João Oscar

Doenças intestinais

Projeto ComuniSaúde da ComCausa conscientiza sobre doenças intestinais 

No dia 19 de maio, o mundo se une para lembrar o Dia Mundial da Doença Inflamatória Intestinal (DII), uma data dedicada à conscientização sobre a doença de Crohn e a colite ulcerativa, que afetam mais de dez milhões de pessoas em todo o planeta. Neste contexto, a ComCausa lança uma ação inédita por meio do projeto ComuniSaúde, com foco na promoção da saúde básica, da saúde mental e da mobilização comunitária nas favelas da Baixada Fluminense. A iniciativa será implementada nos territórios mais vulneráveis de Duque de Caxias, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Belford Roxo, Nilópolis e Mesquita. Em parceria com as secretarias municipais de saúde e instituições locais, o projeto pretende fortalecer as redes comunitárias e melhorar o acesso a serviços básicos de saúde e informação. A ação tem como ponto de partida a conscientização sobre doenças inflamatórias intestinais, que afetam especialmente o cólon e comprometem a qualidade de vida de milhões de brasileiros. Os sintomas mais comuns incluem dor abdominal, cólicas, flatulência excessiva, diarreia alternada com prisão de ventre e sensação de esvaziamento incompleto do intestino. Essas manifestações podem se intensificar com a ingestão de alimentos gordurosos, álcool, cafeína ou em situações de estresse. Segundo especialistas, entre as causas da DII estão a motilidade anormal do intestino, hipersensibilidade à distensão intestinal, infecções, distúrbios inflamatórios e até fatores emocionais como depressão e ansiedade, o que reforça a importância de uma abordagem integrada de saúde física e mental. O ComuniSaúde surge como resposta a essa complexidade, promovendo o cuidado em saúde com foco na escuta e no fortalecimento das relações locais. Para isso, o projeto contará com o apoio direto da comunidade, que participará do mapeamento das necessidades reais dos moradores, garantindo que as ações de saúde sejam inclusivas, eficazes e culturalmente adequadas. As atividades incluem rodas de conversa sobre alimentação, saúde mental, autocuidado e direitos, além da distribuição de materiais informativos sobre os sintomas, causas, prevenção e tratamento da DII. Em sua abordagem contínua, a ComCausa visa ampliar a compreensão da população sobre essas doenças, alertando para os riscos da automedicação e da falta de diagnóstico precoce. Além de mudanças alimentares e no estilo de vida, o tratamento da DII envolve o uso de medicamentos em fases mais graves. Embora não tenha cura, é possível manter longos períodos de controle, desde que o paciente receba acompanhamento adequado e adote práticas de bem-estar como atividade física regular, boa alimentação e apoio emocional. A campanha liderada pela ComCausa se alinha ao movimento global coordenado pela European Federation of Crohn’s and Ulcerative Colitis Associations (EFCCA), que desde 2010 reúne organizações de mais de 50 países na luta por políticas públicas eficazes, acesso à saúde de qualidade e apoio aos pacientes. Ao integrar essa mobilização internacional ao cotidiano das favelas da Baixada, o projeto ComuniSaúde reafirma o compromisso com a defesa da vida, da dignidade e do direito à saúde de todas as pessoas, especialmente aquelas em situação de vulnerabilidade. ComuniSaúde e o impacto nas favelas O ComuniSaúde visa melhorar o acesso ao atendimento básico, promover saúde mental e fortalecer as redes comunitárias nas favelas da Baixada Fluminense. O projeto será implementado nas principais favelas de Duque de Caxias, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Belford Roxo, Nilópolis e Mesquita, em colaboração com secretarias municipais de saúde e instituições locais. O envolvimento dos moradores será crucial para mapear as necessidades e garantir que a campanha atinja todos de forma inclusiva. O lançamento da plataforma digital ComuniSaude.org.br também será parte importante do projeto, fornecendo informações detalhadas sobre os serviços de saúde disponíveis. A ComCausa também disponibilizará um número de telefone com aplicativos de mensagens para fornecer suporte durante a campanha, garantindo que a população tenha fácil acesso a orientações sobre os serviços de saúde. Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro Desde 2021, mais de R$ 22 milhões foram investidos em projetos de saúde nas favelas cariocas, com apoio da Lei Nº 8.972/20 e do Fundo Especial da ALERJ. Instituições renomadas como a  Fiocruz , IFF, UENF, UFRJ, UERJ, PUCRJ, SBPC, Alerj e Abrasco fazem parte do Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro, com o objetivo de garantir que os serviços de saúde alcancem as áreas mais necessitadas. Mais notícias | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________ Compartilhe:

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Doença celíaca

Projeto ComuniSaúde leva conscientização sobre doença celíaca e saúde integral às favelas da Baixada

A doença celíaca, caracterizada pela intolerância permanente ao glúten, afeta milhares de brasileiros e pode causar sérios danos à saúde intestinal se não for diagnosticada e tratada a tempo. Pensando nisso, o projeto ComuniSaúde, da organização ComCausa, está promovendo ações de conscientização e educação em saúde sobre o tema nas principais favelas da Baixada Fluminense. O glúten é uma proteína encontrada no trigo, na cevada, na aveia, no centeio e no malte. Em pessoas com predisposição genética, a ingestão dessa substância desencadeia uma reação autoimune no intestino delgado, que provoca inflamações, lesões nas vilosidades intestinais e dificuldades na absorção de nutrientes. Essa condição clínica é conhecida como doença celíaca (DC). Os sintomas mais comuns incluem diarreia crônica, dores e inchaço abdominal, excesso de gases e perda de peso involuntária. Quando não tratada, a doença pode evoluir para complicações graves, como linfoma de células T, um tipo raro de câncer intestinal. O diagnóstico é realizado por exames de sangue e, em alguns casos, biópsia intestinal. A única forma de tratamento eficaz é a retirada definitiva do glúten da dieta — uma mudança que exige conhecimento, apoio familiar e orientação nutricional, especialmente em regiões onde o acesso à informação e à saúde ainda é limitado. ComuniSaúde: ação comunitária e acesso integral Diante dessa realidade, o projeto ComuniSaúde, criado pela ComCausa, visa melhorar o acesso ao atendimento básico, promover a saúde mental e fortalecer as redes comunitárias nas favelas da Baixada Fluminense. A iniciativa será implementada em áreas populares de Duque de Caxias, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Belford Roxo, Nilópolis e Mesquita, em parceria com as secretarias municipais de saúde e diversas instituições locais. Por meio de rodas de conversa, oficinas, distribuição de materiais informativos e capacitação de agentes comunitários, o projeto abordará temas como intolerâncias alimentares, alimentação saudável, diagnóstico precoce e autocuidado. A doença celíaca será um dos focos centrais, especialmente por sua natureza silenciosa e pelo impacto direto na qualidade de vida de quem vive em contextos de vulnerabilidade. Participação popular como pilar da campanha Um dos diferenciais do ComuniSaúde será o envolvimento direto dos moradores, que ajudarão a mapear as principais necessidades de saúde em seus territórios. Essa escuta ativa será fundamental para garantir que as ações sejam inclusivas, culturalmente adequadas e verdadeiramente eficazes. “A informação salva vidas, e nas favelas o acesso a diagnósticos e orientações médicas muitas vezes chega tarde ou não chega”, afirma a equipe da ComCausa. “Com o ComuniSaúde, queremos mudar essa lógica e construir uma rede de cuidado com protagonismo comunitário”. A campanha reforça ainda a Defesa da Vida como um princípio inegociável, atuando na interseção entre saúde, educação e cidadania. ComuniSaúde e o impacto nas favelas O ComuniSaúde visa melhorar o acesso ao atendimento básico, promover saúde mental e fortalecer as redes comunitárias nas favelas da Baixada Fluminense. O projeto será implementado nas principais favelas de Duque de Caxias, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Belford Roxo, Nilópolis e Mesquita, em colaboração com secretarias municipais de saúde e instituições locais. O envolvimento dos moradores será crucial para mapear as necessidades e garantir que a campanha atinja todos de forma inclusiva. O lançamento da plataforma digital ComuniSaude.org.br também será parte importante do projeto, fornecendo informações detalhadas sobre os serviços de saúde disponíveis. A ComCausa também disponibilizará um número de telefone com aplicativos de mensagens para fornecer suporte durante a campanha, garantindo que a população tenha fácil acesso a orientações sobre os serviços de saúde. Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro Desde 2021, mais de R$ 22 milhões foram investidos em projetos de saúde nas favelas cariocas, com apoio da Lei Nº 8.972/20 e do Fundo Especial da ALERJ. Instituições renomadas como a  Fiocruz , IFF, UENF, UFRJ, UERJ, PUCRJ, SBPC, Alerj e Abrasco fazem parte do Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro, com o objetivo de garantir que os serviços de saúde alcancem as áreas mais necessitadas. Mais notícias | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________ Compartilhe:

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Pepe Mujica

Morre Pepe Mujica aos 89 anos: ex-presidente do Uruguai deixa legado de simplicidade e justiça social

José “Pepe” Mujica, ex-presidente do Uruguai e uma das figuras políticas mais respeitadas da América Latina, faleceu nesta terça-feira, 13 de maio de 2025, aos 89 anos. O falecimento ocorreu em sua residência na zona rural de Montevidéu, onde o ex-mandatário optou por passar seus últimos dias, após decidir interromper tratamentos agressivos contra um câncer de esôfago já em estado avançado. A notícia da morte de Mujica gerou forte comoção no Uruguai e em diversos países do mundo. Conhecido por sua postura austera e seu compromisso com a justiça social, Mujica governou o país entre 2010 e 2015, período em que implementou reformas históricas, como a legalização da maconha, do casamento entre pessoas do mesmo sexo e do aborto. Também foi um grande incentivador do uso de energias renováveis, tornando o Uruguai uma referência global em sustentabilidade. Antes da vida institucional, Mujica foi membro do movimento guerrilheiro Tupamaros durante a década de 1960. Preso em 1972 durante a ditadura militar, passou quase 13 anos encarcerado em condições extremas. Libertado em 1985 com a redemocratização do país, tornou-se deputado, senador, ministro da Agricultura e, posteriormente, presidente. Ao longo de sua trajetória, Pepe Mujica se destacou pelo estilo de vida humilde — morava em uma chácara modesta, dirigia um Fusca azul e doava boa parte de seu salário para projetos sociais. Mais do que uma figura política, tornou-se um símbolo de coerência, simplicidade e resistência. Sua companheira de vida e também figura política, Lucía Topolansky, afirmou que Mujica faleceu com serenidade, “em paz com seus ideais”. Diversos líderes mundiais, entre eles o presidente do Brasil e representantes da ONU, prestaram homenagens públicas ao ex-presidente uruguaio. O atual presidente do Uruguai, Yamandú Orsi, declarou luto oficial e descreveu Mujica como “um guia moral de gerações inteiras”. Uma cerimônia pública será realizada em Montevidéu, onde cidadãos poderão se despedir de uma das figuras mais marcantes da história política latino-americana. Para a organização ComCausa, que atua na promoção de direitos humanos e cultura de paz, o legado de Pepe Mujica se conecta com a luta cotidiana por uma sociedade mais justa e solidária. Biografia completa de José “Pepe” Mujica Nome completo: José Alberto Mujica CordanoData de nascimento: 20 de maio de 1935Data de falecimento: 13 de maio de 2025Local de nascimento e morte: Montevidéu, UruguaiProfissão: Político, ex-guerrilheiro, agricultor José “Pepe” Mujica foi uma das figuras mais emblemáticas da política latino-americana contemporânea. Sua vida foi marcada por ideais de justiça social, simplicidade, resistência e coerência política. Ex-presidente do Uruguai entre 2010 e 2015, Mujica conquistou respeito internacional tanto por suas políticas progressistas quanto por seu estilo de vida austero. Origens e juventudeFilho de Demetrio Mujica, de origem basca, e de Lucy Cordano, de ascendência italiana, Pepe Mujica cresceu em uma família modesta na capital uruguaia. Desde jovem teve contato com a militância política e, nos anos 1960, tornou-se um dos principais nomes do Movimento de Libertação Nacional – Tupamaros, grupo guerrilheiro de esquerda que combatia a desigualdade social e a repressão do regime. Militância armada e prisãoMujica foi preso pela primeira vez em 1970, em meio à repressão à militância armada. Protagonizou duas fugas espetaculares da prisão, mas foi recapturado e, em 1972, tornou-se um dos “reféns” da ditadura militar uruguaia (1973-1985), mantido em condições sub-humanas por quase 13 anos. Durante esse período, sofreu torturas físicas e psicológicas e ficou isolado por anos em calabouços subterrâneos, o que afetou sua saúde mental. Apesar disso, sobreviveu e tornou-se símbolo de resistência. Transição para a democraciaCom a redemocratização do Uruguai em 1985, Mujica foi libertado e gradualmente ingressou na política institucional. Em 1989, foi um dos fundadores do Movimento de Participação Popular (MPP), integrado à Frente Ampla (Frente Amplio), coalizão de partidos de esquerda. Em 1994, foi eleito deputado, e, em 1999, senador. Tornou-se ministro da Pecuária, Agricultura e Pesca no governo de Tabaré Vázquez (2005–2008), com forte atuação junto aos pequenos produtores. Presidência da República (2010–2015)Eleito presidente em 2009, Mujica assumiu o cargo em 1º de março de 2010. Seu governo foi marcado por políticas de inclusão social e avanço em temas progressistas. Entre as principais medidas, destacam-se: Apesar de governar com firmeza, Mujica sempre se mostrou avesso aos luxos do poder. Morava com sua esposa em uma pequena chácara nos arredores de Montevidéu, dirigia seu famoso Fusca azul 1987 e doava cerca de 90% do salário presidencial para instituições sociais e cooperativas populares. Essa coerência entre discurso e prática fez dele um símbolo global de honestidade na política. Pós-presidênciaApós deixar o governo, Mujica manteve forte presença no debate público internacional. Foi convidado para palestras, entrevistas e eventos em universidades e fóruns pelo mundo, sempre enfatizando a simplicidade, a solidariedade e a ética no exercício do poder. Continuou como senador até 2020, quando renunciou alegando motivos de saúde e “cansaço da política”. Doença e falecimentoEm abril de 2024, Mujica foi diagnosticado com câncer de esôfago. Por já enfrentar uma doença autoimune (lúpus) e insuficiência renal, recusou tratamentos agressivos e optou por cuidados paliativos em sua casa. Faleceu serenamente em 13 de maio de 2025, aos 89 anos. Vida pessoalCasado com a também militante e ex-senadora Lucía Topolansky, Mujica não teve filhos. Sua relação com a companheira foi marcada por companheirismo político e afetivo, sendo ambos admirados por sua dedicação ao povo uruguaio. LegadoPepe Mujica será lembrado como o “presidente mais pobre do mundo”, não por escassez, mas por escolha ética. Sua vida foi uma permanente lição sobre como a política pode ser feita com espírito público, desapego material e compromisso com a justiça social. Inspirou líderes e cidadãos ao redor do mundo com frases simples, gestos simbólicos e um exemplo de vida coerente e inspiradora. Mais notícias | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________ Compartilhe:

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Laço roxo Lupus

No Dia da Fibromialgia ComCausa reforça ações de saúde comunitária com o ComuniSaúde na Baixada

