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Tuberculose

Dia Mundial de Combate à Asma reforça importância da prevenção e do cuidado

Na primeira terça-feira de maio é celebrado o Dia Mundial de Combate à Asma, data que chama atenção para uma das doenças respiratórias crônicas mais comuns no Brasil e no mundo. A asma, também chamada popularmente de bronquite asmática ou alérgica, é uma inflamação crônica dos brônquios que afeta milhões de pessoas e exige cuidados permanentes. A doença se manifesta por meio de sintomas como tosse frequente, chiado no peito, falta de ar, opressão torácica e cansaço, especialmente à noite ou durante a prática de exercícios. Além disso, pode ser desencadeada por uma série de fatores, como poeira doméstica, ácaros, pêlos de animais, mudanças bruscas de temperatura, infecções respiratórias, esforço físico e até aspectos emocionais. A asma, embora não tenha cura definitiva, pode ser controlada com medicamentos adequados, vacinação, acompanhamento médico e medidas preventivas no ambiente doméstico. Em resposta à realidade de milhares de moradores das periferias fluminenses, a ComCausa implementa o projeto ComuniSaúde, uma iniciativa de saúde comunitária que busca ampliar o acesso à atenção básica, promover saúde mental e fortalecer redes de cuidado nas favelas de Duque de Caxias, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Belford Roxo, Nilópolis e Mesquita. O projeto é realizado em parceria com secretarias municipais de saúde, lideranças locais e instituições sociais dos territórios. Como parte das ações do ComuniSaúde neste mês de maio, o projeto destaca a necessidade de diagnóstico precoce, controle ambiental e informação qualificada sobre a asma, especialmente em comunidades onde o acesso a cuidados respiratórios é limitado. O envolvimento direto da população será fundamental para mapear as necessidades locais, identificar grupos vulneráveis e garantir que a campanha alcance de forma inclusiva quem mais precisa. Com foco na Defesa da Vida, a proposta é articular conhecimento popular, agentes de saúde e estratégias públicas para que ninguém seja deixado para trás no enfrentamento das doenças respiratórias. ComuniSaúde e o impacto nas favelas O ComuniSaúde visa melhorar o acesso ao atendimento básico, promover saúde mental e fortalecer as redes comunitárias nas favelas da Baixada Fluminense. O projeto será implementado nas principais favelas de Duque de Caxias, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Belford Roxo, Nilópolis e Mesquita, em colaboração com secretarias municipais de saúde e instituições locais. O envolvimento dos moradores será crucial para mapear as necessidades e garantir que a campanha atinja todos de forma inclusiva. O lançamento da plataforma digital ComuniSaude.org.br também será parte importante do projeto, fornecendo informações detalhadas sobre os serviços de saúde disponíveis. A ComCausa também disponibilizará um número de telefone com aplicativos de mensagens para fornecer suporte durante a campanha, garantindo que a população tenha fácil acesso a orientações sobre os serviços de saúde. Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro Desde 2021, mais de R$ 22 milhões foram investidos em projetos de saúde nas favelas cariocas, com apoio da Lei Nº 8.972/20 e do Fundo Especial da ALERJ. Instituições renomadas como a  Fiocruz , IFF, UENF, UFRJ, UERJ, PUCRJ, SBPC, Alerj e Abrasco fazem parte do Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro, com o objetivo de garantir que os serviços de saúde alcancem as áreas mais necessitadas. Mais notícias | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________ Compartilhe:

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Luiz Antônio Mello, o jornalista da Maldita

Morre Luiz Antônio Mello o jornalista da “Maldita” deixando legado inesquecível para o rock brasileiro

