Destaque

Rede Saúde nas favelas

Rede Saúde nas Favelas: Associação Camponesa para Educação, Cultura e Agricultura do Estado do Rio de Janeiro (ACECARJ)

Fundada em 2019, a Associação Camponesa para Educação, Cultura e Agricultura do Estado do Rio de Janeiro (ACECARJ) atua no fortalecimento da agricultura camponesa e na promoção de práticas sustentáveis e agroecológicas, integrando educação, cultura e valorização das tradições locais. A organização sem fins lucrativos tem se destacado por unir agroecologia e saúde pública, especialmente nas favelas e periferias, por meio de projetos que visam combater a fome e garantir segurança alimentar com base na sustentabilidade. A ACECARJ é uma das entidades contempladas no Plano de Enfrentamento da COVID-19 e no Plano Integrado de Saúde nas Favelas — Edital Fiocruz. As iniciativas têm como objetivo fortalecer a saúde integral e o desenvolvimento sustentável em territórios vulneráveis. Entre os principais projetos da associação está o “Saúde nas Favelas”, que une agroecologia, educação e combate à fome. A ação beneficia diretamente e indiretamente cerca de 540 pessoas nas favelas dos Guararapes, Mangueira, Prazeres e São Carlos, no Rio de Janeiro. O projeto envolve o fortalecimento de hortas comunitárias, a distribuição de produtos agroecológicos e a realização de oficinas educativas sobre práticas sustentáveis, cultivo consciente e alimentação saudável. As atividades não apenas ajudam a garantir o acesso a alimentos de qualidade, como também fortalecem os laços comunitários e promovem autonomia alimentar. As oficinas formam moradores e agricultores em técnicas de plantio sustentável e de manejo agroecológico, reforçando a importância da agricultura familiar como base da segurança alimentar e da preservação ambiental. Segundo a ACECARJ, a agroecologia é um instrumento de transformação social e econômica: “Cada horta comunitária representa uma semente de resistência, educação e esperança em meio à desigualdade e à fome.” Com uma atuação crescente em diferentes territórios, a associação segue comprometida com a construção de um modelo de desenvolvimento sustentável que una campo, cidade e floresta, promovendo dignidade, saúde e vida no campo e nas favelas. Palavras-chave: ComCausa, ACECARJ, defesa da vida, agroecologia, agricultura camponesa, segurança alimentar, economia solidária, saúde nas favelas, sustentabilidade, educação popular. Sobre o Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro A rede Saúde da Favela, atualmente denominada 146x Favela, representa uma construção inédita que une o saber científico das universidades à vivência concreta das comunidades. Nela, instituições de referência como Fiocruz, IFF, UENF, UFRJ, UERJ, PUCRJ, SBPC, Alerj e Abrasco  atuam em cooperação direta com coletivos de base, movimentos populares e organizações locais, formando uma estrutura de colaboração sem precedentes em escala e profundidade. Hoje, a rede articula 146 iniciativas comunitárias, cada uma com sua história, identidade e base territorial. Essa capilaridade é um de seus maiores diferenciais, permitindo que o debate sobre o direito à saúde chegue a espaços onde o Estado historicamente se ausenta — nas vielas, becos, ocupações, periferias urbanas e áreas rurais marginalizadas. Outro pilar essencial é a diversidade dos parceiros: associações de moradores, coletivos de juventude, grupos de comunicação comunitária, instituições de educação popular, terreiros de matriz africana, articulações indígenas, movimentos de mulheres, LGBTQIAPN+ e tantos outros. É essa pluralidade de experiências e saberes que dá vida à iniciativa, transformando-a em um verdadeiro instrumento de democratização da saúde. Ao integrar-se à rede, a ComCausa Defesa da Vida busca fortalecer esse potencial coletivo, contribuindo para consolidar uma política de saúde fundada na escuta, na ciência e na dignidade humana — pilares de um futuro em que a favela não seja vista como espaço de carência, mas como território de potência, conhecimento e esperança. Leia também | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________________ Colabore com nosso projeto pix.comcausa@gmail.com ______________________ Compartilhe:

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Rede Saúde nas favelas

Rede Saúde nas Favelas: Germinal – Assessoria Terra, Trabalho e Educação

A Germinal Assessoria Terra, Trabalho e Educação é uma organização multidisciplinar formada por profissionais de diversas áreas — arquitetura, direito, engenharia ambiental, geografia, oceanografia e sociologia — unidos por uma causa comum: promover o diálogo entre o saber popular e o saber científico como instrumento de emancipação social. Com uma proposta de autogestão coletiva, a Germinal entende o trabalho comunitário como um projeto político transformador, reafirmando o protagonismo dos grupos populares na construção de alternativas emancipatórias. As decisões são tomadas de forma compartilhada entre todos os envolvidos, fortalecendo o papel das comunidades como sujeitos políticos. A organização atua a partir de uma visão crítica dos espaços urbanos, buscando superar a separação entre campo e cidade. Seus projetos têm como foco o bem-estar comum, a transformação da realidade socioeconômica e cultural e a criação de modelos sustentáveis de desenvolvimento. Entre suas principais frentes de atuação estão: Um dos destaques é o projeto “Agriculturas Urbanas na Metrópole do Rio de Janeiro”, voltado ao fortalecimento da agroecologia e da agricultura urbana. A iniciativa funciona também como uma plataforma de compartilhamento de conhecimento e inovação. A Germinal integra o Plano de Enfrentamento da COVID-19 e o Plano Integrado de Saúde nas Favelas (Edital Fiocruz), participando do Plano 146x Favelas, que apoia ações emergenciais em comunidades do Rio de Janeiro. Com base no ideal do Bem Viver, a Germinal atua para redefinir as conexões entre campo, cidade e floresta, lutando contra a apropriação privada dos bens naturais e o racismo ambiental, promovendo uma sociedade mais justa, solidária e sustentável. Comunicação e presença digital A Germinal – Assessoria Terra, Trabalho e Educação está presente nas redes sociais e plataformas digitais, promovendo transparência, divulgação de atividades e mobilização comunitária. Seus canais incluem: Sobre o Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro A rede Saúde da Favela, atualmente denominada 146x Favela, representa uma construção inédita que une o saber científico das universidades à vivência concreta das comunidades. Nela, instituições de referência como Fiocruz, IFF, UENF, UFRJ, UERJ, PUCRJ, SBPC, Alerj e Abrasco  atuam em cooperação direta com coletivos de base, movimentos populares e organizações locais, formando uma estrutura de colaboração sem precedentes em escala e profundidade. Hoje, a rede articula 146 iniciativas comunitárias, cada uma com sua história, identidade e base territorial. Essa capilaridade é um de seus maiores diferenciais, permitindo que o debate sobre o direito à saúde chegue a espaços onde o Estado historicamente se ausenta — nas vielas, becos, ocupações, periferias urbanas e áreas rurais marginalizadas. Outro pilar essencial é a diversidade dos parceiros: associações de moradores, coletivos de juventude, grupos de comunicação comunitária, instituições de educação popular, terreiros de matriz africana, articulações indígenas, movimentos de mulheres, LGBTQIAPN+ e tantos outros. É essa pluralidade de experiências e saberes que dá vida à iniciativa, transformando-a em um verdadeiro instrumento de democratização da saúde. Ao integrar-se à rede, a ComCausa Defesa da Vida busca fortalecer esse potencial coletivo, contribuindo para consolidar uma política de saúde fundada na escuta, na ciência e na dignidade humana — pilares de um futuro em que a favela não seja vista como espaço de carência, mas como território de potência, conhecimento e esperança. Leia também | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________________ Colabore com nosso projeto pix.comcausa@gmail.com ______________________ Compartilhe:

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Saúde, médico

ComuniSaúde: Dia do Ginecologista

O ginecologista é um profissional da área de saúde especializado na medicina que se dedica ao estudo, prevenção, diagnóstico e tratamento das questões relacionadas à saúde reprodutiva da mulher, incluindo o sistema reprodutivo feminino, como o útero, os ovários, as trompas de Falópio e a vagina. Além disso, o ginecologista também abordou problemas de saúde específicos que afetam as mulheres, como distúrbios hormonais, infecções genitais, câncer ginecológico e muitos outros. Aqui estão alguns tópicos relevantes para uma dissertação sobre o ginecologista: Em resumo, o ginecologista desempenha um papel fundamental na saúde e no bem-estar das mulheres, atendendo a uma ampla gama de necessidades médicas ao longo de suas vidas. Sua atuação é vital para garantir a saúde reprodutiva, prevenir doenças ginecológicas e oferecer suporte emocional e médico aos pacientes. ComuniSaúde e o impacto nas favelas O ComuniSaúde é uma iniciativa que difunde o direito à saúde e valoriza o Sistema Único de Saúde (SUS) e seus profissionais, fortalecendo redes comunitárias em favelas e periferias por meio de ações formativas, comunicação cidadã e articulações locais que ampliam o acesso ao atendimento básico, à saúde mental e a campanhas educativas. O projeto atua como ponte entre moradores e serviços públicos, oferecendo também um canal telefônico para orientação, mediação de conflitos e cobrança junto aos órgãos competentes sempre que houver negativa ou omissão no atendimento. ComCausa ComuniSaúde Baixada: 21 96942-1505 e acesse: comunisaude.org.br Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro Desde 2021, mais de R$ 22 milhões foram investidos em projetos de saúde nas favelas cariocas, com apoio da Lei Nº 8.972/20 e do Fundo Especial da ALERJ. Instituições renomadas como a Fiocruz , IFF, UENF, UFRJ, UERJ, PUCRJ, SBPC, Alerj e Abrasco fazem parte do Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro, com o objetivo de garantir que os serviços de saúde alcancem as áreas mais necessitadas. Essa articulação interinstitucional é fundamental para reduzir desigualdades históricas e promover o acesso universal à saúde como um direito humano básico e inalienável. Fonte: MINISTÉRIO DA SAÚDE Leia também | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________________ Colabore com nosso projeto pix.comcausa@gmail.com ______________________ Compartilhe

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Massacre no Rio: entidades apontam mais de 130 mortos e denunciam violações

