João Oscar

Claudio-Estudio-Lux-Baixada-ComCausa-Desordem-SA

Parceria entre ComCausa e Estúdio Lux democratiza o acesso à produção musical para bandas independentes

Em uma ação estratégica voltada para o fortalecimento da cena musical independente do Rio de Janeiro e da Região Metropolitana, o programa Rock ComCausa, da organização social ComCausa Defesa da Vida, firmou uma parceria com o Estúdio Lux, localizado em Austin, Nova Iguaçu. O objetivo central é democratizar o acesso de bandas e artistas às estruturas profissionais de gravação, mixagem e ensaio, oferecendo condições especiais, com preços acessíveis e viabilidade financeira para a produção de músicas autorais. A iniciativa nasce da compreensão de que a música é, além de expressão artística, uma poderosa ferramenta de transformação social, resistência cultural e afirmação de identidades. Neste contexto, a parceria assegura aos artistas locais acesso direto a serviços técnicos de excelência, contribuindo para a elevação da qualidade de suas produções e, consequentemente, para sua inserção no mercado fonográfico de maneira mais competitiva.O Estúdio Lux, reconhecido pela qualidade de sua infraestrutura e atendimento especializado, disponibiliza, por meio desta parceria, uma tabela de valores reduzidos e promocionais, válida por tempo limitado, com pacotes acessíveis para gravações, mixagens e ensaios. Todos os serviços podem ser parcelados no cartão de crédito, tornando ainda mais viável o acesso de artistas que desejam profissionalizar seus projetos musicais. Além de estimular a cadeia produtiva da música, essa parceria se consolida como um instrumento efetivo de fortalecimento da cultura periférica, da produção autoral e da economia criativa, proporcionando não apenas acesso técnico de excelência, mas também apoio na promoção e visibilidade dos artistas. Divulgação garantida através do Portal C3 Outro diferencial desta iniciativa é que, além do acesso à produção musical, os artistas também contarão com o suporte do PortalC3.net, veículo de comunicação da ComCausa, e da agência Virtuo, parceira na comunicação digital. Todas as bandas e artistas que participarem da ação terão suas produções divulgadas em matérias especiais, entrevistas, publicações nas redes sociais e outras estratégias de comunicação, ampliando significativamente seu alcance e sua projeção pública. “Através dessa parceria, reafirmamos nosso compromisso com os territórios, com os artistas e com a cultura como ferramenta de transformação social. Sabemos que o acesso à gravação profissional sempre foi um desafio para quem está fora dos grandes centros de produção. Essa ação rompe essas barreiras e oferece estrutura, viabilidade e, sobretudo, visibilidade para que mais bandas possam registrar suas obras e fortalecer a cena musical do Rio de Janeiro e da Baixada Fluminense”, afirma Adriano Dias, fundador da ComCausa e idealizador do programa Rock ComCausa. O Estúdio Lux, por sua vez, consolida-se como um relevante polo de produção musical na região, oferecendo uma combinação de infraestrutura de alto padrão, atendimento humanizado e um modelo de negócio que prioriza a acessibilidade, especialmente para artistas da música independente, do rock, da música eletrônica, do rap e das mais diversas expressões musicais da cena alternativa. Agende sua gravação e amplifique sua voz Bandas, músicos, produtores e agentes culturais interessados podem realizar seus agendamentos diretamente com o Estúdio Lux, pelos telefones (21) 97727-3747 e (21) 96872-7235, ou presencialmente na Rua Marlos, nº 32, bairro de Austin, Nova Iguaçu – RJ. Esta parceria entre o Rock ComCausa, o Estúdio Lux e o Portal C3 é, portanto, uma ação concreta de fortalecimento da cultura, da economia criativa e da democratização do acesso à produção musical profissional de qualidade. Uma oportunidade real para que as vozes da periferia, do underground e da cena autoral ocupem seu espaço na história da música do Rio de Janeiro e do Brasil. Mais notícias | Editoria Virtuo Comunicação | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________ Compartilhe:

Parceria entre ComCausa e Estúdio Lux democratiza o acesso à produção musical para bandas independentes Read More »

Mães de Filhos e Filhas Desaparecidos

ComCausa participará de mutirão da Defensoria Pública voltado a familiares de pessoas desaparecidas

A ComCausa estará presente no mutirão de atendimento jurídico para familiares de pessoas desaparecidas, promovido pela Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro. O mutirão tem como foco principal orientar e atender famílias sobre questões jurídicas relacionadas à Declaração de Ausência, um instrumento previsto no Código Civil Brasileiro, que busca garantir direitos civis, patrimoniais e previdenciários das pessoas desaparecidas e de seus familiares. Esse procedimento é fundamental para oferecer segurança jurídica em situações prolongadas de desaparecimento. Além da equipe técnica da Defensoria Pública, a atividade contará com o apoio de instituições parceiras e movimentos sociais que atuam diretamente na defesa dos direitos das famílias de pessoas desaparecidas — entre elas, a própria ComCausa, que há anos acompanha casos, oferece suporte às famílias e promove ações de mobilização social e incidência política sobre o tema, especialmente na Baixada Fluminense e em todo o estado do Rio de Janeiro. O Centro de Integração de Cidadania e Direitos (CICV) da Defensoria Pública também estará presente, disponibilizando um auxílio financeiro para transporte das famílias que participarão do mutirão, garantindo assim que dificuldades econômicas não sejam barreira para o acesso aos serviços. A atividade ocorrerá no próximo dia 26 de junho, às 14 horas, na sede da Defensoria Pública, localizada na Avenida Marechal Câmara, nº 314 – Centro, Rio de Janeiro, mesmo local onde foi realizado o Diagnóstico Participativo sobre Desaparecimentos, no início deste ano. Declaração de Ausência: uma medida de proteção jurídica O desaparecimento de uma pessoa gera não apenas dor e sofrimento emocional, mas também uma série de consequências jurídicas, como a dificuldade de acessar benefícios, administrar bens, encerrar contratos ou regularizar a guarda de dependentes. A Declaração de Ausência, regulamentada pelos artigos 22 a 39 do Código Civil (Lei nº 10.406/2002), permite que as famílias, após determinado tempo de desaparecimento, obtenham uma decisão judicial que reconhece oficialmente a ausência, protegendo os direitos e interesses da família. ComCausa reafirma seu compromisso Para o jornalista e fundador da ComCausa, Adriano Dias, esse mutirão é uma ação de extrema importância na luta por justiça e dignidade para as famílias que enfrentam o drama dos desaparecimentos: “O desaparecimento de uma pessoa é uma das maiores violações de direitos humanos que existem. É como se a vida ficasse suspensa, paralisada. As famílias não vivem, elas sobrevivem em meio à dor, à incerteza e à burocracia. Por isso, garantir o acesso à justiça, por meio de instrumentos como a Declaração de Ausência, é um passo fundamental para proteger direitos, buscar reparação mínima e, acima de tudo, fortalecer a luta por políticas públicas que enfrentem esse grave problema social”, afirma Adriano. Apoio: CICV da Defensoria Pública (auxílio transporte garantido para as famílias participantes) A ComCausa seguirá presente e ativa, fortalecendo sua atuação junto às famílias na defesa da vida, dos direitos humanos e da dignidade de quem vive esse drama. Imagem de capa – Mães de Filhos e Filhas Desaparecidos Mais notícias | Editoria Virtuo Comunicação | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________ Compartilhe:

ComCausa participará de mutirão da Defensoria Pública voltado a familiares de pessoas desaparecidas Read More »

ComCausa - Live

ComCausa participa de debate sobre violência contra crianças e adolescentes no Jornal de Macaé

Nesta quinta-feira, 22 de maio, às 21h, o jornalista e defensor dos direitos humanos Adriano Dias, fundador da ComCausa, será um dos convidados de uma transmissão ao vivo promovida pelo Jornal de Macaé, com o tema “Violência contra Crianças e Adolescentes”. A atividade integra a Semana Nacional de Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes, realizada em todo o país entre os dias 18 e 25 de maio. A proposta do encontro é promover uma reflexão crítica e mobilizadora sobre as diversas formas de violência que atingem a infância e adolescência no Brasil, como a violência sexual, doméstica, institucional e digital. Com uma trajetória de mais de 20 anos em mobilizações sociais e políticas públicas de proteção à infância, Adriano Dias levará ao debate sua experiência como articulador da ComCausa e do projeto Crianças com Direitos, que atua na promoção da proteção integral, com ênfase no combate aos crimes praticados no ambiente virtual. “A violência contra crianças e adolescentes precisa ser tratada como prioridade absoluta. Não estamos lidando com casos isolados, mas com um fenômeno que se alastra silenciosamente. Nosso compromisso é transformar indignação em ação permanente. Por isso criamos o projeto Crianças com Direitos, alinhado ao ECA e ao respeito incondicional à dignidade infantojuvenil”, destaca Adriano Dias. A transmissão será realizada ao vivo pelas redes sociais do Jornal de Macaé, e posteriormente o conteúdo estará disponível nos perfis da ComCausa e do Crianças com Direitos, ampliando o alcance e a visibilidade da discussão. A participação de Adriano Dias também marca o início de uma campanha permanente da ComCausa voltada à prevenção e enfrentamento dos crimes sexuais cometidos na internet contra crianças e adolescentes, um tema urgente diante do aumento do uso de tecnologias e redes sociais por esse público. Serviço:Tema: Violência contra Crianças e AdolescentesData: Quinta-feira, 22 de maio de 2025Horário: 21hTransmissão: Redes sociais do Jornal de MacaéExibição posterior: Canais da ComCausa e Crianças com Direitos Mais notícias | Editoria Virtuo Comunicação | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________ Compartilhe:

ComCausa participa de debate sobre violência contra crianças e adolescentes no Jornal de Macaé Read More »

ComuniSaúde valoriza enfermagem e reforça cuidados nas favelas da Baixada

O projeto ComuniSaúde, lançado pela ComCausa, está unindo conscientização, mobilização social e fortalecimento comunitário nas favelas da Baixada Fluminense. Uma das principais ações da iniciativa é destacar a importância do Dia Nacional do Técnico e do Auxiliar de Enfermagem, celebrado em 20 de maio, reconhecendo a atuação desses profissionais nas comunidades mais vulneráveis. Com presença prevista nas principais favelas de Duque de Caxias, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Belford Roxo, Nilópolis e Mesquita, o ComuniSaúde busca promover o acesso ao atendimento básico, ampliar o cuidado com a saúde mental e construir redes de apoio com os moradores. O envolvimento da população local