Luiz Antônio Mello, jornalista, radialista, produtor musical e escritor, faleceu aos 70 anos nesta terça-feira, 30 de abril de 2025, em Niterói, vítima de uma parada cardíaca enquanto se recuperava de uma pancreatite. Sua morte representa uma perda significativa para a comunicação, a cultura e a música brasileira. Em reconhecimento à sua trajetória, a Prefeitura de Niterói decretou luto oficial de três dias. “Luiz Antônio Melo era um niteroiense apaixonado por nossa cidade e que tinha uma mente, uma capacidade inventiva e criativa extraordinária. Participou diretamente de um dos momentos mais marcantes da música brasileira e do rock nacional através da rádio fluminense na década de 80. Niterói, o rock e o jornalismo estão de luto com a sua partida. Mas ele deixou um legado, suas ideias”, afirmou o prefeito Rodrigo Neves. Nascido no Rio de Janeiro em 18 de fevereiro de 1955, Luiz Antônio Mello iniciou sua carreira ainda nos anos 1970, atuando como cronista no Jornal de Icaraí. Com uma trajetória marcada pela ousadia editorial, ele passou por veículos como Rádio Federal AM, Rádio Tupi AM, Jornal do Brasil, Última Hora, O Pasquim e Opinião, construindo uma sólida reputação como cronista e defensor da liberdade de expressão. Sua maior marca, no entanto, foi como criador e diretor da histórica Fluminense FM — a lendária “Rádio Maldita” — ao lado de Samuel Wainer Filho. Lançada em 1981, a emissora rompeu paradigmas ao promover exclusivamente artistas do rock nacional, abrindo espaço para bandas que mais tarde se tornariam ícones, como Blitz, Paralamas do Sucesso, Legião Urbana e Barão Vermelho. A rádio se transformou em referência para uma geração e pilar do movimento cultural que consolidou o rock como linguagem da juventude brasileira dos anos 80. Luiz Antônio Mello também foi autor do livro “A Onda Maldita” (1992), no qual relatou os bastidores da criação e auge da Fluminense FM, expondo as dificuldades e conquistas de uma rádio que ousou desafiar o mainstream. Sua trajetória inspirou o filme “Aumenta que é Rock’n’Roll” (2024), dirigido por Tomás Portella, em que foi interpretado por Johnny Massaro. Mesmo após o fim da fase mais conhecida da Fluminense FM, Luiz seguiu atuando como cronista e formador de opinião, sempre engajado em causas sociais e culturais. Sua presença em programas e entrevistas era marcada por reflexões afiadas sobre o papel da mídia, da juventude e da cultura na transformação social. A trajetória de Luiz Antônio Mello ecoa não apenas nos estúdios de rádio, mas também na memória afetiva e política de toda uma geração. Para a organização ComCausa, que atua com direitos humanos e juventude, Mello foi um dos nomes que ajudaram a consolidar a cultura como instrumento de defesa da vida e da cidadania, especialmente em territórios populares. Seu legado permanece vivo nas ondas do rádio, nos livros, nos palcos e nas histórias que ajudou a construir — e amplificar. Mais notícias | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________ Compartilhe:

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cinco-anos-do-Plano-Integrado-de-Saude-nas-Favelas-Arquivo 2 -ComCausa

Plano Integrado de Saúde nas Favelas celebra cinco anos com presença da ex-ministra Nísia Trindade

