Destaque

Dia Internacional do Optometrista: ComuniSaúde conscientiza sobre a importância da saúde visual

Hoje, no Dia Internacional do Optometrista, quero reforçar a importância desse profissional na promoção da saúde ocular e no atendimento primário oftalmológico. A ComCausa, por meio do nosso projeto ComuniSaúde, está trabalhando para melhorar o acesso a exames de visão e fortalecer a saúde básica e mental nas favelas da Baixada Fluminense. Com o ComuniSaúde, estamos implementando ações nas comunidades de Duque de Caxias, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Belford Roxo, Nilópolis e Mesquita, em colaboração com as secretarias municipais de saúde e instituições locais. Nosso objetivo é ampliar o acesso da população a cuidados essenciais e, principalmente, conscientizar sobre a importância de realizar exames oftalmológicos regulares para prevenir doenças como miopia, hipermetropia, astigmatismo, além de identificar sinais precoces de doenças graves, como glaucoma e catarata. A participação da comunidade é um pilar fundamental do nosso projeto. Queremos que os próprios moradores ajudem a mapear as necessidades de saúde visual em suas áreas, garantindo que os atendimentos cheguem de forma inclusiva a todos que mais necessitam. Neste Dia Internacional do Optometrista, a ComCausa reitera o compromisso com a Defesa da Vida e a promoção da saúde, incentivando o cuidado com a visão e o acesso a serviços oftalmológicos de qualidade para toda a população da Baixada Fluminense.  ComuniSaúde e o impacto nas favelas  O ComuniSaúde visa melhorar o acesso ao atendimento básico, promover saúde mental e fortalecer as redes comunitárias nas favelas da Baixada Fluminense. O projeto será implementado nas principais favelas de Duque de Caxias, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Belford Roxo, Nilópolis e Mesquita, em colaboração com secretarias municipais de saúde e instituições locais. O envolvimento dos moradores será crucial para mapear as necessidades e garantir que a campanha atinja todos de forma inclusiva. O lançamento da plataforma digital ComuniSaude.org.br também será parte importante do projeto, fornecendo informações detalhadas sobre os serviços de saúde disponíveis. A ComCausa também disponibilizará um número de telefone com aplicativos de mensagens para fornecer suporte durante a campanha, garantindo que a população tenha fácil acesso a orientações sobre os serviços de saúde. Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro  Desde 2021, mais de R$ 22 milhões foram investidos em projetos de saúde nas favelas cariocas, com apoio da Lei Nº 8.972/20 e do Fundo Especial da ALERJ. Instituições renomadas como a  Fiocruz , IFF, UENF, UFRJ, UERJ, PUCRJ, SBPC, Alerj e Abrasco fazem parte do Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro, com o objetivo de garantir que os serviços de saúde alcancem as áreas mais necessitadas. Mais notícias | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________ Compartilhe:

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Parque Nova Iguaçu Natureza Água

Campanha da Fraternidade 2025 é lançada pela CNBB e aborda “Fraternidade e Ecologia Integral”