será essencial para mapear as necessidades reais e garantir que as ações de saúde cheguem a todos de forma inclusiva. Neste contexto, a valorização dos técnicos e auxiliares de enfermagem ganha protagonismo. Hoje, o Brasil conta com 1.440.536 técnicos e 433.536 auxiliares de enfermagem — mais de 1,8 milhão de profissionais que representam mais de 80% da força de trabalho da enfermagem no país. Esses profissionais são a linha de frente do cuidado diário, especialmente em regiões periféricas. A presidente do Conselho Federal de Enfermagem (Cofen), Betânia dos Santos, reforça que a data deve ser mais que uma celebração: “É preciso respeito, segurança, reconhecimento e valorização para a Enfermagem, que há tanto tempo possui demandas pendentes de aprovação.” Ela se refere à luta pela aprovação do piso salarial e pela regulamentação da carga horária da categoria. Como parte das ações da Semana da Enfermagem, o Sistema Cofen/Conselhos Regionais lançou a campanha “Valorize a Enfermagem”, que segue até esta quinta-feira (20). A campanha busca sensibilizar a população e pressionar gestores públicos a atenderem as reivindicações da categoria, que tem papel central no enfrentamento da pandemia e no cuidado cotidiano com a saúde da população. O ComuniSaúde, ao promover a valorização desses profissionais no território, amplia o alcance da campanha e fortalece a conscientização nas favelas da Baixada. Ao lado das instituições locais e das secretarias municipais de saúde, a ComCausa aposta na participação popular para transformar o cuidado com a vida em uma política concreta e permanente. ComuniSaúde e o impacto nas favelas O ComuniSaúde visa melhorar o acesso ao atendimento básico, promover saúde mental e fortalecer as redes comunitárias nas favelas da Baixada Fluminense. O projeto será implementado nas principais favelas de Duque de Caxias, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Belford Roxo, Nilópolis e Mesquita, em colaboração com secretarias municipais de saúde e instituições locais. O envolvimento dos moradores será crucial para mapear as necessidades e garantir que a campanha atinja todos de forma inclusiva. O lançamento da plataforma digital ComuniSaude.org.br também será parte importante do projeto, fornecendo informações detalhadas sobre os serviços de saúde disponíveis. A ComCausa também disponibilizará um número de telefone com aplicativos de mensagens para fornecer suporte durante a campanha, garantindo que a população tenha fácil acesso a orientações sobre os serviços de saúde. Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro Desde 2021, mais de R$ 22 milhões foram investidos em projetos de saúde nas favelas cariocas, com apoio da Lei Nº 8.972/20 e do Fundo Especial da ALERJ. Instituições renomadas como a  Fiocruz , IFF, UENF, UFRJ, UERJ, PUCRJ, SBPC, Alerj e Abrasco fazem parte do Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro, com o objetivo de garantir que os serviços de saúde alcancem as áreas mais necessitadas. Mais notícias | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________ Compartilhe:

ComuniSaúde valoriza enfermagem e reforça cuidados nas favelas da Baixada Read More »

Malcolm X

Memória: Malcolm X uma vida contra a opressão racial

Em 21 de fevereiro de 1965, Malcolm X preparava-se para discursar num encontro da OAAU no Audubon Ballroom, em Nova Iorque, quando alguém na plateia de cerca de quatrocentas pessoas gritou: “Tire a mão do meu bolso, Nigger!”. Foi uma manobra de diversão: enquanto os guarda-costas saíam dos seus lugares tentando conter o distúrbio, um homem correndo atirou por duas vezes em Malcolm com uma caçadeira de canos serrados e dois outros homens invadiram o palco disparando pistolas semiautomáticas. Malcolm foi assassinado aos 39 anos em frente de sua esposa Betty, que estava grávida, e de suas quatro filhas, por três membros da Nação do Islã. A autópsia identificou um total de vinte e um ferimentos de bala no peito, ombro esquerdo, braços e pernas, incluindo dez ferimentos de bala do primeiro disparo da espingarda. Os maiores danos tinham sido causados pela caçadeira, que atingiu de perto o peito de Malcolm, perfurando os pulmões, o pericárdio, o coração e a aorta. Filho de Earl Little, um pastor batista carpinteiro e um dedicado membro da UNIA (Associação Universal para o Progresso Negro) presumivelmente assassinado. Teria sido espancado, e depois atirado aos trilhos de uma linha de elétrico (bonde) em Lansing onde a família morava na altura, quando Malcolm estava com seis anos de idade. A versão oficial foi atropelamento, aventando-se até suicídio. Mas o historial de violência racista da época e local deixa supor que teria sido “executado” pela Black Legion, uma organização terrorista de supremacistas brancos. Sua mãe passou dificuldades para sustentar os seus oito filhos e pressionada por assistentes sociais do governo para que seus filhos fossem levados para lares adotivos, acabou sendo internada em um hospital psiquiátrico. As crianças foram separadas e enviadas para lares de acolhimento. Malcolm e os seus irmãos asseguraram a libertação de Louise vinte e quatro anos mais tarde. Malcolm foi adotado e quando terminou a oitava série, foi morar com sua irmã mais velha, em Boston, onde ele foi engraxate e empregado da estação ferroviária. Entrou para a vida boêmia, fez amizade com Storty, se envolveu com a prostituição, o jogo e o tráfico de drogas. Mudou-se para o Harlem, bairro de maioria negra de Nova Iorque, e entrou para o mundo do crime. Voltou para Boston e junto com o amigo e duas mulheres brancas, começou a assaltar residências, até que em 1946 acabou condenado a onze anos de prisão. Conduzido à Prisão Estadual de Charlestown, em fevereiro de 1946, Malcolm ficou ali conhecido como Satã por causa de sua atitude rebelde e antirreligiosa. De repente privado de drogas, usou noz-moscada e outras drogas substitutas para se “fixar”. Mais tarde, conseguiu, através dos próprios guardas da prisão, marijuana, Nembutal e outras substâncias. Nessa época, começou a estudar o Islã, segundo os ensinamentos de Elijah Muhammed, líder da Nação do Islã, com quem se correspondeu com frequência. Com a ajuda de sua irmã foi transferido para uma prisão colônia em Norfolk, onde passou a frequentar a biblioteca e se transformar em um leitor voraz. Em 1952 foi solto e em seguida tornou-se líder de um Templo e recrutou grande número de fiéis. Recebeu da Nação do Islã o “X” em seu nome, que significava que Deus lhe revelaria. Em 1953 foi nomeado ministro assistente do Templo Número Um e passou a frequentar a casa de Elijah. Logo depois foi transferido para o Templo mais importante, localizado em Nova Iorque. Em 1958 passou a viajar pelos principais estados do país para pregar sua ideia separatista das raças, a independência econômica e a criação de um estado autônomo para os negros. Fundou o jornal “Muhammad Fala”, foi reportagem de revistas mensais, e participou de entrevistas no rádio, televisão e universidades, para defender a Nação do Islã. A grande exposição de Malcolm X gerou ciúme e contribuiu para se espalhar entre os muçulmanos negros o boato que ele queria assumir o lugar de Elijah. Malcolm soube, através da imprensa, que havia sido banido da Nação do Islã, e que se formara uma conspiração para que ele fosse considerado traidor e punido com o ostracismo e a morte. Após ter se distanciado na Nação do Islã, e para conhecer melhor a religião, mudou seu nome para “Al Haji Malik Al-Habazz, viajou para Meca e lá concluiu que Elijah havia deturpado o Islã nos Estados Unidos. Ao voltar, movido por novos ideais, em 1964, fundou a organização “Afro-American Unity”, um grupo não religioso e não sectário, criado para unir os afrodescendentes. A partir daí, passou a defender a conciliação com os brancos, foto que desagradou a Nação do Islã. A luta pelos direitos civis fez de Malcolm X um mártir notório. Quando discursava na sede de sua organização, no Harlem, ao lado da mulher, grávida e de suas quatro filhas, foi assassinado com 13 tiros, por três homens. A polícia não encontrou provas, mas sempre suspeitou do envolvimento da Nação do Islã no crime. A vida do líder que lutou pelos direitos civis dos negros norte-americanos foi tema de documentários e de filmes, entre eles “Malcolm X”, dirigido por Spike Lee, em 1992. Leia também | Editoria Virtuo Comunicação | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________ Compartilhe:

Memória: Malcolm X uma vida contra a opressão racial Read More »

Doação Leite Materno

Projeto ComuniSaúde da ComCasua conscientiza sobre a importância da doação de leite materno 

