O ComuniSaúde emitiu um alerta para a importância da vacinação contra o sarampo, diante do aumento da vigilância epidemiológica em municípios da Baixada Fluminense. Algumas cidades da região já iniciaram ações de conscientização e busca ativa por pessoas com esquema vacinal incompleto, reforçando a prevenção contra uma doença altamente contagiosa.

De acordo com dados da Secretaria Estadual de Saúde, em 2024 foram notificados 207 casos suspeitos de sarampo no estado do Rio de Janeiro. Desses, 205 foram descartados, um caso foi confirmado e outro segue em investigação. Já em 2025, até o momento, há cinco casos em investigação e oito notificações descartadas.

Apesar do registro confirmado, não houve transmissão secundária da doença. Por isso, o Brasil mantém o status de país livre do sarampo, reconquistado no ano passado após esforços nacionais de imunização. Ainda assim, a Secretaria Estadual de Saúde enviou um boletim de alerta aos municípios fluminenses, orientando que as equipes de saúde permaneçam atentas a novos casos suspeitos.

O sarampo é uma doença de notificação compulsória. Isso significa que qualquer suspeita deve ser comunicada imediatamente às autoridades de saúde, permitindo ações rápidas de bloqueio e prevenção da transmissão.

Altamente contagiosa, a doença pode ser transmitida por uma única pessoa infectada a até 90% das pessoas próximas que não estejam imunizadas. Os principais sintomas incluem febre alta e manchas vermelhas pelo corpo, além de tosse, coriza, mal-estar e irritação nos olhos. Em casos mais graves, o sarampo pode evoluir para complicações sérias, como inflamação no cérebro, podendo levar à morte.

O ComuniSaúde reforça que a vacinação é a principal forma de proteção individual e coletiva. Manter a caderneta vacinal atualizada é um ato de cuidado consigo e com a comunidade, especialmente em territórios mais vulneráveis. A prevenção é fundamental para evitar o retorno de doenças já controladas e garantir a defesa da vida.

ComuniSaúde e o impacto nas favelas

ComuniSaúde é uma iniciativa que difunde o direito à saúde e valoriza o Sistema Único de Saúde (SUS) e seus profissionais, fortalecendo redes comunitárias em favelas e periferias por meio de ações formativas, comunicação cidadã e articulações locais que ampliam o acesso ao atendimento básico, à saúde mental e a campanhas educativas. O projeto atua como ponte entre moradores e serviços públicos, oferecendo também um canal telefônico para orientação, mediação de conflitos e cobrança junto aos órgãos competentes sempre que houver negativa ou omissão no atendimento.

ComCausa ComuniSaúde Baixada: 21 96942-1505 e acesse: comunisaude.org.br

Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro

Desde 2021, mais de R$ 22 milhões foram investidos em projetos de saúde nas favelas cariocas, com apoio da Lei Nº 8.972/20 e do Fundo Especial da ALERJ. Instituições renomadas como a Fiocruz , IFFUENFUFRJUERJPUCRJSBPC, Alerj e Abrasco fazem parte do Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro, com o objetivo de garantir que os serviços de saúde alcancem as áreas mais necessitadas.

Essa articulação interinstitucional é fundamental para reduzir desigualdades históricas e promover o acesso universal à saúde como um direito humano básico e inalienável.ComuniSaúde ComCausa Fiocruz

Leia também

Fale conosco! | Nos conheça

Projeto Comunicando ComCausa

Portal C3 | Instagram C3 Oficial

______________________

Comunicando ComCausa Pêmio Periferia Viva Ministério Cidades 2025

______________________

Colabore com nosso projeto pix.comcausa@gmail.com

Pix ComCausa

______________________

Compartilhe: