João Oscar

Rede Saúde nas favelas

Rede Saúde nas Favelas: Grêmio Recreativo Escola de Samba Alegria da Zona Norte

O Grêmio Recreativo Escola de Samba Alegria da Zona Norte consolidou-se como uma das principais forças culturais do Carnaval de Niterói, aliando sucesso na avenida a um forte compromisso social. Fundada em 5 de dezembro de 2008, a escola nasceu na comunidade do Bernardino, no bairro do Fonseca, e teve uma ascensão rápida até alcançar o Grupo Especial do carnaval da cidade. A estreia aconteceu em 2011, ainda como bloco de embalo, com o enredo “Pimenta pode ser da mais ardida, no tempero da Zona Norte, é só alegria”. Em poucos anos, a escola conquistou espaço, obteve títulos e passou a figurar entre as grandes agremiações do carnaval niteroiense. Em 2018, venceu o Grupo Principal com o enredo “África, sua herança cultural, num grito de liberdade”. No ano seguinte, tornou-se bicampeã ao levar para a avenida “Oyá Matamba – O império de Njinga Rainha”. Mais recentemente, garantiu dois vice-campeonatos consecutivos em 2022 e 2023. Com as cores verde, vermelho e branco, a Alegria da Zona Norte se destaca por enredos que valorizam a cultura popular, a ancestralidade africana e temas sociais. Para o Carnaval de 2025, a escola aposta em um tema de forte impacto social: “No espelho da Alegria reflete um artista! Muito prazer, eu sou Autista!”. O enredo propõe conscientização, combate ao preconceito e valorização das potencialidades das pessoas autistas, reforçando o papel do carnaval como instrumento de educação e transformação social. Além da avenida, a escola atua diretamente na comunidade. Entre seus objetivos estão o apoio a ações de segurança alimentar e o enfrentamento da fome e da pobreza, especialmente junto às famílias de jovens beneficiados por projetos de combate à evasão escolar. A agremiação também desenvolve metodologias de formação voltadas ao letramento crítico e ao incentivo à comunicação social, buscando mobilizar jovens de territórios populares e ampliar o acesso a direitos. Com forte presença nas redes sociais e vínculo direto com a população do Fonseca, a Alegria da Zona Norte reafirma que o samba vai além da festa. A escola se firma como um espaço de resistência cultural, inclusão e defesa da vida, mostrando que o carnaval também pode ser uma poderosa ferramenta de transformação social. Sobre o Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro A rede Saúde da Favela, atualmente denominada 146x Favela, representa uma construção inédita que une o saber científico das universidades à vivência concreta das comunidades. Nela, instituições de referência como Fiocruz, IFF, UENF, UFRJ, UERJ, PUCRJ, SBPC, Alerj e Abrasco  atuam em cooperação direta com coletivos de base, movimentos populares e organizações locais, formando uma estrutura de colaboração sem precedentes em escala e profundidade. Hoje, a rede articula 146 iniciativas comunitárias, cada uma com sua história, identidade e base territorial. Essa capilaridade é um de seus maiores diferenciais, permitindo que o debate sobre o direito à saúde chegue a espaços onde o Estado historicamente se ausenta — nas vielas, becos, ocupações, periferias urbanas e áreas rurais marginalizadas. Outro pilar essencial é a diversidade dos parceiros: associações de moradores, coletivos de juventude, grupos de comunicação comunitária, instituições de educação popular, terreiros de matriz africana, articulações indígenas, movimentos de mulheres, LGBTQIAPN+ e tantos outros. É essa pluralidade de experiências e saberes que dá vida à iniciativa, transformando-a em um verdadeiro instrumento de democratização da saúde. Ao integrar-se à rede, a ComCausa Defesa da Vida busca fortalecer esse potencial coletivo, contribuindo para consolidar uma política de saúde fundada na escuta, na ciência e na dignidade humana — pilares de um futuro em que a favela não seja vista como espaço de carência, mas como território de potência, conhecimento e esperança. Leia também | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________________ ______________________ Colabore com nosso projeto pix.comcausa@gmail.com ______________________ Compartilhe:

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Favela Criança Água Verão

ComuniSaúde: Calor Nível 3 exige cuidados urgentes para proteger a saúde da população

