João Oscar

No Dia Mundial de Combate ao Câncer de Ovário ComCausa reforça ações do projeto ComuniSaúde

No dia 8 de maio, Dia Mundial de Combate ao Câncer de Ovário, nós, da ComCausa, reforçamos nosso compromisso com a conscientização sobre a saúde da mulher, especialmente nas favelas da Baixada Fluminense, onde os desafios de acesso à informação e atendimento são ainda mais intensos. Criada em 2013 por organizações internacionais de defesa da saúde feminina, essa data é uma oportunidade de ampliar o diálogo sobre uma das patologias ginecológicas mais comuns, segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca), ficando atrás apenas do câncer de colo de útero. Nosso papel é levar essa discussão aos territórios onde o silêncio, muitas vezes, custa vidas. O que todas as mulheres devem saber sobre o câncer de ovário Sentimos a responsabilidade de compartilhar informações essenciais: ComuniSaúde: promovendo saúde, escuta e cuidado nas comunidades Para transformar a realidade de milhares de pessoas, desenvolvemos o projeto ComuniSaúde, que atua diretamente nas principais favelas de Duque de Caxias, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Belford Roxo, Nilópolis e Mesquita. Com o apoio de secretarias municipais de saúde e instituições locais, buscamos ampliar o acesso ao atendimento básico, promover saúde mental e fortalecer redes comunitárias. Neste mês de maio, incluiremos a conscientização sobre o câncer de ovário em nossas mobilizações territoriais. Vamos dialogar com mulheres, mães, avós e jovens sobre autocuidado, prevenção e os caminhos possíveis para buscar diagnóstico e tratamento — sempre com respeito, escuta ativa e linguagem acessível. Moradoras no centro da ação Sabemos que o verdadeiro impacto só acontece quando as ações partem das vozes locais. Por isso, contamos com o envolvimento direto dos moradores para mapear demandas e construir estratégias junto com a comunidade. São as mulheres das favelas que nos dizem onde e como devemos atuar — e é com elas que fortalecemos essa rede. Saúde é direito, não privilégio Neste Dia Mundial de Combate ao Câncer de Ovário, reiteramos: saúde é um direito e precisa ser tratada com prioridade nas políticas públicas. Por meio do ComuniSaúde, reafirmamos nosso compromisso com a Defesa da Vida, levando informação, acolhimento e mobilização às periferias urbanas, onde a vulnerabilidade social não pode significar abandono. Seguiremos firmes ao lado das mulheres da Baixada Fluminense — porque cuidar da saúde delas é cuidar de toda a comunidade. ComuniSaúde e o impacto nas favelas O ComuniSaúde visa melhorar o acesso ao atendimento básico, promover saúde mental e fortalecer as redes comunitárias nas favelas da Baixada Fluminense. O projeto será implementado nas principais favelas de Duque de Caxias, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Belford Roxo, Nilópolis e Mesquita, em colaboração com secretarias municipais de saúde e instituições locais. O envolvimento dos moradores será crucial para mapear as necessidades e garantir que a campanha atinja todos de forma inclusiva. O lançamento da plataforma digital ComuniSaude.org.br também será parte importante do projeto, fornecendo informações detalhadas sobre os serviços de saúde disponíveis. A ComCausa também disponibilizará um número de telefone com aplicativos de mensagens para fornecer suporte durante a campanha, garantindo que a população tenha fácil acesso a orientações sobre os serviços de saúde. Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro Desde 2021, mais de R$ 22 milhões foram investidos em projetos de saúde nas favelas cariocas, com apoio da Lei Nº 8.972/20 e do Fundo Especial da ALERJ. Instituições renomadas como a  Fiocruz , IFF, UENF, UFRJ, UERJ, PUCRJ, SBPC, Alerj e Abrasco fazem parte do Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro, com o objetivo de garantir que os serviços de saúde alcancem as áreas mais necessitadas. Mais notícias | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________ Compartilhe:

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Mães de Filhos e Filhas Desaparecidos

ComCausa acompanhará Mães de Filhos e Filhas Desaparecidos e cobra retomada da Delegacia de Paradeiros na Baixada Fluminense