Na manhã desta segunda-feira, 29 de abril de 2025, a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) foi palco da celebração dos cinco anos do Plano Integrado de Saúde nas Favelas. O evento reuniu especialistas, representantes de movimentos sociais, pesquisadores e instituições públicas para discutir os desafios da saúde nos territórios populares do estado. O encontro celebrou os avanços do plano e também sinalizou a perspectiva de novos investimentos públicos para o fortalecimento da saúde nos territórios populares. O momento de maior destaque da programação foi a presença da cientista social e ex-ministra da Saúde do Brasil, Nísia Trindade Lima, que foi lembrada por sua trajetória e contribuição fundamental durante os períodos em que esteve à frente da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e do Ministério da Saúde. Reconhecida nacional e internacionalmente, Nísia Trindade foi uma das principais articuladoras das políticas públicas de enfrentamento à pandemia de Covid-19 voltadas para as favelas e periferias urbanas. A cerimônia teve início às 10h, com a homenagem à ex-ministra, seguida da abertura institucional e de três mesas temáticas. Às 11h, o painel “Plano Emergencial de Enfrentamento à Covid-19 nas Favelas” reuniu nomes como Alan Brum (Instituto Raízes em Movimento), Pedro Cunha Bocayuva (UFRJ), Lígia Bahia (SBPC) e a deputada estadual Renata Souza (Alerj), abordando as respostas emergenciais durante a crise sanitária. Ao meio-dia, a mesa “Cinco anos de fortalecimento do campo da saúde integral nas favelas” contou com representantes de coletivos e instituições como Fiocruz, UFRJ, Grupo Alafonte CDD e Mulheres de Atitude de Manguinhos, debatendo a consolidação de políticas de base territorial e o papel das redes comunitárias. Durante o encontro, diversas instituições compartilharam suas realidades e experiências de atuação, revelando um panorama rico e, ao mesmo tempo, fragmentado das ações na ponta. Para Adriano Dias, esse mosaico de iniciativas, tem sido um dos principais promotores do acesso à saúde nas comunidades mais vulnerabilizadas — territórios historicamente marcados por violações e invisibilidade institucional. “Essa fragmentação, paradoxalmente, tem permitido que as brechas do sistema sejam preenchidas com criatividade e compromisso social. Quando olhamos para a atuação nas favelas, percebemos que a presença dessas iniciativas autônomas é, muitas vezes, o único elo entre o cidadão e seu direito à saúde”, afirmou Adriano. Há, no entanto, uma expectativa coletiva de que essa rede se fortaleça e se consolide em parceria com o poder público, ampliando seu impacto e transformando-se num instrumento estruturante de garantia e promoção de direitos. Segundo Adriano, também há sinalização de um possível novo aporte de recursos financeiros, o que poderia consolidar e expandir ainda mais projetos de acesso à saúde nas favelas. “É hora de transformar o que hoje é resistência em política pública efetiva. Essa rede tem potencial para ser muito mais do que resposta emergencial — ela pode se tornar a base de uma nova forma de cuidar”, concluiu. Encerrando a programação, a última mesa do dia — “Saúde Integral nas Favelas e Comunidades Urbanas: uma agenda para as políticas públicas” — teve a participação de Dinha Dias (Periferia Viva de Angra dos Reis), Marcelo Burgos (PUC-RJ), Patrícia Lyra (CCCP Baixada Fluminense) e Adlar Rocha (UERJ), consolidando reflexões sobre os caminhos possíveis para o fortalecimento de uma saúde pública universal, popular e com equidade. A ComCausa, organização que atua na defesa da cidadania e dos direitos humanos na Baixada Fluminense, esteve presente, reafirmando seu compromisso com a Defesa da Vida e o protagonismo das favelas na formulação de políticas públicas. ComuniSaúde e o impacto nas favelas O ComuniSaúde visa melhorar o acesso ao atendimento básico, promover saúde mental e fortalecer as redes comunitárias nas favelas da Baixada Fluminense. O projeto será implementado nas principais favelas de Duque de Caxias, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Belford Roxo, Nilópolis e Mesquita, em colaboração com secretarias municipais de saúde e instituições locais. O envolvimento dos moradores será crucial para mapear as necessidades e garantir que a campanha atinja todos de forma inclusiva. O lançamento da plataforma digital ComuniSaude.org.br também será parte importante do projeto, fornecendo informações detalhadas sobre os serviços de saúde disponíveis. A ComCausa também disponibilizará um número de telefone com aplicativos de mensagens para fornecer suporte durante a campanha, garantindo que a população tenha fácil acesso a orientações sobre os serviços de saúde. Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro O Plano Integrado de Saúde nas Favelas foi criado em 1º de maio de 2020, como resposta à emergência sanitária provocada pela pandemia de COVID-19. A iniciativa surgiu a partir de uma articulação da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), em parceria com outras instituições e movimentos sociais, que apresentaram a proposta ao então presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), André Ceciliano. Sensibilizado com a urgência da situação, Ceciliano encaminhou a proposta para o plenário da Alerj, que aprovou a destinação de R$ 20 milhões para viabilizar o início do plano e apoiar a população das favelas em um momento crítico. Desde 2021, mais de R$ 22 milhões foram investidos em projetos de saúde nas favelas cariocas, com apoio da Lei Nº 8.972/20 e do Fundo Especial da ALERJ. Instituições renomadas como Fiocruz, IFF, UENF, UFRJ, UERJ, PUCRJ, SBPC, Alerj e Abrasco fazem parte do Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro, com o objetivo de garantir que os serviços de saúde alcancem as áreas mais necessitadas. Veja mais

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Comunisaúde: Rio Transplante consolida liderança nacional na doação e transplante de órgãos

Criado em 1996 e vinculado à Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro, o programa Rio Transplante consolidou-se, ao longo de quase três décadas de atuação, como uma das iniciativas mais robustas e organizadas do Brasil na coordenação de atividades relacionadas à doação e transplante de órgãos, tecidos e medula óssea. Integrando o Sistema Nacional de Transplantes (SNT) e articulado diretamente com a Central Nacional de Transplantes (CNT), o programa se destaca pela gestão integral de todas as fases do processo de doação, pautando-se por critérios rigorosos de ética, técnica e transparência. O serviço abrange desde a identificação precoce do potencial doador, passando pela abordagem e acolhimento familiar para autorização da doação, a seleção de receptores conforme critérios científicos e a coordenação da logística de transporte dos órgãos, garantindo o cumprimento dos tempos críticos de isquemia e maximizando a eficácia dos transplantes. Expansão e Modernização: O Programa Estadual de Transplantes (PET) Com o objetivo de ampliar a rede de captação e qualificar ainda mais os procedimentos, o Governo do Estado do Rio de Janeiro lançou, em abril de 2010, o Programa Estadual de Transplantes (PET). Entre suas principais realizações destaca-se a instalação de quatro Coordenações Intra-Hospitalares de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes (CIHDOTTs) em hospitais estratégicos da rede pública: Hospital Estadual Getúlio Vargas, Hospital Estadual Adão Pereira Nunes, Hospital Estadual Azevedo Lima e Hospital Estadual Alberto Torres. Essas unidades especializadas permitiram o contato mais ágil e humanizado entre equipes médicas e familiares de possíveis doadores, aumentando significativamente a efetivação das doações. O programa também investiu na criação de um banco de olhos em Volta Redonda, ampliando a capacidade de transplantes de córneas no estado, e passou a oferecer capacitações reconhecidas internacionalmente, como o curso Transplant Procurement Management (TPM), voltado para a excelência dos processos de captação de órgãos. O Processo de Doação: Etapas e Rigor Técnico O processo de doação de órgãos no Rio de Janeiro segue um protocolo minuciosamente estruturado: Identificação do Potencial Doador: Equipes hospitalares detectam a morte encefálica, realizam todos os testes legais e notificam a Central Estadual de Transplantes através do Disque-Transplante (155). Entrevista Familiar e Autorização: Após a confirmação da morte encefálica, profissionais treinados acolhem os familiares, esclarecem dúvidas e solicitam a autorização formal para a doação. Listagem e Priorização de Receptores: Com a autorização, o Sistema Nacional de Transplantes ranqueia os receptores conforme critérios técnicos de gravidade, tempo de espera e compatibilidade biológica. Logística de Transporte: A Central Estadual de Transplantes organiza o transporte dos órgãos por via terrestre ou aérea, garantindo a preservação adequada dentro dos limites de isquemia permitidos. Essa cadeia coordenada assegura que o processo ocorra de maneira ágil, segura e justa, maximizando as chances de sucesso dos transplantes. Resultados e Desempenho Apesar dos desafios impostos pela pandemia de COVID-19, o Rio Transplante manteve seus índices de crescimento. Apenas no primeiro semestre de 2024, foram realizados 826 transplantes de órgãos diversos, como rim, fígado, coração, córnea e medula