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Rede Saúde nas favelas

Rede Saúde nas Favelas: FAFERJ – Federação das Associações de Favelas do RJ

Fundada em 1963, a Federação das Associações de Favelas do Estado do Rio de Janeiro (FAFERJ) é a organização de favelas mais antiga do Brasil e uma das principais referências na defesa de direitos das populações periféricas. Criada em um contexto de resistência à ditadura militar, a entidade consolidou-se como instrumento de organização popular e, hoje, representa 860 associações de moradores em todo o estado. Sem fins lucrativos e reconhecida como entidade de utilidade pública, a FAFERJ atua sob a presidência de Rossino Castro Diniz, morador da Cidade Alta, reafirmando seu compromisso com uma liderança enraizada nos territórios que representa. Missão e atuação permanente A FAFERJ tem como missão legalizar, fortalecer e dar legitimidade às associações de moradores, apoiando processos eleitorais, orientando lideranças comunitárias e ampliando a capacidade de reivindicação das favelas junto ao poder público. A entidade atua diretamente na defesa de direitos fundamentais como moradia, saúde, educação, segurança pública e dignidade, enfrentando desigualdades estruturais que marcam o cotidiano das comunidades. Além da atuação institucional, a federação cumpre papel estratégico na articulação de mobilizações, no enfrentamento a remoções forçadas e na cobrança por políticas públicas integradas. Marcha das Favelas por Direitos Entre as conquistas recentes, a FAFERJ liderou a Marcha das Favelas por Direitos, realizada no Dia da Favela, em 4 de novembro de 2021. A mobilização levou milhares de moradores às ruas para denunciar a violência policial, a falta de saneamento básico, a precariedade de serviços essenciais e a ausência de diálogo com o governo estadual. Como resultado direto, a federação obteve uma reunião no Palácio Guanabara, abrindo um canal de diálogo com o Governo do Estado do Rio de Janeiro. O encontro foi considerado inédito e resultou no recebimento formal de uma carta com reivindicações, incluindo a demanda por uma nova sede para a FAFERJ. Desafios cotidianos Apesar da trajetória histórica, a FAFERJ enfrenta desafios estruturais, como limitações físicas da sede e dificuldades de diálogo contínuo com o poder público. Para Rossino Diniz, esses obstáculos refletem a própria realidade das favelas. “Violência, falta d’água, falta de luz e saneamento básico são desafios diários. Às vezes parecem simples, mas são constantes, e isso se transforma em uma bola de neve”, afirma o presidente. Projetos e inovação comunitária Mesmo com a redução do setor de projetos durante a pandemia, a FAFERJ mantém iniciativas estratégicas. Entre elas está o desenvolvimento do aplicativo “Favela Viva”, pensado para conectar moradores a serviços essenciais, como emissão de documentos e acesso a informações públicas. Outro destaque é a criação da FAFERJ TV e Rádio Web, uma iniciativa de comunicação comunitária voltada à produção de conteúdo audiovisual de interesse público. O projeto aposta na formação de jovens das favelas, promovendo qualificação, geração de renda e fortalecimento da comunicação popular. Atuação na saúde e parceria com a Fiocruz A FAFERJ também teve atuação relevante nas Chamadas do Edital Fiocruz, tanto no Plano de Enfrentamento da COVID-19 quanto no Plano Integrado de Saúde nas Favelas. As ações incluíram: As iniciativas alcançaram favelas como Rocinha, Vila Kennedy, Barreira do Vasco, Salgueiro e Cidade Alta, fortalecendo a autonomia comunitária e a articulação entre ciência, movimentos sociais e territórios vulnerabilizados. Organização histórica e futuro em disputa Com mais de seis décadas de existência, a FAFERJ reafirma seu papel como pilar da organização comunitária no Rio de Janeiro. Em um cenário marcado por violência, desigualdade e ausência de políticas públicas efetivas, a federação segue como voz coletiva das favelas, defendendo que dignidade não é concessão, é direito. A trajetória da FAFERJ mostra que a luta por justiça social, organização popular e Defesa da vida permanece atual — e necessária. Comunicação e presença digital E-mail: faferj.rj@gmail.com Telefone: (21) 3852-2968 Sobre o Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro A rede Saúde da Favela, atualmente denominada 146x Favela, representa uma construção inédita que une o saber científico das universidades à vivência concreta das comunidades. Nela, instituições de referência como Fiocruz, IFF, UENF, UFRJ, UERJ, PUCRJ, SBPC, Alerj e Abrasco  atuam em cooperação direta com coletivos de base, movimentos populares e organizações locais, formando uma estrutura de colaboração sem precedentes em escala e profundidade. Hoje, a rede articula 146 iniciativas comunitárias, cada uma com sua história, identidade e base territorial. Essa capilaridade é um de seus maiores diferenciais, permitindo que o debate sobre o direito à saúde chegue a espaços onde o Estado historicamente se ausenta — nas vielas, becos, ocupações, periferias urbanas e áreas rurais marginalizadas. Outro pilar essencial é a diversidade dos parceiros: associações de moradores, coletivos de juventude, grupos de comunicação comunitária, instituições de educação popular, terreiros de matriz africana, articulações indígenas, movimentos de mulheres, LGBTQIAPN+ e tantos outros. É essa pluralidade de experiências e saberes que dá vida à iniciativa, transformando-a em um verdadeiro instrumento de democratização da saúde. Ao integrar-se à rede, a ComCausa Defesa da Vida busca fortalecer esse potencial coletivo, contribuindo para consolidar uma política de saúde fundada na escuta, na ciência e na dignidade humana — pilares de um futuro em que a favela não seja vista como espaço de carência, mas como território de potência, conhecimento e esperança. Leia também | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________________ ______________________ Colabore com nosso projeto pix.comcausa@gmail.com ______________________ Compartilhe:

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Violência contra mulher

El País aponta: indignação contra feminicídios no Brasil ganha as ruas e pressiona o debate público

O jornal El País, na editoria América, publicou em 15 de dezembro de 2025 a reportagem “A indignação pelos feminicídios no Brasil se abre espaço no debate público e sai às ruas”, descrevendo um cenário de mobilização nacional que deixou de ser episódico e passou a ocupar o centro da conversa pública: protestos, pressão por respostas do Estado e um grito repetido em diferentes cidades — “Parem de nos matar”. A matéria reconstrói a mudança de clima social a partir de uma comparação poderosa: em 2019, atos isolados pareciam dissolver-se no fluxo da cidade; em dezembro de 2025, a mesma indignação reaparece em massa, com mulheres e apoiadores se organizando em rede e tomando avenidas e praças em várias capitais. O domingo em que o grito virou multidão Segundo o El País, as marchas do domingo, 7 de dezembro, reuniram cerca de 10 mil pessoas em São Paulo e milhares em outras cidades, num movimento articulado rapidamente, impulsionado pela sequência recente de crimes que chocou o país e rompeu a barreira da normalização. Em São Paulo, a concentração aconteceu na região do Masp, na Avenida Paulista — um ponto simbólico de atos públicos — e o repertório de palavras de ordem foi direto: “parem de nos matar”, “chega de mortes”, exigindo prevenção, proteção e resposta do poder público. A Agência Brasil, ao listar horários e locais em diferentes estados, registrou que manifestações ocorreram em várias cidades do país no mesmo dia, com chamadas públicas para que a mobilização não ficasse restrita a uma capital — mas tivesse cara de agenda nacional. Por que a comoção “furou” a rotina do noticiário O ponto de virada, descreve o El País, foi a sucessão de episódios marcados por extrema crueldade e ampla repercussão — crimes que escancaram como a violência de gênero se expressa não só em estatísticas, mas em trajetórias interrompidas, famílias devastadas e sobreviventes com sequelas permanentes. A Associated Press também relacionou os protestos a uma “onda” recente de casos que gerou indignação pública e reforçou a cobrança por medidas preventivas e políticas de proteção mais efetivas, além de mudanças culturais que enfrentem a misoginia cotidiana. Os números por trás da urgência A reportagem do El País lembra que o Brasil vive uma média que equivale a quatro mulheres assassinadas por dia. Esse retrato ganha contorno ainda mais duro quando confrontado com os dados de segurança pública: o Anuário Brasileiro de Segurança Pública (divulgado em 2025) apontou 1.492 feminicídios em 2024, recorde desde a tipificação do crime, mantendo a média diária em torno de quatro. Ou seja: não se trata de “picos” isolados, mas de uma continuidade que o país aprende a enxergar com mais nitidez quando a violência explode em casos emblemáticos — e, então, volta a ser cobrada como prioridade política. Lei existe — mas o desafio é transformar regra em proteção real O Brasil construiu marcos importantes nas últimas décadas. A Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006) estruturou mecanismos para coibir e prevenir a violência doméstica e familiar contra a mulher. Em 2015, a Lei nº 13.104/2015 incluiu o feminicídio como qualificadora do homicídio e o colocou no campo dos crimes hediondos. Mais recentemente, houve nova mudança legislativa: a Lei nº 14.994/2024 ampliou a pena para 20 a 40 anos e passou a tratar o feminicídio como crime autônomo no Código Penal. Ainda assim, a própria cobertura do El País e de outros veículos converge num ponto: punir é necessário, mas não resolve sozinho. Prevenção, educação, resposta rápida, proteção efetiva, acolhimento, rede intersetorial e acompanhamento de risco são as peças que precisam funcionar antes do “depois”. Rede de ajuda: denunciar também é uma forma de interromper a escalada Num país em que a subnotificação ainda é realidade, os canais de orientação e denúncia fazem diferença concreta. O Ligue 180, serviço nacional de atendimento a mulheres, completou 20 anos em 2025 e registrou mais de 877 mil atendimentos entre janeiro e outubro, com média de 2.895 por dia, segundo o Ministério das Mulheres. Em situações de emergência e risco imediato, a orientação é acionar o 190. Janeiro começa com ação: ComCausa – Defesa da Vida e ONU (UNFPA) No rastro desse debate que cresce nas ruas e nas redações, a ComCausa – Defesa da Vida anuncia o início, em janeiro de 2026, de um projeto com apoio do UNFPA – Fundo de População das Nações Unidas (ONU), estruturado como Núcleo de Masculinidades Positivas para a Defesa da Vida. Na comunicação pública, a iniciativa passa a ser apresentada pelo nome curto “Masculinidades Positivas – Defesa da Vida”, pensado para facilitar memorização e circulação nas redes, mantendo a assinatura institucional da ComCausa. A proposta parte de um eixo direto: enfrentar padrões de masculinidade associados a conflitos familiares e violências cotidianas, com foco em atitudes práticas — autocontrole, convivência pacífica, respeito, corresponsabilidade e cuidado — e terá desdobramentos de campanha já na primeira quinzena de janeiro, conectando prevenção, comunicação cidadã e mobilização social. 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Encontro Luz de Esperança mobiliza famílias de desaparecido - Arquivo ComCausa

Encontro “Luz de Esperança” encerra o ano com mobilização de famílias de pessoas desaparecidas