O Calor Nível 3 representa uma condição de calor intenso a extremo, com impactos diretos e imediatos sobre a saúde pública. No Rio de Janeiro, a situação já pressiona o sistema de saúde: são cerca de 450 atendimentos por dia relacionados aos efeitos do calor, segundo dados da rede municipal. A maior parte dos casos vem de áreas mais vulneráveis da cidade, especialmente das favelas, onde o acesso à ventilação adequada, água potável e ambientes refrigerados é limitado. Crianças, idosos, pessoas com doenças crônicas e quem vive ou trabalha exposto ao sol estão entre os mais afetados. Nas comunidades, o calor excessivo se intensifica devido à alta densidade de moradias, pouca arborização e uso de materiais que retêm calor, agravando os riscos à saúde. Entre os principais problemas associados estão a desidratação grave, a exaustão pelo calor — com sintomas como fraqueza, tontura, náusea e dor de cabeça — e a insolação, quadro mais severo caracterizado pelo aumento perigoso da temperatura corporal, que pode levar à morte. Também são frequentes os desmaios, a queda de pressão e o agravamento de doenças cardíacas, respiratórias, renais e metabólicas. A exposição prolongada ao sol ainda causa queimaduras e danos à pele. Especialistas alertam que as ondas de calor estão se tornando mais frequentes e intensas, efeito associado às mudanças climáticas. A Organização Mundial da Saúde aponta que populações em situação de vulnerabilidade social sofrem os impactos mais graves, ampliando desigualdades já existentes. Os cuidados recomendados são urgentes: beber água com frequência, mesmo sem sentir sede; evitar exposição ao sol entre 10h e 16h; usar roupas leves e claras, chapéu ou boné; e procurar locais ventilados, com sombra ou refrigeração. Crianças, idosos e pessoas doentes precisam de atenção redobrada. Sinais como confusão mental, fraqueza extrema ou desmaio exigem atendimento médico imediato. Diante desse cenário, cuidar é um ato coletivo. Oferecer água, compartilhar informação e apoiar quem está mais exposto — especialmente nas favelas e nas ruas — pode salvar vidas. Em situações de emergência, os serviços de saúde devem ser acionados sem demora. Informação, prevenção e mobilização social seguem sendo fundamentais na defesa da vida. ComuniSaúde e o impacto nas favelas O ComuniSaúde é uma iniciativa que difunde o direito à saúde e valoriza o Sistema Único de Saúde (SUS) e seus profissionais, fortalecendo redes comunitárias em favelas e periferias por meio de ações formativas, comunicação cidadã e articulações locais que ampliam o acesso ao atendimento básico, à saúde mental e a campanhas educativas. O projeto atua como ponte entre moradores e serviços públicos, oferecendo também um canal telefônico para orientação, mediação de conflitos e cobrança junto aos órgãos competentes sempre que houver negativa ou omissão no atendimento. ComCausa ComuniSaúde Baixada: 21 96942-1505 e acesse: comunisaude.org.br Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro Desde 2021, mais de R$ 22 milhões foram investidos em projetos de saúde nas favelas cariocas, com apoio da Lei Nº 8.972/20 e do Fundo Especial da ALERJ. Instituições renomadas como a Fiocruz , IFF, UENF, UFRJ, UERJ, PUCRJ, SBPC, Alerj e Abrasco fazem parte do Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro, com o objetivo de garantir que os serviços de saúde alcancem as áreas mais necessitadas. Essa articulação interinstitucional é fundamental para reduzir desigualdades históricas e promover o acesso universal à saúde como um direito humano básico e inalienável. Leia também | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________________ ______________________ Colabore com nosso projeto pix.comcausa@gmail.com ______________________ Compartilhe:

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Rede Saúde nas favelas

Rede Saúde nas Favelas: Frente de Mobilização Maré

A Frente de Mobilização da Maré nasceu em março de 2020, quando comunicadores comunitários decidiram enfrentar a pandemia com informação acessível e ação direta. O objetivo inicial era simples e urgente: levar orientações claras sobre sintomas, prevenção, higiene e isolamento social aos moradores das 16 comunidades da Maré, território que abriga cerca de 140 mil pessoas na zona norte do Rio de Janeiro. Com o avanço da crise sanitária e social, a iniciativa cresceu e se transformou em uma ampla rede de solidariedade. Hoje, a Frente segue atuando contra os efeitos da covid-19 e da fome, dois problemas que caminham juntos nas favelas brasileiras. Em dois anos, mais de 4.500 famílias receberam cestas básicas, impactando diretamente mais de 16 mil pessoas. A comunicação comunitária sempre foi um dos pilares da atuação. Faixas espalhadas pelas ruas, carros de som, panfletos, grafites e cards digitais alertaram sobre o coronavírus, divulgaram dados de casos e mortes e reforçaram a importância do uso de máscara e da higiene. As redes sociais do coletivo ampliaram o alcance das informações, chegando também a outras favelas do país. Em 2021, a Frente deu um passo decisivo ao inaugurar a Cozinha Solidária da Maré, em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz. O espaço se tornou referência no combate à insegurança alimentar. Atualmente, cerca de 200 pessoas são atendidas toda semana com refeições preparadas dentro da própria favela, fortalecendo laços comunitários e garantindo dignidade a quem mais precisa. A urgência do trabalho é reforçada pela realidade local. Grande parte da população depende do trabalho informal, setor que já apresentava crescimento antes da pandemia, segundo dados da Agência Brasil. Com a redução da renda e o isolamento social, muitas famílias ficaram sem condições mínimas de subsistência. A falta de saneamento básico e os cortes de recursos na saúde pública aumentam ainda mais a vulnerabilidade dos moradores da Maré. A Frente de Mobilização da Maré reúne mais de 50 voluntários, entre moradores, educadores, profissionais de saúde, assistentes sociais e coletivos culturais. Desde o início da pandemia, o grupo atua para minimizar os impactos da crise por meio de informação confiável, mobilização social e distribuição de alimentos e itens de higiene. Para manter as ações, o coletivo segue contando com doações de pessoas físicas e jurídicas. A contribuição garante a continuidade da comunicação comunitária, da segurança alimentar e da defesa da vida em um dos maiores conjuntos de favelas do Brasil. A mobilização mostra que, onde o poder público não chega, a organização popular faz a diferença. Sobre o Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro A rede Saúde da Favela, atualmente denominada 146x Favela, representa uma construção inédita que une o saber científico das universidades à vivência concreta das comunidades. Nela, instituições de referência como Fiocruz, IFF, UENF, UFRJ, UERJ, PUCRJ, SBPC, Alerj e Abrasco  atuam em cooperação direta com coletivos de base, movimentos populares e organizações locais, formando uma estrutura de colaboração sem precedentes em escala e profundidade. Hoje, a rede articula 146 iniciativas comunitárias, cada uma com sua história, identidade e base territorial. Essa capilaridade é um de seus maiores diferenciais, permitindo que o debate sobre o direito à saúde chegue a espaços onde o Estado historicamente se ausenta — nas vielas, becos, ocupações, periferias urbanas e áreas rurais marginalizadas. Outro pilar essencial é a diversidade dos parceiros: associações de moradores, coletivos de juventude, grupos de comunicação comunitária, instituições de educação popular, terreiros de matriz africana, articulações indígenas, movimentos de mulheres, LGBTQIAPN+ e tantos outros. É essa pluralidade de experiências e saberes que dá vida à iniciativa, transformando-a em um verdadeiro instrumento de democratização da saúde. Ao integrar-se à rede, a ComCausa Defesa da Vida busca fortalecer esse potencial coletivo, contribuindo para consolidar uma política de saúde fundada na escuta, na ciência e na dignidade humana — pilares de um futuro em que a favela não seja vista como espaço de carência, mas como território de potência, conhecimento e esperança. Leia também | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________________ ______________________ Colabore com nosso projeto pix.comcausa@gmail.com ______________________ Compartilhe:

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Leticia Alves - Desaparecida

Moradora de Tinguá em Nova Iguaçu desaparece e família pede ajuda

A família de Letícia Alves, de 28 anos, moradora de Tinguá, em Nova Iguaçu, vive momentos de profunda angústia desde o desaparecimento da jovem no domingo, 21 de dezembro de 2025. Letícia saiu de casa às 9h58 e, às 10h31, enviou a última mensagem informando que havia chegado ao destino. Desde então, não houve mais nenhum contato. Segundo familiares, existe um vídeo que mostra Letícia pegando uma moto na região de Marambaia, em Tinguá. No entanto, não há informações sobre a identidade do motociclista nem sobre o local para onde ela seguiu. Esse é, até o momento, o último registro conhecido do deslocamento da jovem. A família já registrou Boletim de Ocorrência e segue realizando buscas em hospitais e no Instituto Médico Legal (IML). Em estado de desespero, parentes e amigos pedem apoio da população para compartilhar as informações e ampliar o alcance das buscas. Qualquer informação que possa contribuir para localizar Letícia Alves deve ser comunicada imediatamente à família. Contato para informações:Agatha irmã – (21) 98851-0607 O que fazer em caso de desaparecimento Em situações de desaparecimento, algumas medidas são fundamentais: A mobilização coletiva, a circulação responsável de informações e a solidariedade são essenciais para que Letícia seja encontrada em segurança. A Defesa da vida começa com o cuidado coletivo. Leia também | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________________ ______________________ Colabore com nosso projeto pix.comcausa@gmail.com ______________________ Compartilhe:

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Rede Saúde nas favelas

Rede Saúde nas Favelas: Favela Verde

Criada em 2011, na favela da Rocinha, Zona Sul do Rio de Janeiro, a Favela Verde se consolidou como uma organização de referência na promoção da sustentabilidade urbana e da participação social em territórios populares. A iniciativa nasce da necessidade de enfrentar desafios ambientais e sociais a partir do protagonismo comunitário e da construção coletiva de soluções. Em 2015, a organização iniciou uma nova fase, batizada de Favela Verde 2.0, marcada pela renovação de estratégias e pelo fortalecimento de processos participativos voltados ao desenvolvimento sustentável urbano nas favelas do Rio. A proposta passou a integrar educação ambiental, intervenções urbanas e geração de renda, sempre com base no diálogo com moradores e lideranças locais. Os projetos da Favela Verde são desenvolvidos junto à comunidade e organizados em três grandes eixos de atuação. No campo da educação, a organização realiza campanhas de sensibilização ambiental, ações educativas no ensino formal e não formal e atividades culturais voltadas à consciência ecológica. No eixo da intervenção, atua na gestão de resíduos, na implantação de hortas comunitárias, sistemas agroflorestais, bacias de evapotranspiração, reflorestamento e revitalização de espaços públicos. Já no eixo do empreendedorismo, investe em ecoturismo de base comunitária e em iniciativas de empreendedorismo social. O objetivo central da Favela Verde é promover a sustentabilidade e a resiliência urbana por meio da participação social, fortalecendo o vínculo da comunidade com o território e incentivando práticas que respeitam o meio ambiente e a vida coletiva. A organização também se destacou em editais públicos. Por meio da Associação Soluções Urbanas: Urbanismo, Cultura e Cidadania, a Favela Verde participou de duas chamadas do edital da Fiocruz. Na primeira, com o projeto “Alimentar é Vital: Soberania alimentar e agroecologia na favela do Vital Brasil”, foram atendidas 456 famílias. A iniciativa garantiu a distribuição de 4,8 toneladas de alimentos agroecológicos, além da realização de mutirões para implantação de hortas comunitárias e ações de reciclagem. Na segunda chamada, com o projeto “Semear é Vital: Resgatando os saberes da Terra”, o foco esteve na reconexão das comunidades com práticas agroecológicas e saberes tradicionais. A ação buscou fortalecer o vínculo com a terra, promover educação ambiental e estimular a soberania alimentar de forma sustentável. Ao longo de sua trajetória, a Favela Verde reafirma seu compromisso com a Defesa da vida, a justiça socioambiental e a construção de cidades mais inclusivas. A experiência mostra que soluções urbanas eficazes nas favelas passam, necessariamente, pela escuta ativa, pela participação comunitária e pelo reconhecimento dos saberes locais. Comunicação e presença digital E-mail: favelaverde@gmail.com Sobre o Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro A rede Saúde da Favela, atualmente denominada 146x Favela, representa uma construção inédita que une o saber científico das universidades à vivência concreta das comunidades. Nela, instituições de referência como Fiocruz, IFF, UENF, UFRJ, UERJ, PUCRJ, SBPC, Alerj e Abrasco  atuam em cooperação direta com coletivos de base, movimentos populares e organizações locais, formando uma estrutura de colaboração sem precedentes em escala e profundidade. Hoje, a rede articula 146 iniciativas comunitárias, cada uma com sua história, identidade e base territorial. Essa capilaridade é um de seus maiores diferenciais, permitindo que o debate sobre o direito à saúde chegue a espaços onde o Estado historicamente se ausenta — nas vielas, becos, ocupações, periferias urbanas e áreas rurais marginalizadas. Outro pilar essencial é a diversidade dos parceiros: associações de moradores, coletivos de juventude, grupos de comunicação comunitária, instituições de educação popular, terreiros de matriz africana, articulações indígenas, movimentos de mulheres, LGBTQIAPN+ e tantos outros. É essa pluralidade de experiências e saberes que dá vida à iniciativa, transformando-a em um verdadeiro instrumento de democratização da saúde. Ao integrar-se à rede, a ComCausa Defesa da Vida busca fortalecer esse potencial coletivo, contribuindo para consolidar uma política de saúde fundada na escuta, na ciência e na dignidade humana — pilares de um futuro em que a favela não seja vista como espaço de carência, mas como território de potência, conhecimento e esperança. Leia também | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________________ ______________________ Colabore com nosso projeto pix.comcausa@gmail.com ______________________ Compartilhe:

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Masculinidades Positivas - Pai e Filho

ComCausa realiza primeira reunião de planejamento do Núcleo de Masculinidades Positivas nesta terça (23)

A ComCausa – Defesa da Vida realizará nesta terça-feira, 23 de dezembro de 2025, em sua sede, no Centro do Rio de Janeiro, a primeira reunião de planejamento do ciclo de implantação do Núcleo de Masculinidades Positivas para a Defesa da Vida. A iniciativa integra o processo de fortalecimento institucional apoiado pelo UNFPA e marca o início da organização interna necessária para estruturar uma frente permanente voltada à promoção de masculinidades não violentas e à comunicação para a mudança social. A reunião reunirá a coordenação e a equipe de comunicação para pactuar governança, rotinas de trabalho, linha editorial, calendário de publicações e metas iniciais de monitoramento e avaliação, além de encaminhar o cronograma das primeiras ações previstas para a primeira semana de janeiro. No mesmo ciclo, a ComCausa dará início, em 26 de dezembro de 2025, à sua campanha eletrônica permanente, voltada à mobilização social e à mudança de narrativas sobre masculinidades positivas, prevenção das violências e saúde e direitos sexuais e reprodutivos. A campanha inaugura uma fase de comunicação contínua e articulada, com conteúdos regulares em múltiplos canais e formatos. A programação inicial inclui conteúdos curtos para redes sociais, materiais para circulação em WhatsApp, textos de orientação e pílulas audiovisuais, conectando temas como paternidades cuidadoras, respeito, consentimento, corresponsabilidade, prevenção da violência de gênero e enfrentamento do racismo. O objetivo é consolidar uma presença permanente de comunicação para a mudança social, com linguagem acessível e foco em adolescentes e jovens de territórios vulneráveis específicos da Baixada Fluminense e da Região Metropolitana do Rio de Janeiro. Segundo Adriano Dias, responsável pela elaboração e supervisão do projeto, será estruturado um corpo de coordenação colegiada e, já a partir do encontro desta terça-feira, serão iniciados encaminhamentos para instrumentos práticos do Núcleo, como protocolos internos, política de comunicação segura e indicadores simples para acompanhar alcance, engajamento e devolutivas qualitativas do público. A expectativa é que, nas próximas semanas, tenham início atividades culturais de promoção do Núcleo, ações de formação, articulação com redes comunitárias e o estabelecimento de parcerias institucionais. Serviço • O que: 1ª reunião de planejamento do Núcleo de Masculinidades Positivas para a Defesa da Vida• Quando: terça-feira, 23 de dezembro de 2025• Início da campanha eletrônica permanente: 26 de dezembro de 2025• Realização: ComCausa – Defesa da Vida Leia também | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________________ ______________________ Colabore com nosso projeto pix.comcausa@gmail.com ______________________ Compartilhe:

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