Até a tarde desta quarta-feira (29), o governo estadual havia divulgado oficialmente 119 mortos, dos quais quatro eram policiais e os demais, segundo as autoridades, integrantes ou suspeitos de facção. Entretanto, a Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro estima que o número real pode chegar ou ultrapassar 132 mortos, com base em um levantamento próprio nas comunidades e em corpos que ainda não constavam no balanço oficial. Além das mortes, foram registradas ao menos 113 prisões e a apreensão de 118 armas, de acordo com dados preliminares. Moradores relataram que, em muitos casos, corpos foram recolhidos por vizinhos e levados para a praça pública — em especial à Praça São Lucas, no Complexo da Penha — antes de qualquer registro oficial. Essa situação levanta sérios questionamentos sobre o protocolo de preservação de local do crime, identificação forense e a presença de agentes de segurança ou peritos. Ativistas de direitos humanos e moradores afirmam haver indícios de execuções sumárias, como disparos na nuca ou nas costas, pessoas amarradas, e falha no socorro ou evacuação em áreas de risco — acusações que ainda precisam ser investigadas. Os relatos dos moradores também incluíram bloqueios de vias, impedimento à circulação, fechamento de escolas e unidades de saúde e um clima de “guerra urbana” nas comunidades atingidas. Reação institucional e debate público O governador Cláudio Castro qualificou a ação como um “sucesso” e afirmou que estava enfrentando não mais o “crime comum”, mas o “narcoterrorismo”. Por outro lado, o ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, considerou a operação “extremamente violenta” e manifestou preocupação com a perda de vidas — inclusive de civis. A operação ocorre em meio à vigência da ADPF 635 — plano aprovado pelo Supremo Tribunal Federal para redução da letalidade policial no Rio —, o que reacende críticas de que as ações operacionais estariam desrespeitando os protocolos exigidos pela ação civil pública de controle externo. A operação Na manhã de terça-feira, 28 de outubro de 2025, uma vasta operação policial, mobilizando cerca de 2.500 agentes apoiados por helicópteros, blindados e drones, foi deflagrada nos complexos do Alemão e da Penha, zona norte do Rio de Janeiro. O objetivo declarado era cumprir mandados contra integrantes da facção Comando Vermelho, desarticular células armadas, apreender arsenais e conter a expansão territorial do crime organizado. Contudo, as consequências da operação — em especial o elevado número de mortes — desencadearam forte repercussão e denúncias de violações de direitos. Para além dos números: uma reflexão com ComCausa Se a segurança pública existe para proteger, este episódio levanta uma pergunta urgente: que tipo de proteção a sociedade está recebendo? Quando mais de cem mortes ocorrem em uma única operação, a vida humana — de moradores, policiais e agentes — torna-se estatística, quando deveria ser o princípio fundamental. A ComCausa reafirma: O que vem pela frente Nas próximas horas e dias, haverá perícias, identificação de corpos e investigação por parte da Defensoria Pública e de órgãos de controle. As famílias buscam reconhecimento, reparação e, sobretudo, respostas. Também será essencial monitorar se esta operação inaugura um novo padrão de letalidade; se o Estado assumirá a responsabilidade por eventuais excessos; e se haverá mudanças reais no protocolo de segurança pública para evitar a repetição deste tipo de episódio. Enquanto isso, o Rio de Janeiro — e o Brasil — observam com apreensão: que a “guerra contra o crime” não se transforme numa guerra contra as comunidades. Este é o momento para reafirmarmos: a vida não é contingência de operação, e a segurança não é sinônimo de letalidade. A ComCausa – Defesa da Vida permanece firme no compromisso de tornar visível o invisível, dar voz ao inaudível e proporcionar dignidade onde há dor. Leia também | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________________ Colabore com nosso projeto pix.comcausa@gmail.com ______________________ Compartilhe:

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Operação mais letal do Rio de Janeiro

Moradores levam mais de 50 corpos à praça na Penha governo não inclui em total oficial

No dia seguinte à Operação Contenção, a mais letal da história do Rio de Janeiro, moradores do Complexo da Penha relataram um cenário ainda mais alarmante do que os números oficiais revelam. Mais de 50 corpos foram levados entre a noite de terça (28) e a manhã desta quarta-feira (29) até a Praça São Lucas, um dos principais pontos da região. Essas vítimas não estão incluídas na contagem oficial de 64 mortos divulgada pelo governo do estado, o que acende o alerta para possíveis subnotificações, desaparecimentos e ações fora do protocolo legal. Vídeos e relatos nas redes sociais mostram moradores transportando corpos envoltos em lençóis e sacos plásticos, muitos com marcas de tiros, empilhados sob tendas improvisadas. A cena chocante mobilizou coletivos de direitos humanos e a Defensoria Pública, que já solicitam acesso irrestrito aos dados e às perícias. Segundo testemunhas, os corpos teriam sido recolhidos em becos e vielas após a retirada das tropas policiais. A população local alega que muitos deles estavam feridos e sem socorro durante os confrontos. Há ainda denúncias de que equipes do Estado não retornaram às áreas para fazer o recolhimento adequado ou prestar assistência. “Essas vidas não podem desaparecer da estatística. Cada corpo deixado na praça é uma denúncia silenciosa de que algo saiu completamente do controle”, afirmou um defensor público que atua na Zona Norte. A ComCausa, que atua na Defesa da vida e promoção dos direitos humanos, exigiu transparência no processo de identificação e contabilização das vítimas. “Não se pode admitir que haja corpos fora da contagem oficial. Isso fere a dignidade das famílias e o direito à verdade”, declarou a organização em nota. A Polícia Civil ainda não confirmou se esses corpos foram oficialmente recolhidos e registrados. A Secretaria de Segurança Pública do estado disse que irá verificar os relatos, mas reforçou que a operação teve como alvo criminosos armados e foi “estrategicamente coordenada”. O que se sabe até agora: Leia também | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________________ Colabore com nosso projeto pix.comcausa@gmail.com ______________________ Compartilhe:

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Policiais mortos na Operação mais letal do Rio de Janeiro

Policiais mortos na operação do Rio são identificados

Na mais letal operação policial da história do Rio de Janeiro, quatro agentes das forças de segurança perderam a vida durante os confrontos com membros do Comando Vermelho (CV), nesta terça-feira (28). Os policiais — dois civis e dois do Bope, a tropa de elite da Polícia Militar — estavam entre os 2.500 agentes mobilizados na Operação Contenção, que visava desarticular lideranças da maior facção criminosa do estado. As mortes provocaram comoção dentro e fora das corporações, e reacenderam o debate sobre os riscos enfrentados por profissionais da segurança pública em zonas de confronto. Marcus Vinícius Cardoso de Carvalho, 51 anos Investigador veterano da Polícia Civil, Marcus Vinícius foi baleado na cabeça durante a entrada da equipe policial em uma área de intenso tiroteio no Complexo da Penha. Com 26 anos de serviço, ele tinha passagens pela Delegacia de Repressão a Entorpecentes e pelo 18º DP (Praça da Bandeira). Atualmente, era chefe de investigações da 53ª DP (Mesquita). No dia anterior à operação, Marcus havia sido promovido internamente ao cargo de comissário de polícia — o posto mais alto entre os investigadores. “Era um policial experiente, comprometido, respeitado por todos. Sua promoção era merecida e veio no ápice da carreira. Infelizmente, não teve tempo de celebrá-la”, afirmou um colega da delegacia. Rodrigo Velloso Cabral, 34 anos Recém-ingresso na Polícia Civil do Rio, Rodrigo estava há apenas 40 dias na corporação, lotado no 39º DP (Pavuna). Foi morto após ser atingido por um tiro na nuca durante confronto na linha de frente da operação. Rodrigo era casado e pai de uma filha pequena. Seu sonho de trabalhar na polícia vinha sendo construído há anos, entre estudos e concursos. A morte precoce do agente causou grande comoção entre colegas e familiares. “Ele estava realizando um sonho. Era apaixonado pela profissão e queria fazer a diferença”, contou um amigo próximo da academia de polícia. Sargento Heber Carvalho da Fonseca, 39 anos Membro da elite da tropa de operações especiais do Bope, Heber era especializado em tiros de precisão e participava de missões de alto risco. Foi atingido por disparos durante a entrada no Complexo do Alemão. Casado e pai de filhos pequenos, era reconhecido pelo profissionalismo e por sua conduta serena mesmo nas situações mais críticas. A PM divulgou nota oficial exaltando sua atuação: “Heber dedicou sua vida ao cumprimento do dever e deixa um legado de coragem, lealdade e compromisso com a missão policial militar.” Sargento Cleiton Serafim Gonçalves, 42 anos Também integrante do Bope, Cleiton era responsável por apoio tático e cobertura de avanço das equipes em áreas conflagradas. Ele foi atingido no abdômen durante confronto com traficantes fortemente armados. Com formação em técnicas de combate avançado, era uma das referências dentro do batalhão. Deixa esposa e uma filha. “Serafim honrou a farda com coragem e compromisso inabalável com a segurança da sociedade. Seu sacrifício representa a mais nobre expressão do dever policial: proteger e servir”, disse a corporação. Repercussão e homenagens As mortes dos quatro agentes foram lamentadas pelas corporações e geraram homenagens nas redes sociais e em cerimônias internas. O clima entre os colegas de trabalho é de luto e revolta. Além dos mortos, outros seis agentes ficaram feridos, sendo quatro civis e dois militares. Os feridos foram socorridos e permanecem sob observação médica. Leia também | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________________ Colabore com nosso projeto pix.comcausa@gmail.com ______________________ Compartilhe:

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