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ComuniSaúde amplia ações com circuito de palestras para valorizar o SUS e o direito à saúde gratuita

A ComCausa anunciou nesta semana uma ampliação significativa do projeto ComuniSaúde, com o lançamento de um circuito abrangente de palestras educativas e ações de mobilização comunitária em diversos municípios da Baixada Fluminense. O objetivo principal é fortalecer o Sistema Único de Saúde (SUS) e reafirmar o direito constitucional ao acesso gratuito e universal à saúde, destacando a importância estratégica do SUS como política pública fundamental para a justiça social e a dignidade humana. As atividades do projeto são realizadas em estreita colaboração com lideranças comunitárias locais, profissionais de saúde e moradores das áreas beneficiadas. Essas ações incluem desde escutas ativas até a capacitação das comunidades, visando proporcionar o empoderamento popular e fortalecer os vínculos com os serviços públicos de saúde. Os agentes comunitários, essenciais para a operacionalização e a efetividade do SUS, têm seu papel destacado no projeto, valorizando seu trabalho diário na prevenção e promoção da saúde e na construção de relações de confiança com a população. O ComuniSaúde já traz em sua bagagem experiências exitosas como o projeto “146x Favelas”, desenvolvido em parceria com a Fiocruz, e amplia sua atuação com palestras previstas para ocorrer em escolas, associações de moradores e unidades básicas de saúde. O circuito irá tratar de temas fundamentais como: História e princípios fundamentais do SUS; Estrutura e funcionamento da atenção básica; Controle social e importância dos conselhos locais de saúde; Valorização e importância do trabalho dos agentes comunitários; Direitos em saúde e formas de acesso aos serviços; Apresentação dos resultados e mapeamentos feitos pelo projeto e dos canais de comunicação disponíveis. Para a ComCausa, a ampliação do projeto ocorre em momento oportuno, quando o SUS passa a ser cada vez mais reconhecido pela população brasileira como um grande patrimônio democrático, especialmente após o papel fundamental desempenhado durante a pandemia da Covid-19. Segundo o renomado médico e cientista Drauzio Varella, “O Brasil é o único país do mundo com mais de 100 milhões de habitantes que se propôs a oferecer saúde gratuita para todos. É uma tarefa absurda”. Para fortalecer ainda mais a comunicação com a comunidade, foi lançada a plataforma digital ComuniSaude.org.br, que oferece informações claras e atualizadas sobre os serviços disponíveis e formas de acesso. Além disso, o projeto disponibiliza um canal direto de comunicação via aplicativos de mensagem para orientar e esclarecer dúvidas da população. Saúde nas favelas: um modelo integrado e inclusivo As ações serão concentradas nas principais favelas dos municípios de Duque de Caxias, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Belford Roxo, Nilópolis e Mesquita, com apoio direto das secretarias municipais de saúde e outras instituições locais. Entre os focos estratégicos estão o combate ao lúpus e outras doenças que afetam desproporcionalmente mulheres negras em contextos vulneráveis, exigindo abordagens específicas e inclusivas que considerem questões sociais, raciais e de gênero. O Plano Integrado de Saúde nas Favelas, criado em 2021 com investimento superior a R$ 22 milhões, através da Lei Nº 8.972/20 e do Fundo Especial da ALERJ, reúne instituições como Fiocruz, IFF, UENF, UFRJ, UERJ, PUCRJ, SBPC, ALERJ e Abrasco. Essa colaboração institucional visa assegurar que os serviços de saúde sejam eficazes e acessíveis aos territórios historicamente negligenciados. Nesse sentido, o ComuniSaúde se torna uma referência não apenas em mobilização popular, mas também em defesa dos direitos humanos e valorização dos trabalhadores da saúde, cumprindo assim a missão institucional da ComCausa de defender a vida e promover o direito à saúde como expressão máxima da dignidade humana. ComuniSaúde e o impacto nas favelas O ComuniSaúde visa melhorar o acesso ao atendimento básico, promover saúde mental e fortalecer as redes comunitárias nas favelas da Baixada Fluminense. O projeto será implementado nas principais favelas de Duque de