Destaque

Adriano Dias fundador da ComCausa e Igo Menezes vereador

ComCausa articula solenidade para celebrar o Dia da Baixada Fluminense

Na manhã desta terça-feira, representantes da ComCausa estiveram reunidos com o vereador Igo Menezes, da cidade de Belford Roxo, para discutir a realização de uma solenidade em homenagem ao Dia da Baixada Fluminense, celebrado em 30 de abril. A data, que valoriza a identidade e a história da região, foi criada por iniciativa do Fórum Cultural da Baixada e instituída oficialmente por meio da Lei Estadual Nº 3822, aprovada pela Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj). A proposta da reunião foi justamente articular a realização de um ato solene na Câmara Municipal de Belford Roxo que resgate o significado da data e fortaleça a valorização cultural e histórica da Baixada Fluminense. Durante o encontro, Adriano Dias, fundador da ComCausa e defensor dos direitos humanos e do fortalecimento das identidades locais, destacou a importância de retomar pautas positivas sobre a região. “A Baixada Fluminense precisa ser reconhecida pelas suas potências culturais, sociais e históricas. Precisamos exaltar nossas figuras importantes e resgatar a autoestima do nosso povo”, afirmou. O vereador Igor Menezes, que possui histórico de atuação próxima a lideranças religiosas e comunitárias, como o padre Constantino Bruno, acolheu com entusiasmo a proposta da ComCausa. Comprometeu-se a colaborar com a realização da solenidade e se colocou à disposição para viabilizar a agenda dentro da Câmara. A ComCausa já está enviando um ofício oficial ao presidente da Câmara de Vereadores de Belford Roxo solicitando formalmente a realização do evento. A solenidade deverá contar com homenagens a personalidades históricas da Baixada, além de representantes de movimentos sociais, culturais e comunitários. A celebração do Dia da Baixada Fluminense se torna, assim, uma oportunidade para reafirmar a identidade da região e destacar sua relevância no cenário fluminense, com ações concretas que envolvam a sociedade civil e o poder público. Baixada Fluminense: uma região de desafios e potencialidades A Baixada Fluminense, região situada na Grande Rio, no estado do Rio de Janeiro, é uma área de contrastes. Composta por 13 municípios – Duque de Caxias, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Nilópolis, Belford Roxo, Mesquita, Queimados, Japeri, Paracambi, Seropédica, Itaguaí, Magé e Guapimirim – a Baixada é uma das mais populosas e, ao mesmo tempo, uma das mais desafiadoras do estado. Com cerca de 4 milhões de habitantes, a região enfrenta dificuldades relacionadas ao desenvolvimento urbano, segurança pública e infraestrutura, mas também se destaca por sua rica história e pelo potencial de crescimento econômico e cultural. Historicamente, a Baixada Fluminense desempenhou um papel importante no crescimento do Rio de Janeiro. Durante o ciclo do ouro no século XVIII, a região foi um corredor essencial para o escoamento do ouro extraído em Minas Gerais. No século XIX, a produção de café impulsionou a economia da região, que se beneficiou da construção de ferrovias como a Estrada de Ferro Mauá, que facilitou o transporte de mercadorias. Contudo, o crescimento populacional nas últimas décadas trouxe desafios, principalmente no que diz respeito à infraestrutura e à necessidade urgente de investimentos em áreas como saúde, educação e segurança. Um dos maiores problemas enfrentados pela Baixada Fluminense é a desigualdade social. As regiões periféricas dessas cidades frequentemente carecem de serviços básicos de qualidade, como saneamento, transporte público e acesso a hospitais e escolas. A falta de políticas públicas efetivas para a melhoria da infraestrutura e a gestão urbana acaba gerando uma disparidade crescente entre as áreas centrais e as periferias. Além disso, a Baixada enfrenta um grave problema de violência, com altas taxas de criminalidade, especialmente em áreas como Duque de Caxias e Belford Roxo, onde o tráfico de drogas e a presença de facções criminosas têm um forte impacto na vida cotidiana dos moradores. No entanto, apesar dos desafios, a Baixada Fluminense também possui um grande potencial. Sua localização estratégica, próxima à capital, torna a região um polo para o comércio e a indústria. Além disso, os municípios da Baixada têm investido em programas de incentivo ao empreendedorismo local e na promoção de projetos culturais que valorizam a diversidade e a história da região. Projetos como o Rock ComCausa, por exemplo, destacam a importância da música e da arte para a construção de uma identidade local, além de servirem como ferramentas de inclusão social e resistência à violência. Em um contexto de superação, a Baixada Fluminense segue sendo uma região vibrante e cheia de vida. Embora enfrente desafios históricos, a região também é um reflexo da força e da resiliência de seus habitantes, que, a cada dia, trabalham para transformar sua realidade e construir um futuro mais justo e promissor para as próximas gerações. A união entre os cidadãos, o poder público e as iniciativas sociais será fundamental para que a Baixada continue a se desenvolver, aproveitando suas oportunidades e minimizando as desigualdades que ainda marcam sua história. Mais notícias | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________ Compartilhe:

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ComuniSaúde: Ação no Dia Mundial do Combate ao Câncer

No Dia Mundial do Combate ao Câncer, celebrado em 8 de abril, queremos reforçar a importância de conscientizar a população sobre essa doença, que é uma das principais causas de morte no mundo. O câncer, que ocorre quando as células do corpo crescem de forma descontrolada formando tumores, pode afetar diferentes partes do organismo, como a mama, próstata, pulmão, estômago, cólon e reto. No Brasil, o câncer de pele, próstata e mama são os mais comuns, além de ser a segunda principal causa de morte no país, com destaque para o câncer de pele. Nós, da ComCausa, acreditamos que o acesso ao diagnóstico precoce e a tratamentos adequados são fundamentais para salvar vidas. Por isso, desenvolvemos o projeto ComuniSaúde, que visa melhorar o acesso ao atendimento básico de saúde, promover a saúde mental e fortalecer as redes comunitárias nas favelas da Baixada Fluminense. Estamos presentes nas principais favelas de Duque de Caxias, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Belford Roxo, Nilópolis e Mesquita, trabalhando em estreita colaboração com as secretarias municipais de saúde e instituições locais. Sabemos que o envolvimento das comunidades é crucial para garantir que nossas campanhas atinjam a todos de forma inclusiva. Por isso, mapeamos as necessidades locais e buscamos conscientizar os moradores sobre a importância da prevenção do câncer, do acompanhamento médico regular e da adoção de hábitos saudáveis, como uma alimentação equilibrada, a prática de atividades físicas e a redução do consumo de álcool e tabaco. O objetivo do ComuniSaúde é capacitar as pessoas para que elas possam se prevenir e se cuidar, além de fornecer apoio psicológico e orientações sobre os tratamentos disponíveis. Nosso trabalho também inclui a promoção de campanhas de rastreamento e diagnóstico precoce, com o objetivo de detectar o câncer em estágios iniciais, quando as chances de cura são maiores. Através do ComuniSaúde, buscamos fortalecer as políticas públicas de saúde e ampliar o cuidado com a saúde mental e física nas comunidades da Baixada Fluminense. Neste Dia Mundial do Combate ao Câncer, reforçamos nosso compromisso com a defesa da vida, conscientizando sobre a importância da prevenção, do diagnóstico precoce e do acesso ao tratamento adequado para todos. ComuniSaúde e o impacto nas favelas  O ComuniSaúde visa melhorar o acesso ao atendimento básico, promover saúde mental e fortalecer as redes comunitárias nas favelas da Baixada Fluminense. O projeto será implementado nas principais favelas de Duque de Caxias, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Belford Roxo, Nilópolis e Mesquita, em colaboração com secretarias municipais de saúde e instituições locais. O envolvimento dos moradores será crucial para mapear as necessidades e garantir que a campanha atinja todos de forma inclusiva. O lançamento da plataforma digital ComuniSaude.org.br também será parte importante do projeto, fornecendo informações detalhadas sobre os serviços de saúde disponíveis. A ComCausa também disponibilizará um número de telefone com aplicativos de mensagens para fornecer suporte durante a campanha, garantindo que a população tenha fácil acesso a orientações sobre os serviços de saúde. Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro  Desde 2021, mais de R$ 22 milhões foram investidos em projetos de saúde nas favelas cariocas, com apoio da Lei Nº 8.972/20 e do Fundo Especial da ALERJ. Instituições renomadas como a  Fiocruz , IFF, UENF, UFRJ, UERJ, PUCRJ, SBPC, Alerj e Abrasco fazem parte do Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro, com o objetivo de garantir que os serviços de saúde alcancem as áreas mais necessitadas. Mais notícias | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________ Compartilhe:

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Massacre de Realengo: o que mudou nas leis desde a tragédia na Escola Tasso da Silveira

Nesta segunda-feira, 7 de abril de 2025, o Brasil relembra os 14 anos do massacre na Escola Tasso da Silveira, em Realengo, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Na manhã daquela quinta-feira de 2011, doze crianças foram assassinadas a tiros por um ex-aluno que invadiu a escola com duas armas na mochila, durante uma homenagem aos 40 anos da instituição. A tragédia comoveu o país e trouxe à tona debates urgentes sobre bullying, saúde mental, acesso a armas e segurança escolar. A comoção pública gerou também ações no campo legislativo. Ao longo da última década, foram aprovadas leis em âmbito federal e municipal com o objetivo de prevenir episódios semelhantes. No entanto, especialistas alertam que, apesar das normas, a efetivação das políticas públicas ainda é frágil. Leis e iniciativas que nasceram do luto A principal iniciativa diretamente relacionada ao atentado foi a criação do Dia Nacional de Combate ao Bullying e à Violência nas Escolas, por meio da Lei Federal nº 13.277/2016. A data escolhida foi justamente o 7 de abril, como forma de manter viva a memória das vítimas e incentivar ações educativas em instituições de ensino de todo o país. Outras duas leis federais também se destacam no cenário pós-Realengo. A Lei nº 13.185/2015 criou o Programa de Combate à Intimidação Sistemática (Bullying), obrigando escolas públicas e privadas a elaborarem medidas preventivas e de enfrentamento ao problema. Já a Lei nº 13.935/2019 determinou a obrigatoriedade da presença de psicólogos e assistentes sociais na rede pública de educação básica, com foco no acompanhamento emocional e social de estudantes e profissionais da educação. No âmbito estadual, a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (ALERJ) aprovou a Lei nº 10.023/2023, que institui a Semana Verde e Branca de Enfrentamento à Intimidação Sistemática – Bullying e Cyberbullying nas escolas públicas e privadas da rede estadual de ensino. Essa semana é celebrada anualmente na semana do dia 7 de abril, em memória às vítimas do massacre de Realengo. Durante esse período, as escolas são incentivadas a promover ações educativas para conscientização e prevenção do bullying e cyberbullying, visando disseminar a esperança e a paz no ambiente escolar. Além disso, os prédios dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário do estado podem ser iluminados nas cores verde e branca como símbolo da campanha.​ No Rio, homenagem e iniciativas pontuais Na cidade do Rio de Janeiro, a resposta mais concreta foi a aprovação da Lei Municipal nº 5.915/2015, que autorizou a construção de um memorial em homenagem às vítimas ao lado da Escola Tasso da Silveira. O espaço conta com esculturas de bronze representando 11 dos 12 estudantes mortos — uma das famílias optou por não autorizar a reprodução da imagem. Além disso, foram apresentados projetos na Câmara Municipal do Rio para instituir datas comemorativas e campanhas permanentes de prevenção ao bullying e à violência escolar. No entanto, poucos desses projetos foram aprovados ou colocados em prática, e a maioria das ações ficou restrita a medidas administrativas, sem continuidade entre gestões. Embora as leis representem um avanço simbólico e legal, estudiosos apontam que ainda há um longo caminho a ser percorrido. A implementação da Lei 13.935/2019, por exemplo, segue lenta em diversos estados e municípios, incluindo o Rio. Muitas escolas ainda não contam com profissionais da área psicossocial em tempo integral, e o bullying continua presente no cotidiano escolar. Além disso, episódios mais recentes de violência em escolas brasileiras mostram que o desafio persiste. A tragédia de Realengo segue como um marco da dor, mas também como um chamado permanente à ação e à responsabilidade do Estado com a vida de suas crianças e adolescentes. Para não esquecer O massacre da Tasso da Silveira tirou a vida de Luiza, Karine, Larissa, Rafael, Samira, Mariana, Ana Carolina, Bianca, Géssica, Laryssa, Milena e Igor — estudantes entre 12 e 15 anos, com sonhos interrompidos de forma cruel. Catorze anos depois, a cidade do Rio e o Brasil inteiro continuam a lidar com o impacto daquela manhã. Neste 7 de abril, a lembrança se renova como dever: o de nunca mais permitir que uma tragédia como essa se repita. Mobilização comunitária e reconhecimento institucional Além da mobilização comunitária, a ComCausa está atuando no campo institucional, enviando ofícios às Câmaras Municipais, Assembleias Legislativas e ao Congresso Nacional. O objetivo é que os parlamentos reconheçam publicamente a data, prestem homenagens às vítimas e, principalmente, revalidem seu compromisso com políticas eficazes de prevenção à violência nas escolas. A segurança de estudantes e educadores não pode ser tratada como uma questão secundária – é uma responsabilidade de todos, exigindo ações concretas e articulação permanente entre Estado e sociedade. A mensagem é clara: lembrar os que se foram é também lutar por um presente e um futuro em que nenhuma criança precise temer pela própria vida dentro da sala de aula. A memória das vítimas de Realengo segue viva, inspirando uma rede de proteção que deve ser fortalecida todos os dias. Reflexão por meio da cultura: juventude como protagonista No dia 10 de abril, a ComCausa realizará uma atividade especial na sede do Projeto Professor Fábio Castelano, em Queimados. Será exibido um trecho do episódio da série Adolescência, da plataforma Netflix. A exibição será seguida de uma roda de conversa com jovens, promovendo um espaço de escuta, troca e elaboração coletiva sobre as causas e impactos da violência. A proposta é utilizar a cultura como ferramenta pedagógica e política, estimulando a reflexão sobre temas urgentes como bullying, saúde mental, abandono escolar e o papel da sociedade na proteção da infância e da juventude. A roda de conversa será conduzida por educadores, ativistas e profissionais da área da saúde mental e assistência social, promovendo um diálogo sensível e profundo com os adolescentes participantes. Por justiça, memória e transformação social Todas essas ações integram uma estratégia mais ampla da ComCausa de promover justiça social e políticas públicas eficazes, garantindo que as vítimas não sejam esquecidas e que suas histórias se tornem marcos de transformação. Ao transformar o luto em luta e a

