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ComCausa - Live

ComCausa participa de debate sobre violência contra crianças e adolescentes no Jornal de Macaé

Nesta quinta-feira, 22 de maio, às 21h, o jornalista e defensor dos direitos humanos Adriano Dias, fundador da ComCausa, será um dos convidados de uma transmissão ao vivo promovida pelo Jornal de Macaé, com o tema “Violência contra Crianças e Adolescentes”. A atividade integra a Semana Nacional de Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes, realizada em todo o país entre os dias 18 e 25 de maio. A proposta do encontro é promover uma reflexão crítica e mobilizadora sobre as diversas formas de violência que atingem a infância e adolescência no Brasil, como a violência sexual, doméstica, institucional e digital. Com uma trajetória de mais de 20 anos em mobilizações sociais e políticas públicas de proteção à infância, Adriano Dias levará ao debate sua experiência como articulador da ComCausa e do projeto Crianças com Direitos, que atua na promoção da proteção integral, com ênfase no combate aos crimes praticados no ambiente virtual. “A violência contra crianças e adolescentes precisa ser tratada como prioridade absoluta. Não estamos lidando com casos isolados, mas com um fenômeno que se alastra silenciosamente. Nosso compromisso é transformar indignação em ação permanente. Por isso criamos o projeto Crianças com Direitos, alinhado ao ECA e ao respeito incondicional à dignidade infantojuvenil”, destaca Adriano Dias. A transmissão será realizada ao vivo pelas redes sociais do Jornal de Macaé, e posteriormente o conteúdo estará disponível nos perfis da ComCausa e do Crianças com Direitos, ampliando o alcance e a visibilidade da discussão. A participação de Adriano Dias também marca o início de uma campanha permanente da ComCausa voltada à prevenção e enfrentamento dos crimes sexuais cometidos na internet contra crianças e adolescentes, um tema urgente diante do aumento do uso de tecnologias e redes sociais por esse público. Serviço:Tema: Violência contra Crianças e AdolescentesData: Quinta-feira, 22 de maio de 2025Horário: 21hTransmissão: Redes sociais do Jornal de MacaéExibição posterior: Canais da ComCausa e Crianças com Direitos Mais notícias | Editoria Virtuo Comunicação | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________ Compartilhe:

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ComuniSaúde valoriza enfermagem e reforça cuidados nas favelas da Baixada

O projeto ComuniSaúde, lançado pela ComCausa, está unindo conscientização, mobilização social e fortalecimento comunitário nas favelas da Baixada Fluminense. Uma das principais ações da iniciativa é destacar a importância do Dia Nacional do Técnico e do Auxiliar de Enfermagem, celebrado em 20 de maio, reconhecendo a atuação desses profissionais nas comunidades mais vulneráveis. Com presença prevista nas principais favelas de Duque de Caxias, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Belford Roxo, Nilópolis e Mesquita, o ComuniSaúde busca promover o acesso ao atendimento básico, ampliar o cuidado com a saúde mental e construir redes de apoio com os moradores. O envolvimento da população local será essencial para mapear as necessidades reais e garantir que as ações de saúde cheguem a todos de forma inclusiva. Neste contexto, a valorização dos técnicos e auxiliares de enfermagem ganha protagonismo. Hoje, o Brasil conta com 1.440.536 técnicos e 433.536 auxiliares de enfermagem — mais de 1,8 milhão de profissionais que representam mais de 80% da força de trabalho da enfermagem no país. Esses profissionais são a linha de frente do cuidado diário, especialmente em regiões periféricas. A presidente do Conselho Federal de Enfermagem (Cofen), Betânia dos Santos, reforça que a data deve ser mais que uma celebração: “É preciso respeito, segurança, reconhecimento e valorização para a Enfermagem, que há tanto tempo possui demandas pendentes de aprovação.” Ela se refere à luta pela aprovação do piso salarial e pela regulamentação da carga horária da categoria. Como parte das ações da Semana da Enfermagem, o Sistema Cofen/Conselhos Regionais lançou a campanha “Valorize a Enfermagem”, que segue até esta quinta-feira (20). A campanha busca sensibilizar a população e pressionar gestores públicos a atenderem as reivindicações da categoria, que tem papel central no enfrentamento da pandemia e no cuidado cotidiano com a saúde da população. O ComuniSaúde, ao promover a valorização desses profissionais no território, amplia o alcance da campanha e fortalece a conscientização nas favelas da Baixada. Ao lado das instituições locais e das secretarias municipais de saúde, a ComCausa aposta na participação popular para transformar o cuidado com a vida em uma política concreta e permanente. ComuniSaúde e o impacto nas favelas O ComuniSaúde visa melhorar o acesso ao atendimento básico, promover saúde mental e fortalecer as redes comunitárias nas favelas da Baixada Fluminense. O projeto será implementado nas principais favelas de Duque de Caxias, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Belford Roxo, Nilópolis e Mesquita, em colaboração com secretarias municipais de saúde e instituições locais. O envolvimento dos moradores será crucial para mapear as necessidades e garantir que a campanha atinja todos de forma inclusiva. O lançamento da plataforma digital ComuniSaude.org.br também será parte importante do projeto, fornecendo informações detalhadas sobre os serviços de saúde disponíveis. A ComCausa também disponibilizará um número de telefone com aplicativos de mensagens para fornecer suporte durante a campanha, garantindo que a população tenha fácil acesso a orientações sobre os serviços de saúde. Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro Desde 2021, mais de R$ 22 milhões foram investidos em projetos de saúde nas favelas cariocas, com apoio da Lei Nº 8.972/20 e do Fundo Especial da ALERJ. Instituições renomadas como a  Fiocruz , IFF, UENF, UFRJ, UERJ, PUCRJ, SBPC, Alerj e Abrasco fazem parte do Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro, com o objetivo de garantir que os serviços de saúde alcancem as áreas mais necessitadas. Mais notícias | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________ Compartilhe:

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Criança intenet redes sociais pedofilia Grooming dirietos eca

Grooming: O crime silencioso que ameaça a infância na era digital 

Em um mundo hiperconectado, onde crianças e adolescentes transitam com fluidez pelas redes sociais, jogos on-line e aplicativos de mensagem, um inimigo oculto se aproveita do anonimato, da ausência de mediação e da ingenuidade típica da infância para se infiltrar em suas vidas. Trata-se do grooming, nome dado à prática de aliciamento sexual de menores pela internet, uma das formas mais perversas e crescentes de violência contra a infância e adolescência no Brasil e no mundo. A palavra grooming vem do inglês e significa “preparar”, “adestrar” ou “enganar com afeto”. No contexto digital, refere-se ao processo em que um adulto — geralmente com intenção de abuso sexual — aproxima-se de uma criança ou adolescente com o objetivo de ganhar sua confiança, manipular suas emoções e, progressivamente, conduzir a vítima a interações sexuais virtuais ou até encontros presenciais. Como o grooming acontece? O grooming é um processo planejado e estratégico. O agressor, muitas vezes, se passa por alguém da mesma faixa etária da vítima, utiliza linguagem adolescente, cria perfis falsos e escolhe ambientes digitais nos quais menores de idade estão presentes — como jogos on-line, TikTok, Instagram, Discord, salas de bate-papo ou grupos de WhatsApp. Com abordagens sutis e empáticas, começa a conversar, fazer elogios, oferecer atenção, criar vínculos emocionais. Esse processo pode durar semanas ou meses. Quando a vítima já está envolvida emocionalmente ou dependente da relação construída, o aliciador passa a solicitar conteúdos íntimos- fotos, vídeos, conversas picantes – e, muitas vezes, utiliza esses materiais para extorquir, chantagear ou ameaçar a criança. Esse desdobramento do crime é conhecido como sextorsão — e tem levado jovens a quadros graves de depressão, automutilação e até suicídio. Segundo dados da SaferNet Brasil, entre 2020 e 2023, houve aumento de mais de 200% nas denúncias de crimes de abuso e aliciamento sexual infantojuvenil em ambientes digitais. Em 2023, foram mais de 35 mil denúncias relacionadas à pornografia infantil na internet, com milhares delas envolvendo situações de grooming. Impactos emocionais e sociais O grooming não deixa marcas visíveis — mas causa profundas cicatrizes emocionais. Crianças e adolescentes vítimas desse tipo de abuso relatam sentimentos de vergonha, culpa, medo e isolamento. Em muitos casos, hesitam em contar o ocorrido por temerem represálias, não confiarem nos adultos ou não compreenderem que estão sendo vítimas de um crime. Além dos danos emocionais e psicológicos, há também impactos sociais: evasão escolar, retraimento social, conflitos familiares e desestruturação do desenvolvimento saudável. A internet, que deveria ser um espaço de aprendizado e lazer, se transforma em um cenário de violência e exploração. O que diz a legislação brasileira? O Brasil passou a tipificar o grooming como crime a partir da Lei nº 13.441/2017, que alterou o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) para incluir o artigo 241-D: > Art. 241-D – Corromper ou facilitar a corrupção de menor de 18 (dezoito) anos, com ele praticando qualquer dos crimes previstos no Capítulo VI do Título VI da Parte Especial do Código Penal, ou induzindo-o a praticá-los. Pena: reclusão de 1 (um) a 3 (três) anos e multa. Além disso, os crimes relacionados à produção, posse, compartilhamento ou divulgação de material pornográfico envolvendo menores de idade estão previstos nos artigos 240 a 241-E do ECA, com penas que podem chegar a até 8 anos de prisão. A campanha da ComCausa: Crianças com Direitos Diante da crescente incidência de crimes virtuais contra crianças e adolescentes, a ComCausa lançou neste mês de maio a campanha permanente Crianças com Direitos, com foco especial no enfrentamento aos crimes sexuais cometidos no ambiente digital. A iniciativa integra as ações da organização durante a Semana Nacional de Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes, promovida pelo Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania entre os dias 19 e 22 de maio. A campanha, que será desenvolvida de forma contínua e sistemática, propõe ações educativas nas redes sociais, rodas de conversa em escolas e comunidades, distribuição de materiais informativos e formação de agentes de proteção — como professores, conselheiros tutelares, assistentes sociais, psicólogos e agentes de segurança pública. O que a sociedade pode (e deve) fazer? O grooming é um crime silencioso, mas devastador. Ele acontece nas sombras de redes sociais e aplicativos, sob o disfarce de amizades e conexões. A resposta precisa ser coletiva, firme e constante. Com educação, diálogo, legislação aplicada e campanhas como a Crianças com Direitos, é possível transformar a internet em um lugar mais seguro. Porque proteger a infância é mais do que um dever: é um ato de amor. E o amor, ao contrário do grooming, não manipula, não esconde, não ameaça — ele liberta e cuida. Imagem de capa ilustrativa. Leia também | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________ Compartilhe:

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Doação Leite Materno

Projeto ComuniSaúde da ComCasua conscientiza sobre a importância da doação de leite materno 