As escadarias da Câmara dos Vereadores, na Cinelândia (Centro do Rio), foram ocupadas nesta terça-feira, 16 de dezembro de 2025, por um encontro que foi muito além de uma confraternização de fim de ano. A Confraternização “Luz de Esperança” marcou o último ato de 2025 do Encontro Mensal em Prol dos Desaparecidos e reuniu familiares de pessoas desaparecidas, redes de apoio e organizações parceiras em um momento público de memória, acolhimento e mobilização — reafirmando, com firmeza e dignidade, que o desaparecimento de pessoas não pode ser tratado como rotina, “caso comum” ou estatística invisível. Ao longo da manhã, o espaço público se transformou em território de voz e presença. Em cada abraço, em cada relato, em cada fotografia segurada com cuidado, estava a mesma mensagem: a dor não termina com o calendário. E, justamente por isso, a proposta do encontro — organizada com sensibilidade e perseverança — foi reafirmar que o encerramento do ano não significa pausa, mas o fortalecimento de uma caminhada que continua, mês após mês, na busca por respostas, justiça, políticas públicas e acolhimento integral. O Encontro Mensal é organizado pelas Mães Virtuosas do Brasil e Mães Braços Fortes, grupos que se tornaram referência por sustentarem, com coragem e constância, uma mobilização permanente em defesa das famílias. As organizações têm construído um espaço de encontro que combina o que muitas vezes falta nas estruturas formais: escuta real, rede de apoio, cuidado e insistência pública para que o desaparecimento não seja empurrado para o silêncio. Presença parlamentar com destaque Um dos pontos relevantes do encontro foi a participação e o apoio da vereadora Tânia Bastos. Reconhecida pelas famílias e pela rede como uma presença institucional importante, a parlamentar contribuiu para ampliar a visibilidade da pauta em um espaço simbólico do poder público e reforçou, na prática, a mensagem de que o tema precisa ser tratado como prioridade, com responsabilidade e continuidade. A presença da vereadora foi destacada como um gesto de peso — não apenas pela formalidade do cargo, mas pela sinalização pública de escuta e compromisso. Em um cenário em que muitas famílias relatam sensação de abandono institucional, a participação parlamentar funciona como reforço concreto: a dor das mães e familiares não pode ser ignorada, e a construção de políticas públicas para enfrentar o desaparecimento depende também de presença, articulação e cobrança institucional. Ao somar apoio a essa mobilização, Tânia Bastos fortalece um caminho que exige ações permanentes, políticas integradas e proteção social. O reconhecimento das famílias se dá por entenderem que, quando o poder público se faz presente e escuta, cria-se um ambiente mais propício para avançar em medidas efetivas, como protocolos, fluxos de atendimento, integração de dados e fortalecimento de redes psicossociais. ComCausa: apoio, articulação e compromisso com visibilidade e cuidado Com o apoio da ComCausa – Defesa da Vida, o encontro teve também caráter de articulação ampliada: foi, simultaneamente, gesto de cuidado coletivo e cobrança pública por respostas. A ComCausa atua ao lado das famílias no fortalecimento de redes, na mobilização social e na defesa de direitos, compreendendo que o