A jovem Kaylane Manhães da Silva, de 22 anos, está desaparecida desde o dia 5 de maio de 2025. De acordo com familiares, ela foi vista pela última vez no dia 4 de maio e, no dia seguinte, realizou uma publicação nas redes sociais indicando que estava em uma residência localizada na comunidade Cesar Maia, na zona oeste do Rio de Janeiro. Desde então, não houve mais qualquer contato ou informação sobre seu paradeiro.
Kaylane morava com o atual companheiro no Parque Boa Esperança em Belford Roxo, mas costumava visitar com frequência a favela do Cesar Maia, onde vivia seu ex-companheiro, já falecido. Nas redes sociais, ela compartilhava detalhes da sua rotina e foi vista recentemente na comunidade.
A família está desesperada em busca de informações. “Só queremos saber o que realmente aconteceu com a Kaylane. Qualquer informação pode ajudar”, afirma Lídia, mãe da jovem.
A família já registrou ocorrência na delegacia da área e busca apoio de movimentos sociais, imprensa e redes comunitárias para ampliar a divulgação do caso. Qualquer informação, por menor que pareça, pode ser fundamental para ajudar nas investigações e trazer alguma resposta.
Quem tiver qualquer notícia sobre o paradeiro de Kaylane pode entrar em contato pelos telefones:
- Lídia (mãe): (21) 97090-2861
- Fabiana (tia): (21) 99344-5142
O que fazer em casos de desaparecimento?
Tempo é vida. Não espere 24 horas!
Quando alguém desaparece, cada minuto conta. Ao contrário do que muitos acreditam, não é necessário esperar 24 horas para registrar um desaparecimento. A legislação brasileira garante que o boletim de ocorrência (B.O.) seja feito imediatamente, em qualquer delegacia de polícia.
1. Vá à delegacia mais próxima
Leve uma foto atualizada da pessoa desaparecida e as seguintes informações:
- Nome completo
- Data de nascimento
- Características físicas
- Roupas usadas por último
- Local e horário da última vez em que foi vista
- Contatos recentes
Peça que o caso seja registrado como “Desaparecimento de Pessoa”.
Dica: Solicite, se possível, o encaminhamento à DDPA – Delegacia de Descoberta de Paradeiros (no caso do RJ) ou ao órgão especializado da sua região.
2. Divulgue amplamente
Compartilhe o cartaz com foto da pessoa desaparecida nas redes sociais, grupos de mensagens, rádios comunitárias, igrejas, escolas e comércios.
Cadastre o desaparecimento em:
- Desaparecidos.gov.br
- Disque Denúncia – 181 (anonimato garantido)
- ONGs, Defensorias Públicas e movimentos sociais
3. Busque em locais estratégicos
Procure em hospitais, abrigos, IMLs, unidades de acolhimento e delegacias próximas.
Leve cópias do B.O. e do documento da pessoa desaparecida.
4. Mantenha contato com a polícia
Peça o número do protocolo da ocorrência e mantenha contato com o responsável pelo caso.
Informe novas informações sempre que surgirem.
5. Nunca interrompa a busca
Mesmo após semanas ou meses, continue a mobilização.
Reforce o registro se houver mudança de cidade ou estado.
Organize vigílias, caminhadas ou campanhas online para manter o caso visível.
Se a pessoa for encontrada:
- Vá à delegacia para encerrar o boletim de ocorrência.
- Avise imediatamente todos os canais que ajudaram na divulgação.
Se você é familiar de uma pessoa desaparecida, lembre-se:
Você tem direito a:
- Atendimento humanizado e acolhedor
- Apoio da rede de proteção social (CRAS, CREAS, Defensoria Pública)
- Acesso às informações sobre a investigação
- Encaminhamento psicológico e jurídico, especialmente em casos prolongados
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