Datas importantes

Priscila Belfort

Caso Priscila Belfort: o mistério do desaparecimento que choca o Brasil há mais de 20 anos

Priscila Vieira Belfort, nascida no Rio de Janeiro em 5 de dezembro de 1974, era uma ex-funcionária pública e ex-universitária. Aos 29 anos, em 9 de janeiro de 2004, Priscila desapareceu misteriosamente após sair para almoçar no Centro do Rio de Janeiro, onde trabalhava na Secretaria Municipal de Esportes e Lazer. Desde então, seu paradeiro permanece desconhecido, transformando-se em um dos casos de desaparecimento mais intrigantes do Brasil. Priscila, filha de Jovita Belfort, foi diagnosticada com depressão aos 16 anos, mas continuava sendo descrita como uma pessoa sociável e querida por amigos e vizinhos. No dia de seu desaparecimento, Priscila estava indisposta, mas, a pedido da mãe, foi trabalhar. Ela saiu para almoçar e não foi mais vista. A partir desse momento, a vida da família Belfort mudou radicalmente. O Desaparecimento O desaparecimento de Priscila ocorreu em uma época em que os sequestros eram comuns na região central do Rio de Janeiro. A família iniciou uma busca desesperada dois dias após seu desaparecimento, usando a mídia e a notoriedade de seu irmão, o lutador Vitor Belfort, para divulgar o caso. Apesar dos esforços, incluindo campanhas e denúncias ao Disque Denúncia, nenhuma pista concreta foi encontrada. O mistério foi agravado pelo fato de que não houve nenhum pedido de resgate, o que levantou suspeitas sobre a hipótese de confusão mental ou um possível sequestro seguido de assassinato. Apesar de a polícia ter considerado a possibilidade de homicídio, a família Belfort nunca deixou de acreditar que Priscila ainda poderia estar viva. Campanha de Busca Desde o desaparecimento, Vitor Belfort e sua esposa, Joana, lideraram uma intensa campanha para encontrar Priscila. A campanha incluiu a impressão de camisetas com seu rosto, a colocação de fotos gigantes pela cidade e o uso da mídia para manter o caso vivo. Embora milhares de denúncias tenham sido recebidas pela polícia, nenhuma trouxe um desfecho ao caso. Revelações e Confissão de Assassinato Em 2007, o programa “Linha Direta” da Rede Globo dedicou um episódio ao desaparecimento de Priscila, levando ao surgimento de novas informações. No mesmo ano, Elaine Paiva, membro de uma quadrilha, confessou ao Ministério Público que Priscila teria sido sequestrada, estuprada e assassinada devido a uma suposta dívida. Elaine indicou um local onde o corpo teria sido enterrado, mas nada foi encontrado. Mesmo com essa confissão, as dúvidas sobre o caso persistem. O Mistério Continua Duas décadas após o desaparecimento, o caso de Priscila Belfort permanece sem solução definitiva. A confissão de Elaine Paiva trouxe uma possível explicação, mas a falta de evidências concretas mantém o mistério em torno de seu destino. Para a família, a esperança de que Priscila esteja viva ainda persiste, e a busca por respostas continua. Enquanto isso, o desaparecimento de Priscila Belfort segue como um dos casos mais emblemáticos de desaparecimento no Brasil, mobilizando a opinião pública e destacando a dor de famílias que vivem com a incerteza do paradeiro de seus entes queridos. Documentário “Volta, Priscila” As de investigação, além de destacar o impacto emocional que o desaparecimento causou na família Belfort e nas investigações de desaparecimentos no Brasil. A produção se vale de um acervo inédito de gravações feitas pela própria família, que, segundo a mãe, Jovita Belfort, sempre teve o hábito de registrar momentos importantes. Essas imagens permitem que o público tenha uma visão íntima de quem era Priscila, além de humanizar ainda mais a trajetória de sua vida antes do desaparecimento.

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Carlos Alberto Caó de Oliveira - ComCausa Lei Caó

Dia da promulgação da Lei Caó contra o racismo

No dia 5 de janeiro de 1989, foi promulgada a Lei nº 7.716, amplamente conhecida como Lei Caó, um marco histórico na legislação brasileira de combate ao racismo. Inicialmente, a lei estabelecia punições para crimes resultantes de discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional. Posteriormente, em 15 de maio de 1997, foi alterada pela Lei nº 9.459, ampliando seu alcance e especificando as formas de discriminação que seriam consideradas crimes. Entre os crimes previstos pela Lei Caó estão: Impedir ou obstar o acesso de alguém a cargos públicos, seja na Administração Direta ou Indireta, incluindo concessionárias de serviços públicos. Negar ou obstar emprego em empresas privadas. Recusar ou impedir acesso a estabelecimentos comerciais, incluindo recusa em atender clientes. Impedir inscrição ou ingresso de alunos em instituições de ensino públicas ou privadas. Negar acesso ou hospedagem em hotéis, pensões ou estabelecimentos similares. Recusar atendimento em restaurantes, bares, casas de diversão e outros locais abertos ao público. Impedir acesso a transportes públicos, como ônibus, trens, metrôs e aviões. A lei também considera crime imprescritível e inafiançável impedir o casamento ou convivência familiar e social de alguém por discriminação. Além disso, proíbe a produção, comercialização ou divulgação de símbolos nazistas, como a cruz suástica, para fins de propagação do nazismo. Caso o autor do crime seja um servidor público, a condenação pode resultar na perda do cargo ou função pública, desde que isso seja explicitamente declarado na sentença. A evolução da legislação Contra o Racismo Antes da promulgação da Lei Caó, práticas de discriminação racial eram tratadas como contravenções penais, nos termos da Lei nº 7.437/1985, que alterava a Lei Afonso Arinos de 1951, primeira legislação brasileira a abordar o tema, embora com caráter limitado. A Lei Caó representou uma virada histórica ao transformar o racismo em crime inafiançável e imprescritível, conforme estabelecido no artigo 5º, inciso XLII, da Constituição Federal, redigido pelo próprio autor da lei. Carlos Alberto Oliveira dos Santos: O Caó A lei leva o nome de Carlos Alberto Oliveira dos Santos, conhecido como Caó, um dos mais destacados militantes do movimento negro no Brasil. Nascido em 1941, em Salvador, filho de uma costureira e de um marceneiro, Caó formou-se em Direito pela Universidade Federal da Bahia (UFBA) e pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Durante sua juventude, foi ativo na campanha “O petróleo é nosso” e integrou a União Nacional dos Estudantes (UNE). Filiado ao Partido Comunista, foi perseguido e preso pela ditadura militar em 1970. Na vida pública, Caó foi eleito deputado federal em 1982 pelo Partido Democrático Trabalhista (PDT) e se destacou como secretário do Trabalho e da Habitação no governo de Leonel Brizola, implementando políticas de regularização fundiária em favelas e periferias. Em 1986, foi eleito deputado constituinte, desempenhando papel fundamental na inclusão do combate ao racismo na Constituição Federal. O legado de Caó Caó faleceu em 2018, deixando um legado de luta pela igualdade racial e pelos direitos humanos. Apesar de sua contribuição histórica, sua morte foi pouco destacada pela imprensa. Entretanto, sua obra permanece viva por meio da Lei Caó, que continua sendo um instrumento essencial no combate ao racismo e à discriminação no Brasil. Essa lei, que carrega o nome de um dos mais notáveis defensores da igualdade no país, é um símbolo de resistência e uma lembrança da importância de enfrentar o preconceito em todas as suas formas. | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________ Compartilhe:

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Entrevista-TT-Catalao-ComCausa

Memória TT Catalão: Um legado de resistência, cultura e transformação social

Vanderlei dos Santos Catalão, conhecido como TT Catalão, foi jornalista, poeta, músico e ativista cultural. Nascido no Rio de Janeiro em 1948 e criado em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, TT dedicou sua vida à luta pela justiça social e ao fortalecimento da cultura brasileira. Ele faleceu em 2 de janeiro de 2020, aos 71 anos, em Brasília. Sua trajetória atravessou a repressão política da Ditadura Militar e culminou em contribuições significativas para a cultura brasileira. TT mudou-se para Nova Iguaçu em 1956, aos 8 anos, onde viveu até 1972. Em entrevista à ComCausa, na Rádio BFluminense em 2009, ele refletiu sobre sua juventude na Baixada Fluminense como um período essencial de formação. “Aprendi a mobilizar, a minha força de trabalho, aprendi aqui. Inclusive nesse sentido de periferia, essa história que eu falo tanto de pertencimento, de não ser esmagado, de reagir, de acreditar nas suas forças, aprendi muito vivendo aqui.” Durante a Ditadura Militar, TT enfrentou interrogatórios e prisões, incluindo uma na Vila Militar, enquanto vivia sob a constante vigilância e repressão. Ele destacou o papel fundamental da Igreja Católica e de líderes como Dom Adriano Hypolito, bispo de Nova Iguaçu, que ofereciam abrigo e apoio aos militantes. “A Igreja Católica era a possibilidade de sobrevivência de muitos grupos de esquerda. Dom Adriano era fundamental em nossa vida.” A resistência e os heróis anônimos TT relatou que muitos de seus amigos desapareceram durante o regime militar. “Só de amigos meus, contando de cabeça, tem uns sete que sumiram. Eram pobres como eu. Esses pobres, nem são chamados de heróis da resistência. Não tiveram nem anistia. Amanheciam na vala de boca para cima, e diziam: ‘trocou tiro com a polícia’. Não era nada, estavam apenas extinguindo arquivo.” Essas experiências moldaram sua visão sobre a importância de dar voz aos invisíveis: “A ComCausa tem essa importância de mostrar que você não está sozinho, às vezes até somente para confortar. Esse é um valor que não está em nenhum manual metodológico, político ou partidário.” Mudança para Brasília e consolidação profissional Em 1972, TT mudou-se para Brasília, onde encontrou um ambiente propício para sua militância cultural e política. Ele ingressou no Correio Braziliense em 1976, destacando-se como jornalista cultural. Paralelamente, envolveu-se em movimentos artísticos e culturais que transformaram Brasília em um polo de resistência. Em 1978, TT organizou a Mostra do Horror Nacional, evento que protestou contra a censura no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. Também participou do filme Idade da Terra (1980), de Glauber Rocha, simbolizando sua capacidade de transitar entre diferentes formas de arte. Atuação cultural e política TT assumiu cargos estratégicos na gestão pública cultural durante os anos 1980 e 1990. Ele foi chefe de gabinete da Secretaria de Educação e Cultura do Distrito Federal e, em 1989, tornou-se o primeiro presidente eleito do Conselho de Cultura do DF. Em 1993, criou e geriu o Espaço Cultural Renato Russo, um marco cultural de Brasília. Durante o governo Lula, TT foi um dos articuladores do programa Cultura Viva, que implementou os Pontos de Cultura em todo o Brasil. “O programa te dá um crachá, que é um escudo. Ele mostra que você não está sozinho.”, afirmou para a ComCausa em 2009. Ligação com Nova Iguaçu e a ComCausa Apesar de ter se estabelecido em Brasília, TT nunca perdeu sua conexão com Nova Iguaçu. Em 2009, participou da inauguração da sede da ComCausa, localizada no espaço cedido por Dom Adriano para movimentos sociais décadas antes. “Foi muito emocionante porque retomo [a casa] de certa maneira com o trabalho dos Pontos de Cultura, viajando o país todo”, declarou. Ele também reconhecia a importância da comunicação para as periferias: “A comunicação é um dado fundamental, já que as pessoas hoje podem contar a história do seu ponto de vista. Inclusão digital não é apenas você ficar se masturbando no mouse em lan-house. A gente precisa ter um princípio no uso, algo ligado à educação.” Entrevista TT Catalão Reflexões e legado TT acreditava no poder transformador da cultura como ferramenta para amplificar as vozes historicamente silenciadas: “Chegou a hora de falar quem só ouvia.” Seu legado transcende sua ausência. Ele continua a inspirar novas gerações a enxergar a arte e a cultura como instrumentos para um Brasil mais justo e humano. TT Catalão, nos deixou aos 71 anos na madrugada de quinta-feira, dia 02 de janeiro de 2020. Velado no Espaço Cultural Renato Russo, TT deixou esposa, dois filhos, uma filha e duas netas. Sua vida foi um testemunho de coragem, resistência e compromisso com a justiça social. TT Catalão permanece como um exemplo de que a transformação é possível por meio do poder da cultura e da empatia. “Brasilia perde um pedaço de sua inspiração poética, de nossa criatividade no uso do idioma e de nosso estoque em simpatia tolerante” – Cristovam Buarque, Ex-senador e Ex-governador do Distrito Federal. “TT Catalão chamava a atenção por sua sensibilidade, sua poesia, seu amor à cultura, a Brasília e ao Brasil. Era um desses seres iluminados, insubstituível. Perdi um amigo e uma pessoa a quem admirava muito” – Rodrigo Rollemberg, Ex-governador do Distrito Federal. – Fontes: ComCausa, O Globo, Correio Braziliense e Revista Fórum. – Atualizada 02 de janeiro de 2024. TT Catalão na inalguração sede da ComCausa em 2009: | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________ Compartilhe:

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Jovem-foi-baleada-na-cabeca-durante-abordagem-da-PRF-na-vespera-do-Natal-Foto-ReproducaoTV-Globo

Caso Juliana: Jovem baleada na cabeça pela PRF na luta pela vida e justiça

Na noite de 24 de dezembro de 2024, Juliana Leite Rangel, de 26 anos, viajava com a família para uma ceia de Natal em Niterói quando foi baleada na cabeça durante uma abordagem da Polícia Rodoviária Federal (PRF) na Rodovia Washington Luís, no Rio de Janeiro. Após 45 dias de internação no Hospital Municipalizado Adão Pereira Nunes (HMAPN), em Duque de Caxias, Juliana recebeu alta nesta quinta-feira, dia 6 de fevereiro de 2025, marcando o fim de uma longa batalha pela sobrevivência. O caso gerou grande repercussão e mobilização social, levando à abertura de investigações pela Polícia Federal e pelo Ministério Público Federal. A família de Juliana segue cobrando justiça e responsabilização dos agentes envolvidos. Ação rápida da PM foi essencial para salvar Juliana Logo após o disparo, policiais militares que estavam na região prestaram os primeiros socorros a Juliana, levando-a às pressas para o hospital. A rápida intervenção foi essencial para que a jovem chegasse com vida à unidade de saúde e tivesse a chance de se recuperar. O jornalista e fundador da ComCausa, Adriano Dias, ressaltou a importância da ação dos PMs naquele momento crítico: “A ação dos policiais militares naquele momento foi fundamental para que Juliana tivesse a oportunidade de sobreviver. Quando falamos sobre segurança pública, precisamos valorizar quem, de fato, está comprometido em salvar vidas.” A luta pela vida e o trabalho incansável dos profissionais de saúde Juliana passou por procedimentos cirúrgicos delicados e enfrentou momentos críticos durante a internação. Mas, com o apoio dos profissionais do HMAPN, sua recuperação superou as expectativas. O diretor-geral do hospital, Thiago Resende, destacou o comprometimento da equipe médica: “Juliana sai curada, andando, conversando e interagindo. Quero agradecer toda a equipe médica, de enfermagem e administrativa, que conseguiu salvar a vida dela. Hoje ela está aqui feliz, recebendo alta.” A jovem continuará sua reabilitação com sessões de fisioterapia e fonoaudiologia para recuperar totalmente suas funções motoras e cognitivas. Adriano Dias também elogiou o trabalho dos profissionais de saúde: “São verdadeiros heróis da vida real. A gente precisa lembrar que, muitas vezes, a saúde pública é a única alternativa para salvar vidas, e foi exatamente isso que vimos nesse caso. O esforço dos médicos, enfermeiros e toda a equipe foi essencial para que Juliana pudesse sair do hospital hoje.” Investigação e afastamento dos agentes da PRF A Polícia Federal e o Ministério Público Federal abriram investigações para apurar as circunstâncias do disparo. Os agentes da PRF envolvidos na abordagem foram afastados preventivamente de suas funções operacionais enquanto o caso é analisado. Até o momento, a corporação não divulgou detalhes sobre a abordagem nem sobre o que teria motivado o tiro que atingiu Juliana. A família da jovem continua cobrando esclarecimentos e responsabilização. Histórico de violência em abordagens da PRF O caso de Juliana se soma a outros episódios trágicos envolvendo a PRF e o uso excessivo de força letal. Em setembro de 2023, Heloísa dos Santos Silva, uma menina de apenas 3 anos, foi morta por um disparo na cabeça enquanto o carro de sua família transitava pelo Arco Metropolitano, em Seropédica. Outro caso emblemático ocorreu em junho de 2023, quando Anne Caroline Nascimento Silva, de 23 anos, foi morta em uma abordagem na mesma Rodovia Washington Luís. Esses casos reacenderam o debate sobre protocolos de segurança pública e o uso desproporcional da força policial. Nota de lamento da ComCausa A OSC ComCausa emitiu uma nota oficial manifestando pesar e indignação pelo caso de Juliana e ressaltando a necessidade de mudanças urgentes nas práticas de segurança pública no Brasil. “Mais uma vez, presenciamos um episódio de violência que atinge diretamente uma família brasileira, transformando um momento de celebração em dor e desespero,” destacou a nota. A entidade também reforçou a importância do recente decreto do governo federal que regula o uso da força policial, mas alertou que, sem implementação rigorosa e responsabilização dos agentes, tragédias como essa continuarão a ocorrer. Caminho para justiça e mudança O caso de Juliana evidencia a necessidade de uma resposta firme do sistema judicial e do Estado, assegurando que ações policiais estejam em conformidade com protocolos que preservem vidas. O episódio deve ser investigado com transparência e servir como catalisador para mudanças reais nas políticas de segurança pública. Para Adriano Dias, a violência em abordagens policiais precisa ser combatida com seriedade: “Não podemos normalizar que uma jovem seja baleada na cabeça durante uma abordagem policial. Precisamos de uma segurança que proteja vidas, e não que coloque a população em risco. Casos como o da Juliana exigem respostas e mudanças reais.” Agora, com a alta hospitalar, Juliana inicia uma nova fase de sua vida. Sua família planeja uma nova celebração de Natal para simbolizar sua segunda chance, mas também seguirá mobilizada para garantir que a justiça seja feita. O país não pode permitir que Juliana seja apenas mais um número nas estatísticas de violência policial. Que sua história seja um símbolo de resistência e um chamado para que o uso da força pelas autoridades seja sempre a última alternativa. | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________ Compartilhe:

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