desaparecimento de pessoas é uma violação grave que atravessa a saúde emocional, a rotina, a renda, os vínculos familiares e o próprio sentido de segurança nas comunidades. Entre homenagens, falas e manifestações de solidariedade, as famílias reforçaram um ponto central: o encerramento do calendário anual não representa interrupção da luta — a ausência não entra em recesso. A vida segue, mas com um vazio que não se apaga. E, justamente por isso, é necessário que a sociedade e o poder público respondam com políticas permanentes, não com medidas pontuais. Entrevista à TV Câmara: compromisso com comunicação pública e apoio psicossocial Durante a mobilização, Adriano Dias, coordenador de ações da ComCausa – Defesa da Vida, concedeu entrevista à TV Câmara (Câmara dos Vereadores do Rio), reforçando o compromisso institucional da organização em contribuir para tirar os casos de desaparecimento da invisibilidade. Na entrevista, Adriano destacou que, sem visibilidade pública, muitos casos acabam se perdendo no silêncio social, o que amplia o sofrimento das famílias e dificulta a pressão por respostas. A ComCausa reafirmou a importância de fortalecer a comunicação pública, a mobilização social e o diálogo com instituições e redes parceiras, para que a pauta seja tratada com a seriedade necessária — sem sensacionalismo, mas com responsabilidade, ética e foco na proteção das famílias. Adriano também ressaltou como prioridade a ampliação do apoio psicológico e psicossocial às famílias, reconhecendo os impactos prolongados do desaparecimento na saúde emocional, na rotina e na organização familiar. A ComCausa reafirmou que o acolhimento precisa ser contínuo, com escuta qualificada, orientação e articulação de encaminhamentos, para que as famílias não sejam obrigadas a sustentar sozinhas — e por anos — o peso da busca e da ausência. Projeto Acolher a partir de 2026 Outro destaque do encontro foi a participação da psicóloga Alessandra Santana, que esteve junto aos familiares e à rede de apoio durante a atividade. A ComCausa – Defesa da Vida afirmou que Alessandra Santana conduzirá o Projeto Acolher a partir de 2026, coordenando uma retomada organizada e sistemática das frentes de cuidado, escuta qualificada e fortalecimento de vínculos com as famílias. A proposta é consolidar uma agenda estruturada, com metodologia de acolhimento e continuidade, combinando encontros periódicos, rodas de conversa, encaminhamentos e articulação com a rede de serviços. A iniciativa parte de uma compreensão fundamental: o desaparecimento produz impactos profundos e prolongados — e, por isso, exige respostas integradas, com proteção social, cuidado emocional e orientação permanente. Retomada do Acolher: Desaparecidos e do Memória e Justiça Durante a mobilização, a ComCausa – Defesa da Vida confirmou a retomada sistemática de duas frentes estruturantes do seu trabalho: Acolher: Desaparecidos e Acolher: Memória e Justiça, com continuidade, calendário e presença territorial. A proposta prevê encontros com familiares, espaços de escuta, ações públicas e instrumentos de memória. Entre as ações previstas estão os Varais da Memória, intervenções de rua que reúnem fotos, nomes e mensagens, reafirmando que cada história permanece viva e que a sociedade não pode aceitar