O dia 12 de maio é reconhecido nacionalmente como o Dia de Conscientização da Fibromialgia, uma condição que atinge cerca de 2,5% da população mundial, segundo dados da Sociedade Brasileira de Reumatologia. Marcada por dores musculares crônicas e generalizadas, fadiga, distúrbios do sono, depressão e dificuldades de concentração, a fibromialgia afeta principalmente mulheres entre 30 e 50 anos, sendo ainda pouco compreendida e cercada de preconceitos. Em sintonia com a data e com o compromisso de promover o acesso à saúde e à informação nas periferias, a ComCausa tem ampliado o alcance do projeto ComuniSaúde, que está sendo implementado nas principais favelas da Baixada Fluminense, com o objetivo de melhorar o atendimento básico, fortalecer redes comunitárias e promover saúde mental — aspecto central na abordagem de doenças como a fibromialgia. O ComuniSaúde será desenvolvido nos territórios de Duque de Caxias, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Belford Roxo, Nilópolis e Mesquita, em parceria com as secretarias municipais de saúde e instituições locais. A proposta do projeto é integrar ações clínicas e educativas, mobilizando os próprios moradores para mapear necessidades, ampliar a escuta ativa e garantir que a campanha atinja todos de forma inclusiva e humanizada. No caso específico da fibromialgia, que não possui exames laboratoriais ou de imagem para diagnóstico e tampouco cura definitiva, a atenção básica e o acolhimento são essenciais. O diagnóstico é clínico, feito a partir da escuta cuidadosa do histórico do paciente, da exclusão de outras condições e da identificação de padrões de dor, fadiga e sofrimento psíquico. Por isso, um sistema de saúde sensível e capacitado é indispensável para oferecer alívio e dignidade às pessoas afetadas. Estudos indicam que fatores emocionais, traumas passados e altos níveis de estresse estão relacionados ao desenvolvimento da fibromialgia. Acredita-se que os pacientes possam desenvolver uma alteração neurológica na forma como o cérebro processa a dor, tornando o corpo mais sensível a estímulos dolorosos. Esse entendimento reforça a necessidade de integrar os cuidados físicos e mentais, algo que o ComuniSaúde pretende fortalecer nas regiões onde atua. A ComCausa, por meio da Defesa da Vida, entende que a dor não pode ser ignorada — e que toda vida merece ser cuidada com respeito, escuta e presença. A fibromialgia é invisível para muitos, mas real e constante para quem convive com ela. No Dia Nacional da Fibromialgia, o chamado é por empatia, políticas públicas eficazes e saúde acessível para todos. O ComuniSaúde é uma resposta concreta para garantir que os direitos de quem mais precisa — inclusive os que sofrem calados — sejam respeitados, acolhidos e transformados em ações. ComuniSaúde: ação nas favelas pela saúde e pela vida Em sintonia com o alerta global deste 10 de maio, a ComCausa, organização de direitos humanos da Baixada Fluminense, anuncia a implementação do projeto ComuniSaúde, voltado à promoção da saúde nas comunidades periféricas e ao enfrentamento das desigualdades no acesso ao atendimento médico e psicológico. A ação será desenvolvida nas principais favelas de Duque de Caxias, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Belford Roxo, Nilópolis e Mesquita, em articulação direta com as secretarias municipais de saúde e instituições comunitárias. O projeto tem como objetivo fortalecer as redes de cuidado nos territórios mais vulnerabilizados, com foco em três frentes fundamentais: Ampliação do acesso ao atendimento básico de saúde Promoção da saúde mental e apoio psicossocial Mobilização comunitária para mapear necessidades e garantir inclusão A proposta do ComuniSaúde é que moradores sejam protagonistas na identificação das demandas locais, garantindo que ações educativas e preventivas — inclusive sobre doenças como o lúpus — cheguem de forma eficaz e sensível à realidade de cada território. A atuação também contempla o uso de linguagem acessível e estratégias de comunicação direta com a população, valorizando saberes populares e fortalecendo vínculos de confiança. Para a ComCausa, que tem como um de seus eixos estruturantes a Defesa da Vida, o combate ao lúpus e a outras enfermidades silenciosas exige não apenas campanhas pontuais, mas a construção de um modelo de cuidado comunitário, onde o acesso à saúde seja um direito assegurado com dignidade e respeito às diferenças sociais, étnico-raciais e de gênero. Em um momento em que o Brasil enfrenta cortes no orçamento da saúde pública e aumento da exclusão social, iniciativas como o ComuniSaúde reafirmam o compromisso com a vida nos territórios, ampliando o acesso a informações, serviços e acolhimento — especialmente para mulheres negras, que são as principais afetadas pelo lúpus no país. O Dia Mundial do Lúpus nos lembra que é preciso enxergar além da superfície: há milhões de pessoas lutando diariamente contra dores invisíveis. E é nas periferias, com ações concretas como o ComuniSaúde, que essa luta ganha corpo, voz e esperança. ComuniSaúde e o impacto nas favelas O ComuniSaúde visa melhorar o acesso ao atendimento básico, promover saúde mental e fortalecer as redes comunitárias nas favelas da Baixada Fluminense. O projeto será implementado nas principais favelas de Duque de Caxias, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Belford Roxo, Nilópolis e Mesquita, em colaboração com secretarias municipais de saúde e instituições locais. O envolvimento dos moradores será crucial para mapear as necessidades e garantir que a campanha atinja todos de forma inclusiva. O lançamento da plataforma digital ComuniSaude.org.br também será parte importante do projeto, fornecendo informações detalhadas sobre os serviços de saúde disponíveis. A ComCausa também disponibilizará um número de telefone com aplicativos de mensagens para fornecer suporte durante a campanha, garantindo que a população tenha fácil acesso a orientações sobre os serviços de saúde. Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro Desde 2021, mais de R$ 22 milhões foram investidos em projetos de saúde nas favelas cariocas, com apoio da Lei Nº 8.972/20 e do Fundo Especial da ALERJ. Instituições renomadas como a  Fiocruz , IFF, UENF, UFRJ, UERJ, PUCRJ, SBPC, Alerj e Abrasco fazem parte do Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro, com o objetivo de garantir que os serviços de saúde alcancem as áreas mais necessitadas. Mais notícias | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________ Compartilhe:

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Dia da Enfermagem celebra cuidado e destaca ação do ComuniSaúde nas favelas da Baixada

Neste 12 de maio, celebra-se mundialmente o Dia da Enfermagem e o Dia do Enfermeiro, em referência ao nascimento de Florence Nightingale, considerada a fundadora da enfermagem moderna. No Brasil, a data também marca o início da Semana da Enfermagem, que se estende até o dia 20 de maio em homenagem à própria Nightingale e a Ana Néri, a primeira enfermeira brasileira voluntária em campos de batalha. Ambas são símbolos históricos de dedicação, cuidado e compromisso com a vida humana. A profissão de enfermagem, com origens milenares, carrega um legado de afeto e responsabilidade: cuidar, proteger e acompanhar pessoas em seus momentos de maior fragilidade. Desde a Antiguidade até os hospitais públicos modernos, os profissionais da enfermagem têm sido a linha de frente no atendimento de saúde, desempenhando um papel insubstituível no acolhimento e na recuperação de milhões de brasileiros e brasileiras. O processo de enfermagem, definido como um conjunto sistemático e deliberado de ações inter-relacionadas, é a base técnica e humanizada para a prestação de cuidados. Ele se realiza em todos os ambientes, públicos ou privados, onde há assistência em saúde — sendo fundamental para o funcionamento do Sistema Único de Saúde (SUS), especialmente na atenção básica. É neste contexto que a ComCausa, organização dedicada aos direitos humanos e à Defesa da Vida, celebra a data destacando a importância do projeto ComuniSaúde, uma ação inovadora voltada para a promoção da saúde nas favelas da Baixada Fluminense. O ComuniSaúde tem como missão melhorar o acesso ao atendimento básico, promover a saúde mental e fortalecer redes comunitárias de cuidado, atuando diretamente nas localidades de Duque de Caxias, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Belford Roxo, Nilópolis e Mesquita. Desenvolvido em articulação com as secretarias municipais de saúde e com o apoio de instituições locais, o projeto reconhece que a saúde nos territórios populares precisa ir além das estruturas físicas. Envolve escuta ativa, acolhimento, formação de agentes comunitários, e estratégias de informação e prevenção, com participação direta da população. O envolvimento dos moradores será essencial para mapear necessidades específicas, identificar lacunas e garantir que a campanha atinja todos de forma inclusiva, respeitosa e eficaz. Nesse processo, os profissionais de enfermagem são protagonistas: seja nos postos de saúde ou nas ações comunitárias, são eles que sustentam, diariamente, o cuidado concreto com a vida nas bordas da cidade. Ao celebrarmos o Dia da Enfermagem, homenageamos não apenas nomes históricos como Florence Nightingale e Ana Néri, mas também os milhares de enfermeiros e enfermeiras que atuam, muitas vezes com poucos recursos, para garantir direito à saúde com dignidade nos lugares onde ele mais precisa ser afirmado. Neste 12 de maio, a ComCausa reafirma: cuidar é um ato político, técnico e amoroso — e sem a enfermagem, não há saúde pública possível. ComuniSaúde: ação nas favelas pela saúde e pela vida Em sintonia com o alerta global deste 10 de maio, a ComCausa, organização de direitos humanos da Baixada Fluminense, anuncia a implementação do projeto ComuniSaúde, voltado à promoção da saúde nas comunidades periféricas e ao enfrentamento