ha da Fraternidade 2025, em uma cerimônia realizada na sede da entidade, em Brasília. Com o tema “Fraternidade e Ecologia Integral” e o lema “Deus viu que tudo era muito bom” (Gênesis 1:31), a iniciativa deste ano busca promover uma reflexão profunda sobre a relação entre fé, cuidado com a criação e responsabilidade socioambiental durante o período da Quaresma. A Campanha da Fraternidade, que teve origem em 1961 na cidade de Natal (RN), foi idealizada por três padres ligados à Cáritas Brasileira com o objetivo inicial de arrecadar fundos para os mais pobres. Desde sua oficialização em 1964, a ação se consolidou como uma das principais atividades da Igreja Católica no Brasil, realizada anualmente durante a Quaresma – os 40 dias que antecedem a Páscoa. Ao longo de mais de seis décadas, a campanha tem abordado temas de grande relevância social, espiritual e ambiental, incentivando práticas de oração, jejum e caridade. Neste ano, a escolha do tema “Fraternidade e Ecologia Integral” reflete a urgência de uma conversão ecológica, inspirada pela Encíclica Laudato Si’, publicada pelo Papa Francisco em 2015 e que completa 10 anos em 2025. No documento, o Pontífice faz um apelo global por uma visão integrada entre fé cristã e cuidado com a “casa comum”, destacando a interconexão entre os desafios ambientais e as desigualdades sociais. Mensagem do Papa Francisco Durante o evento de lançamento, foi lida uma mensagem enviada pelo Papa Francisco à CNBB. No texto, o Santo Padre parabenizou a Conferência pela realização da Campanha da Fraternidade, que classificou como “um testemunho vivo do compromisso da Igreja no Brasil com os mais pobres e com a criação”. Ele também destacou a importância de unir a ecologia à conversão pessoal a Cristo, afirmando que “o cuidado com a casa comum é uma expressão concreta do amor ao próximo e a Deus”. A mensagem foi recebida com entusiasmo pelos presentes, que veem no apoio do Papa um incentivo para engajar comunidades em todo o país. Inspirações e contexto do tema O tema escolhido para 2025 dialoga com acontecimentos significativos no cenário nacional e internacional. Este ano marca os 800 anos do Cântico das Criaturas, escrito por São Francisco de Assis, texto que representa um marco na espiritualidade ecológica e que inspirou o próprio Papa Francisco a adotar o nome do santo e a escrever a Laudato Si’. Além disso, a campanha está alinhada com a realização da COP 30, a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, que ocorrerá em Belém (PA), na Amazônia, trazendo os holofotes globais para a região. Outro ponto de conexão é o fortalecimento de iniciativas eclesiais voltadas à preservação ambiental, como as Comissões Especiais da CNBB para a Amazônia e Ecologia Integral e os 10 anos da Rede Eclesial Pan-Amazônica (REPAM). Esses esforços refletem o compromisso contínuo da Igreja com a proteção da Amazônia e com a promoção de uma ecologia integral, que considera as dimensões humanas, espirituais e naturais. Solidariedade em ação Como em todos os anos, a Campanha da Fraternidade 2025 culminará na Coleta da Solidariedade, realizada no Domingo de Ramos – em 2025, nos dias 12 e 13 de abril. Os recursos arrecadados serão destinados a projetos sociais em todo o Brasil, beneficiando comunidades vulneráveis e promovendo ações concretas de transformação social. A coleta é um dos pilares da campanha, reforçando a dimensão prática da caridade cristã. Um chamado à conversão ecológica Com a proposta de sensibilizar os fiéis sobre a importância do cuidado com a natureza, a Campanha da Fraternidade 2025 convida a uma reflexão profunda sobre o impacto das ações humanas no meio ambiente e sobre a necessidade de adotar práticas mais sustentáveis. “A fé cristã nos ensina que somos guardiões da criação, não seus donos. Este é um momento de conversão pessoal e coletiva”, afirmou Dom Walmor Oliveira de Azevedo, presidente da CNBB, durante o lançamento. A campanha também oferece materiais educativos, como textos-base e subsídios pastorais, que serão utilizados por paróquias, comunidades e escolas católicas em todo o país para promover debates e atividades práticas voltadas à ecologia integral. Entre as ações sugeridas estão a redução do desperdício, o incentivo ao consumo consciente e a participação em projetos de preservação ambiental. Um futuro mais justo e sustentável Ao abordar a “Fraternidade e Ecologia Integral”, a edição de 2025 da Campanha da Fraternidade reforça a mensagem de que a preservação ambiental e a justiça social caminham juntas. Em um mundo marcado por desafios como as mudanças climáticas e a desigualdade, a iniciativa propõe que cada pessoa, movida pela fé e pela solidariedade, pode fazer a diferença na construção de um futuro mais equilibrado e fraterno. Com o lançamento oficial, a Igreja Católica no Brasil dá o primeiro passo para mobilizar milhões de fiéis em torno de uma causa que une espiritualidade e compromisso com o planeta. A expectativa é que, ao longo da Quaresma, as reflexões propostas pela campanha inspirem gestos concretos de cuidado com a criação e fortaleçam a esperança em um mundo onde, como diz o lema, “tudo seja muito bom”. Imagem de capa Rebio Tinguá | Acervo ComCausa. Leia também Veja mais: | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________ Compartilhe:

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Rubens Paiva e Eunice Paiva ComCausa Memória Justiça e Verdade

Oscar 2025 tem importância histórica para o Brasil e para o mundo

Na noite deste domingo, o mundo do cinema se volta para o Oscar 2025, e um filme brasiliero tem chances reais de conquistar mais de uma estatueta, inclusive as mais cobiçadas: Melhor Filme e Melhor Atriz. O responsável por esse feito é Ainda Estou Aqui, dirigido por Walter Salles, que retrata a história de Eunice Paiva e sua luta após o desaparecimento de seu marido, Rubens Paiva, vítima da ditadura militar brasileira. A presença do filme na premiação transcende o cinema, ganhando um peso ainda maior diante do cenário político e social atual, tanto no Brasil quanto no mundo. A produção evidencia como nenhuma sociedade está imune aos riscos de um regime ditatorial, e como a repressão atinge desde os mais pobres até membros daqueles que seriam elite. Um filme brasileiro para o mundo Baseado no livro homônimo de Marcelo Rubens Paiva, Ainda Estou Aqui narra o sequestro, assassinato e desaparecimento do engenheiro e ex-deputado federal Rubens Paiva, um dos muitos opositores da ditadura militar no Brasil que foram mortos pelo regime. O filme acompanha sua esposa, Eunice Paiva, interpretada por Fernanda Torres, que enfrenta perseguições e ameaças enquanto busca respostas sobre o paradeiro de seu marido. O autoritarismo não poupa ninguém Além de retratar um episódio marcante da história brasileira, o filme traz uma mensagem universal: o autoritarismo não poupa ninguém. Ele mostra que, em uma ditadura, tanto as populações marginalizadas quanto integrantes da elite podem se tornar alvos do regime. Essa perspectiva ressoa em um momento de crescente polarização global, onde discursos de ódio ganham força e tentam naturalizar o retorno de regimes totalitários, com segregação, racismo, homofobia e xenofobia se tornando pautas de governos extremistas. Brasil em um momento decisivo O lançamento e o reconhecimento internacional de Ainda Estou Aqui acontecem em um período delicado para o Brasil. O país vive um cenário de tensão política, com setores da sociedade clamando pelo retorno de uma ditadura militar. O filme serve como um alerta poderoso sobre os perigos desse caminho, mostrando as consequências brutais de um regime autoritário, tanto para aqueles que resistem quanto para aqueles que acreditam estar protegidos por sua posição social. A repercussão de Ainda Estou Aqui no Oscar reforça a importância do cinema como ferramenta de memória e resistência. Ao levar essa história para milhões de espectadores ao redor do mundo, o filme contribui para manter viva a lembrança dos crimes cometidos durante a ditadura, impedindo que sejam apagados ou relativizados. Onde assistir ao Oscar 2025 Para os brasileiros que desejam acompanhar a cerimônia, a TV Globo transmitirá o evento a partir das 21h55, logo após o Fantástico, com apresentação de Maria Beltrão e comentários de Dira Paes e Waldemar Dalenogare. No Rio de Janeiro, devido aos desfiles das escolas de samba, o Oscar será transmitido apenas pelos portais Gshow e g1. Além disso, a premiação estará disponível nos canais pagos TNT e HBO Max. Brasil pode fazer história Se vencer na categoria Melhor Filme, Ainda Estou Aqui se tornará o primeiro filme brasileiro a levar o principal prêmio da noite. A vitória de Fernanda Torres como Melhor Atriz também seria inédita, colocando o Brasil em um seleto grupo de países que conquistaram as principais estatuetas do Oscar. Independentemente do resultado, a presença do filme já representa uma vitória para o cinema brasileiro e para aqueles que lutam pela democracia e pelos direitos humanos. Em tempos de discursos extremistas, Ainda Estou Aqui resgata um passado sombrio para lembrar que a liberdade nunca pode ser tomada como garantida. Leia também | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________ Compartilhe:

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ComCausa inicia campanha “Menino! Respeita Meu Bloco” para um Carnaval

A partir deste 1º de março e durante todo o período do Carnaval, a ComCausa, em parceria com iniciativas nacionais, lança a campanha “Menino! Respeita Meu Bloco”. A ação tem como objetivo conscientizar jovens sobre respeito, igualdade de gênero e combate à violência contra as mulheres, alinhando-se aos programas “Brasil Sem Misoginia” e “Feminicídio Zero”, do Ministério das Mulheres. A campanha reforça a importância de um Carnaval seguro, inclusivo e livre de violência. A campanha busca engajar foliões, especialmente os jovens, na reflexão sobre comportamentos machistas e práticas que perpetuam a violência de gênero. Com o slogan “Menino! Respeita Meu Bloco”, a iniciativa visa incentivar o respeito mútuo nos blocos de rua, trios elétricos e demais espaços de celebração carnavalesca. O Carnaval é uma das maiores festas populares do Brasil, marcada pela alegria e celebração. No entanto, também pode ser um período de maior vulnerabilidade para as mulheres. Dados do Ministério das Mulheres indicam que os casos de assédio e violência de gênero aumentam durante as festividades. Diante desse cenário, “Menino! Respeita Meu Bloco” surge como um alerta e um convite à mudança de comportamento. “Queremos que o Carnaval seja um espaço de liberdade e respeito para todos. A campanha é um chamado para que os homens reflitam sobre suas atitudes e contribuam para uma sociedade mais justa e igualitária”, afirma Débora Barroso, da ComCausa. A campanha incentiva todos a participarem, seja compartilhando mensagens nas redes sociais, seja promovendo o respeito durante a folia. A ideia é que cada pessoa seja um agente de transformação, contribuindo para um Carnaval mais seguro e consciente. Lançamento na Casa Uivo em ParacambiA apresentação da campanha ocorreu no domingo, 23 de fevereiro, a partir das 13h, na Casa Uivo, em Paracambi. O local foi palco do Rock Folia, um bloquinho de pré-Carnaval que misturou música, diversão e conscientização. Com um repertório de clássicos do rock adaptados ao clima carnavalesco, o evento gratuito contou com a participação de Rapha Harley e da banda ORETACHI. Produzido pelo organizador do Paracambi Rock Festival e coproduzido pela Casa Uivo, o Rock Folia aconteceu ao ar livre, em um ambiente arborizado e protegido por tendas, garantindo conforto para todos. Além da programação musical, o evento contou com uma área infantil com pula-pula gratuito, tornando a experiência acessível para toda a família. Durante o festival, a ComCausa oficializou a campanha “Menino! Respeita Meu Bloco”, reforçando o compromisso com o combate à violência de gênero e a promoção de um Carnaval mais seguro. Canais de denúncia e apoio às mulheres no Rio de Janeiro Para garantir a segurança das mulheres durante o Carnaval e em qualquer período do ano, é fundamental conhecer os principais canais de denúncia e apoio: Neste Carnaval, além de curtir os ritmos contagiantes e a energia única da festa, vamos juntos na luta por um mundo mais respeitoso e igualitário. Menino! Respeita Meu Bloco – porque Carnaval é alegria, mas também é consciência e respeito. Foto de capa ilustrativa. Leia tembém | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________ Compartilhe:

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Morte de Moïse Kabagambe

ComCausa acompanhará julgamento dos acusados pela morte de Moïse Kabagambe

A ComCausa estará presente no julgamento dos acusados pelo assassinato do jovem congolês Moïse Kabagambe, marcado para o dia 13 de março no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ). O júri popular, que terá início às 11h no Tribunal do Júri, é aguardado com grande expectativa por familiares, entidades de direitos humanos e a sociedade em geral. Os réus, Fábio Pirineus da Silva e Aleson Cristiano de Oliveira Fonseca, estão presos desde fevereiro de 2022 e responderão por homicídio qualificado, conforme os artigos 121, parágrafo 2º, do Código Penal. Um terceiro acusado, Brendon Alexander Luiz da Silva, também responde pelo crime, mas ainda não teve a data do julgamento definida. O crime que chocou o Brasil e o mundo O assassinato de Moïse Kabagambe ocorreu em 24 de janeiro de 2022, por volta das 21h30, no quiosque Tropicália, localizado na praia da Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. De acordo com a denúncia do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), Moïse, de 24 anos, foi brutalmente espancado até a morte após cobrar um pagamento atrasado de aproximadamente R$ 200 por um trabalho que realizava no local. A família do jovem congolês afirma que ele foi atacado enquanto reivindicava o valor que lhe era devido. Segundo o MPRJ, os acusados trataram Moïse como se fosse “um animal peçonhento”, desferindo golpes com um taco de beisebol, socos, chutes e tapas. A denúncia destaca que o crime foi cometido com extrema crueldade, por motivo fútil (decorrente de uma discussão) e com recurso que impossibilitou a defesa da vítima. Moïse foi derrubado, imobilizado e espancado, e, após o ataque, teve os pés e as mãos amarrados. Câmeras de segurança registraram toda a violência do espancamento, gerando enorme comoção e indignação no país e no exterior. Fábio Pirineus da Silva, conhecido como Belo, confessou ter golpeado Moïse com um pedaço de pau. Já Aleson Cristiano de Oliveira Fonseca, chamado de Dezenove, admitiu envolvimento no crime, mas alegou que “ninguém queria tirar a vida dele”. Repercussão e luta por justiça A morte de Moïse Kabagambe expôs a vulnerabilidade enfrentada por imigrantes e refugiados no Brasil, mobilizando organizações como Cáritas Rio, ACNUR (Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados) e OIM (Organização Internacional para as Migrações), que cobraram justiça e medidas de proteção para essa população. A tragédia também levantou debates sobre o racismo estrutural e a violência contra imigrantes no Brasil. Em resposta ao crime, a Prefeitura do Rio de Janeiro cedeu o espaço do quiosque Tropicália à família de Moïse, que o transformou em um centro cultural para imigrantes africanos. O local se tornou um símbolo de resistência e memória, acolhendo atividades culturais e sociais em homenagem ao jovem congolês. O julgamento e sua importância O julgamento de Fábio e Aleson representa um marco na busca por justiça para Moïse Kabagambe e para todos os imigrantes que sofrem discriminação e violência no Brasil. O caso será um teste para o sistema de justiça brasileiro em relação a crimes de extrema brutalidade motivados por intolerância e negligência dos direitos humanos. A ComCausa seguirá atenta aos desdobramentos deste caso emblemático, reforçando a necessidade de combater a intolerância e garantir direitos básicos a todos, independentemente de sua origem. A entidade reafirma seu compromisso com a defesa dos direitos humanos e acompanhará de perto os próximos passos do julgamento, buscando assegurar que a justiça seja feita para Moïse e sua família. Expectativas para o julgamento O julgamento, que ocorrerá em um tribunal do júri, será acompanhado por representantes de diversas organizações de direitos humanos, além de membros da comunidade congolesa no Brasil. A expectativa é que o caso sirva como um precedente importante para a proteção de imigrantes e refugiados, além de reforçar a necessidade de combater a violência e a discriminação racial no país. A ComCausa reitera seu apoio à família de Moïse Kabagambe e sua luta por justiça, destacando a importância de que o julgamento seja conduzido com transparência e rigor, garantindo que os responsáveis pelo crime sejam devidamente punidos. A organização também reforça a necessidade de políticas públicas que promovam a inclusão e a proteção de imigrantes e refugiados no Brasil. Leia também | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________ Compartilhe:

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Edson Davi

PM traz nova ferramenta para buscas de crianças desaparecidas durante o Carnaval

A Polícia Militar do Rio de Janeiro (PMERJ) apresentou uma nova funcionalidade no aplicativo 190RJ que promete acelerar a busca por crianças e adolescentes perdidos durante o Carnaval de 2025. O recurso, batizado de “pulseira digital”, permitirá que pais e responsáveis insiram dados e imagens dos menores no sistema, que será conectado a um mecanismo de reconhecimento facial por meio de mais de 150 câmeras instaladas em pontos estratégicos da cidade, como a orla e os locais de concentração de blocos carnavalescos. A medida tem como objetivo ampliar a segurança e a eficácia nas operações de busca durante um dos maiores eventos globais, que reúne milhões de pessoas todos os anos. A PMERJ orienta que os responsáveis que pretendem levar crianças e adolescentes para a folia realizem o cadastro antecipado no aplicativo. Dessa maneira, em caso de desaparecimento, a localização será facilitada pelo sistema de reconhecimento facial, que já terá a imagem armazenada. Como funciona a “pulseira digital” Para utilizar o novo recurso, é preciso baixar o aplicativo 190RJ e registrar a criança ou adolescente na seção “Familiares”, fornecendo informações pessoais e uma foto recente. Caso ocorra um desaparecimento, o responsável deve acessar o perfil cadastrado e selecionar a opção “Gerar alerta de desaparecimento”. Os dados são enviados instantaneamente à Polícia Militar, que ativa um alerta para o sistema de reconhecimento facial identificar a pessoa nas áreas monitoradas. Além disso, o policial mais próximo do local do desaparecimento é acionado pelo Centro Integrado de Comando e Controle (CICC) e inicia as buscas com o suporte das câmeras de vigilância. O agente também recebe os contatos do responsável cadastrado para comunicá-lo assim que a pessoa for encontrada. Operação de segurança ampliada para o Carnaval 2025 O esquema de segurança para o Carnaval do Rio de Janeiro em 2025 contará com 26 mil profissionais, entre policiais militares, civis, integrantes do programa Segurança Presente e bombeiros. A operação também incluirá o uso de drones, videomonitoramento com câmeras de reconhecimento facial e identificação de placas de veículos. Serão 12.550 policiais militares atuando durante o evento, 450 a mais do que na edição anterior. As câmeras de reconhecimento facial estarão posicionadas em locais estratégicos, como grandes blocos, orla e estações de transporte público. As imagens serão transmitidas em tempo real para o CICC e para os postos de comando móveis instalados nos principais eventos. As rodovias e os pontos de maior concentração de foliões também receberão patrulhamento com o apoio de aeronaves do Grupamento Aéreo da Polícia Militar (GAM). Investimentos em segurança pública De acordo com o governo do estado, a nova ferramenta de localização integra um investimento superior a R$ 4 bilhões em segurança pública. Além de ser usada durante o Carnaval, a funcionalidade passará a ser aplicada regularmente pela PMERJ em outros eventos de grande porte, como praias lotadas, shows e estádios esportivos. A expectativa é que a “pulseira digital” traga mais tranquilidade para as famílias durante a folia e contribua para reduzir o tempo de resposta em casos de desaparecimento, reforçando a proteção em um dos períodos mais movimentados do ano no Rio de Janeiro. Com a combinação de tecnologia e efetivo policial, a PMERJ busca garantir um Carnaval mais seguro e organizado para todos os cariocas e turistas que celebram a maior festa popular do país. Imagem de capa ilustrativa: Caso Edson Davi Leia tambem: | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________ Compartilhe:

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