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Adolescente de 15 anos desaparece em Nova Iguaçu e família pede ajuda

A família de Marina Santana Andrade, de 15 anos, vive momentos de angústia desde o desaparecimento da adolescente, ocorrido na tarde do dia 15 de dezembro de 2025, por volta das 15h, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. De acordo com a mãe, Aryane Santana, Marina estava sob os cuidados do avô, Ailton Pereira dos Santos Filho, na residência localizada na Avenida Esplanada, nº 106, bairro Viga, local onde foi vista pela última vez. Desde então, a família não recebeu nenhuma informação sobre o paradeiro da jovem. A mãe faz um apelo à população para que compartilhe a informação e ajude nas buscas. Qualquer detalhe, por menor que pareça, pode ser decisivo para localizar a adolescente. Contato para informações Aryane Santana (mãe): (21) 97944-5885 Casos de desaparecimento mobilizam famílias, comunidades e autoridades. A colaboração da sociedade é fundamental para acelerar o reencontro e garantir a Defesa da vida. Orientações em caso de desaparecimento Compartilhar informações corretas pode salvar vidas e ajudar Marina a voltar para casa. Leia também | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________________ ______________________ Colabore com nosso projeto pix.comcausa@gmail.com ______________________ Compartilhe:

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Marina Santana Andrade, de 15 anos - Foto Reprodução redes sociais

Adolescente Marina Santana Andrade é encontrada em Nova Iguaçu

A adolescente Marina Santana Andrade, de 15 anos, que estava desaparecida desde a tarde do dia 15 de dezembro de 2025, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, foi encontrada. A informação foi confirmada pela família nesta semana, trazendo alívio após dias de angústia e mobilização nas redes sociais. Marina havia sido vista pela última vez no bairro Viga, onde estava sob os cuidados do avô. O caso gerou grande comoção e levou familiares, amigos, coletivos sociais e moradores da região a compartilharem amplamente o pedido de ajuda. A mãe da adolescente, Aryane Santana, agradeceu o apoio recebido e destacou a importância da solidariedade e da rápida divulgação das informações. A família informou que Marina está em segurança e recebendo o acolhimento necessário. Mobilização que salva vidas O desfecho positivo reforça a importância da atuação conjunta entre família, comunidade, imprensa e autoridades em casos de desaparecimento, especialmente quando envolvem crianças e adolescentes. Compartilhar informações corretas, com responsabilidade, pode fazer a diferença entre o desespero e o reencontro. Orientações em caso de desaparecimento Compartilhar informações corretas pode salvar vidas e ajudar Marina a voltar para casa. Leia também | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________________ ______________________ Colabore com nosso projeto pix.comcausa@gmail.com ______________________ Compartilhe:

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Rede Saúde nas favelas

Rede Saúde nas Favelas: Espaço Múltiplo Orla

Desde 2005, o Espaço Múltiplo Orla atua na linha de frente da proteção social básica em Niterói, na Região Metropolitana Leste Fluminense. A organização sem fins lucrativos e filantrópica acolhe famílias em situação de vulnerabilidade e risco social, com ações que priorizam a prevenção, a inclusão e o fortalecimento da cidadania. Reconhecida como entidade de utilidade pública e certificada federalmente como entidade beneficente de assistência social, a ONG construiu ao longo de duas décadas uma rede de apoio sólida, voltada principalmente para crianças, adolescentes, gestantes e jovens adultos. A iniciativa integra a Política Nacional de Assistência Social (PNAS) e contribui para a consolidação da Rede de Atendimento Social no município. Atuação em múltiplas frentes O Espaço Múltiplo Orla desenvolve programas que abrangem áreas essenciais para o desenvolvimento humano e comunitário. Entre eles estão Ações Emergenciais, Corpo Saudável, Educação, Cultura e Arte, Mente Saudável e Preparação para o Trabalho. Essas frentes permitem uma abordagem integrada, que vai da segurança alimentar ao cuidado com a saúde mental e à qualificação profissional. As ações alcançam comunidades como Preventório, Cavalão, Palácio, Morro do Estado, Cotia e Vital Brazil, territórios marcados por desigualdades históricas e desafios sociais persistentes. Ao atuar diretamente nesses locais, a ONG reduz barreiras de acesso a serviços essenciais e amplia oportunidades para quem mais precisa. Missão visão e metas A missão do Espaço Múltiplo Orla é oferecer serviços socioassistenciais, de segurança alimentar e de saúde mental, promovendo a inclusão social no âmbito da proteção social básica. A visão da instituição é clara: transformar vidas, mudar realidades e reduzir desigualdades, fortalecendo a cidadania de forma contínua. Entre as metas estão ampliar o número de beneficiados em Niterói, capacitar adolescentes e jovens para o mercado de trabalho, oferecer atendimento psicológico e psicanalítico individual e em grupo, e somar esforços com a sociedade civil, órgãos públicos e a iniciativa privada. Compromisso com a cidadania Com atendimento pautado na qualidade e na igualdade, o Espaço Múltiplo Orla se consolida como referência local em assistência social. Sua trajetória mostra que políticas públicas aliadas à ação comunitária organizada têm impacto real na defesa da vida e na construção de uma sociedade mais justa. Comunicação e presença digital Telefone: (21) 99848-7979 Sobre o Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro A rede Saúde da Favela, atualmente denominada 146x Favela, representa uma construção inédita que une o saber científico das universidades à vivência concreta das comunidades. Nela, instituições de referência como Fiocruz, IFF, UENF, UFRJ, UERJ, PUCRJ, SBPC, Alerj e Abrasco  atuam em cooperação direta com coletivos de base, movimentos populares e organizações locais, formando uma estrutura de colaboração sem precedentes em escala e profundidade. Hoje, a rede articula 146 iniciativas comunitárias, cada uma com sua história, identidade e base territorial. Essa capilaridade é um de seus maiores diferenciais, permitindo que o debate sobre o direito à saúde chegue a espaços onde o Estado historicamente se ausenta — nas vielas, becos, ocupações, periferias urbanas e áreas rurais marginalizadas. Outro pilar essencial é a diversidade dos parceiros: associações de moradores, coletivos de juventude, grupos de comunicação comunitária, instituições de educação popular, terreiros de matriz africana, articulações indígenas, movimentos de mulheres, LGBTQIAPN+ e tantos outros. É essa pluralidade de experiências e saberes que dá vida à iniciativa, transformando-a em um verdadeiro instrumento de democratização da saúde. Ao integrar-se à rede, a ComCausa Defesa da Vida busca fortalecer esse potencial coletivo, contribuindo para consolidar uma política de saúde fundada na escuta, na ciência e na dignidade humana — pilares de um futuro em que a favela não seja vista como espaço de carência, mas como território de potência, conhecimento e esperança. Leia também | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________________ ______________________ Colabore com nosso projeto pix.comcausa@gmail.com ______________________ Compartilhe:

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