óssea. Segundo a Secretaria de Estado de Saúde, o número representa um aumento de 25% em comparação com o ano anterior. O Rio de Janeiro também alcançou, em 2024, a marca de 20,3 doadores efetivos por milhão de habitantes (pmp), aproximando-se da meta nacional estabelecida pela Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos (ABTO), de 21 pmp. Desafios Persistentes Ainda que o programa tenha avançado significativamente, enfrenta desafios estruturais e culturais: Resistência Familiar: A recusa à doação por parte das famílias, motivada muitas vezes pela desinformação ou preconceitos culturais, continua sendo uma barreira. Infraestrutura Hospitalar: A necessidade constante de ampliação de UTIs e modernização de centros cirúrgicos especializados é fundamental para manter a capacidade de atendimento. Conscientização Contínua: Para consolidar a cultura da doação, é essencial manter campanhas educativas ao longo de todo o ano. Como Tornar-se um Doador de Órgãos No Brasil, a autorização da família é obrigatória para efetivar a doação de órgãos após o falecimento. Assim, é imprescindível manifestar em vida o desejo de ser doador e comunicar essa vontade aos familiares. Atualizar documentos e registros também é recomendado para reforçar a intenção de doar. Importância Estratégica para a Saúde Pública O transplante de órgãos é considerado uma das práticas médicas mais complexas e, simultaneamente, uma das mais nobres manifestações de solidariedade humana. Além de devolver a esperança e a qualidade de vida a milhares de pacientes, fortalece o Sistema Único de Saúde (SUS), democratizando o acesso a procedimentos médicos de alta complexidade e reafirmando o compromisso com o direito fundamental à saúde. Comunisaúde e Rio Transplante: juntos na promoção da doação de órgãos Como parte das ações do programa ComuniSaúde, desenvolvido pela ComCausa para fortalecer a comunicação em saúde e a conscientização social, será integrada uma campanha específica sobre a importância da doação de órgãos. A iniciativa reforçará o lema “Quem salva vidas é quem conversa em vida”, estimulando o diálogo familiar sobre a decisão de doar e desmistificando tabus que ainda cercam o tema. Com essa integração ao programa ComuniSaúde, a ComCausa reafirma seu compromisso com a defesa da vida, a promoção da saúde pública e o fortalecimento dos direitos humanos, unindo esforços para apoiar o impacto positivo do Rio Transplante e contribuir para salvar cada vez mais vidas no Estado do Rio de Janeiro. ComuniSaúde e o impacto nas favelas O ComuniSaúde visa melhorar o acesso ao atendimento básico, promover saúde mental e fortalecer as redes comunitárias nas favelas da Baixada Fluminense. O projeto será implementado nas principais favelas de Duque de Caxias, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Belford Roxo, Nilópolis e Mesquita, em colaboração com secretarias municipais de saúde e instituições locais. O envolvimento dos moradores será crucial para mapear as necessidades e garantir que a campanha atinja todos de forma inclusiva. O lançamento da plataforma digital ComuniSaude.org.br também será parte importante do projeto, fornecendo informações detalhadas sobre os serviços de saúde disponíveis. A ComCausa também disponibilizará um número de telefone com aplicativos de mensagens para fornecer suporte durante a campanha, garantindo que a população tenha fácil acesso a orientações sobre os serviços de saúde. Plano Integrado

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Itaperuna se une em ato emocionante pela memória de João Pedro Donadio

