João Oscar

O Ministério da Saúde, em parceria com a Agência Brasileira de Apoio à Gestão do SUS (AgSUS), lançou um novo edital do Programa de Formação de Agentes Educadoras e Educadores Populares de Saúde (AgPopSUS). A iniciativa reforça a atuação comunitária na defesa do Sistema Único de Saúde, com foco especial em favelas e periferias de todo o país. A chamada pública segue aberta até o dia 18 de janeiro e busca selecionar movimentos sociais populares para a formação de 450 turmas em 17 unidades da Federação. A expectativa é beneficiar diretamente até 9 mil pessoas, ampliando de forma significativa a presença de agentes populares de saúde nos territórios mais vulnerabilizados. Cada turma contará com um educador ou educadora e 20 educandos, fortalecendo redes locais de cuidado, informação e mobilização social. O programa aposta na educação popular em saúde como ferramenta estratégica para promover o acesso a direitos, estimular a participação social e enfrentar desigualdades históricas que impactam o acesso aos serviços do SUS. Criado para valorizar o conhecimento construído nos territórios, o AgPopSUS dialoga com princípios da educação popular inspirados em Paulo Freire e reconhece o papel central dos movimentos sociais na promoção da saúde. Em edições anteriores, o programa contribuiu para ações de prevenção, comunicação comunitária e articulação entre população e serviços de saúde, especialmente durante a pandemia de Covid-19. Com o novo edital, o Ministério da Saúde reafirma o compromisso com o fortalecimento do SUS a partir da base, investindo na formação de lideranças comunitárias capazes de atuar na defesa da vida, da saúde coletiva e da democracia. ComuniSaúde e o impacto nas favelas O ComuniSaúde é uma iniciativa que difunde o direito à saúde e valoriza o Sistema Único de Saúde (SUS) e seus profissionais, fortalecendo redes comunitárias em favelas e periferias por meio de ações formativas, comunicação cidadã e articulações locais que ampliam o acesso ao atendimento básico, à saúde mental e a campanhas educativas. O projeto atua como ponte entre moradores e serviços públicos, oferecendo também um canal telefônico para orientação, mediação de conflitos e cobrança junto aos órgãos competentes sempre que houver negativa ou omissão no atendimento. ComCausa ComuniSaúde Baixada: 21 96942-1505 e acesse: comunisaude.org.br Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro Desde 2021, mais de R$ 22 milhões foram investidos em projetos de saúde nas favelas cariocas, com apoio da Lei Nº 8.972/20 e do Fundo Especial da ALERJ. Instituições renomadas como a Fiocruz , IFF, UENF, UFRJ, UERJ, PUCRJ, SBPC, Alerj e Abrasco fazem parte do Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro, com o objetivo de garantir que os serviços de saúde alcancem as áreas mais necessitadas. Essa articulação interinstitucional é fundamental para reduzir desigualdades históricas e promover o acesso universal à saúde como um direito humano básico e inalienável. Leia também | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________________ ______________________ Colabore com nosso projeto pix.comcausa@gmail.com ______________________ Compartilhe: Agentes de Saúde

Ministério da Saúde lança novo edital do AgPopSUS para fortalecer o SUS em favelas e periferias

