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Rede Saúde nas favelas

Rede Saúde nas Favelas: CEM Serra da Misericórdia

O Centro de Integração na Serra da Misericórdia (CEM) atua desde 2011 no Complexo da Penha como um espaço de integração socioambiental, cultural e comunitária. A organização, sem fins lucrativos, desenvolve ações que articulam educação, comunicação e cidadania para fortalecer a relação das favelas do entorno com a Serra da Misericórdia — último grande fragmento de Mata Atlântica na região com maior densidade demográfica da cidade do Rio. Localizado em uma área marcada por escassez de verde, baixos índices de qualidade do ar e intensa vulnerabilidade social, o CEM se coloca como um contraponto à lógica de desigualdade urbana. Seu trabalho se estrutura na agroecologia e na agricultura urbana como ferramentas de transformação, autonomia e direito à cidade. Entre as iniciativas mais importantes estão os encontros conhecidos como intercâmbios de quintais. Esses espaços de troca reúnem moradores, equipamentos públicos, escolas, creches e a clínica da família. Nos intercâmbios, a comunidade compartilha saberes sobre plantio, alimentação saudável, cuidado ambiental e saúde coletiva. A dinâmica fortalece vínculos, amplia o acesso aos serviços públicos e aproxima instituições do território. O processo gera autonomia, planejamento participativo e maior capacidade comunitária de enfrentar desafios comuns — reforçando a Defesa da vida no território. A atuação durante a pandemia Na pandemia de Covid-19, o CEM ampliou sua presença e sua rede de proteção social. A associação realizou o cadastro de moradores, acompanhou demandas urgentes e articulou grupos de trabalho voltados à solidariedade. Foram distribuídas cestas de alimentos agroecológicos, kits de autocuidado, materiais informativos e ações de apoio emocional. O coletivo também participou de lives de formação, campanhas de arrecadação e ações de sustentabilidade. Um dos marcos desse período foi a mobilização para construir uma cisterna comunitária, passo importante para fortalecer a autonomia hídrica da localidade. A resposta rápida e integrada reforçou o papel do CEM como articulador social e ambiental em um dos territórios mais impactados pela crise sanitária. Hoje, o CEM segue ativo, cultivando agroecologia, fortalecendo redes comunitárias e defendendo o direito à cidade para quem vive na Serra da Misericórdia. A organização reafirma que preservar a floresta, investir em vínculos sociais e criar espaços de formação coletiva são caminhos para garantir vida digna, justiça ambiental e cidadania na favela. Comunicação e presença digital E-mail: cem.contatos@gmail.com Telefone: (21) 99744-4870 Sobre o Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro A rede Saúde da Favela, atualmente denominada 146x Favela, representa uma construção inédita que une o saber científico das universidades à vivência concreta das comunidades. Nela, instituições de referência como Fiocruz, IFF, UENF, UFRJ, UERJ, PUCRJ, SBPC, Alerj e Abrasco  atuam em cooperação direta com coletivos de base, movimentos populares e organizações locais, formando uma estrutura de colaboração sem precedentes em escala e profundidade. Hoje, a rede articula 146 iniciativas comunitárias, cada uma com sua história, identidade e base territorial. Essa capilaridade é um de seus maiores diferenciais, permitindo que o debate sobre o direito à saúde chegue a espaços onde o Estado historicamente se ausenta — nas vielas, becos, ocupações, periferias urbanas e áreas rurais marginalizadas. Outro pilar essencial é a diversidade dos parceiros: associações de moradores, coletivos de juventude, grupos de comunicação comunitária, instituições de educação popular, terreiros de matriz africana, articulações indígenas, movimentos de mulheres, LGBTQIAPN+ e tantos outros. É essa pluralidade de experiências e saberes que dá vida à iniciativa, transformando-a em um verdadeiro instrumento de democratização da saúde. Ao integrar-se à rede, a ComCausa Defesa da Vida busca fortalecer esse potencial coletivo, contribuindo para consolidar uma política de saúde fundada na escuta, na ciência e na dignidade humana — pilares de um futuro em que a favela não seja vista como espaço de carência, mas como território de potência, conhecimento e esperança. Leia também | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________________ Colabore com nosso projeto pix.comcausa@gmail.com ______________________ Compartilhe:

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Rede Saúde nas Favelas: Centro de Integração e Desenvolvimento Comunitário Comunidades em Ação – Mulheres do Salgueiro

O Empreendimento Solidário Mulheres do Salgueiro, no Complexo do Salgueiro, em São Gonçalo, é um dos coletivos mais importantes da região na defesa de direitos, geração de renda e fortalecimento comunitário. Formado por mulheres que lutam pela garantia de direitos humanos e por condições dignas de vida, o grupo desenvolve ações socioeducativas, atividades de formação e iniciativas que transformam a realidade local. O projeto surgiu em 1999, dentro do Comunidades em Ação – Centro de Integração e Desenvolvimento Comunitário, com o objetivo de fortalecer a autoestima e a autonomia de mulheres que trabalhavam no antigo lixão do bairro. Com o tempo, parte delas formou um grupo de costura, que em 2006 passou a explorar o uso inovador do “couro de tilápia”, com apoio da incubadora do Instituto Gênesis, da PUC-Rio. Hoje, cerca de dez artesãs transformam a pele do peixe — antes tratada como resíduo — em roupas, bolsas, acessórios, chaveiros e peças de moda sustentável. O processo envolve separação, limpeza, curtimento, coloração e trabalho artesanal minucioso. Além do couro de tilápia, o coletivo produz artigos com jeans reciclado, tetrapak e bordados. Suas peças já circularam em eventos de renome nacional, como Rio-à-Porter e Casa Cor São Paulo. Liderado por Janete Guilherme, o grupo trabalha principalmente por encomendas, mas mantém produção própria na sede. O projeto também é reconhecido pela atuação social direta. Durante a pandemia de Covid-19, foi contemplado pela Chamada Pública de Ações Emergenciais da Fiocruz e executou o projeto Mercado Solidário: Quilos Necessários — iniciativa fundamental no Plano de Enfrentamento da Covid-19 nas favelas. A ação atendeu 200 famílias em vulnerabilidade, distribuindo 8,4 toneladas de alimentos, 1,5 mil máscaras e 1,2 mil litros de água sanitária. Produziu ainda 1,5 mil informativos de prevenção, 200 ecobags recicladas e 120 quilos de sabão ecológico feito a partir de óleo reutilizado. O trabalho uniu assistência emergencial, sustentabilidade, cuidado com o meio ambiente e informação segura durante o período mais crítico da pandemia. O coletivo segue atuando pela garantia de direitos, autonomia econômica e fortalecimento da comunidade, mostrando que iniciativas lideradas por mulheres transformam territórios, criam oportunidades e defendem vidas. Comunicação e presença digital E-mail: mulheresdosalgueiro@gmail.com Sobre o Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro A rede Saúde da Favela, atualmente denominada 146x Favela, representa uma construção inédita que une o saber científico das universidades à vivência concreta das comunidades. Nela, instituições de referência como Fiocruz, IFF, UENF, UFRJ, UERJ, PUCRJ, SBPC, Alerj e Abrasco  atuam em cooperação direta com coletivos de base, movimentos populares e organizações locais, formando uma estrutura de colaboração sem precedentes em escala e profundidade. Hoje, a rede articula 146 iniciativas comunitárias, cada uma com sua história, identidade e base territorial. Essa capilaridade é um de seus maiores diferenciais, permitindo que o debate sobre o direito à saúde chegue a espaços onde o Estado historicamente se ausenta — nas vielas, becos, ocupações, periferias urbanas e áreas rurais marginalizadas. Outro pilar essencial é a diversidade dos parceiros: associações de moradores, coletivos de juventude, grupos de comunicação comunitária, instituições de educação popular, terreiros de matriz africana, articulações indígenas, movimentos de mulheres, LGBTQIAPN+ e tantos outros. É essa pluralidade de experiências e saberes que dá vida à iniciativa, transformando-a em um verdadeiro instrumento de democratização da saúde. Ao integrar-se à rede, a ComCausa Defesa da Vida busca fortalecer esse potencial coletivo, contribuindo para consolidar uma política de saúde fundada na escuta, na ciência e na dignidade humana — pilares de um futuro em que a favela não seja vista como espaço de carência, mas como território de potência, conhecimento e esperança. Leia também | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________________ Colabore com nosso projeto pix.comcausa@gmail.com ______________________ Compartilhe:

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Rede Saúde nas Favelas: Centro de Estudos e Ações Solidárias da Maré (CEASM)

No maior conjunto de favelas do Rio de Janeiro, o Conjunto de Favelas da Maré, o Centro de Estudos e Ações Solidárias da Maré (CEASM) atua há 24 anos promovendo educação, cultura, pesquisa e comunicação para os cerca de 140 mil moradores do território. Criado em 1997 por moradores e ex-moradores que acessaram o ensino superior, o CEASM nasceu com a missão de romper estereótipos, ampliar direitos e construir estratégias de longo prazo para fortalecer a vida comunitária. Localizado entre a Avenida Brasil e a Linha Vermelha, o CEASM se consolidou como uma instituição de referência em iniciativas sociais. Seu primeiro projeto foi o Curso Pré-Vestibular Comunitário, que já contribuiu para o ingresso de mais de 1.500 moradores da Maré em universidades públicas. Em seguida vieram o jornal comunitário O Cidadão — com 20 mil exemplares distribuídos ao longo de 17 anos — e a Rede Memória da Maré, que deu origem ao Museu da Maré em 2006, hoje uma das principais iniciativas de preservação histórica das favelas cariocas. O trabalho do CEASM se organiza em três pilares: educação, comunicação e memória. Entre seus projetos atuais estão o Curso Pré-Vestibular (CPV-CEASM), o Curso Preparatório para o Ensino Médio, o Núcleo de Estudos e Pesquisas Sociais da Maré (NEPS), o Museu da Maré, a Biblioteca Popular Paulo Freire e o jornal O Cidadão em sua versão digital. A instituição também desenvolve iniciativas voltadas à educação socioambiental, como o projeto ECOREDE, que atende até 3 mil alunos por ano em escolas públicas. Outro destaque é o Maré do Bem Viver: direitos, cuidado e cidadania, criado em 2021, que acolheu 150 famílias com atendimento psicossocial, suporte em saúde mental, alimentação e orientação sobre acesso a direitos. Durante a pandemia de Covid-19, o CEASM teve papel essencial no Plano de Enfrentamento da Maré. A instituição distribuiu kits de higiene, filtros de barro, cartões-alimentação e 480 quilos de alimentos, além de oferecer acompanhamento psicossocial e rodas terapêuticas. Em 2022, lançou a Cartilha sobre Direitos, ampliando de 2 mil para 10 mil exemplares graças ao impacto da iniciativa. Com quase três décadas de atuação, o CEASM se mantém como uma força vital na Defesa da vida, no fortalecimento comunitário e na valorização da história das favelas. Suas ações mostram que investir em educação, cultura e memória é criar oportunidades, ampliar horizontes e transformar o futuro de jovens e famílias da Maré. Comunicação e presença digital E-mail: contato@ceasm.org.br Telefone: (21) 98485 7577 Sobre o Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro A rede Saúde da Favela, atualmente denominada 146x Favela, representa uma construção inédita que une o saber científico das universidades à vivência concreta das comunidades. Nela, instituições de referência como Fiocruz, IFF, UENF, UFRJ, UERJ, PUCRJ, SBPC, Alerj e Abrasco  atuam em cooperação direta com coletivos de base, movimentos populares e organizações locais, formando uma estrutura de colaboração sem precedentes em escala e profundidade. Hoje, a rede articula 146 iniciativas comunitárias, cada uma com sua história, identidade e base territorial. Essa capilaridade é um de seus maiores diferenciais, permitindo que o debate sobre o direito à saúde chegue a espaços onde o Estado historicamente se ausenta — nas vielas, becos, ocupações, periferias urbanas e áreas rurais marginalizadas. Outro pilar essencial é a diversidade dos parceiros: associações de moradores, coletivos de juventude, grupos de comunicação comunitária, instituições de educação popular, terreiros de matriz africana, articulações indígenas, movimentos de mulheres, LGBTQIAPN+ e tantos outros. É essa pluralidade de experiências e saberes que dá vida à iniciativa, transformando-a em um verdadeiro instrumento de democratização da saúde. Ao integrar-se à rede, a ComCausa Defesa da Vida busca fortalecer esse potencial coletivo, contribuindo para consolidar uma política de saúde fundada na escuta, na ciência e na dignidade humana — pilares de um futuro em que a favela não seja vista como espaço de carência, mas como território de potência, conhecimento e esperança. Leia também | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________________ Colabore com nosso projeto pix.comcausa@gmail.com ______________________ Compartilhe:

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HIV Aids

ComuniSaúde: Dia Mundial de Combate à Aids

Em 1987, durante a 3ª Conferência Internacional de Aids, realizada em Washington (EUA), 200 mil pessoas, ativistas e pessoas vivendo com o vírus, participaram do lado de fora do evento. Queriam ser ouvidas pela comunidade científica e pelo mundo, pois naquele momento, em que não havia tratamento, o silêncio era uma forma de morte. No ano seguinte foi proposta a criação do Dia Mundial de Luta Contra Aids e, em 27 de outubro, a Assembleia Geral da ONU e a Organização Mundial de Saúde instituíram o 1º de dezembro como data comemorativa, cinco anos após a descoberta do vírus causador da doença (HIV – vírus da imunodeficiência humana). Naquela época, 65,7 mil pessoas já tinham sido diagnosticadas com o vírus e 38 mil já tinham falecido. A iniciativa se consolidou e até hoje o 1º de Dezembro é marcado como o dia de uma campanha global que combate o preconceito, a desinformação e o estigma que ainda perduram em torno da doença. Esta data constitui uma oportunidade para apoiar as pessoas envolvidas na luta contra o HIV e melhorar a compreensão do vírus como um problema de saúde pública global. A Aids é uma doença infecciosa, transmitida pelo vírus HIV. Segundo dados da Secretaria de Estado da Saúde, do Ministério da Saúde e do UNAIDS, a cada 15 minutos uma pessoa se infecta com o vírus no Brasil e sete pessoas morrem por dia em São Paulo. Na primeira fase, chamada de infecção aguda, ocorre a incubação do HIV – tempo que decorre entre a exposição ao vírus até o surgimento dos sinais da doença. Os primeiros sintomas são muito parecidos com os de uma gripe, como febre e mal-estar. Por isso, a maioria dos casos passa despercebida. A próxima fase é marcada pela forte interação entre as células de defesa e as constantes e rápidas mutações do vírus. Esse período, que pode durar muitos anos, é chamado de assintomático. Com o frequente ataque, as células de defesa começam a funcionar com menos eficiência até serem destruídas. O organismo fica cada vez mais fraco e vulnerável a infecções comuns. Os sintomas que comumente aparecem nessa fase são: febre, diarreia, suores noturnos e emagrecimento. A baixa imunidade permite o aparecimento de doenças oportunistas, que recebem esse nome por se aproveitarem da fraqueza do organismo. Com isso, atinge-se o estágio mais avançado da doença, a Aids. Quem chega a essa fase, por não saber da sua infecção ou por não seguir o tratamento indicado pela equipe de saúde, pode sofrer de hepatites virais, tuberculose, pneumonia, toxoplasmose e alguns tipos de