidas, realizada em quase 300 pontos de coleta em todo o país. Embora essa etapa tenha sido concluída, a coleta de amostras continua ao longo do ano. A segunda fase, que começa agora, concentra-se na identificação de pessoas vivas com identidade desconhecida que estejam acolhidas em instituições de saúde e assistência social. Já a terceira e última etapa, prevista para 2025, terá como foco a análise de impressões digitais de pessoas falecidas não identificadas, comparando-as com os registros existentes nos bancos de dados biométricos. Um chamado à sociedade A iniciativa do MJSP é um chamado não apenas aos profissionais do Sistema Único de Saúde (SUS) e do Sistema Único de Assistência Social (Suas), mas a toda a sociedade. A identificação de pessoas desaparecidas é um desafio complexo que requer a colaboração de diversos setores. Com a união de esforços, é possível reduzir o número de desaparecidos no país e devolver a esperança a milhares de famílias que aguardam por notícias de seus entes queridos. A mobilização reforça o compromisso do governo federal com a garantia de direitos e a proteção da dignidade humana, mostrando que nenhuma pessoa deve permanecer sem identidade ou sem a possibilidade de reencontrar sua família. Imagem de capa do Edson Davi, desaparecido desde janeiro de 2024. Mais notícias 01 – ComCausa anuncia “Defesa da Vida” como tema central de 2025 02 – ComCausa lança oficialmente o projeto ComuniSaúde na Cruz Vermelha 03 – ComCausa busca parceria com a Diocese de Nova Iguaçu para ampliar acesso à saúde na Baixada 04 – ComCausa participa da inauguração do Museu Marinheiro João Cândido em Meriti  05 – ComCausa debate inclusão social e políticas públicas para a população em situação de rua  06 – ComCausa inicia a campanha “21 Dias Pelo Fim da Violência contra as Mulheres” 07 – ComCausa homenageia Dom Zumbi com lançamento da página memorial 08 – Conheça o projeto ‘Nossa Gente Negra’ da ComCausa 09 – ComCausa participará do ato pós-sentença do caso Marielle e Anderson 10 – ComCausa participa de encontro para mobilização da Cúpula Social do G20 no Rio 11 – ComCausa propõe ampliação da Semana Municipal de Valorização da Vida em Queimados | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________ Compartilhe:

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Edson Davi

Edson Davi completa 8 Anos e família não desiste de encontrar respostas

Hoje dia 25 de fevereiro, Edson Davi completaria oito anos de idade. O que deveria ser um momento de celebração para sua família se tornará mais uma oportunidade para reforçar as buscas e exigir respostas sobre o seu desaparecimento, ocorrido em 4 de janeiro de 2024, na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro. O caso do menino Edson Davi, que comoveu o Brasil, ainda está sem solução e continua gerando angústia e preocupação entre seus familiares e apoiadores. Na tarde do dia 4 de janeiro, Edson Davi brincava na areia da praia, acompanhado por outras crianças. Por volta de 14h30, ele e seu pai, Edson dos Santos Almeida, compraram açaí em um quiosque próximo. Câmeras de segurança registraram o menino caminhando sozinho pelo calçadão e, cerca de dois minutos depois, ele retornou à areia, onde conversou com um funcionário de uma barraca vizinha à do pai. Em um rápido intervalo, o pai percebeu sua ausência e iniciou as buscas na área. A comunicação do desaparecimento foi feita à Delegacia de Descoberta de Paradeiros às 17h00, dando início às investigações. No dia seguinte, 5 de janeiro, as equipes de busca do Corpo de Bombeiros começaram a atuar, realizando buscas no mar e na areia da praia. A Polícia Civil analisou imagens de câmeras de segurança e ouviu testemunhas para tentar entender os últimos movimentos do menino. A principal linha de investigação apontava para a possibilidade de um afogamento, dado o mar agitado naquela tarde, embora a ausência de sinais de sequestro não descartasse outras hipóteses. Com o passar dos dias, a família de Edson Davi recebeu novas informações, como uma foto de um garoto fazendo um lanche, que, segundo algumas fontes, seria o menino desaparecido, mas a criança não foi reconhecida. As buscas continuaram, e a polícia solicitou à população que colaborasse com qualquer informação relevante. No dia 4 de fevereiro de 2024, quando o desaparecimento completou um mês, familiares e apoiadores realizaram protestos na praia da Barra da Tijuca, pedindo respostas. A busca por informações e pela verdade segue até hoje, e em 3 de janeiro de 2025, um ano após o desaparecimento, familiares e apoiadores organizaram um ato na mesma praia, reforçando o pedido por justiça e exigindo que as autoridades intensifiquem as investigações. Diante da falta de avanços nas investigações, familiares e apoiadores seguirão promovendo ações para manter o caso em evidência e pressionar as autoridades responsáveis. Entre os familiares, Marize Araújo, mãe de Edson Davi, tem sido incansável na busca por informações sobre o paradeiro do filho. A ComCausa se propôs a intensificar o apoio à família, auxiliando na mobilização e na divulgação do caso por meio de uma série de reportagens. O material será publicado no Portal RedeDH, integrada ao site comcausa.org.br, e no Portal de Notícias C3, além das redes sociais da instituição, principalmente a Crianças com Direitos. A iniciativa visa ampliar a visibilidade do desaparecimento e alertar a sociedade sobre o número crescente de casos semelhantes no Brasil. Marize, mãe de Edson Davi, faz um apelo em busca de respostas sobre o caso de seu filho. Ela relatou que não mantém contato com a delegacia desde o segundo mês após o desaparecimento, pois nunca acreditou na versão de que ele teria se afogado. “Eles me disseram que meu filho deve ter ficado preso nas pedras, mas meu filho nunca entraria no mar. Contratei uma perícia séria, que provou, por meio de relatório, que meu filho nunca entrou no mar. Isso é um fato, temos como provar”, afirmou. Marize também pediu que a Polícia Federal assuma a investigação do caso com seriedade e dignidade. “Nosso apelo é que a Polícia Federal passe a investigar o caso do meu filho, com seriedade e dignidade, e faça justiça por Davi. Tudo leva a crer que meu filho foi vítima de tráfico humano”, disse. O desaparecimento de Edson Davi reflete uma realidade alarmante. Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), milhões de crianças e adolescentes desaparecem anualmente em todo o mundo, e cerca de 46 milhões de pessoas vivem em condições de trabalho escravo, sendo 40% delas menores de idade. O índice de desaparecimento infantil cresce cerca de 10% ao ano, evidenciando a necessidade de políticas públicas mais eficazes para prevenção e busca de desaparecidos. No Brasil, os números também são preocupantes. De acordo com a CPI da Câmara dos Deputados de 2010, aproximadamente 250 mil pessoas desaparecem anualmente no país, e uma criança ou adolescente desaparece a cada 15 minutos. A falta de integração entre os órgãos de segurança e a morosidade das investigações dificultam a resolução dos casos, aumentando o sofrimento das famílias que, muitas vezes, enfrentam o descaso do poder público. Desaparecimento de crianças e adolescentes: um problema crescente O desaparecimento de Edson Davi reflete uma realidade alarmante. Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), milhões de crianças e adolescentes desaparecem anualmente em todo o mundo, e cerca de 46 milhões de pessoas vivem em condições de trabalho escravo, sendo 40% delas menores de idade. O índice de desaparecimento infantil cresce cerca de 10% ao ano, evidenciando a necessidade de políticas públicas mais eficazes para prevenção e busca de desaparecidos. No Brasil, os números também são preocupantes. De acordo com a CPI da Câmara dos Deputados de 2010, aproximadamente 250 mil pessoas desaparecem anualmente no país, e uma criança ou adolescente desaparece a cada 15 minutos. A falta de integração entre os órgãos de segurança e a morosidade das investigações dificultam a resolução dos casos, aumentando o sofrimento das famílias que, muitas vezes, enfrentam o descaso do poder público. A família de Edson Davi, com o apoio da ComCausa, seguirá firme na luta por justiça e visibilidade para o caso. A mobilização no dia do aniversário da criança pretende sensibilizar a sociedade e reforçar a cobrança às autoridades para que o desaparecimento não caia no esquecimento. Principais causas do desaparecimento infantil Diversos fatores contribuem para o desaparecimento de crianças e adolescentes, sendo as principais causas os conflitos familiares, que frequentemente levam a fugas de casa; o uso de drogas e álcool, resultando no afastamento voluntário ou em situações de vulnerabilidade; os maus-tratos e o abuso sexual,