Na manhã desta quarta-feira (7), a organização ComCausa participou do Encontro das Mães de Filhos e Filhas Desaparecidos, realizado nas escadarias da Câmara dos Vereadores do Rio de Janeiro, na Cinelândia. O ato, marcado por forte comoção e clamor por justiça, reuniu familiares de pessoas desaparecidas de diversas regiões do estado, especialmente da Baixada Fluminense. E contou com o apoio da vereadora Tânia Bastos, além da participação de integrantes da equipe do deputado federal Reimond, presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados. A partir desta mobilização, a ComCausa passa a acompanhar de forma permanente os familiares que, diante da dor da ausência, transformam seu sofrimento em luta por memória, justiça e políticas públicas efetivas. A instituição reforça que o desaparecimento de pessoas é uma tragédia silenciosa e persistente, agravada pela omissão do Estado e pela ausência de mecanismos eficazes de busca, acolhimento e investigação. Segundo dados oficiais, somente no ano de 2023 foram registrados 4.372 desaparecimentos no estado do Rio de Janeiro — uma média de 12 por dia — sendo cerca de 40% dos casos concentrados na Baixada Fluminense. O cenário expõe uma realidade alarmante e revela a urgência de medidas concretas para enfrentar o problema. Diante dessa gravidade, a ComCausa disponibilizou sua sede no Centro do Rio de Janeiro como ponto de apoio, escuta e articulação para as mães e familiares de pessoas desaparecidas. Além disso, a instituição já articula um novo encontro na Baixada Fluminense, território onde sua atuação é histórica e onde se registra o maior número de casos. Uma das principais propostas é a retomada do projeto da Delegacia de Paradeiros em São João de Meriti, que desde 2019 foi objeto de discussões com o Governo do Estado, inclusive com recursos previstos para sua instalação. A unidade seria a primeira delegacia especializada em desaparecimentos fora da capital e teria localização estratégica ao lado do Fórum de Vila dos Teles e da sede da Prefeitura de São João de Meriti. “A criação da Delegacia de Paradeiros é fundamental para oferecer respostas às famílias. Trata-se de uma política pública essencial que não pode continuar sendo adiada. A ComCausa buscará diálogo com o Governo do Estado para retomar esse projeto e garantir sua efetivação. Também é urgente revisar os protocolos de atendimento a esses casos, tanto na futura delegacia especializada quanto nos demais órgãos estaduais. Precisamos ampliar a estrutura de acolhimento e reduzir o impacto dessa tragédia silenciosa. A dor dessas mães não pode mais ser invisibilizada”, afirmou Adriano Dias, fundador da ComCausa. Além da delegacia especializada, a ComCausa também pretende colaborar na articulação de uma rede de apoio psicossocial e jurídico para os familiares, fortalecendo vínculos com Defensorias, Ministérios Públicos, Conselhos de Direitos e instituições da sociedade civil. A iniciativa integra o conjunto de ações do programa Acolher, da ComCausa, voltado ao apoio de famílias vítimas de violências, especialmente envolvendo crianças e adolescentes, e reforça o compromisso da organização com a defesa da vida, da dignidade e da memória. Mais notícias | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________ Compartilhe:

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Tuberculose

Dia Mundial de Combate à Asma reforça importância da prevenção e do cuidado

Na primeira terça-feira de maio é celebrado o Dia Mundial de Combate à Asma, data que chama atenção para uma das doenças respiratórias crônicas mais comuns no Brasil e no mundo. A asma, também chamada popularmente de bronquite asmática ou alérgica, é uma inflamação crônica dos brônquios que afeta milhões de pessoas e exige cuidados permanentes. A doença se manifesta por meio de sintomas como tosse frequente, chiado no peito, falta de ar, opressão torácica e cansaço, especialmente à noite ou durante a prática de exercícios. Além disso, pode ser desencadeada por uma série de fatores, como poeira doméstica, ácaros, pêlos de animais, mudanças bruscas de temperatura, infecções respiratórias, esforço físico e até aspectos emocionais. A asma, embora não tenha cura definitiva, pode ser controlada com medicamentos adequados, vacinação, acompanhamento médico e medidas preventivas no ambiente doméstico. Em resposta à realidade de milhares de moradores das periferias fluminenses, a ComCausa implementa o projeto ComuniSaúde, uma iniciativa de saúde comunitária que busca ampliar o acesso à atenção básica, promover saúde mental e fortalecer redes de cuidado nas favelas de Duque de Caxias, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Belford Roxo, Nilópolis e Mesquita. O projeto é realizado em parceria com secretarias municipais de saúde, lideranças locais e instituições sociais dos territórios. Como parte das ações do ComuniSaúde neste mês de maio, o projeto destaca a necessidade de diagnóstico precoce, controle ambiental e informação qualificada sobre a asma, especialmente em comunidades onde o acesso a cuidados respiratórios é limitado. O envolvimento direto da população será fundamental para mapear as necessidades locais, identificar grupos vulneráveis e garantir que a campanha alcance de forma inclusiva quem mais precisa. Com foco na Defesa da Vida, a proposta é articular conhecimento popular, agentes de saúde e estratégias públicas para que ninguém seja deixado para trás no enfrentamento das doenças respiratórias. ComuniSaúde e o impacto nas favelas O ComuniSaúde visa melhorar o acesso ao atendimento básico, promover saúde mental e fortalecer as redes comunitárias nas favelas da Baixada Fluminense. O projeto será implementado nas principais favelas de Duque de Caxias, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Belford Roxo, Nilópolis e Mesquita, em colaboração com secretarias municipais de saúde e instituições locais. O envolvimento dos moradores será crucial para mapear as necessidades e garantir que a campanha atinja todos de forma inclusiva. O lançamento da plataforma digital ComuniSaude.org.br também será parte importante do projeto, fornecendo informações detalhadas sobre os serviços de saúde disponíveis. A ComCausa também disponibilizará um número de telefone com aplicativos de mensagens para fornecer suporte durante a campanha, garantindo que a população tenha fácil acesso a orientações sobre os serviços de saúde. Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro Desde 2021, mais de R$ 22 milhões foram investidos em projetos de saúde nas favelas cariocas, com apoio da Lei Nº 8.972/20 e do Fundo Especial da ALERJ. Instituições renomadas como a  Fiocruz , IFF, UENF, UFRJ, UERJ, PUCRJ, SBPC, Alerj e Abrasco fazem parte do Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro, com o objetivo de garantir que os serviços de saúde alcancem as áreas mais necessitadas. Mais notícias | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________ Compartilhe:

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Luiz Antônio Mello, o jornalista da Maldita

Morre Luiz Antônio Mello o jornalista da “Maldita” deixando legado inesquecível para o rock brasileiro

Luiz Antônio Mello, jornalista, radialista, produtor musical e escritor, faleceu aos 70 anos nesta terça-feira, 30 de abril de 2025, em Niterói, vítima de uma parada cardíaca enquanto se recuperava de uma pancreatite. Sua morte representa uma perda significativa para a comunicação, a cultura e a música brasileira. Em reconhecimento à sua trajetória, a Prefeitura de Niterói decretou luto oficial de três dias. “Luiz Antônio Melo era um niteroiense apaixonado por nossa cidade e que tinha uma mente, uma capacidade inventiva e criativa extraordinária. Participou diretamente de um dos momentos mais marcantes da música brasileira e do rock nacional através da rádio fluminense na década de 80. Niterói, o rock e o jornalismo estão de luto com a sua partida. Mas ele deixou um legado, suas ideias”, afirmou o prefeito Rodrigo Neves. Nascido no Rio de Janeiro em 18 de fevereiro de 1955, Luiz Antônio Mello iniciou sua carreira ainda nos anos 1970, atuando como cronista no Jornal de Icaraí. Com uma trajetória marcada pela ousadia editorial, ele passou por veículos como Rádio Federal AM, Rádio Tupi AM, Jornal do Brasil, Última Hora, O Pasquim e Opinião, construindo uma sólida reputação como cronista e defensor da liberdade de expressão. Sua maior marca, no entanto, foi como criador e diretor da histórica Fluminense FM — a lendária “Rádio Maldita” — ao lado de Samuel Wainer Filho. Lançada em 1981, a emissora rompeu paradigmas ao promover exclusivamente artistas do rock nacional, abrindo espaço para bandas que mais tarde se tornariam ícones, como Blitz, Paralamas do Sucesso, Legião Urbana e Barão Vermelho. A rádio se transformou em referência para uma geração e pilar do movimento cultural que consolidou o rock como linguagem da juventude brasileira dos anos 80. Luiz Antônio Mello também foi autor do livro “A Onda Maldita” (1992), no qual relatou os bastidores da criação e auge da Fluminense FM, expondo as dificuldades e conquistas de uma rádio que ousou desafiar o mainstream. Sua trajetória inspirou o filme “Aumenta que é Rock’n’Roll” (2024), dirigido por Tomás Portella, em que foi interpretado por Johnny Massaro. Mesmo após o fim da fase mais conhecida da Fluminense FM, Luiz seguiu atuando como cronista e formador de opinião, sempre engajado em causas sociais e culturais. Sua presença em programas e entrevistas era marcada por reflexões afiadas sobre o papel da mídia, da juventude e da cultura na transformação social. A trajetória de Luiz Antônio Mello ecoa não apenas nos estúdios de rádio, mas também na memória afetiva e política de toda uma geração. Para a organização ComCausa, que atua com direitos humanos e juventude, Mello foi um dos nomes que ajudaram a consolidar a cultura como instrumento de defesa da vida e da cidadania, especialmente em territórios populares. Seu legado permanece vivo nas ondas do rádio, nos livros, nos palcos e nas histórias que ajudou a construir — e amplificar. Mais notícias | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________ Compartilhe:

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Comunisaúde: Rio Transplante consolida liderança nacional na doação e transplante de órgãos