câncer. Pessoas soropositivas, que têm ou não Aids, podem transmitir o vírus a outras pessoas pelas relações sexuais desprotegidas, pelo compartilhamento de seringas contaminadas ou de mãe para filho durante a gravidez e a amamentação. Os medicamentos antirretrovirais (ARV) surgiram na década de 1980 e atuam para impedir a multiplicação do HIV no organismo. Esses medicamentos ajudam a evitar o enfraquecimento do sistema imunológico e seu uso regular é fundamental para aumentar o tempo e a qualidade de vida das pessoas que vivem com HIV, reduzindo o número de internações e infecções por doenças oportunistas. No Brasil, desde 1996, o SUS distribui gratuitamente os medicamentos para HIV/Aids a todas as pessoas que necessitam de tratamento. Vista sua camiseta vermelha e acenda uma vela para comemorar conosco esta data tão especial! Participe do Dia Mundial de Luta Contra a Aids, junte-se ao evento online promovido pela OMS e Unaids: Acabar com as desigualdades. Acabar com a Aids. Acabar com as pandemias. Fonte: MINISTÉRIO DA SAÚDE ComuniSaúde e o impacto nas favelas O ComuniSaúde é uma iniciativa que difunde o direito à saúde e valoriza o Sistema Único de Saúde (SUS) e seus profissionais, fortalecendo redes comunitárias em favelas e periferias por meio de ações formativas, comunicação cidadã e articulações locais que ampliam o acesso ao atendimento básico, à saúde mental e a campanhas educativas. O projeto atua como ponte entre moradores e serviços públicos, oferecendo também um canal telefônico para orientação, mediação de conflitos e cobrança junto aos órgãos competentes sempre que houver negativa ou omissão no atendimento. ComCausa ComuniSaúde Baixada: 21 96942-1505 e acesse: comunisaude.org.br Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro Desde 2021, mais de R$ 22 milhões foram investidos em projetos de saúde nas favelas cariocas, com apoio da Lei Nº 8.972/20 e do Fundo Especial da ALERJ. Instituições renomadas como a Fiocruz , IFF, UENF, UFRJ, UERJ, PUCRJ, SBPC, Alerj e Abrasco fazem parte do Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro, com o objetivo de garantir que os serviços de saúde alcancem as áreas mais necessitadas. Essa articulação interinstitucional é fundamental para reduzir desigualdades históricas e promover o acesso universal à saúde como um direito humano básico e inalienável. Leia também | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________________ Colabore com nosso projeto pix.comcausa@gmail.com ______________________ Compartilhe:

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Rede Saúde nas Favelas: Centro Cultural Liga do Bem