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Saúde Mental

A luta contra o excesso de trabalho e a promoção da saúde mental com a ComCausa e o projeto ComuniSaúde

Nós, da ComCausa, temos acompanhado de perto como o excesso de trabalho tem afetado a saúde mental e física de milhares de pessoas. O problema já é reconhecido como uma questão de saúde pública em diversos países e, no Brasil, a situação é alarmante: cerca de 30% dos trabalhadores enfrentam o burnout, a síndrome do esgotamento profissional. A Organização Mundial da Saúde (OMS) define o burnout como um fenômeno ocupacional causado por estresse crônico no ambiente de trabalho. Os sintomas vão desde cansaço extremo e falta de motivação até problemas cardíacos graves. Além disso, um estudo da OMS e da OIT revelou que jornadas superiores a 55 horas semanais aumentam em 35% o risco de AVC e em 17% as chances de doenças cardíacas fatais. A pressão por produtividade, agravada pelo home office e pela falta de equilíbrio entre vida pessoal e profissional, tem tornado essa realidade ainda mais crítica. Nós acreditamos que combater o esgotamento profissional passa por mudanças estruturais, como a adoção de políticas de bem-estar no trabalho, a valorização da saúde mental e o respeito às jornadas laborais. E um dos pontos que precisa ser revisto é a escala 6×1, modelo em que o trabalhador tem direito a apenas um dia de folga por semana. Fim da escala 6×1 melhora a qualidade de vida A escala 6×1, ainda muito comum no comércio, indústria e serviços, tem sido alvo de debates devido aos impactos negativos na saúde mental e física dos trabalhadores. A falta de tempo adequado para descanso e lazer contribui para o aumento do estresse, da fadiga e do risco de doenças ocupacionais. Não é apenas uma questão de produtividade, mas de qualidade de vida e dignidade no trabalho. Algumas empresas e países já estão adotando mudanças, como a semana de quatro dias úteis ou a escala 5×2, garantindo ao menos dois dias consecutivos de descanso. Essas novas abordagens têm mostrado impactos positivos tanto para os funcionários quanto para as empresas, reduzindo índices de absenteísmo e aumentando o engajamento e a satisfação no ambiente corporativo. Sabemos que essa luta não pode ser travada sozinha. A ComCausa está comprometida em dar visibilidade a essa discussão e apoiar iniciativas que promovam um ambiente de trabalho mais saudável e humano. Afinal, trabalhadores mais descansados são mais produtivos e, acima de tudo, mais felizes. ComuniSaúde: promovendo saúde nas favelas da Baixada Fluminense A preocupação com a saúde dos trabalhadores não se limita ao ambiente corporativo. Com o ComuniSaúde, queremos melhorar o acesso ao atendimento básico e fortalecer o suporte à saúde mental nas favelas da Baixada Fluminense. Em parceria com secretarias municipais de saúde e instituições locais, o projeto será implementado em comunidades de Duque de Caxias, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Belford Roxo, Nilópolis e Mesquita. Para garantir que as informações cheguem a todos, lançamos a plataforma digital ComuniSaude.org.br, onde a população pode encontrar detalhes sobre os serviços de saúde disponíveis. Além disso, a ComCausa oferecerá um canal de comunicação via aplicativos de mensagens, permitindo que qualquer pessoa tenha acesso rápido a orientações e suporte durante a campanha. A saúde mental deve ser uma prioridade, tanto no ambiente de trabalho quanto nas comunidades. Precisamos continuar lutando por condições mais dignas para todos. ComuniSaúde e o impacto nas favelas  O ComuniSaúde visa melhorar o acesso ao atendimento básico, promover saúde mental e fortalecer as redes comunitárias nas favelas da Baixada Fluminense. O projeto será implementado nas principais favelas de Duque de Caxias, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Belford Roxo, Nilópolis e Mesquita, em colaboração com secretarias municipais de saúde e instituições locais. O envolvimento dos moradores será crucial para mapear as necessidades e garantir que a campanha atinja todos de forma inclusiva. O lançamento da plataforma digital ComuniSaude.org.br também será parte importante do projeto, fornecendo informações detalhadas sobre os serviços de saúde disponíveis. A ComCausa também disponibilizará um número de telefone com aplicativos de mensagens para fornecer suporte durante a campanha, garantindo que a população tenha fácil acesso a orientações sobre os serviços de saúde. Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro  Desde 2021, mais de R$ 22 milhões foram investidos em projetos de saúde nas favelas cariocas, com apoio da Lei Nº 8.972/20 e do Fundo Especial da ALERJ. Instituições renomadas como a  Fiocruz , IFF, UENF, UFRJ, UERJ, PUCRJ, SBPC, Alerj e Abrasco fazem parte do Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro, com o objetivo de garantir que os serviços de saúde alcancem as áreas mais necessitadas. Veja também | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________ Compartilhe:

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Saúde Mental

Semana de Saúde nas Favelas: saúde mental como prioridade

Na ComCausa, sabemos que a saúde mental é uma das áreas mais negligenciadas em comunidades periféricas, especialmente em meio à violência, ao desemprego e à falta de acesso a serviços psicológicos. Durante a Semana de Saúde nas Favelas, estamos debatendo como esses fatores afetam o equilíbrio emocional dos moradores e como é fundamental buscar ajuda quando surgem sinais de tristeza profunda, desesperança e irritabilidade, que podem indicar quadros de depressão ou outros transtornos mentais. Queremos reforçar que buscar ajuda psicológica ou psiquiátrica não é sinal de fraqueza, mas de coragem e autocuidado. Em muitas comunidades, coletivos, ONGs e postos de saúde oferecem apoio psicológico, rodas de conversa e encaminhamento para tratamento. A criação de uma rede de solidariedade, onde as pessoas se sintam acolhidas e escutadas, pode ser fundamental para salvar vidas e proporcionar uma melhor qualidade de vida emocional. A ComCausa segue mobilizando e cobrando políticas públicas que garantam mais acesso a serviços de saúde mental nas favelas. Defender a vida e o bem-estar emocional de todos é um passo crucial para construir comunidades mais fortes e saudáveis. ComuniSaúde e o impacto nas favelas  O ComuniSaúde visa melhorar o acesso ao atendimento básico, promover saúde mental e fortalecer as redes comunitárias nas favelas da Baixada Fluminense. O projeto será implementado nas principais favelas de Duque de Caxias, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Belford Roxo, Nilópolis e Mesquita, em colaboração com secretarias municipais de saúde e instituições locais. O envolvimento dos moradores será crucial para mapear as necessidades e garantir que a campanha atinja todos de forma inclusiva. O lançamento da plataforma digital ComuniSaude.org.br também será parte importante do projeto, fornecendo informações detalhadas sobre os serviços de saúde disponíveis. A ComCausa também disponibilizará um número de telefone com aplicativos de mensagens para fornecer suporte durante a campanha, garantindo que a população tenha fácil acesso a orientações sobre os serviços de saúde. Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro  Desde 2021, mais de R$ 22 milhões foram investidos em projetos de saúde nas favelas cariocas, com apoio da Lei Nº 8.972/20 e do Fundo Especial da ALERJ. Instituições renomadas como a  Fiocruz , IFF, UENF, UFRJ, UERJ, PUCRJ, SBPC, Alerj e Abrasco fazem parte do Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro, com o objetivo de garantir que os serviços de saúde alcancem as áreas mais necessitadas. Mais notícias 01 – O legado de Oswaldo Cruz e a importância da Fiocruz para a saúde nas favelas 02 – Semana de Saúde nas Favelas discute desafios e soluções para a tuberculose e outras doenças 03 – Semana de Saúde nas Favelas: Combate à Dengue Zika e Chikungunya 04 – Semana de Saúde nas Favelas alerta sobre os riscos da leptospirose 05 – Semana de Saúde nas Favelas aborda doenças respiratórias e prevenção 06 – Semana de Saúde nas Favelas alerta sobre a Covid-19 e a importância da prevenção 07 – Semana de Saúde nas Favelas alerta sobre hipertensão e diabete 08 – Semana de Saúde nas Favelas alerta sobre HIV/AIDS e outras ISTs 09 – Semana de Saúde nas Favelas alerta sobre doenças de pele e a importância da prevenção 10 – Semana de Saúde nas Favelas debate os desafios da desnutrição e obesidade | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________ Compartilhe:

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dependência química

ComuniSaúde e a Luta Contra a Dependência Química

Na ComCausa, acreditamos que o acesso à informação e ao tratamento adequado é essencial na luta contra a dependência química. A Organização Mundial da Saúde (OMS) reconhece o uso abusivo de substâncias como álcool, cigarro, crack e cocaína como um problema de saúde pública global. O impacto dessas drogas vai além da saúde física, afetando a vida social, econômica e política das comunidades. Através do ComuniSaúde, estamos ampliando o acesso ao atendimento básico e promovendo a saúde mental nas favelas da Baixada Fluminense. Em parceria com secretarias municipais de saúde e instituições locais, atuamos em Duque de Caxias, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Belford Roxo, Nilópolis e Mesquita, garantindo que mais pessoas tenham acesso a tratamento adequado e apoio para superar a dependência. O tratamento para usuários de álcool e outras drogas no Sistema Único de Saúde (SUS) pode ser encontrado em Unidades Básicas de Saúde (UBS), Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) e Centros de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas III (CAPS AD). As equipes multiprofissionais incluem psiquiatras, clínicos gerais, psicólogos e outros profissionais capacitados para o acolhimento e recuperação dos pacientes. Além do tratamento, a prevenção é essencial. No ComuniSaúde, buscamos incentivar a educação, a prática de esportes, o acesso à cultura e lazer, promovendo ambientes saudáveis e informando sobre os riscos das drogas. ComuniSaúde e o impacto nas favelas  O ComuniSaúde visa melhorar o acesso ao atendimento básico, promover saúde mental e fortalecer as redes comunitárias nas favelas da Baixada Fluminense. O projeto será implementado nas principais favelas de Duque de Caxias, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Belford Roxo, Nilópolis e Mesquita, em colaboração com secretarias municipais de saúde e instituições locais. O envolvimento dos moradores será crucial para mapear as necessidades e garantir que a campanha atinja todos de forma inclusiva. O lançamento da plataforma digital ComuniSaude.org.br também será parte importante do projeto, fornecendo informações detalhadas sobre os serviços de saúde disponíveis. A ComCausa também disponibilizará um número de telefone com aplicativos de mensagens para fornecer suporte durante a campanha, garantindo que a população tenha fácil acesso a orientações sobre os serviços de saúde. Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro  Desde 2021, mais de R$ 22 milhões foram investidos em projetos de saúde nas favelas cariocas, com apoio da Lei Nº 8.972/20 e do Fundo Especial da ALERJ. Instituições renomadas como a  Fiocruz , IFF, UENF, UFRJ, UERJ, PUCRJ, SBPC, Alerj e Abrasco fazem parte do Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro, com o objetivo de garantir que os serviços de saúde alcancem as áreas mais necessitadas. Mais notícias | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________ Compartilhe:

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