Criado em 1996 e vinculado à Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro, o programa Rio Transplante consolidou-se, ao longo de quase três décadas de atuação, como uma das iniciativas mais robustas e organizadas do Brasil na coordenação de atividades relacionadas à doação e transplante de órgãos, tecidos e medula óssea. Integrando o Sistema Nacional de Transplantes (SNT) e articulado diretamente com a Central Nacional de Transplantes (CNT), o programa se destaca pela gestão integral de todas as fases do processo de doação, pautando-se por critérios rigorosos de ética, técnica e transparência. O serviço abrange desde a identificação precoce do potencial doador, passando pela abordagem e acolhimento familiar para autorização da doação, a seleção de receptores conforme critérios científicos e a coordenação da logística de transporte dos órgãos, garantindo o cumprimento dos tempos críticos de isquemia e maximizando a eficácia dos transplantes. Expansão e Modernização: O Programa Estadual de Transplantes (PET) Com o objetivo de ampliar a rede de captação e qualificar ainda mais os procedimentos, o Governo do Estado do Rio de Janeiro lançou, em abril de 2010, o Programa Estadual de Transplantes (PET). Entre suas principais realizações destaca-se a instalação de quatro Coordenações Intra-Hospitalares de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes (CIHDOTTs) em hospitais estratégicos da rede pública: Hospital Estadual Getúlio Vargas, Hospital Estadual Adão Pereira Nunes, Hospital Estadual Azevedo Lima e Hospital Estadual Alberto Torres. Essas unidades especializadas permitiram o contato mais ágil e humanizado entre equipes médicas e familiares de possíveis doadores, aumentando significativamente a efetivação das doações. O programa também investiu na criação de um banco de olhos em Volta Redonda, ampliando a capacidade de transplantes de córneas no estado, e passou a oferecer capacitações reconhecidas internacionalmente, como o curso Transplant Procurement Management (TPM), voltado para a excelência dos processos de captação de órgãos. O Processo de Doação: Etapas e Rigor Técnico O processo de doação de órgãos no Rio de Janeiro segue um protocolo minuciosamente estruturado: Identificação do Potencial Doador: Equipes hospitalares detectam a morte encefálica, realizam todos os testes legais e notificam a Central Estadual de Transplantes através do Disque-Transplante (155). Entrevista Familiar e Autorização: Após a confirmação da morte encefálica, profissionais treinados acolhem os familiares, esclarecem dúvidas e solicitam a autorização formal para a doação. Listagem e Priorização de Receptores: Com a autorização, o Sistema Nacional de Transplantes ranqueia os receptores conforme critérios técnicos de gravidade, tempo de espera e compatibilidade biológica. Logística de Transporte: A Central Estadual de Transplantes organiza o transporte dos órgãos por via terrestre ou aérea, garantindo a preservação adequada dentro dos limites de isquemia permitidos. Essa cadeia coordenada assegura que o processo ocorra de maneira ágil, segura e justa, maximizando as chances de sucesso dos transplantes. Resultados e Desempenho Apesar dos desafios impostos pela pandemia de COVID-19, o Rio Transplante manteve seus índices de crescimento. Apenas no primeiro semestre de 2024, foram realizados 826 transplantes de órgãos diversos, como rim, fígado, coração, córnea e medula óssea. Segundo a Secretaria de Estado de Saúde, o número representa um aumento de 25% em comparação com o ano anterior. O Rio de Janeiro também alcançou, em 2024, a marca de 20,3 doadores efetivos por milhão de habitantes (pmp), aproximando-se da meta nacional estabelecida pela Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos (ABTO), de 21 pmp. Desafios Persistentes Ainda que o programa tenha avançado significativamente, enfrenta desafios estruturais e culturais: Resistência Familiar: A recusa à doação por parte das famílias, motivada muitas vezes pela desinformação ou preconceitos culturais, continua sendo uma barreira. Infraestrutura Hospitalar: A necessidade constante de ampliação de UTIs e modernização de centros cirúrgicos especializados é fundamental para manter a capacidade de atendimento. Conscientização Contínua: Para consolidar a cultura da doação, é essencial manter campanhas educativas ao longo de todo o ano. Como Tornar-se um Doador de Órgãos No Brasil, a autorização da família é obrigatória para efetivar a doação de órgãos após o falecimento. Assim, é imprescindível manifestar em vida o desejo de ser doador e comunicar essa vontade aos familiares. Atualizar documentos e registros também é recomendado para reforçar a intenção de doar. Importância Estratégica para a Saúde Pública O transplante de órgãos é considerado uma das práticas médicas mais complexas e, simultaneamente, uma das mais nobres manifestações de solidariedade humana. Além de devolver a esperança e a qualidade de vida a milhares de pacientes, fortalece o Sistema Único de Saúde (SUS), democratizando o acesso a procedimentos médicos de alta complexidade e reafirmando o compromisso com o direito fundamental à saúde. Comunisaúde e Rio Transplante: juntos na promoção da doação de órgãos Como parte das ações do programa ComuniSaúde, desenvolvido pela ComCausa para fortalecer a comunicação em saúde e a conscientização social, será integrada uma campanha específica sobre a importância da doação de órgãos. A iniciativa reforçará o lema “Quem salva vidas é quem conversa em vida”, estimulando o diálogo familiar sobre a decisão de doar e desmistificando tabus que ainda cercam o tema. Com essa integração ao programa ComuniSaúde, a ComCausa reafirma seu compromisso com a defesa da vida, a promoção da saúde pública e o fortalecimento dos direitos humanos, unindo esforços para apoiar o impacto positivo do Rio Transplante e contribuir para salvar cada vez mais vidas no Estado do Rio de Janeiro. ComuniSaúde e o impacto nas favelas O ComuniSaúde visa melhorar o acesso ao atendimento básico, promover saúde mental e fortalecer as redes comunitárias nas favelas da Baixada Fluminense. O projeto será implementado nas principais favelas de Duque de Caxias, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Belford Roxo, Nilópolis e Mesquita, em colaboração com secretarias municipais de saúde e instituições locais. O envolvimento dos moradores será crucial para mapear as necessidades e garantir que a campanha atinja todos de forma inclusiva. O lançamento da plataforma digital ComuniSaude.org.br também será parte importante do projeto, fornecendo informações detalhadas sobre os serviços de saúde disponíveis. A ComCausa também disponibilizará um número de telefone com aplicativos de mensagens para fornecer suporte durante a campanha, garantindo que a população tenha fácil acesso a orientações sobre os serviços de saúde. Plano Integrado