Com o objetivo de fortalecer a saúde pública e o cuidado comunitário, a ComCausa iniciou a implementação do projeto ComuniSaúde nas principais favelas da Baixada Fluminense. A ação visa melhorar o acesso ao atendimento básico, promover a saúde mental e articular redes de apoio nas comunidades de Duque de Caxias, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Belford Roxo, Nilópolis e Mesquita. Alinhado com secretarias municipais de saúde e instituições locais, o ComuniSaúde parte do princípio de que o cuidado integral da população deve considerar tanto os aspectos físicos quanto os emocionais. Nesse contexto, a campanha também integra a mobilização nacional em torno do Dia Mundial da Doação de Leite Humano, celebrado anualmente em 19 de maio. Instituída no Brasil pela Lei nº 13.227/2015, a data tem como foco principal sensibilizar a sociedade sobre a importância do aleitamento materno e da doação de leite humano, prática essencial para salvar a vida de milhares de recém-nascidos prematuros e de baixo peso internados em UTIs neonatais. O leite materno é reconhecido como o alimento mais completo para os bebês. Rico em nutrientes, proteínas, anticorpos e fatores imunológicos, ele reduz em até 13% a mortalidade infantil em menores de cinco anos. Além disso, protege contra infecções respiratórias, diarreias e alergias, contribuindo para o desenvolvimento saudável da criança. Um dos pilares do ComuniSaúde é estimular que as mulheres em fase de amamentação se tornem doadoras. Toda mulher saudável, que não esteja utilizando medicamentos contraindicados para lactantes, pode doar. Para isso, basta seguir os procedimentos de higiene e armazenamento recomendados pelos Bancos de Leite Humano. A doação pode parecer simbólica, mas cada mililitro conta. Apenas 1 ml de leite pode alimentar um recém-nascido por refeição. Um frasco de 300 ml pode ajudar até 10 bebês por dia. A coleta deve ser feita com cuidado, em local limpo e tranquilo, e o leite pode ser armazenado em freezer por até 10 dias antes de ser entregue ao banco responsável, onde será pasteurizado e distribuído. Além de estimular a doação de leite, o ComuniSaúde organiza rodas de conversa sobre saúde materna, alimentação infantil e bem-estar emocional, criando espaços de escuta e orientação para mães, cuidadores e profissionais das comunidades. A participação ativa dos moradores será fundamental para mapear as reais necessidades de cada território e garantir que as ações sejam inclusivas e eficazes. A proposta é transformar o conhecimento em instrumento de cidadania, promovendo autonomia, prevenção e cuidado coletivo. Em territórios historicamente marcados pela exclusão e pela escassez de serviços públicos, a iniciativa representa uma resposta concreta e colaborativa aos desafios da saúde e da dignidade humana. Ao unir saúde mental, alimentação segura, aleitamento materno e mobilização comunitária, o projeto reafirma o compromisso da ComCausa com a defesa da vida e a construção de políticas públicas que respeitem e incluam todas as famílias da Baixada Fluminense. ComuniSaúde e o impacto nas favelas O ComuniSaúde visa melhorar o acesso ao atendimento básico, promover saúde mental e fortalecer as redes comunitárias nas favelas da Baixada Fluminense. O projeto será implementado nas principais favelas de Duque de Caxias, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Belford Roxo, Nilópolis e Mesquita, em colaboração com secretarias municipais de saúde e instituições locais. O envolvimento dos moradores será crucial para mapear as necessidades e garantir que a campanha atinja todos de forma inclusiva. O lançamento da plataforma digital ComuniSaude.org.br também será parte importante do projeto, fornecendo informações detalhadas sobre os serviços de saúde disponíveis. A ComCausa também disponibilizará um número de telefone com aplicativos de mensagens para fornecer suporte durante a campanha, garantindo que a população tenha fácil acesso a orientações sobre os serviços de saúde. Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro Desde 2021, mais de R$ 22 milhões foram investidos em projetos de saúde nas favelas cariocas, com apoio da Lei Nº 8.972/20 e do Fundo Especial da ALERJ. Instituições renomadas como a  Fiocruz , IFF, UENF, UFRJ, UERJ, PUCRJ, SBPC, Alerj e Abrasco fazem parte do Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro, com o objetivo de garantir que os serviços de saúde alcancem as áreas mais necessitadas. Mais notícias | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________ Compartilhe:

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Doenças intestinais

Projeto ComuniSaúde da ComCausa conscientiza sobre doenças intestinais 

No dia 19 de maio, o mundo se une para lembrar o Dia Mundial da Doença Inflamatória Intestinal (DII), uma data dedicada à conscientização sobre a doença de Crohn e a colite ulcerativa, que afetam mais de dez milhões de pessoas em todo o planeta. Neste contexto, a ComCausa lança uma ação inédita por meio do projeto ComuniSaúde, com foco na promoção da saúde básica, da saúde mental e da mobilização comunitária nas favelas da Baixada Fluminense. A iniciativa será implementada nos territórios mais vulneráveis de Duque de Caxias, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Belford Roxo, Nilópolis e Mesquita. Em parceria com as secretarias municipais de saúde e instituições locais, o projeto pretende fortalecer as redes comunitárias e melhorar o acesso a serviços básicos de saúde e informação. A ação tem como ponto de partida a conscientização sobre doenças inflamatórias intestinais, que afetam especialmente o cólon e comprometem a qualidade de vida de milhões de brasileiros. Os sintomas mais comuns incluem dor abdominal, cólicas, flatulência excessiva, diarreia alternada com prisão de ventre e sensação de esvaziamento incompleto do intestino. Essas manifestações podem se intensificar com a ingestão de alimentos gordurosos, álcool, cafeína ou em situações de estresse. Segundo especialistas, entre as causas da DII estão a motilidade anormal do intestino, hipersensibilidade à distensão intestinal, infecções, distúrbios inflamatórios e até fatores emocionais como depressão e ansiedade, o que reforça a importância de uma abordagem integrada de saúde física e mental. O ComuniSaúde surge como resposta a essa complexidade, promovendo o cuidado em saúde com foco na escuta e no fortalecimento das relações locais. Para isso, o projeto contará com o apoio direto da comunidade, que participará do mapeamento das necessidades reais dos moradores, garantindo que as ações de saúde sejam inclusivas, eficazes e culturalmente adequadas. As atividades incluem rodas de conversa sobre alimentação, saúde mental, autocuidado e direitos, além da distribuição de materiais informativos sobre os sintomas, causas, prevenção e tratamento da DII. Em sua abordagem contínua, a ComCausa visa ampliar a compreensão da população sobre essas doenças, alertando para os riscos da automedicação e da falta de diagnóstico precoce. Além de mudanças alimentares e no estilo de vida, o tratamento da DII envolve o uso de medicamentos em fases mais graves. Embora não tenha cura, é possível manter longos períodos de controle, desde que o paciente receba acompanhamento adequado e adote práticas de bem-estar como atividade física regular, boa alimentação e apoio emocional. A campanha liderada pela ComCausa se alinha ao movimento global coordenado pela European Federation of Crohn’s and Ulcerative Colitis Associations (EFCCA), que desde 2010 reúne organizações de mais de 50 países na luta por políticas públicas eficazes, acesso à saúde de qualidade e apoio aos pacientes. Ao integrar essa mobilização internacional ao cotidiano das favelas da Baixada, o projeto ComuniSaúde reafirma o compromisso com a defesa da vida, da dignidade e do direito à saúde de todas as pessoas, especialmente aquelas em situação de vulnerabilidade. ComuniSaúde e o impacto nas favelas O ComuniSaúde visa melhorar o acesso ao atendimento básico, promover saúde mental e fortalecer as redes comunitárias nas favelas da Baixada Fluminense. O projeto será implementado nas principais favelas de Duque de Caxias, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Belford Roxo, Nilópolis e Mesquita, em colaboração com secretarias municipais de saúde e instituições locais. O envolvimento dos moradores será crucial para mapear as necessidades e garantir que a campanha atinja todos de forma inclusiva. O lançamento da plataforma digital ComuniSaude.org.br também será parte importante do projeto, fornecendo informações detalhadas sobre os serviços de saúde disponíveis. A ComCausa também disponibilizará um número de telefone com aplicativos de mensagens para fornecer suporte durante a campanha, garantindo que a população tenha fácil acesso a orientações sobre os serviços de saúde. Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro Desde 2021, mais de R$ 22 milhões foram investidos em projetos de saúde nas favelas cariocas, com apoio da Lei Nº 8.972/20 e do Fundo Especial da ALERJ. Instituições renomadas como a  Fiocruz , IFF, UENF, UFRJ, UERJ, PUCRJ, SBPC, Alerj e Abrasco fazem parte do Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro, com o objetivo de garantir que os serviços de saúde alcancem as áreas mais necessitadas. Mais notícias | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________ Compartilhe:

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Doença celíaca

Projeto ComuniSaúde leva conscientização sobre doença celíaca e saúde integral às favelas da Baixada