O Ministério da Saúde, em parceria com a Agência Brasileira de Apoio à Gestão do SUS (AgSUS), lançou um novo edital do Programa de Formação de Agentes Educadoras e Educadores Populares de Saúde (AgPopSUS). A iniciativa reforça a atuação comunitária na defesa do Sistema Único de Saúde, com foco especial em favelas e periferias de todo o país. A chamada pública segue aberta até o dia 18 de janeiro e busca selecionar movimentos sociais populares para a formação de 450 turmas em 17 unidades da Federação. A expectativa é beneficiar diretamente até 9 mil pessoas, ampliando de forma significativa a presença de agentes populares de saúde nos territórios mais vulnerabilizados. Cada turma contará com um educador ou educadora e 20 educandos, fortalecendo redes locais de cuidado, informação e mobilização social. O programa aposta na educação popular em saúde como ferramenta estratégica para promover o acesso a direitos, estimular a participação social e enfrentar desigualdades históricas que impactam o acesso aos serviços do SUS. Criado para valorizar o conhecimento construído nos territórios, o AgPopSUS dialoga com princípios da educação popular inspirados em Paulo Freire e reconhece o papel central dos movimentos sociais na promoção da saúde. Em edições anteriores, o programa contribuiu para ações de prevenção, comunicação comunitária e articulação entre população e serviços de saúde, especialmente durante a pandemia de Covid-19. Com o novo edital, o Ministério da Saúde reafirma o compromisso com o fortalecimento do SUS a partir da base, investindo na formação de lideranças comunitárias capazes de atuar na defesa da vida, da saúde coletiva e da democracia. ComuniSaúde e o impacto nas favelas O ComuniSaúde é uma iniciativa que difunde o direito à saúde e valoriza o Sistema Único de Saúde (SUS) e seus profissionais, fortalecendo redes comunitárias em favelas e periferias por meio de ações formativas, comunicação cidadã e articulações locais que ampliam o acesso ao atendimento básico, à saúde mental e a campanhas educativas. O projeto atua como ponte entre moradores e serviços públicos, oferecendo também um canal telefônico para orientação, mediação de conflitos e cobrança junto aos órgãos competentes sempre que houver negativa ou omissão no atendimento. ComCausa ComuniSaúde Baixada: 21 96942-1505 e acesse: comunisaude.org.br Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro Desde 2021, mais de R$ 22 milhões foram investidos em projetos de saúde nas favelas cariocas, com apoio da Lei Nº 8.972/20 e do Fundo Especial da ALERJ. Instituições renomadas como a Fiocruz , IFF, UENF, UFRJ, UERJ, PUCRJ, SBPC, Alerj e Abrasco fazem parte do Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro, com o objetivo de garantir que os serviços de saúde alcancem as áreas mais necessitadas. Essa articulação interinstitucional é fundamental para reduzir desigualdades históricas e promover o acesso universal à saúde como um direito humano básico e inalienável. Leia também | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________________ ______________________ Colabore com nosso projeto pix.comcausa@gmail.com ______________________ Compartilhe:

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Rede Saúde nas favelas

Rede Saúde nas Favelas: GASCO – Grupo de Ação Social Comunitária

O Grupo de Ação Social Comunitária (GASCO) é uma organização não governamental sem fins lucrativos que atua diretamente na favela do Vidigal, na zona sul do Rio de Janeiro, com o objetivo de promover educação, esporte e cultura como ferramentas de transformação social. A iniciativa integra ações comunitárias que buscam fortalecer a autoestima e ampliar oportunidades para moradores do território. Com base na defesa dos direitos humanos e do meio ambiente, o GASCO desenvolve projetos e programas voltados à promoção educacional, cultural e desportiva. A organização também realiza eventos, competições e campanhas comunitárias que contribuem para a melhoria das condições de vida da população local. Entre as atividades oferecidas estão práticas esportivas como judô e capoeira, aulas de dança — incluindo fit dance e balé — e ações voltadas ao bem-estar físico e emocional. No campo educacional, a ONG promove iniciativas como o ensino de inglês, ampliando o acesso ao conhecimento e às possibilidades de inserção social e profissional. O GASCO também atua na defesa e divulgação dos direitos das mulheres, crianças, adolescentes e idosos, reforçando o compromisso com a proteção social e a construção de uma comunidade mais justa e inclusiva. As campanhas desenvolvidas pela organização dialogam com as necessidades reais do território e valorizam o protagonismo dos moradores. Reconhecida por sua atuação comunitária, a ONG se consolida como um espaço de acolhimento, aprendizado e mobilização social no Vidigal. Ao investir em educação, esporte e cultura, o GASCO reafirma que políticas públicas e direitos podem e devem ser construídos a partir do território, com participação popular e compromisso com a defesa da vida. Comunicação e presença digital Sobre o Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro A rede Saúde da Favela, atualmente denominada 146x Favela, representa uma construção inédita que une o saber científico das universidades à vivência concreta das comunidades. Nela, instituições de referência como Fiocruz, IFF, UENF, UFRJ, UERJ, PUCRJ, SBPC, Alerj e Abrasco  atuam em cooperação direta com coletivos de base, movimentos populares e organizações locais, formando uma estrutura de colaboração sem precedentes em escala e profundidade. Hoje, a rede articula 146 iniciativas comunitárias, cada uma com sua história, identidade e base territorial. Essa capilaridade é um de seus maiores diferenciais, permitindo que o debate sobre o direito à saúde chegue a espaços onde o Estado historicamente se ausenta — nas vielas, becos, ocupações, periferias urbanas e áreas rurais marginalizadas. Outro pilar essencial é a diversidade dos parceiros: associações de moradores, coletivos de juventude, grupos de comunicação comunitária, instituições de educação popular, terreiros de matriz africana, articulações indígenas, movimentos de mulheres, LGBTQIAPN+ e tantos outros. É essa pluralidade de experiências e saberes que dá vida à iniciativa, transformando-a em um verdadeiro instrumento de democratização da saúde. Ao integrar-se à rede, a ComCausa Defesa da Vida busca fortalecer esse potencial coletivo, contribuindo para consolidar uma política de saúde fundada na escuta, na ciência e na dignidade humana — pilares de um futuro em que a favela não seja vista como espaço de carência, mas como território de potência, conhecimento e esperança. Leia também | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________________ ______________________ Colabore com nosso projeto pix.comcausa@gmail.com ______________________ Compartilhe:

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ComuniSaúde alerta para vacinação contra o sarampo na Baixada Fluminense

O ComuniSaúde emitiu um alerta para a importância da vacinação contra o sarampo, diante do aumento da vigilância epidemiológica em municípios da Baixada Fluminense. Algumas cidades da região já iniciaram ações de conscientização e busca ativa por pessoas com esquema vacinal incompleto, reforçando a prevenção contra uma doença altamente contagiosa. De acordo com dados da Secretaria Estadual de Saúde, em 2024 foram notificados 207 casos suspeitos de sarampo no estado do Rio de Janeiro. Desses, 205 foram descartados, um caso foi confirmado e outro segue em investigação. Já em 2025, até o momento, há cinco casos em investigação e oito notificações descartadas. Apesar do registro confirmado, não houve transmissão secundária da doença. Por isso, o Brasil mantém o status de país livre do sarampo, reconquistado no ano passado após esforços nacionais de imunização. Ainda assim, a Secretaria Estadual de Saúde enviou um boletim de alerta aos municípios fluminenses, orientando que as equipes de saúde permaneçam atentas a novos casos suspeitos. O sarampo é uma doença de notificação compulsória. Isso significa que qualquer suspeita deve ser comunicada imediatamente às autoridades de saúde, permitindo ações rápidas de bloqueio e prevenção da transmissão. Altamente contagiosa, a doença pode ser transmitida por uma única pessoa infectada a até 90% das pessoas próximas que não estejam imunizadas. Os principais sintomas incluem febre alta e manchas vermelhas pelo corpo, além de tosse, coriza, mal-estar e irritação nos olhos. Em casos mais graves, o sarampo pode evoluir para complicações sérias, como inflamação no cérebro, podendo levar à morte. O ComuniSaúde reforça que a vacinação é a principal forma de proteção individual e coletiva. Manter a caderneta vacinal atualizada é um ato de cuidado consigo e com a comunidade, especialmente em territórios mais vulneráveis. A prevenção é fundamental para evitar o retorno de doenças já controladas e garantir a defesa da vida. ComuniSaúde e o impacto nas favelas O ComuniSaúde é uma iniciativa que difunde o direito à saúde e valoriza o Sistema Único de Saúde (SUS) e seus profissionais, fortalecendo redes comunitárias em favelas e periferias por meio de ações formativas, comunicação cidadã e articulações locais que ampliam o acesso ao atendimento básico, à saúde mental e a campanhas educativas. O projeto atua como ponte entre moradores e serviços públicos, oferecendo também um canal telefônico para orientação, mediação de conflitos e cobrança junto aos órgãos competentes sempre que houver negativa ou omissão no atendimento. ComCausa ComuniSaúde Baixada: 21 96942-1505 e acesse: comunisaude.org.br Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro Desde 2021, mais de R$ 22 milhões foram investidos em projetos de saúde nas favelas cariocas, com apoio da Lei Nº 8.972/20 e do Fundo Especial da ALERJ. Instituições renomadas como a Fiocruz , IFF, UENF, UFRJ, UERJ, PUCRJ, SBPC, Alerj e Abrasco fazem parte do Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro, com o objetivo de garantir que os serviços de saúde alcancem as áreas mais necessitadas. Essa articulação interinstitucional é fundamental para reduzir desigualdades históricas e promover o acesso universal à saúde como um direito humano básico e inalienável. Leia também | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________________ ______________________ Colabore com nosso projeto pix.comcausa@gmail.com ______________________ Compartilhe:

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Projeto ComuniSaúde reforça conscientização sobre Hemofilia no Dia do Hemofílico

No dia 4 de janeiro, celebramos o Dia Nacional da Hemofilia, uma data significativa para aumentar a conscientização sobre essa condição no Brasil. A escolha da data homenageia o cartunista Henfil, que faleceu em 4 de janeiro de 1988, e que, assim como seus irmãos Betinho, o sociólogo Herbert de Souza, e o músico Chico Mário, convivia com a hemofilia. A hemofilia é uma desordem hemorrágica hereditária caracterizada pela ausência ou deficiência de proteínas essenciais para a coagulação do sangue. No Brasil, o tratamento profilático para hemofilia hereditária é disponibilizado pelo Sistema Único de Saúde (SUS), permitindo que os pacientes levem uma vida ativa e saudável. Neste dia, homenageamos todas as pessoas com hemofilia que, por meio de tratamento adequado e acesso à informação, superam desafios e vivem plenamente inseridas na sociedade, com saúde e qualidade de vida. O projeto ComuniSaúde, uma iniciativa da ComCausa, visa fortalecer o direito à saúde nas comunidades mais vulneráveis da Baixada Fluminense. Em parceria com instituições renomadas, como a Fiocruz, o projeto busca melhorar o acesso ao atendimento básico, promover a saúde mental e fortalecer as redes comunitárias nas favelas da região. O ComuniSaúde será implementado nas principais favelas de municípios como Duque de Caxias, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Belford Roxo, Nilópolis e Mesquita, em colaboração com as secretarias municipais de saúde e instituições locais. O envolvimento dos moradores será crucial para mapear as necessidades e garantir que a campanha atinja todos de forma inclusiva. Além disso, o lançamento da plataforma digital ComuniSaude.org.br fornecerá informações detalhadas sobre os serviços de saúde disponíveis. A ComCausa também disponibilizará um número de telefone com aplicativos de mensagens para fornecer suporte durante a campanha, garantindo que a população tenha fácil acesso a orientações sobre os serviços de saúde. Desde 2021, mais de R$ 22 milhões foram investidos em projetos de saúde nas favelas cariocas, com apoio da Lei Nº 8.972/20 e do Fundo Especial da ALERJ. Instituições renomadas como a Fiocruz, IFF, UENF, UFRJ, UERJ, PUC-RJ, SBPC, ALERJ e Abrasco fazem parte do Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro, com o objetivo de garantir que os serviços de saúde alcancem as áreas mais necessitadas.A união de esforços entre projetos como o ComuniSaúde e o Plano Integrado de Saúde nas Favelas reforça o compromisso com a promoção da saúde e a melhoria da qualidade de vida nas comunidades mais vulneráveis do Rio de Janeiro. ComuniSaúde e o impacto nas favelas O ComuniSaúde é uma iniciativa que difunde o direito à saúde e valoriza o Sistema Único de Saúde (SUS) e seus profissionais, fortalecendo redes comunitárias em favelas e periferias por meio de ações formativas, comunicação cidadã e articulações locais que ampliam o acesso ao atendimento básico, à saúde mental e a campanhas educativas. O projeto atua como ponte entre moradores e serviços públicos, oferecendo também um canal telefônico para orientação, mediação de conflitos e cobrança junto aos órgãos competentes sempre que houver negativa ou omissão no atendimento. ComCausa ComuniSaúde Baixada: 21 96942-1505 e acesse: comunisaude.org.br Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro Desde 2021, mais de R$ 22 milhões foram investidos em projetos de saúde nas favelas cariocas, com apoio da Lei Nº 8.972/20 e do Fundo Especial da ALERJ. Instituições renomadas como a Fiocruz , IFF, UENF, UFRJ, UERJ, PUCRJ, SBPC, Alerj e Abrasco fazem parte do Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro, com o objetivo de garantir que os serviços de saúde alcancem as áreas mais necessitadas. Essa articulação interinstitucional é fundamental para reduzir desigualdades históricas e promover o acesso universal à saúde como um direito humano básico e inalienável. Leia também | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________________ ______________________ Colabore com nosso projeto pix.comcausa@gmail.com ______________________ Compartilhe:

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Dia-Nacional-do-Sistema-Braille

ComuniSaúde: Dia Mundial do Braille

O Dia Mundial do Braille é celebrado em 4 de janeiro e marca a importância de um sistema que transformou o acesso à leitura, à escrita e à informação para milhões de pessoas cegas em todo o mundo. A data homenageia o nascimento de Louis Braille, criador do método que até hoje é a forma oficial de leitura e escrita utilizada por pessoas com deficiência visual. Louis Braille perdeu a visão aos três anos de idade e, ainda muito jovem, dedicou-se a desenvolver um sistema que permitisse a leitura por meio do tato. Aos 20 anos, ele criou um alfabeto baseado em combinações de um a seis pontos em relevo. O método se espalhou internacionalmente e segue sendo essencial para a autonomia, a educação e a participação social das pessoas invisuais. O sistema Braille é composto por 64 sinais, formados a partir de pontos em relevo organizados em duas colunas verticais, semelhantes a um dominó em posição vertical. A leitura é feita da esquerda para a direita, com a ponta dos dedos, permitindo o reconhecimento de letras, números, símbolos e até notações musicais e científicas. Presente em livros, folhetos, embalagens de medicamentos, elevadores, CDs, DVDs e diversos outros produtos, o Braille garante acessibilidade à informação e fortalece o direito à comunicação. Mais do que um recurso técnico, ele representa inclusão, independência e cidadania. Em Portugal, o Núcleo para o Braille e Meios Complementares de Leitura, ligado ao Instituto Nacional para a Reabilitação (INR, I. P.), tem papel central na promoção do sistema. No Dia Mundial do Braille, a instituição organiza atividades e eventos que reforçam a importância da acessibilidade e da igualdade de direitos para pessoas com deficiência visual. Celebrar o Dia Mundial do Braille é reafirmar que o acesso à leitura e à informação é um direito humano fundamental. Em uma sociedade que busca ser mais justa e inclusiva, valorizar o Braille é reconhecer a diversidade e defender a dignidade de todas as pessoas. ComuniSaúde e o impacto nas favelas O ComuniSaúde é uma iniciativa que difunde o direito à saúde e valoriza o Sistema Único de Saúde (SUS) e seus profissionais, fortalecendo redes comunitárias em favelas e periferias por meio de ações formativas, comunicação cidadã e articulações locais que ampliam o acesso ao atendimento básico, à saúde mental e a campanhas educativas. O projeto atua como ponte entre moradores e serviços públicos, oferecendo também um canal telefônico para orientação, mediação de conflitos e cobrança junto aos órgãos competentes sempre que houver negativa ou omissão no atendimento. ComCausa ComuniSaúde Baixada: 21 96942-1505 e acesse: comunisaude.org.br Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro Desde 2021, mais de R$ 22 milhões foram investidos em projetos de saúde nas favelas cariocas, com apoio da Lei Nº 8.972/20 e do Fundo Especial da ALERJ. Instituições renomadas como a Fiocruz , IFF, UENF, UFRJ, UERJ, PUCRJ, SBPC, Alerj e Abrasco fazem parte do Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro, com o objetivo de garantir que os serviços de saúde alcancem as áreas mais necessitadas. Essa articulação interinstitucional é fundamental para reduzir desigualdades históricas e promover o acesso universal à saúde como um direito humano básico e inalienável. Leia também | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________________ ______________________ Colabore com nosso projeto pix.comcausa@gmail.com ______________________ Compartilhe:

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Saúde, médico

ComuniSaúde: Dia do Sanitarista

Os sanitaristas exercem um papel estratégico na proteção da saúde coletiva e na melhoria das condições de vida da população. Atuando no campo da saúde pública, esses profissionais se dedicam ao estudo, à implementação e à defesa de políticas e práticas que reduzem riscos sanitários, previnem doenças e promovem o bem-estar social. Com formação interdisciplinar, o trabalho do sanitarista vai muito além do atendimento individual. Na epidemiologia, por exemplo, esses profissionais analisam a distribuição das doenças, investigam surtos e monitoram dados de saúde para identificar ameaças à população. Esse acompanhamento contínuo permite respostas mais rápidas e eficazes a emergências sanitárias. Outro eixo central da atuação está na prevenção de doenças. Sanitaristas desenvolvem campanhas de vacinação, programas de controle de vetores, ações educativas e estratégias que reduzem a incidência de doenças evitáveis. Essas iniciativas ajudam a salvar vidas e a diminuir a sobrecarga dos sistemas de saúde. Na formulação de políticas públicas, os sanitaristas colaboram diretamente com gestores e governos. Eles contribuem para a criação de normas e diretrizes que envolvem saneamento básico, acesso à água potável, segurança alimentar, nutrição adequada e ampliação do acesso aos serviços de saúde, especialmente em territórios mais vulnerabilizados. A gestão em saúde pública também faz parte de suas atribuições. Muitos sanitaristas ocupam cargos de coordenação, liderando equipes, organizando recursos e garantindo que programas de saúde cheguem a quem mais precisa. Esse trabalho é fundamental para reduzir desigualdades e fortalecer o Sistema Único de Saúde. Além disso, a educação e a promoção da saúde são frentes permanentes de atuação. Por meio de campanhas comunitárias, oficinas, projetos educativos e comunicação popular, os sanitaristas incentivam hábitos saudáveis e ampliam o conhecimento da população sobre prevenção e direitos em saúde. A pesquisa em saúde pública completa esse ciclo de atuação. Ao investigar determinantes sociais da saúde e avaliar a eficácia das políticas e intervenções, os sanitaristas ajudam a construir soluções mais justas e eficientes para os desafios sanitários contemporâneos. Diante de crises sanitárias, mudanças climáticas e desigualdades sociais, o trabalho dos sanitaristas se mostra cada vez mais essencial. Ao articular ciência, política e participação social, esses profissionais reafirmam que saúde não é privilégio, mas um direito fundamental e coletivo. ComuniSaúde e o impacto nas favelas O ComuniSaúde é uma iniciativa que difunde o direito à saúde e valoriza o Sistema Único de Saúde (SUS) e seus profissionais, fortalecendo redes comunitárias em favelas e periferias por meio de ações formativas, comunicação cidadã e articulações locais que ampliam o acesso ao atendimento básico, à saúde mental e a campanhas educativas. O projeto atua como ponte entre moradores e serviços públicos, oferecendo também um canal telefônico para orientação, mediação de conflitos e cobrança junto aos órgãos competentes sempre que houver negativa ou omissão no atendimento. ComCausa ComuniSaúde Baixada: 21 96942-1505 e acesse: comunisaude.org.br Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro Desde 2021, mais de R$ 22 milhões foram investidos em projetos de saúde nas favelas cariocas, com apoio da Lei Nº 8.972/20 e do Fundo Especial da ALERJ. Instituições renomadas como a Fiocruz , IFF, UENF, UFRJ, UERJ, PUCRJ, SBPC, Alerj e Abrasco fazem parte do Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro, com o objetivo de garantir que os serviços de saúde alcancem as áreas mais necessitadas. Essa articulação interinstitucional é fundamental para reduzir desigualdades históricas e promover o acesso universal à saúde como um direito humano básico e inalienável. Leia também | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________________ ______________________ Colabore com nosso projeto pix.comcausa@gmail.com ______________________ Compartilhe:

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