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Dia Mundial do Terapeuta Ocupacional

No Dia Nacional da Educação de Surdos reafirmamos nosso compromisso com a inclusão e a saúde comunitária na Baixada Fluminense

Hoje, 23 de abril, celebramos o Dia Nacional da Educação de Surdos, também conhecido como o Dia Nacional do Deficiente Auditivo. Esta é uma data fundamental para dar visibilidade à luta das pessoas surdas por dignidade, acessibilidade e igualdade de oportunidades, especialmente nas áreas da educação, trabalho e saúde. É também uma oportunidade de valorizar a Libras — Língua Brasileira de Sinais — como um direito linguístico e cultural de uma comunidade historicamente invisibilizada. Nós, da ComCausa, reconhecemos a urgência de transformar essa realidade, especialmente nas favelas da Baixada Fluminense, onde as desigualdades se sobrepõem e dificultam ainda mais o acesso a direitos básicos. Por isso, neste Dia Nacional da Educação de Surdos, reafirmamos o nosso compromisso com a inclusão, a comunicação acessível e a promoção da saúde integral, por meio do projeto ComuniSaúde — uma iniciativa que estamos implementando com muito empenho nas principais comunidades de Duque de Caxias, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Belford Roxo, Nilópolis e Mesquita. O ComuniSaúde nasce da escuta e da articulação com moradores, lideranças locais e profissionais da saúde. Nosso objetivo é fortalecer as redes comunitárias, promover o cuidado com a saúde mental e garantir que a população tenha acesso à atenção básica de forma humanizada e respeitosa — o que inclui a garantia da acessibilidade para pessoas surdas. Acreditamos que comunicar-se é um direito, e por isso defendemos que as informações e os serviços de saúde também estejam disponíveis em Libras, rompendo com as barreiras que ainda excluem milhares de pessoas do cuidado que merecem. A data de hoje nos inspira a seguir mobilizando ações, fóruns, encontros e campanhas que valorizem a cultura surda, estimulem o uso da língua de sinais e promovam a troca entre gerações. Acreditamos que a transformação começa no território — e é ao lado da comunidade que continuaremos lutando por uma saúde pública que acolha todas as pessoas, sem distinções. A inclusão não é um favor, é um direito. E é por isso que seguimos firmes na defesa da vida em todas as suas formas. ComuniSaúde e o impacto nas favelas  O ComuniSaúde visa melhorar o acesso ao atendimento básico, promover saúde mental e fortalecer as redes comunitárias nas favelas da Baixada Fluminense. O projeto será implementado nas principais favelas de Duque de Caxias, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Belford Roxo, Nilópolis e Mesquita, em colaboração com secretarias municipais de saúde e instituições locais. O envolvimento dos moradores será crucial para mapear as necessidades e garantir que a campanha atinja todos de forma inclusiva. O lançamento da plataforma digital ComuniSaude.org.br também será parte importante do projeto, fornecendo informações detalhadas sobre os serviços de saúde disponíveis. A ComCausa também disponibilizará um número de telefone com aplicativos de mensagens para fornecer suporte durante a campanha, garantindo que a população tenha fácil acesso a orientações sobre os serviços de saúde. Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro  Desde 2021, mais de R$ 22 milhões foram investidos em projetos de saúde nas favelas cariocas, com apoio da Lei Nº 8.972/20 e do Fundo Especial da ALERJ. Instituições renomadas como a  Fiocruz , IFF, UENF, UFRJ, UERJ, PUCRJ, SBPC, Alerj e Abrasco fazem parte do Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro, com o objetivo de garantir que os serviços de saúde alcancem as áreas mais necessitadas. Mais notícias | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________ Compartilhe:

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