Com o objetivo de fortalecer a saúde pública e o cuidado comunitário, a ComCausa iniciou a implementação do projeto ComuniSaúde nas principais favelas da Baixada Fluminense. A ação visa melhorar o acesso ao atendimento básico, promover a saúde mental e articular redes de apoio nas comunidades de Duque de Caxias, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Belford Roxo, Nilópolis e Mesquita. Alinhado com secretarias municipais de saúde e instituições locais, o ComuniSaúde parte do princípio de que o cuidado integral da população deve considerar tanto os aspectos físicos quanto os emocionais. Nesse contexto, a campanha também integra a mobilização nacional em torno do Dia Mundial da Doação de Leite Humano, celebrado anualmente em 19 de maio. Instituída no Brasil pela Lei nº 13.227/2015, a data tem como foco principal sensibilizar a sociedade sobre a importância do aleitamento materno e da doação de leite humano, prática essencial para salvar a vida de milhares de recém-nascidos prematuros e de baixo peso internados em UTIs neonatais. O leite materno é reconhecido como o alimento mais completo para os bebês. Rico em nutrientes, proteínas, anticorpos e fatores imunológicos, ele reduz em até 13% a mortalidade infantil em menores de cinco anos. Além disso, protege contra infecções respiratórias, diarreias e alergias, contribuindo para o desenvolvimento saudável da criança. Um dos pilares do ComuniSaúde é estimular que as mulheres em fase de amamentação se tornem doadoras. Toda mulher saudável, que não esteja utilizando medicamentos contraindicados para lactantes, pode doar. Para isso, basta seguir os procedimentos de higiene e armazenamento recomendados pelos Bancos de Leite Humano. A doação pode parecer simbólica, mas cada mililitro conta. Apenas 1 ml de leite pode alimentar um recém-nascido por refeição. Um frasco de 300 ml pode ajudar até 10 bebês por dia. A coleta deve ser feita com cuidado, em local limpo e tranquilo, e o leite pode ser armazenado em freezer por até 10 dias antes de ser entregue ao banco responsável, onde será pasteurizado e distribuído. Além de estimular a doação de leite, o ComuniSaúde organiza rodas de conversa sobre saúde materna, alimentação infantil e bem-estar emocional, criando espaços de escuta e orientação para mães, cuidadores e profissionais das comunidades. A participação ativa dos moradores será fundamental para mapear as reais necessidades de cada território e garantir que as ações sejam inclusivas e eficazes. A proposta é transformar o conhecimento em instrumento de cidadania, promovendo autonomia, prevenção e cuidado coletivo. Em territórios historicamente marcados pela exclusão e pela escassez de serviços públicos, a iniciativa representa uma resposta concreta e colaborativa aos desafios da saúde e da dignidade humana. Ao unir saúde mental, alimentação segura, aleitamento materno e mobilização comunitária, o projeto reafirma o compromisso da ComCausa com a defesa da vida e a construção de políticas públicas que respeitem e incluam todas as famílias da Baixada Fluminense. ComuniSaúde e o impacto nas favelas O ComuniSaúde visa melhorar o acesso ao atendimento básico, promover saúde mental e fortalecer as redes comunitárias nas favelas da Baixada Fluminense. O projeto será implementado nas principais favelas de Duque de Caxias, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Belford Roxo, Nilópolis e Mesquita, em colaboração com secretarias municipais de saúde e instituições locais. O envolvimento dos moradores será crucial para mapear as necessidades e garantir que a campanha atinja todos de forma inclusiva. O lançamento da plataforma digital ComuniSaude.org.br também será parte importante do projeto, fornecendo informações detalhadas sobre os serviços de saúde disponíveis. A ComCausa também disponibilizará um número de telefone com aplicativos de mensagens para fornecer suporte durante a campanha, garantindo que a população tenha fácil acesso a orientações sobre os serviços de saúde. Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro Desde 2021, mais de R$ 22 milhões foram investidos em projetos de saúde nas favelas cariocas, com apoio da Lei Nº 8.972/20 e do Fundo Especial da ALERJ. Instituições renomadas como a  Fiocruz , IFF, UENF, UFRJ, UERJ, PUCRJ, SBPC, Alerj e Abrasco fazem parte do Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro, com o objetivo de garantir que os serviços de saúde alcancem as áreas mais necessitadas. Mais notícias | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________ Compartilhe:

Projeto ComuniSaúde da ComCasua conscientiza sobre a importância da doação de leite materno  Read More »