Itaperuna se une em ato emocionante pela memória de João Pedro Donadio

Neste fim de semana, Itaperuna se vestiu de luto e esperança para homenagear João Pedro Donadio. Dezenas de pessoas se reuniram no centro da cidade em um ato público que ultrapassou as fronteiras do município, alcançando ampla repercussão em diversos canais de comunicação por todo o estado do Rio de Janeiro. A mobilização emocionou a todos que acompanharam, transformando a dor em luta, a perda em memória viva e a revolta em resistência. Organizado para marcar os cinco anos da tragédia que vitimou João Pedro — um menino de apenas 11 anos, morto por uma descarga elétrica em fevereiro de 2020 enquanto visitava uma loja de roupas no centro da cidade — o ato também foi um gesto de solidariedade à sua mãe, Eliane Amancio de Melo, que recentemente sofreu mais um duro golpe: foi condenada a pagar R$ 386 mil por danos morais aos donos do estabelecimento onde ocorreu a tragédia. A decisão judicial, considerada absurda e cruel por entidades de direitos humanos, reacendeu o debate sobre a revitimização de famílias já destroçadas pela dor. Desde o fatídico episódio, a família de João Pedro trava uma árdua batalha por justiça, buscando não apenas reparação, mas dignidade frente às agressões institucionais que têm sofrido. Corrente humana de apoio à mãe de João Pedro Durante o ato, Eliane Amancio de Melo foi envolvida em uma verdadeira corrente humana de afeto. Centenas de abraços, palavras de apoio e lágrimas compartilhadas marcaram a manifestação. Cada abraço foi mais do que um gesto de solidariedade: representou um compromisso coletivo de não deixar que a memória de João Pedro seja esquecida e de fortalecer a luta por justiça. Familiares, amigos, lideranças comunitárias, representantes de organizações sociais e cidadãos comuns se somaram ao protesto. Cartazes por justiça, camisetas com o rosto de João Pedro e palavras de ordem tomaram as ruas, em uma demonstração de que a sociedade civil se recusa a aceitar a injustiça como destino. Repercussão na mídia A repercussão do ato foi imediata. Diversos veículos de imprensa e canais nas redes socias ecoaram as imagens e relatos da manifestação, ampliando a comoção e a solidariedade para além das fronteiras de Itaperuna. A história de João Pedro voltou a sensibilizar, escancarando as falhas do sistema de justiça e a necessidade urgente de revisão de práticas que perpetuam a revitimização. ComCausa denuncia revitimização e anuncia novos atos A organização social ComCausa foi uma das que apoiou a manifestação e criticou duramente a decisão judicial. Em declaração pública, Adriano Dias afirmou: “Não há dor maior do que perder um filho. E não há injustiça maior do que punir quem já sofreu essa perda. O que vimos hoje em Itaperuna é a força de um povo que não aceita a perversidade institucional. A memória de João Pedro é uma luz que nenhuma decisão judicial conseguirá apagar.” Próximo passo: atividade reflexiva em junho Sensibilizada pela força do movimento, a ComCausa, em conjunto com os familiares e apoiadores, já articula uma nova atividade para o início de junho, próxima à data de nascimento de João Pedro. O objetivo é realizar um grande ato reflexivo, com debates, homenagens e mobilizações públicas, para manter o caso vivo na memória coletiva e para pressionar o Poder Judiciário a refletir sobre seu papel frente a casos de injustiça. Por memória, justiça e dignidade A luta pela memória de João Pedro Donadio continua. Nenhuma decisão poderá silenciar a dor de uma mãe nem apagar a verdade. A mobilização em Itaperuna é mais uma demonstração de que a sociedade civil seguirá firme, unida e vigilante: por memória, por justiça e por dignidade. Mais notícias | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________ Compartilhe:

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Fiocruz recebe evento em celebração ao Dia Estadual da Saúde nas Favelas - Arquivo ComCausa

ComCausa participa da celebração dos 5 anos do Plano Integrado de Saúde nas Favelas