A doença celíaca, caracterizada pela intolerância permanente ao glúten, afeta milhares de brasileiros e pode causar sérios danos à saúde intestinal se não for diagnosticada e tratada a tempo. Pensando nisso, o projeto ComuniSaúde, da organização ComCausa, está promovendo ações de conscientização e educação em saúde sobre o tema nas principais favelas da Baixada Fluminense. O glúten é uma proteína encontrada no trigo, na cevada, na aveia, no centeio e no malte. Em pessoas com predisposição genética, a ingestão dessa substância desencadeia uma reação autoimune no intestino delgado, que provoca inflamações, lesões nas vilosidades intestinais e dificuldades na absorção de nutrientes. Essa condição clínica é conhecida como doença celíaca (DC). Os sintomas mais comuns incluem diarreia crônica, dores e inchaço abdominal, excesso de gases e perda de peso involuntária. Quando não tratada, a doença pode evoluir para complicações graves, como linfoma de células T, um tipo raro de câncer intestinal. O diagnóstico é realizado por exames de sangue e, em alguns casos, biópsia intestinal. A única forma de tratamento eficaz é a retirada definitiva do glúten da dieta — uma mudança que exige conhecimento, apoio familiar e orientação nutricional, especialmente em regiões onde o acesso à informação e à saúde ainda é limitado. ComuniSaúde: ação comunitária e acesso integral Diante dessa realidade, o projeto ComuniSaúde, criado pela ComCausa, visa melhorar o acesso ao atendimento básico, promover a saúde mental e fortalecer as redes comunitárias nas favelas da Baixada Fluminense. A iniciativa será implementada em áreas populares de Duque de Caxias, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Belford Roxo, Nilópolis e Mesquita, em parceria com as secretarias municipais de saúde e diversas instituições locais. Por meio de rodas de conversa, oficinas, distribuição de materiais informativos e capacitação de agentes comunitários, o projeto abordará temas como intolerâncias alimentares, alimentação saudável, diagnóstico precoce e autocuidado. A doença celíaca será um dos focos centrais, especialmente por sua natureza silenciosa e pelo impacto direto na qualidade de vida de quem vive em contextos de vulnerabilidade. Participação popular como pilar da campanha Um dos diferenciais do ComuniSaúde será o envolvimento direto dos moradores, que ajudarão a mapear as principais necessidades de saúde em seus territórios. Essa escuta ativa será fundamental para garantir que as ações sejam inclusivas, culturalmente adequadas e verdadeiramente eficazes. “A informação salva vidas, e nas favelas o acesso a diagnósticos e orientações médicas muitas vezes chega tarde ou não chega”, afirma a equipe da ComCausa. “Com o ComuniSaúde, queremos mudar essa lógica e construir uma rede de cuidado com protagonismo comunitário”. A campanha reforça ainda a Defesa da Vida como um princípio inegociável, atuando na interseção entre saúde, educação e cidadania. ComuniSaúde e o impacto nas favelas O ComuniSaúde visa melhorar o acesso ao atendimento básico, promover saúde mental e fortalecer as redes comunitárias nas favelas da Baixada Fluminense. O projeto será implementado nas principais favelas de Duque de Caxias, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Belford Roxo, Nilópolis e Mesquita, em colaboração com secretarias municipais de saúde e instituições locais. O envolvimento dos moradores será crucial para mapear as necessidades e garantir que a campanha atinja todos de forma inclusiva. O lançamento da plataforma digital ComuniSaude.org.br também será parte importante do projeto, fornecendo informações detalhadas sobre os serviços de saúde disponíveis. A ComCausa também disponibilizará um número de telefone com aplicativos de mensagens para fornecer suporte durante a campanha, garantindo que a população tenha fácil acesso a orientações sobre os serviços de saúde. Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro Desde 2021, mais de R$ 22 milhões foram investidos em projetos de saúde nas favelas cariocas, com apoio da Lei Nº 8.972/20 e do Fundo Especial da ALERJ. Instituições renomadas como a  Fiocruz , IFF, UENF, UFRJ, UERJ, PUCRJ, SBPC, Alerj e Abrasco fazem parte do Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro, com o objetivo de garantir que os serviços de saúde alcancem as áreas mais necessitadas. Mais notícias | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________ Compartilhe:

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