O Centro Cultural Liga do Bem (CCLB) atua desde 2012 oferecendo oficinas artísticas gratuitas para crianças e adolescentes de 5 a 17 anos que vivem na Penha e na Vila Cruzeiro, na Zona Norte do Rio. Fundado pela educadora musical Ana Paula Mendonça, o projeto nasceu de forma comunitária: à medida que surgiam novas turmas, voluntários eram convidados para colaborar com aulas de grafite, reciclagem, artes e música. Ao longo de quase 13 anos, a ONG já atendeu cerca de 900 alunos e consolidou sua missão de estimular o protagonismo juvenil através de diferentes linguagens culturais. O CCLB oferece aulas de percussão, flauta doce, violão e artes visuais, além de promover passeios culturais que ampliam o repertório das crianças e reforçam o sentimento de pertencimento ao território. As atividades são voltadas para crianças e adolescentes matriculados no ensino regular, em uma iniciativa que une educação, cultura e cidadania. O objetivo é fortalecer habilidades, abrir horizontes e criar oportunidades de desenvolvimento pessoal e coletivo dentro de uma das regiões mais vulnerabilizadas do Rio. O Centro Cultural Liga do Bem já contou com parceiros como Instituto da Criança, UPP Social, Agência do Bem, Territórios da Cultura (Prefeitura do Rio) e Orquestra Sinfônica Brasileira. Em 2020, recebeu apoio da Fiocruz por meio da Chamada Pública para Ações Emergenciais de Enfrentamento à Covid-19 nas favelas, que ajudou o projeto a manter suas atividades durante a crise sanitária. Com forte presença nas redes sociais, a ONG segue ampliando o alcance de seu trabalho e fortalecendo a cultura como ferramenta de inclusão, formação e Defesa da vida para crianças e adolescentes da Penha e Vila Cruzeiro. Comunicação e presença digital E-mail: anamusicarte@gmail.com Telefone: (21) 99692-8648 Sobre o Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro A rede Saúde da Favela, atualmente denominada 146x Favela, representa uma construção inédita que une o saber científico das universidades à vivência concreta das comunidades. Nela, instituições de referência como Fiocruz, IFF, UENF, UFRJ, UERJ, PUCRJ, SBPC, Alerj e Abrasco  atuam em cooperação direta com coletivos de base, movimentos populares e organizações locais, formando uma estrutura de colaboração sem precedentes em escala e profundidade. Hoje, a rede articula 146 iniciativas comunitárias, cada uma com sua história, identidade e base territorial. Essa capilaridade é um de seus maiores diferenciais, permitindo que o debate sobre o direito à saúde chegue a espaços onde o Estado historicamente se ausenta — nas vielas, becos, ocupações, periferias urbanas e áreas rurais marginalizadas. Outro pilar essencial é a diversidade dos parceiros: associações de moradores, coletivos de juventude, grupos de comunicação comunitária, instituições de educação popular, terreiros de matriz africana, articulações indígenas, movimentos de mulheres, LGBTQIAPN+ e tantos outros. É essa pluralidade de experiências e saberes que dá vida à iniciativa, transformando-a em um verdadeiro instrumento de democratização da saúde. Ao integrar-se à rede, a ComCausa Defesa da Vida busca fortalecer esse potencial coletivo, contribuindo para consolidar uma política de saúde fundada na escuta, na ciência e na dignidade humana — pilares de um futuro em que a favela não seja vista como espaço de carência, mas como território de potência, conhecimento e esperança. Leia também | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________________ Colabore com nosso projeto pix.comcausa@gmail.com ______________________ Compartilhe:

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Rede Saúde nas Favelas: Casa Reviver