Caxias, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Belford Roxo, Nilópolis e Mesquita, em colaboração com secretarias municipais de saúde e instituições locais. O envolvimento dos moradores será crucial para mapear as necessidades e garantir que a campanha atinja todos de forma inclusiva. O lançamento da plataforma digital ComuniSaude.org.br também será parte importante do projeto, fornecendo informações detalhadas sobre os serviços de saúde disponíveis. A ComCausa também disponibilizará um número de telefone com aplicativos de mensagens para fornecer suporte durante a campanha, garantindo que a população tenha fácil acesso a orientações sobre os serviços de saúde. Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro Desde 2021, mais de R$ 22 milhões foram investidos em projetos de saúde nas favelas cariocas, com apoio da Lei Nº 8.972/20 e do Fundo Especial da ALERJ. Instituições renomadas como a  Fiocruz , IFF, UENF, UFRJ, UERJ, PUCRJ, SBPC, Alerj e Abrasco fazem parte do Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro, com o objetivo de garantir que os serviços de saúde alcancem as áreas mais necessitadas. Mais notícias | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________ Compartilhe:

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Maio Laranja mobiliza autoridades e sociedade em Mesquita no combate à pedofilia e à violência sexual infantojuvenil

Na quarta-feira, 14 de maio de 2025, a sede da OAB Mesquita foi palco de um importante debate público voltado ao enfrentamento da pedofilia e da violência sexual contra crianças e adolescentes. A iniciativa integrou o calendário do Maio Laranja — campanha nacional de mobilização em defesa da infância, com foco no 18 de Maio, Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. O evento reuniu representantes do sistema de justiça, das forças de segurança, especialistas, lideranças sociais, conselheiros tutelares e membros da comunidade local. A proposta foi promover um espaço de diálogo qualificado e construção de estratégias intersetoriais voltadas à prevenção e enfrentamento das múltiplas formas de violência sexual Leniel Borel defende efetivação da Lei Henry BorelA abertura foi conduzida pelo vereador Leniel Borel, pai do menino Henry Borel, cuja trágica morte inspirou a criação da Lei nº 14.344/2022, conhecida como Lei Henry Borel. A legislação estabelece medidas protetivas específicas para crianças vítimas de violência doméstica. Em sua fala, Leniel destacou a urgência de sua regulamentação nos municípios brasileiros, com a criação de varas especializadas, centros de atendimento e equipes multidisciplinares. “É preciso transformar dor em luta e luta em política pública permanente”, declarou, ao mencionar que, apenas em 2023, mais de 5 mil casos de violência sexual contra crianças e adolescentes foram registrados no estado do Rio de Janeiro, números que, segundo ele, ainda são subnotificados. Especialistas defendem aprimoramento institucionalNa continuidade das exposições, o advogado Valdo Tavares — presidente da Comissão Especial de Segurança Pública da OAB Subseção Nova Iguaçu — fez uma análise da realidade jurídica brasileira frente aos desafios contemporâneos do enfrentamento à violência sexual contra crianças e adolescentes. Em sua fala, Tavares destacou que, embora haja um arcabouço normativo razoavelmente estruturado, ainda persistem lacunas importantes no que se refere à tipificação penal e à efetividade das sanções aplicadas aos crimes sexuais cometidos contra menores de idade. Para Valdo, “a legislação atual necessita ser aprimorada com a incorporação de dispositivos mais rígidos e específicos, capazes de responder com maior contundência à complexidade e gravidade desses delitos”. Reforçou ainda que a atuação isolada das instituições tem se mostrado ineficaz, sendo urgente a construção de uma articulação permanente entre os poderes Judiciário, Legislativo e Executivo, de modo a garantir coerência, agilidade e resolutividade nas ações voltadas à responsabilização dos agressores e à proteção das vítimas. Na sequência, o delegado federal Clayton Bezerra — uma das principais autoridades nacionais no enfrentamento à exploração sexual de crianças e adolescentes — apresentou