das desigualdades no acesso ao atendimento médico e psicológico. A ação será desenvolvida nas principais favelas de Duque de Caxias, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Belford Roxo, Nilópolis e Mesquita, em articulação direta com as secretarias municipais de saúde e instituições comunitárias. O projeto tem como objetivo fortalecer as redes de cuidado nos territórios mais vulnerabilizados, com foco em três frentes fundamentais: Ampliação do acesso ao atendimento básico de saúde Promoção da saúde mental e apoio psicossocial Mobilização comunitária para mapear necessidades e garantir inclusão A proposta do ComuniSaúde é que moradores sejam protagonistas na identificação das demandas locais, garantindo que ações educativas e preventivas — inclusive sobre doenças como o lúpus — cheguem de forma eficaz e sensível à realidade de cada território. A atuação também contempla o uso de linguagem acessível e estratégias de comunicação direta com a população, valorizando saberes populares e fortalecendo vínculos de confiança. Para a ComCausa, que tem como um de seus eixos estruturantes a Defesa da Vida, o combate ao lúpus e a outras enfermidades silenciosas exige não apenas campanhas pontuais, mas a construção de um modelo de cuidado comunitário, onde o acesso à saúde seja um direito assegurado com dignidade e respeito às diferenças sociais, étnico-raciais e de gênero. Em um momento em que o Brasil enfrenta cortes no orçamento da saúde pública e aumento da exclusão social, iniciativas como o ComuniSaúde reafirmam o compromisso com a vida nos territórios, ampliando o acesso a informações, serviços e acolhimento — especialmente para mulheres negras, que são as principais afetadas pelo lúpus no país. O Dia Mundial do Lúpus nos lembra que é preciso enxergar além da superfície: há milhões de pessoas lutando diariamente contra dores invisíveis. E é nas periferias, com ações concretas como o ComuniSaúde, que essa luta ganha corpo, voz e esperança. ComuniSaúde e o impacto nas favelas O ComuniSaúde visa melhorar o acesso ao atendimento básico, promover saúde mental e fortalecer as redes comunitárias nas favelas da Baixada Fluminense. O projeto será implementado nas principais favelas de Duque de Caxias, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Belford Roxo, Nilópolis e Mesquita, em colaboração com secretarias municipais de saúde e instituições locais. O envolvimento dos moradores será crucial para mapear as necessidades e garantir que a campanha atinja todos de forma inclusiva. O lançamento da plataforma digital ComuniSaude.org.br também será parte importante do projeto, fornecendo informações detalhadas sobre os serviços de saúde disponíveis. A ComCausa também disponibilizará um número de telefone com aplicativos de mensagens para fornecer suporte durante a campanha, garantindo que a população tenha fácil acesso a orientações sobre os serviços de saúde. Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro Desde 2021, mais de R$ 22 milhões foram investidos em projetos de saúde nas favelas cariocas, com apoio da Lei Nº 8.972/20 e do Fundo Especial da ALERJ. Instituições renomadas como a  Fiocruz , IFF, UENF, UFRJ, UERJ, PUCRJ, SBPC, Alerj e Abrasco fazem parte do Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro, com o objetivo de garantir que os serviços de saúde alcancem as áreas mais necessitadas. Mais notícias | Fale conosco! | Nos