A Casa Reviver completa 16 anos como uma das iniciativas socioeducativas mais atuantes do Morro do Estado, em Niterói. Criada em 2006 por Vinicius Silva de Souza após o assassinato de seu irmão, a proposta nasceu do desejo de oferecer às crianças e aos adolescentes um espaço seguro fora do horário escolar. O que começou com um saquinho de balas e histórias contadas nas vielas se tornou um projeto estruturado que hoje atende moradores de todas as idades. Vinicius e sua esposa, Karina Silva, enfrentaram dificuldades para encontrar um espaço adequado para as atividades. As primeiras ações ocorreram em um ponto que, à noite, era usado para tráfico. A persistência do casal resultou na doação que possibilitou a compra da sede atual, hoje em constante expansão. Entre os projetos recentes está a construção de uma nova cozinha dedicada a oficinas culinárias para adultos e atividades educativas para as crianças. A missão da Casa Reviver consiste em promover transformação integral a partir dos valores e potencialidades da própria comunidade. Com uma abordagem socio-pedagógica holística, o projeto oferece atividades formativas, culturais e de socialização em parceria com ONGs, universidades, voluntários e igrejas protestantes. O objetivo central é fortalecer vínculos familiares, garantir acolhimento e orientar moradores a reivindicar seus direitos. O acompanhamento familiar é o eixo das ações. Entre as atividades, destacam-se a Roda de Gestantes, o Maternando, os grupos Kids e Teens, o projeto de alfabetização Ler o Mundo e o grupo Guerreiras, voltado para mulheres adultas. A Casa também realiza eventos comunitários, oficinas, ações solidárias e celebrações de datas especiais. Durante a pandemia de covid-19, a instituição enfrentou seu maior desafio. Com a suspensão das atividades presenciais, crianças, jovens e idosos ficaram sem acesso à rotina de apoio. A Casa respondeu com atividades impressas semanais, a campanha “Quarentena do Bem” — que distribuiu mais de mil cestas básicas e botijões de gás — e a produção de um livro educativo sobre o Morro do Estado com orientações de prevenção. A iniciativa contou ainda com o apoio da ONG BemTV, que formou 40 jovens comunicadores para combater a desinformação. A segurança das crianças foi uma das maiores preocupações do período. Com o isolamento, aumentou a vulnerabilidade de vítimas de violência intrafamiliar. Por isso, a Casa promoveu campanhas de conscientização e rodas de conversa sobre prevenção e denúncia de abusos. Com a flexibilização das restrições sanitárias, as atividades presenciais foram retomadas de forma gradual e segura. Crianças e adolescentes foram os primeiros a retornar, seguidos dos adultos do projeto “Ler o Mundo”. Hoje, a Casa mantém parte das ações em formato híbrido em parceria com a UERJ, mas reforça a importância do contato presencial para o desenvolvimento e a proteção dos beneficiados. Os desafios seguem expressivos. A Casa Reviver trabalha para garantir segurança alimentar, fortalecer o protagonismo comunitário e incentivar os moradores a ocupar a cidade por meio de passeios culturais e atividades fora da comunidade, reforçando o sentimento de pertencimento ao território. Nas redes sociais, o Instagram se tornou o principal canal de comunicação, com atualizações constantes sobre atividades, campanhas e inscrições para voluntariado. O projeto também mantém um canal no YouTube e um blog com publicações anteriores ao período da pandemia. Comunicação e presença digital E-mail:contato@casareviver.org Telefone: (21) 3628-0961 Sobre o Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro A rede Saúde da Favela, atualmente denominada 146x Favela, representa uma construção inédita que une o saber científico das universidades à vivência concreta das comunidades. Nela, instituições de referência como Fiocruz, IFF, UENF, UFRJ, UERJ, PUCRJ, SBPC, Alerj e Abrasco  atuam em cooperação direta com coletivos de base, movimentos populares e organizações locais, formando uma estrutura de colaboração sem precedentes em escala e profundidade. Hoje, a rede articula 146 iniciativas comunitárias, cada uma com sua história, identidade e base territorial. Essa capilaridade é um de seus maiores diferenciais, permitindo que o debate sobre o direito à saúde chegue a espaços onde o Estado historicamente se ausenta — nas vielas, becos, ocupações, periferias urbanas e áreas rurais marginalizadas. Outro pilar essencial é a diversidade dos parceiros: associações de moradores, coletivos de juventude, grupos de comunicação comunitária, instituições de educação popular, terreiros de matriz africana, articulações indígenas, movimentos de mulheres, LGBTQIAPN+ e tantos outros. É essa pluralidade de experiências e saberes que dá vida à iniciativa, transformando-a em um verdadeiro instrumento de democratização da saúde. Ao integrar-se à rede, a ComCausa Defesa da Vida busca fortalecer esse potencial coletivo, contribuindo para consolidar uma política de saúde fundada na escuta, na ciência e na dignidade humana — pilares de um futuro em que a favela não seja vista como espaço de carência, mas como território de potência, conhecimento e esperança. Leia também | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________________ Colabore com nosso projeto pix.comcausa@gmail.com ______________________ Compartilhe:

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