um panorama preocupante sobre o avanço das redes criminosas no país. Cleiton ressaltou que tais redes se aproveitam do anonimato, da fluidez e da velocidade da internet para produzir, disseminar e comercializar material abusivo envolvendo crianças, muitas vezes em tempo real e com alcance global. “Não basta apenas reagir aos crimes já consumados. É preciso atuar de forma preventiva e estratégica, ampliando os investimentos em inteligência cibernética, rastreamento digital, cooperação internacional e, sobretudo, em campanhas permanentes de conscientização da sociedade civil sobre os riscos e responsabilidades no ambiente virtual”, afirmou o delegado federal Cleiton. Complementando o painel técnico, a inspetora Vanessa Vieira, da 53ª Delegacia de Polícia de Mesquita, trouxe para o debate a perspectiva prática do trabalho policial cotidiano na ponta da rede de proteção. Com experiência no atendimento de casos de abuso e exploração sexual na região da Baixada Fluminense, a inspetora relatou situações vividas no contato direto com crianças vítimas e suas famílias, ressaltando os desafios emocionais, técnicos e estruturais enfrentados pelos profissionais da segurança pública. Vanessa deu especial ênfase à importância dos protocolos de escuta protegida — mecanismo previsto em normativas nacionais e internacionais como forma de garantir a integridade emocional da criança durante os procedimentos legais — e defendeu o aperfeiçoamento constante dos profissionais da rede de atendimento. “É imprescindível que os servidores públicos envolvidos nesses casos estejam não apenas tecnicamente preparados, mas também emocionalmente habilitados para lidar com situações de extrema vulnerabilidade e dor. Muitas vezes, a primeira escuta de uma criança pode determinar o rumo de todo o processo de responsabilização do agressor e a efetividade das medidas protetivas”, destacou, conclamando o poder público a investir na formação e valorização dos profissionais que atuam na linha de frente da proteção infantojuvenil. Participação plural e construção coletiva de soluções A atividade foi promovida pela OAB Mesquita, em articulação com a Secretaria Municipal de Saúde de Mesquita, a AGANIM Direitos Humanos e com o apoio da ComCausa. O evento contou com a presença de representantes do sistema de justiça, profissionais da área jurídica, educadores, estudantes, gestores públicos e lideranças comunitárias, configurando-se como um espaço plural de diálogo, escuta ativa e construção coletiva de estratégias. O Maio Laranja foi reafirmado, assim, como um marco essencial de sensibilização, mobilização social e articulação interinstitucional em defesa de uma infância livre de qualquer forma de violência. Entre os participantes pela sociedade civil estava o jornalista Adriano Dias, fundador da ComCausa, que articulou a vinda de Leniel Borel e do delegado Cleiton que, em diálogo com lideranças presentes, enfatizou que o combate à pedofilia não pode ser episódico ou reativo, mas sim contínuo, articulado e sustentado por ações educativas, mobilizações comunitárias e enfrentamento à cultura de silêncio que ainda permeia muitos territórios. “Precisamos romper o silêncio que ainda protege muitos agressores. Campanhas educativas, formação continuada e ações intersetoriais devem ser parte de um esforço permanente para garantir que nenhuma criança sofra calada. A proteção da infância é um dever coletivo e inegociável”, afirmou Adriano, que também ressaltou que a efetividade das políticas públicas depende diretamente da integração entre sociedade civil organizada, poder público e movimentos sociais, que devem atuar de forma colaborativa para a construção de uma rede de proteção robusta, ética e eficiente. ComCausa lança campanha especial no 18 de Maio Como desdobramento das atividades do Maio Laranja, a ComCausa anunciou que, a partir do próximo 18 de maio, será lançada uma campanha especial com duração de sete dias, inteiramente dedicada à conscientização e ao enfrentamento da exploração sexual infantil. A iniciativa prevê uma série de ações, incluindo rodas de conversa, mobilizações em espaços públicos, distribuição de materiais educativos em unidades escolares e intensa atuação nas redes sociais, em parceria

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Laço roxo Lupus

No Dia da Fibromialgia ComCausa reforça ações de saúde comunitária com o ComuniSaúde na Baixada

O dia 12 de maio é reconhecido nacionalmente como o Dia de Conscientização da Fibromialgia, uma condição que atinge cerca de 2,5% da população mundial, segundo dados da Sociedade Brasileira de Reumatologia. Marcada por dores musculares crônicas e generalizadas, fadiga, distúrbios do sono, depressão e dificuldades de concentração, a fibromialgia afeta principalmente mulheres entre 30 e 50 anos, sendo ainda pouco compreendida e cercada de preconceitos. Em sintonia com a data e com o compromisso de promover o acesso à saúde e à informação nas periferias, a ComCausa tem ampliado o alcance do projeto ComuniSaúde, que está sendo implementado nas principais favelas da Baixada Fluminense, com o objetivo de melhorar o atendimento básico, fortalecer redes comunitárias e promover saúde mental — aspecto central na abordagem de doenças como a fibromialgia. O ComuniSaúde será desenvolvido nos territórios de Duque de Caxias, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Belford Roxo, Nilópolis e Mesquita, em parceria com as secretarias municipais de saúde e instituições locais. A proposta do projeto é integrar ações clínicas e educativas, mobilizando os próprios moradores para mapear necessidades, ampliar a escuta ativa e garantir que a campanha atinja todos de forma inclusiva e humanizada. No caso específico da fibromialgia, que não possui exames laboratoriais ou de imagem para diagnóstico e tampouco cura definitiva, a atenção básica e o acolhimento são essenciais. O diagnóstico é clínico, feito a partir da escuta cuidadosa do histórico do paciente, da exclusão de outras condições e da identificação de padrões de dor, fadiga e sofrimento psíquico. Por isso, um sistema de saúde sensível e capacitado é indispensável para oferecer alívio e dignidade às pessoas afetadas. Estudos indicam que fatores emocionais, traumas passados e altos níveis de estresse estão relacionados ao desenvolvimento da fibromialgia. Acredita-se que os pacientes possam desenvolver uma alteração neurológica na forma como o cérebro processa a dor, tornando o corpo mais sensível a estímulos dolorosos. Esse entendimento reforça a necessidade de integrar os cuidados físicos e mentais, algo que o ComuniSaúde pretende fortalecer nas regiões onde atua. A ComCausa, por meio da Defesa da Vida, entende que a dor não pode ser ignorada — e que toda vida merece ser cuidada com respeito, escuta e presença. A fibromialgia é invisível para muitos, mas real e constante para quem convive com ela. No Dia Nacional da Fibromialgia, o chamado é por empatia, políticas públicas eficazes e saúde acessível para todos. O ComuniSaúde é uma resposta concreta para garantir que os direitos de quem mais precisa — inclusive os que sofrem calados — sejam respeitados, acolhidos e transformados em ações. ComuniSaúde: ação nas favelas pela saúde e pela vida Em sintonia com o alerta global deste 10 de maio, a ComCausa, organização de direitos humanos da Baixada Fluminense, anuncia a implementação do projeto ComuniSaúde, voltado à promoção da saúde nas comunidades periféricas e ao enfrentamento das desigualdades no acesso ao atendimento médico e psicológico. A ação será desenvolvida nas principais favelas de Duque de Caxias, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Belford Roxo, Nilópolis e Mesquita, em articulação direta com as secretarias municipais de saúde e instituições comunitárias. O projeto tem como objetivo fortalecer as redes de cuidado nos territórios mais vulnerabilizados, com foco em três frentes fundamentais: Ampliação do acesso ao atendimento básico de saúde Promoção da saúde mental e apoio psicossocial Mobilização comunitária para mapear necessidades e garantir inclusão A proposta do ComuniSaúde é que moradores sejam protagonistas na identificação das demandas locais, garantindo que ações educativas e preventivas — inclusive sobre doenças como o lúpus — cheguem de forma eficaz e sensível à realidade de cada território. A atuação também contempla o uso de linguagem acessível e estratégias de comunicação direta com a população, valorizando