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Parkinson, saúde, idosa

ComuniSaúde no Dia Mundial da Saúde: Ações para fortalecer a saúde e as comunidades na Baixada Fluminense

O Projeto ComuniSaúde, uma iniciativa da ComCausa, tem como objetivo promover o acesso ao atendimento básico de saúde e fortalecer as redes comunitárias nas favelas da Baixada Fluminense. Com foco em seis cidades da região – Duque de Caxias, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Belford Roxo, Nilópolis e Mesquita – o projeto visa melhorar a saúde mental, conscientizar a população sobre direitos relacionados à saúde e engajar os moradores na construção de soluções para as necessidades de saúde locais. Em colaboração com as secretarias municipais de saúde e outras instituições, o ComuniSaúde busca uma abordagem inclusiva que envolva os moradores na identificação de suas demandas e no desenvolvimento de estratégias eficazes para o bem-estar comunitário. O Dia Mundial da Saúde, comemorado em 7 de abril, oferece uma oportunidade para refletirmos sobre a importância da saúde para a qualidade de vida das pessoas e para a construção de políticas públicas que garantam o bem-estar de toda a população. Criada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em 1948, essa data tem como objetivo conscientizar a população sobre os principais desafios que afetam a saúde mundial e estimular ações que promovam a saúde física, mental e social. Cada ano, um tema específico é escolhido, como “Hipertensão: conheça seus números” (2013) e “Saúde universal: para todos e todas, em todos os lugares” (2019), refletindo questões globais que impactam diretamente a vida das pessoas. O conceito de saúde, aprovado pela OMS em 1946, vai além da ausência de doenças. Segundo a definição oficial, saúde é um estado de completo bem-estar físico, mental e social, o que implica em uma visão ampla da saúde como qualidade de vida. Isso significa que fatores como moradia, alimentação, educação, e condições de trabalho, entre outros, têm grande impacto na saúde das pessoas. No Brasil, a Lei nº 8.080 de 1990, que regula as políticas de saúde no país, reconhece que a saúde é um direito fundamental do ser humano, que deve ser garantido pelo Estado por meio da promoção de condições adequadas para o seu exercício. O ComuniSaúde está alinhado com a visão de saúde integral proposta pela OMS, reconhecendo que a promoção de saúde não se limita ao tratamento de doenças, mas também envolve a melhoria das condições de vida das pessoas. Através de campanhas de conscientização, ações de saúde mental e a construção de redes comunitárias de apoio, o projeto busca promover uma verdadeira mudança na vida dos moradores da Baixada Fluminense, garantindo a todos o acesso à saúde de qualidade e ao fortalecimento dos vínculos comunitários. Dessa forma, o ComuniSaúde busca transformar a saúde em um direito acessível e inclusivo para todos. ComuniSaúde e o impacto nas favelas  O ComuniSaúde visa melhorar o acesso ao atendimento básico, promover saúde mental e fortalecer as redes comunitárias nas favelas da Baixada Fluminense. O projeto será implementado nas principais favelas de Duque de Caxias, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Belford Roxo, Nilópolis e Mesquita, em colaboração com secretarias municipais de saúde e instituições locais. O envolvimento dos moradores será crucial para mapear as necessidades e garantir que a campanha atinja todos de forma inclusiva. O lançamento da plataforma digital ComuniSaude.org.br também será parte importante do projeto, fornecendo informações detalhadas sobre os serviços de saúde disponíveis. A ComCausa também disponibilizará um número de telefone com aplicativos de mensagens para fornecer suporte durante a campanha, garantindo que a população tenha fácil acesso a orientações sobre os serviços de saúde. Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro  Desde 2021, mais de R$ 22 milhões foram investidos em projetos de saúde nas favelas cariocas, com apoio da Lei Nº 8.972/20 e do Fundo Especial da ALERJ. Instituições renomadas como a  Fiocruz , IFF, UENF, UFRJ, UERJ, PUCRJ, SBPC, Alerj e Abrasco fazem parte do Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro, com o objetivo de garantir que os serviços de saúde alcancem as áreas mais necessitadas. Mais notícias | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________ Compartilhe:

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Sessão Solene em Queimados marca 20 anos da Chacina da Baixada

Luiz Felippe Castelano recebe a ComCausa para discutir ações sobre direitos humanos

Na manhã da última sexta-feira, dia 4 de abril de 2025, o vereador Felipe Castelano, da Câmara Municipal de Queimados, recebeu em seu gabinete o jornalista e ativista de direitos humanos Adriano Dias, fundador da ComCausa – organização da sociedade civil com histórico de atuação nas áreas de direitos humanos, cultura de paz, segurança pública e justiça social na Baixada Fluminense. O encontro teve como eixo central a avaliação das ações desenvolvidas por ocasião dos 20 anos da Chacina da Baixada – episódio emblemático da violência de Estado ocorrido em março de 2005, que resultou no assassinato de 29 pessoas nos municípios de Nova Iguaçu e Queimados, e que se tornou um dos mais trágicos símbolos da brutalidade policial no Brasil democrático. A reunião também teve como finalidade a articulação de novas estratégias institucionais e sociais para ampliar políticas públicas voltadas à valorização da vida, sobretudo à proteção dos segmentos populacionais historicamente vulnerabilizados, como crianças, adolescentes, jovens negros das periferias urbanas, população em situação de rua e moradores de favelas. A memória da chacina não foi tratada apenas como um marco trágico a ser relembrado, mas como um ponto de partida para a proposição de ações concretas de prevenção à violência, de promoção da cidadania e de fortalecimento das redes de proteção social nos territórios mais afetados pelo abandono histórico do poder público. Reapresentação da proposta de ampliação da Lei Municipal nº 935/09 Durante o encontro, a ComCausa reapresentou oficialmente, por meio de novo ofício, uma proposta de complementação e fortalecimento da Lei Municipal nº 935/09, que instituiu a “Semana Municipal de Valorização da Vida” no município de Queimados. Aprovada em 2009, a legislação surgiu como resposta institucional à comoção provocada pela Chacina da Baixada, buscando inserir no calendário oficial do município um espaço para ações de sensibilização, mobilização e reflexão sobre a importância de preservar e proteger a vida, em especial nas regiões mais atingidas pela lógica do extermínio e da exclusão social. Passados 15 anos da criação da norma, a ComCausa propõe sua atualização e ampliação, com o objetivo de garantir maior efetividade às ações previstas, estimulando parcerias intersetoriais, institucionalizando canais permanentes de diálogo com a sociedade civil e construindo dispositivos de monitoramento e avaliação das atividades desenvolvidas. Proposta de criação de uma Comissão Organizadora Multissetorial Entre os principais pontos da proposta apresentada pela ComCausa está a criação de uma Comissão Organizadora Multissetorial, que passaria a ser responsável por coordenar, planejar e executar as ações da Semana Municipal de Valorização da Vida. A comissão seria composta por representantes do poder público municipal (Secretarias de Educação, Saúde, Cultura, Assistência Social e Segurança), do Legislativo, do Conselho Tutelar, do Ministério Público, do sistema de ensino (público e privado), de organizações da sociedade civil e de membros da comunidade com histórico de atuação nas temáticas de direitos humanos. A proposta visa transformar a semana temática em uma plataforma articulada de políticas públicas permanentes, com atividades como campanhas educativas sobre saúde mental, prevenção ao suicídio e à automutilação, rodas de conversa sobre bullying e violência simbólica nas escolas, intervenções culturais, ações esportivas, fóruns comunitários sobre segurança pública cidadã e justiça social, além de atividades de formação voltadas aos profissionais da rede socioassistencial e educacional. “A valorização da vida não pode ser tratada apenas como uma bandeira abstrata. Ela precisa se concretizar por meio de políticas públicas que impactem o cotidiano das pessoas, que construam proteção efetiva, especialmente para aqueles e aquelas que vivem sob maior risco social. Lutar pela vida é lutar por dignidade, por memória, por justiça”, afirmou Adriano Dias, fundador da ComCausa, durante a reunião. O vereador Felipe Castelano expressou total apoio à proposta apresentada e reforçou seu compromisso com a pauta da memória, verdade e justiça no município: “O resgate da memória da Chacina da Baixada é um dever ético e político para todos que acreditam na democracia e nos direitos humanos. Queimados carrega em sua história a dor dessa tragédia, e transformar essa dor em ação concreta é o mínimo que podemos fazer. Estamos dispostos a construir esse caminho junto aos movimentos sociais e instituições comprometidas com a vida, para que eventos como aquele nunca mais se repitam.” Circuito Memória, História e Verdade terá edição especial em Queimados Como parte das ações que marcam os 20 anos da Chacina da Baixada, está programada para o dia 17 de abril, uma edição especial do projeto Circuito Memória, História e Verdade, em Queimados. A atividade contará com a exibição do documentário Você Pode Dar um Presunto Legal, produção audiovisual que denuncia a violência institucional e a banalização da morte de jovens negros nas periferias brasileiras. Após a exibição, será realizada uma roda de conversa com a participação de representantes de movimentos sociais, autoridades públicas, educadores, estudantes e moradores da cidade. A proposta é promover um espaço plural de escuta, diálogo e elaboração coletiva sobre temas como violência de Estado, genocídio da juventude negra, justiça, reparação e cidadania. Abril também marca ações educativas sobre bullying e violência nas escolas Ainda dentro do calendário de ações do mês de abril, a ComCausa firmou uma importante parceria com o Instituto Federal do Rio de Janeiro (IFRJ) – campus São João de Meriti – para o desenvolvimento de uma campanha conjunta de enfrentamento ao bullying e ao cyberbullying, com foco na comunidade escolar. Essa iniciativa se insere no contexto de memória do ataque à Escola Municipal Tasso da Silveira, ocorrido em abril de 2011, no bairro de Realengo, que completa 12 anos em 2025. A tragédia, que vitimou crianças e chocou o país, segue como alerta permanente sobre os impactos da negligência com a saúde mental de jovens e da cultura de violência nas redes e no ambiente escolar. Como parte das ações educativas, será realizada, no dia 24 de abril, uma roda de conversa no município de Queimados com estudantes e educadores. A atividade utilizará como ponto de partida um episódio da série Adolescentes, disponível na plataforma Netflix, conectando conteúdos audiovisuais com experiências reais e práticas pedagógicas. A metodologia busca provocar reflexão

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Parkinson, saúde, idosa

No Dia Nacional do Parkinsoniano: ComCausa reforça ações do ComuniSaúde nas favelas da Baixada Fluminense

Nesta quinta-feira, 4 de abril, celebramos o Dia Nacional do Parkinsoniano, uma data fundamental para alertar e conscientizar a população sobre a Doença de Parkinson e outras síndromes parkinsonianas que afetam o sistema nervoso central, impactando principalmente pessoas a partir dos 60 anos de idade. Na ComCausa, aproveitamos essa data para reforçar o papel do nosso projeto ComuniSaúde, que será implementado nas principais favelas de Duque de Caxias, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Belford Roxo, Nilópolis e Mesquita. O objetivo é melhorar o acesso ao atendimento básico, promover a saúde mental e fortalecer redes comunitárias, colaborando diretamente com as secretarias municipais de saúde e instituições locais. O envolvimento dos moradores será essencial para mapear as necessidades e garantir que as ações alcancem a todos de forma inclusiva. Sabemos que doenças como o Parkinson ainda enfrentam muitos estigmas e desinformação. Por isso, estamos comprometidos em levar informação de qualidade às comunidades, explicando que os sintomas – como tremores involuntários, rigidez corporal, lentidão de movimentos e instabilidade postural – devem ser acompanhados com atenção, principalmente entre a população idosa. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 1% das pessoas com mais de 65 anos no mundo sofre com a doença. Embora ainda não haja cura, os avanços no tratamento vêm permitindo que muitos pacientes vivam com mais autonomia e qualidade de vida. Por meio do ComuniSaúde, fazemos da comunicação uma ferramenta de cuidado e mobilização social. No Dia Nacional do Parkinsoniano, reafirmamos nosso compromisso com a defesa da vida e com o fortalecimento das redes de apoio nas favelas da Baixada Fluminense. Acreditamos que saúde é um direito de todos e deve ser construída a partir do território, com escuta, acolhimento e ação coletiva. ComuniSaúde e o impacto nas favelas  O ComuniSaúde visa melhorar o acesso ao atendimento básico, promover saúde mental e fortalecer as redes comunitárias nas favelas da Baixada Fluminense. O projeto será implementado nas principais favelas de Duque de Caxias, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Belford Roxo, Nilópolis e Mesquita, em colaboração com secretarias municipais de saúde e instituições locais. O envolvimento dos moradores será crucial para mapear as necessidades e garantir que a campanha atinja todos de forma inclusiva. O lançamento da plataforma digital ComuniSaude.org.br também será parte importante do projeto, fornecendo informações detalhadas sobre os serviços de saúde disponíveis. A ComCausa também disponibilizará um número de telefone com aplicativos de mensagens para fornecer suporte durante a campanha, garantindo que a população tenha fácil acesso a orientações sobre os serviços de saúde. Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro  Desde 2021, mais de R$ 22 milhões foram investidos em projetos de saúde nas favelas cariocas, com apoio da Lei Nº 8.972/20 e do Fundo Especial da ALERJ. Instituições renomadas como a  Fiocruz , IFF, UENF, UFRJ, UERJ, PUCRJ, SBPC, Alerj e Abrasco fazem parte do Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro, com o objetivo de garantir que os serviços de saúde alcancem as áreas mais necessitadas. Mais notícias | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________ Compartilhe:

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