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Doenças de pele

No Dia Mundial do Lúpus: reforçamos nosso compromisso com a saúde nas favelas da Baixada através do projeto ComuniSaúde

Neste 10 de maio, Dia Mundial do Lúpus, nós da ComCausa reafirmamos nosso compromisso com a Defesa da Vida e com o fortalecimento das redes de saúde nas periferias da Baixada Fluminense. A data, celebrada internacionalmente sob iniciativa da Federação Mundial de Lúpus, chama a atenção para os desafios enfrentados por mais de cinco milhões de pessoas que convivem com essa doença inflamatória crônica e autoimune. E é nesse contexto que destacamos a importância do nosso projeto ComuniSaúde, que será implementado nas principais favelas da região. O ComuniSaúde nasce como resposta concreta à exclusão vivida por milhares de pessoas que têm dificuldade de acesso ao atendimento básico, ao acompanhamento médico e às informações essenciais sobre sua própria saúde. Atuaremos diretamente em Duque de Caxias, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Belford Roxo, Nilópolis e Mesquita, em parceria com as secretarias municipais de saúde e com instituições comunitárias locais. Nosso objetivo é promover saúde com dignidade, cuidando do corpo, da mente e dos vínculos sociais. Mais do que ações pontuais, queremos construir redes comunitárias fortes e acolhedoras. Sabemos que o envolvimento dos moradores é essencial: eles nos ajudarão a mapear as necessidades específicas de cada território, garantindo que nossas campanhas sejam inclusivas e respeitem as realidades diversas das comunidades. Essa escuta ativa é um dos pilares do ComuniSaúde. O lúpus é uma das doenças que precisa estar no centro desse debate. Ele pode afetar qualquer parte do corpo, desde a pele até órgãos vitais como rins, cérebro e pulmões. Entre os sintomas mais comuns estão lesões avermelhadas na pele, dores articulares, inflamações nos órgãos e alterações no sangue. Mas o lúpus também pode se manifestar de forma silenciosa, o que torna o diagnóstico precoce e o acompanhamento médico ainda mais urgentes. Nosso papel como ComCausa é ajudar a romper o silêncio e o desconhecimento. Queremos que a população das favelas saiba identificar sinais, tenha acesso a profissionais qualificados — como reumatologistas — e entenda que o cuidado com a saúde deve ser um direito, e não um privilégio. Por isso, o ComuniSaúde também atuará com ações de educação em saúde, rodas de conversa, apoio psicossocial e articulação direta com a rede pública. Neste Dia Mundial do Lúpus, escolhemos não apenas informar, mas agir. Porque defender a vida significa estar presente onde o Estado muitas vezes não chega, com escuta, acolhimento e transformação social. Seguiremos em frente, com o compromisso de fazer da saúde um caminho de dignidade, autonomia e resistência nos territórios da Baixada. ComuniSaúde e o impacto nas favelas O ComuniSaúde visa melhorar o acesso ao atendimento básico, promover saúde mental e fortalecer as redes comunitárias nas favelas da Baixada Fluminense. O projeto será implementado nas principais favelas de Duque de Caxias, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Belford Roxo, Nilópolis e Mesquita, em colaboração com secretarias municipais de saúde e instituições locais. O envolvimento dos moradores será crucial para mapear as necessidades e garantir que a campanha atinja todos de forma inclusiva. O lançamento da plataforma digital ComuniSaude.org.br também será parte importante do projeto, fornecendo informações detalhadas sobre os serviços de saúde disponíveis. A ComCausa também disponibilizará um número de telefone com aplicativos de mensagens para fornecer suporte durante a campanha, garantindo que a população tenha fácil acesso a orientações sobre os serviços de saúde. Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro Desde 2021, mais de R$ 22 milhões foram investidos em projetos de saúde nas favelas cariocas, com apoio da Lei Nº 8.972/20 e do Fundo Especial da ALERJ. Instituições renomadas como a  Fiocruz , IFF, UENF, UFRJ, UERJ, PUCRJ, SBPC, Alerj e Abrasco fazem parte do Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro, com o objetivo de garantir que os serviços de saúde alcancem as áreas mais necessitadas. Mais notícias | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________ Compartilhe:

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