saberes populares e fortalecendo vínculos de confiança. Para a ComCausa, que tem como um de seus eixos estruturantes a Defesa da Vida, o combate ao lúpus e a outras enfermidades silenciosas exige não apenas campanhas pontuais, mas a construção de um modelo de cuidado comunitário, onde o acesso à saúde seja um direito assegurado com dignidade e respeito às diferenças sociais, étnico-raciais e de gênero. Em um momento em que o Brasil enfrenta cortes no orçamento da saúde pública e aumento da exclusão social, iniciativas como o ComuniSaúde reafirmam o compromisso com a vida nos territórios, ampliando o acesso a informações, serviços e acolhimento — especialmente para mulheres negras, que são as principais afetadas pelo lúpus no país. O Dia Mundial do Lúpus nos lembra que é preciso enxergar além da superfície: há milhões de pessoas lutando diariamente contra dores invisíveis. E é nas periferias, com ações concretas como o ComuniSaúde, que essa luta ganha corpo, voz e esperança. ComuniSaúde e o impacto nas favelas O ComuniSaúde visa melhorar o acesso ao atendimento básico, promover saúde mental e fortalecer as redes comunitárias nas favelas da Baixada Fluminense. O projeto será implementado nas principais favelas de Duque de Caxias, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Belford Roxo, Nilópolis e Mesquita, em colaboração com secretarias municipais de saúde e instituições locais. O envolvimento dos moradores será crucial para mapear as necessidades e garantir que a campanha atinja todos de forma inclusiva. O lançamento da plataforma digital ComuniSaude.org.br também será parte importante do projeto, fornecendo informações detalhadas sobre os serviços de saúde disponíveis. A ComCausa também disponibilizará um número de telefone com aplicativos de mensagens para fornecer suporte durante a campanha, garantindo que a população tenha fácil acesso a orientações sobre os serviços de saúde. Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro Desde 2021, mais de R$ 22 milhões foram investidos em projetos de saúde nas favelas cariocas, com apoio da Lei Nº 8.972/20 e do Fundo Especial da ALERJ. Instituições renomadas como a  Fiocruz , IFF, UENF, UFRJ, UERJ, PUCRJ, SBPC, Alerj e Abrasco fazem parte do Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro, com o objetivo de garantir que os serviços de saúde alcancem as áreas mais necessitadas. Mais notícias | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________ Compartilhe:

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Dia da Enfermagem celebra cuidado e destaca ação do ComuniSaúde nas favelas da Baixada

Neste 12 de maio, celebra-se mundialmente o Dia da Enfermagem e o Dia do Enfermeiro, em referência ao nascimento de Florence Nightingale, considerada a fundadora da enfermagem moderna. No Brasil, a data também marca o início da Semana da Enfermagem, que se estende até o dia 20 de maio em homenagem à própria Nightingale e a Ana Néri, a primeira enfermeira brasileira voluntária em campos de batalha. Ambas são símbolos históricos de dedicação, cuidado e compromisso com a vida humana. A profissão de enfermagem, com origens milenares, carrega um legado de afeto e responsabilidade: cuidar, proteger e acompanhar pessoas em seus momentos de maior fragilidade. Desde a Antiguidade até os hospitais públicos modernos, os profissionais da enfermagem têm sido a linha de frente no atendimento de saúde, desempenhando um papel insubstituível no acolhimento e na recuperação de milhões de brasileiros e brasileiras. O processo de enfermagem, definido como um conjunto sistemático e deliberado de ações inter-relacionadas, é a base técnica e humanizada para a prestação de cuidados. Ele se realiza em todos os ambientes, públicos ou privados, onde há assistência em saúde — sendo fundamental para o funcionamento do Sistema Único de Saúde (SUS), especialmente na atenção básica. É neste contexto que a ComCausa, organização dedicada aos direitos humanos e à Defesa da Vida, celebra a data destacando a importância do projeto ComuniSaúde, uma ação inovadora voltada para a promoção da saúde nas favelas da Baixada Fluminense. O ComuniSaúde tem como missão melhorar o acesso ao atendimento básico, promover a saúde mental e