A ComCausa se une a diversas organizações sociais e parceiros para celebrar os cinco anos do Plano Integrado de Saúde nas Favelas, uma iniciativa que representa um marco na luta pela garantia do direito à saúde em territórios populares. Além de celebrar as conquistas alcançadas, a programação propõe uma reflexão sobre os desafios ainda presentes na construção de políticas públicas de saúde integral para as populações de favelas e comunidades urbanas. O contexto da pandemia de COVID-19 evidenciou a urgência de respostas rápidas, articuladas e sensíveis às profundas desigualdades territoriais, reforçando a importância do Plano Integrado. Um dos momentos de destaque da programação será a homenagem à Nísia Trindade, ex-ministra da Saúde (2023-2025) e ex-presidente da Fundação Oswaldo Cruz (2017-2022), reconhecida nacionalmente por sua trajetória de compromisso com a ciência, a saúde pública e a luta contra as desigualdades sociais. A programação será estruturada em três painéis principais: • Das 11h às 12h: Painel “Plano Emergencial de Enfrentamento à COVID-19 nas Favelas”, coordenado por Alan Brum (Instituto Raízes em Movimento do Complexo do Alemão), com participações de Pedro Cunca Bocayuva (UFRJ), Ligia Bahia (SBPC) e da deputada estadual Renata Souza (ALERJ). • Das 12h às 13h: Painel “Cinco anos de fortalecimento do campo da saúde integral nas favelas”, coordenado por Iara Oliveira (Grupo Alfazendo da Cidade de Deus), com Luciana Lago (UFRJ), Sonia Fleury (Fiocruz) e Ariana Santos (Organização Mulheres de Atitude de Manguinhos). • Das 13h às 14h: Painel de encerramento “Saúde Integral nas Favelas e Comunidades Urbanas: uma agenda para as políticas públicas”, coordenado por Dinha Dias (Coletiva Periferia Viva de Angra dos Reis), com intervenções de Marcelo Burgos (PUC-Rio), Patrícia Lyra (Centro de Cultura Popular da Baixada Fluminense, Chatuba de Mesquita) e Adair Rocha (UERJ). O evento comemorativo acontecerá nesta terça-feira, 29 de abril de 2025, das 10h às 14h, no auditório da Escola do Legislativo do Estado do Rio de Janeiro (ELERJ), localizado no 2º andar da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (ALERJ), na Rua da Ajuda, 5, no Centro do Rio de Janeiro. A recepção dos participantes terá início às 9h30. O encontro reunirá lideranças comunitárias, pesquisadores, parlamentares, representantes de movimentos sociais e gestores públicos, reafirmando a importância da construção coletiva de estratégias que fortaleçam o acesso universal à saúde nas áreas mais vulnerabilizadas do Rio de Janeiro. ComuniSaúde e o impacto nas favelas  O ComuniSaúde visa melhorar o acesso ao atendimento básico, promover saúde mental e fortalecer as redes comunitárias nas favelas da Baixada Fluminense. O projeto será implementado nas principais favelas de Duque de Caxias, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Belford Roxo, Nilópolis e Mesquita, em colaboração com secretarias municipais de saúde e instituições locais. O envolvimento dos moradores será crucial para mapear as necessidades e garantir que a campanha atinja todos de forma inclusiva. O lançamento da plataforma digital ComuniSaude.org.br também será parte importante do projeto, fornecendo informações detalhadas sobre os serviços de saúde disponíveis. A ComCausa também disponibilizará um número de telefone com aplicativos de mensagens para fornecer suporte durante a campanha, garantindo que a população tenha fácil acesso a orientações sobre os serviços de saúde. Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro  Desde 2021, mais de R$ 22 milhões foram investidos em projetos de saúde nas favelas cariocas, com apoio da Lei Nº 8.972/20 e do Fundo Especial da ALERJ. Instituições renomadas como a  Fiocruz , IFF, UENF, UFRJ, UERJ, PUCRJ, SBPC, Alerj e Abrasco fazem parte do Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro, com o objetivo de garantir que os serviços de saúde alcancem as áreas mais necessitadas. Serviço:Evento: 5 anos do Plano Integrado de Saúde nas FavelasData: 29 de abril de 2025Horário: 10h às 14h (recepção a partir das 9h30)Local: Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (ALERJ) – Auditório da ELERJ (2º andar)Endereço: Rua da Ajuda, 5 – Centro – Rio de Janeiro Mais notícias | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________ Compartilhe:

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