fortalecer redes comunitárias de cuidado, atuando diretamente nas localidades de Duque de Caxias, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Belford Roxo, Nilópolis e Mesquita. Desenvolvido em articulação com as secretarias municipais de saúde e com o apoio de instituições locais, o projeto reconhece que a saúde nos territórios populares precisa ir além das estruturas físicas. Envolve escuta ativa, acolhimento, formação de agentes comunitários, e estratégias de informação e prevenção, com participação direta da população. O envolvimento dos moradores será essencial para mapear necessidades específicas, identificar lacunas e garantir que a campanha atinja todos de forma inclusiva, respeitosa e eficaz. Nesse processo, os profissionais de enfermagem são protagonistas: seja nos postos de saúde ou nas ações comunitárias, são eles que sustentam, diariamente, o cuidado concreto com a vida nas bordas da cidade. Ao celebrarmos o Dia da Enfermagem, homenageamos não apenas nomes históricos como Florence Nightingale e Ana Néri, mas também os milhares de enfermeiros e enfermeiras que atuam, muitas vezes com poucos recursos, para garantir direito à saúde com dignidade nos lugares onde ele mais precisa ser afirmado. Neste 12 de maio, a ComCausa reafirma: cuidar é um ato político, técnico e amoroso — e sem a enfermagem, não há saúde pública possível. ComuniSaúde: ação nas favelas pela saúde e pela vida Em sintonia com o alerta global deste 10 de maio, a ComCausa, organização de direitos humanos da Baixada Fluminense, anuncia a implementação do projeto ComuniSaúde, voltado à promoção da saúde nas comunidades periféricas e ao enfrentamento das desigualdades no acesso ao atendimento médico e psicológico. A ação será desenvolvida nas principais favelas de Duque de Caxias, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Belford Roxo, Nilópolis e Mesquita, em articulação direta com as secretarias municipais de saúde e instituições comunitárias. O projeto tem como objetivo fortalecer as redes de cuidado nos territórios mais vulnerabilizados, com foco em três frentes fundamentais: Ampliação do acesso ao atendimento básico de saúde Promoção da saúde mental e apoio psicossocial Mobilização comunitária para mapear necessidades e garantir inclusão A proposta do ComuniSaúde é que moradores sejam protagonistas na identificação das demandas locais, garantindo que ações educativas e preventivas — inclusive sobre doenças como o lúpus — cheguem de forma eficaz e sensível à realidade de cada território. A atuação também contempla o uso de linguagem acessível e estratégias de comunicação direta com a população, valorizando saberes populares e fortalecendo vínculos de confiança. Para a ComCausa, que tem como um de seus eixos estruturantes a Defesa da Vida, o combate ao lúpus e a outras enfermidades silenciosas exige não apenas campanhas pontuais, mas a construção de um modelo de cuidado comunitário, onde o acesso à saúde seja um direito assegurado com dignidade e respeito às diferenças sociais, étnico-raciais e de gênero. Em um momento em que o Brasil enfrenta cortes no orçamento da saúde pública e aumento da exclusão social, iniciativas como o ComuniSaúde reafirmam o compromisso com a vida nos territórios, ampliando o acesso a informações, serviços e acolhimento — especialmente para mulheres negras, que são as principais afetadas pelo lúpus no país. O Dia Mundial do Lúpus nos lembra que é preciso enxergar além da superfície: há milhões de pessoas lutando diariamente contra dores invisíveis. E é nas periferias, com ações concretas como o ComuniSaúde, que essa luta ganha corpo, voz e esperança. ComuniSaúde e o impacto nas favelas O ComuniSaúde visa melhorar o acesso ao atendimento básico, promover saúde mental e fortalecer as redes comunitárias nas favelas da Baixada Fluminense. O projeto será implementado nas principais favelas de Duque de Caxias, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Belford Roxo, Nilópolis e Mesquita, em colaboração com secretarias municipais de saúde e instituições locais. O envolvimento dos moradores será crucial para mapear as necessidades e garantir que a campanha atinja todos de forma inclusiva. O lançamento da plataforma digital ComuniSaude.org.br também será parte importante do projeto, fornecendo informações detalhadas sobre os serviços de saúde disponíveis. A ComCausa também disponibilizará um número de telefone com aplicativos de mensagens para fornecer suporte durante a campanha, garantindo que a população tenha fácil acesso a orientações sobre os serviços de saúde. Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro Desde 2021, mais de R$ 22 milhões foram investidos em projetos de saúde nas favelas cariocas, com apoio da Lei Nº 8.972/20 e do Fundo Especial da ALERJ. Instituições renomadas como a  Fiocruz , IFF, UENF, UFRJ, UERJ, PUCRJ, SBPC, Alerj e Abrasco fazem parte do Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro, com o objetivo de garantir que os serviços de saúde alcancem as áreas mais necessitadas. Mais notícias | Fale conosco! | Nos

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No Dia Mundial de Combate ao Câncer de Ovário ComCausa reforça ações do projeto ComuniSaúde

No dia 8 de maio, Dia Mundial de Combate ao Câncer de Ovário, nós, da ComCausa, reforçamos nosso compromisso com a conscientização sobre a saúde da mulher, especialmente nas favelas da Baixada Fluminense, onde os desafios de acesso à informação e atendimento são ainda mais intensos. Criada em 2013 por organizações internacionais de defesa da saúde feminina, essa data é uma oportunidade de ampliar o diálogo sobre uma das patologias ginecológicas mais comuns, segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca), ficando atrás apenas do câncer de colo de útero. Nosso papel é levar essa discussão aos territórios onde o silêncio, muitas vezes, custa vidas. O que todas as mulheres devem saber sobre o câncer de ovário Sentimos a responsabilidade de compartilhar informações essenciais: ComuniSaúde: promovendo saúde, escuta e cuidado nas comunidades Para transformar a realidade de milhares de pessoas, desenvolvemos o projeto ComuniSaúde, que atua diretamente nas principais favelas de Duque de Caxias, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Belford Roxo, Nilópolis e Mesquita. Com o apoio de secretarias municipais de saúde e instituições locais, buscamos ampliar o acesso ao atendimento básico, promover saúde mental e fortalecer redes comunitárias. Neste mês de maio, incluiremos a conscientização sobre o câncer de ovário em nossas mobilizações territoriais. Vamos dialogar com mulheres, mães, avós e jovens sobre autocuidado, prevenção e os caminhos possíveis para buscar diagnóstico e tratamento — sempre com respeito, escuta ativa e linguagem acessível. Moradoras no centro da ação Sabemos que o verdadeiro impacto só acontece quando as ações partem das vozes locais. Por isso, contamos com o envolvimento direto dos moradores para mapear demandas e construir estratégias junto com a comunidade. São as mulheres das favelas que nos dizem onde e como devemos atuar — e é com elas que fortalecemos essa rede. Saúde é direito, não privilégio Neste Dia Mundial de Combate ao Câncer de Ovário, reiteramos: saúde é um direito e precisa ser tratada com prioridade nas políticas públicas. Por meio do ComuniSaúde, reafirmamos nosso compromisso com a Defesa da Vida, levando informação, acolhimento e mobilização às periferias urbanas, onde a vulnerabilidade social não pode significar abandono. Seguiremos firmes ao lado das mulheres da Baixada Fluminense — porque cuidar da saúde delas é cuidar de toda a comunidade. ComuniSaúde e o impacto nas favelas O ComuniSaúde visa melhorar o acesso ao atendimento básico, promover saúde mental e fortalecer as redes comunitárias nas favelas da Baixada Fluminense. O projeto será implementado nas principais favelas de Duque de Caxias, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Belford Roxo, Nilópolis e Mesquita, em colaboração com secretarias municipais de saúde e instituições locais. O envolvimento dos moradores será crucial para mapear as necessidades e garantir que a campanha atinja todos de forma inclusiva. O lançamento da plataforma digital ComuniSaude.org.br também será parte importante do projeto, fornecendo informações detalhadas sobre os serviços de saúde disponíveis. A ComCausa também disponibilizará um número de telefone com aplicativos de mensagens para fornecer suporte durante a campanha, garantindo que a população tenha fácil acesso a orientações sobre os serviços de saúde. Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro Desde 2021, mais de R$ 22 milhões foram investidos em projetos de saúde nas favelas cariocas, com apoio da Lei Nº 8.972/20 e do Fundo Especial da ALERJ. Instituições renomadas como a  Fiocruz , IFF, UENF, UFRJ, UERJ, PUCRJ, SBPC, Alerj e Abrasco fazem parte do Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro, com o objetivo de garantir que os serviços de saúde alcancem as áreas mais necessitadas. Mais notícias | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________ Compartilhe:

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Mães de Filhos e Filhas Desaparecidos

ComCausa acompanhará Mães de Filhos e Filhas Desaparecidos e cobra retomada da Delegacia de Paradeiros na Baixada Fluminense

Na manhã desta quarta-feira (7), a organização ComCausa participou do Encontro das Mães de Filhos e Filhas Desaparecidos, realizado nas escadarias da Câmara dos Vereadores do Rio de Janeiro, na Cinelândia. O ato, marcado por forte comoção e clamor por justiça, reuniu familiares de pessoas desaparecidas de diversas regiões do estado, especialmente da Baixada Fluminense. E contou com o apoio da vereadora Tânia Bastos, além da participação de integrantes da equipe do deputado federal Reimond, presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados. A partir desta mobilização, a ComCausa passa a acompanhar de forma permanente os familiares que, diante da dor da ausência, transformam seu sofrimento em luta por memória, justiça e políticas públicas efetivas. A instituição reforça que o desaparecimento de pessoas é uma tragédia silenciosa e persistente, agravada pela omissão do Estado e pela ausência de mecanismos eficazes de busca, acolhimento e investigação. Segundo dados oficiais, somente no ano de 2023 foram registrados 4.372 desaparecimentos no estado do Rio de Janeiro — uma média de 12 por dia — sendo cerca de 40% dos casos concentrados na Baixada Fluminense. O cenário expõe uma realidade alarmante e revela a urgência de medidas concretas para enfrentar o problema. Diante dessa gravidade, a ComCausa disponibilizou sua sede no Centro do Rio de Janeiro como ponto de apoio, escuta e articulação para as mães e familiares de pessoas desaparecidas. Além disso, a instituição já articula um novo encontro na Baixada Fluminense, território onde sua atuação é histórica e onde se registra o maior número de casos. Uma das principais propostas é a retomada do projeto da Delegacia de Paradeiros em São João de Meriti, que desde 2019 foi objeto de discussões com o Governo do Estado, inclusive com recursos previstos para sua instalação. A unidade seria a primeira delegacia especializada em desaparecimentos fora da capital e teria localização estratégica ao lado do Fórum de Vila dos Teles e da sede da Prefeitura de São João de Meriti. “A criação da Delegacia de Paradeiros é fundamental para oferecer respostas às famílias. Trata-se de uma política pública essencial que não pode continuar sendo adiada. A ComCausa buscará diálogo com o Governo do Estado para retomar esse projeto e garantir sua efetivação. Também é urgente revisar os protocolos de atendimento a esses casos, tanto na futura delegacia especializada quanto nos demais órgãos estaduais. Precisamos ampliar a estrutura de acolhimento e reduzir o impacto dessa tragédia silenciosa. A dor dessas mães não pode mais ser invisibilizada”, afirmou Adriano Dias, fundador da ComCausa. Além da delegacia especializada, a ComCausa também pretende colaborar na articulação de uma rede de apoio psicossocial e jurídico para os familiares, fortalecendo vínculos com Defensorias, Ministérios Públicos, Conselhos de Direitos e instituições da sociedade civil. A iniciativa integra o conjunto de ações do programa Acolher, da ComCausa, voltado ao apoio de famílias vítimas de violências, especialmente envolvendo crianças e adolescentes, e reforça o compromisso da organização com a defesa da vida, da dignidade e da memória. Mais notícias | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________ Compartilhe:

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