A morte de Anísio Teixeira, em 11 de março de 1971, permanece envolta em mistério até hoje. O educador foi encontrado morto no fosso de um elevador em um prédio no Rio de Janeiro, levantando suspeitas sobre as circunstâncias de seu falecimento. À época, o Brasil vivia sob a ditadura militar, um período marcado por repressões políticas e censura, o que gerou teorias de que Anísio teria sido vítima de perseguição política devido às suas ideias progressistas e ligações com intelectuais que se opunham ao regime. Versões e SuspeitasOficialmente, a morte de Anísio Teixeira foi considerada um acidente, mas muitos acreditam que ele tenha sido assassinado. O prédio onde seu corpo foi encontrado era de propriedade de Aurélio Buarque de Holanda, um amigo de Anísio, e ele estava a caminho de uma reunião com Hermes Lima, também ex-ministro do Supremo Tribunal Federal e crítico do regime militar. Dado o contexto de repressão política no Brasil, onde muitas pessoas que se opunham ao regime desapareceram ou foram mortas, há uma forte suspeita de que Anísio tenha sido vítima de violência política, embora não haja provas conclusivas que comprovem essa versão. A morte de Teixeira, assim como a de muitos outros críticos do regime, nunca foi completamente esclarecida. Investigação e ImpunidadeAs investigações sobre a morte de Anísio Teixeira nunca foram reabertas com profundidade, e a falta de explicações oficiais sobre o caso alimenta as teorias de que ele foi alvo da repressão. O regime militar controlava rigidamente as informações na época, o que dificulta até hoje uma investigação mais transparente e justa sobre a sua morte. Anísio Teixeira, conhecido por suas ideias inovadoras sobre a educação e por sua luta por uma escola pública acessível a todos, continua a ser lembrado por seu legado, mas sua morte trágica permanece como uma ferida aberta na história do Brasil. Vida do educador baiano Anísio Spínola Teixeira nasceu em 12 de julho de 1900, na cidade de Caetité, no sudoeste da Bahia. Reconhecido como um dos mais influentes educadores do Brasil, Anísio dedicou sua vida à transformação da educação pública, defendendo a universalização do ensino, a qualidade educacional e a democratização do conhecimento. Sua trajetória é marcada por inovações pedagógicas e por sua visão de que a educação deveria ser um direito acessível a todos, independentemente da classe social. Anísio Teixeira formou-se em Direito no Rio de Janeiro, mas foi na educação que encontrou sua verdadeira vocação. Inspirado pelas ideias educacionais progressistas que conheceu durante sua formação e por influências internacionais, como o educador John Dewey, Anísio passou a advogar por um sistema educacional público, gratuito e de qualidade no Brasil. Em 1924, foi nomeado inspetor-geral de ensino na Bahia, cargo no qual começou a promover mudanças significativas no sistema educacional. Foi nesse período que ele começou a elaborar a ideia de uma educação integral, que integrava a formação acadêmica com o desenvolvimento cultural e social dos estudantes. Inovações e a Escola ParqueUma de suas contribuições mais significativas foi a criação da Escola Parque, inaugurada em 1950, no bairro da Caixa D’água, em Salvador. Esse projeto foi pioneiro no conceito de Educação Integral, oferecendo além do ensino regular, atividades culturais, artísticas e esportivas. A escola era voltada para o desenvolvimento pleno dos estudantes, envolvendo oficinas de artes, música e outras atividades extracurriculares, uma ideia revolucionária na época. A Escola Parque consolidou a visão de Anísio de que a escola deve ser um espaço de formação integral do indivíduo, preparando não apenas para o mercado de trabalho, mas para a vida em sociedade. Anísio e o Ensino SuperiorAlém de suas contribuições à educação básica, Anísio Teixeira foi um grande defensor do ensino superior público e acessível. Ele foi um dos fundadores da Universidade de Brasília (UnB), em 1961, junto com o antropólogo Darcy Ribeiro, propondo uma universidade que rompesse com os modelos tradicionais e se tornasse um espaço de inovação acadêmica e interdisciplinaridade. Sua visão incluía a formação crítica dos estudantes, com ênfase na pesquisa e no desenvolvimento científico. Teixeira também ocupou importantes cargos administrativos na educação, sendo chefe da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), que hoje leva seu nome. O Legado DuradouroAnísio Teixeira deixou uma marca profunda na história da educação no Brasil. Sua defesa de uma escola pública acessível a todos, de uma educação integral e do fortalecimento do ensino superior público e gratuito continua a inspirar educadores e gestores até hoje. Sua obra, suas ideias e sua visão permanecem como um farol para aqueles que acreditam que a educação é a chave para a construção de uma sociedade mais justa e democrática. Leia também | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________ Compartilhe:
ComuniSaúde: cinco anos após a pandemia prevenção e acesso à saúde enfrentam desigualdades
Em 11 de março de 2020, a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou a pandemia de COVID-19, alertando para a rápida disseminação global do vírus SARS-CoV-2. Naquela ocasião, o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, enfatizou a gravidade da situação e a necessidade de ações coordenadas para conter a propagação da doença. Cinco anos após essa declaração, o Brasil registrou, até 6 de março de 2025, um total de 39.149.520 casos confirmados de COVID-19 e 715.310 óbitos acumulados. Em 2025, até 1º de março, foram notificados 136.861 novos casos e 698 óbitos, representando uma queda significativa em relação aos anos anteriores. Apesar da redução nos números, a pandemia evidenciou desigualdades no acesso aos serviços de saúde, especialmente em regiões vulneráveis como as favelas da Baixada Fluminense. Para enfrentar esses desafios, a organização ComCausa lançou o projeto ComuniSaúde, que busca melhorar o acesso ao atendimento básico, promover a saúde mental e fortalecer as redes comunitárias nessas áreas. O ComuniSaúde será implementado nas principais favelas de Duque de Caxias, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Belford Roxo, Nilópolis e Mesquita, em colaboração com as secretarias municipais de saúde e instituições locais. O envolvimento dos moradores será essencial para mapear as necessidades específicas de cada comunidade e garantir que as ações sejam inclusivas e eficazes. A iniciativa da ComCausa visa não apenas combater os efeitos diretos da COVID-19, mas também abordar questões estruturais que afetam a saúde das populações periféricas, promovendo equidade e justiça social no acesso aos serviços de saúde. Até a data de hoje no Brasil foi confirmado 37.085.520 infectados, sendo 699.310 Óbitos acumulados. Linha do tempo: 31 de dezembro de 2019: A OMS foi alertada sobre vários casos de pneumonia na cidade de Wuhan, China. 11 de março de 2020: A OMS declarou a COVID-19 como uma pandemia. 30 de janeiro de 2020: A OMS decretou a COVID-19 como uma Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional (ESPII), o mais alto nível de alerta da organização. Maio de 2020: A OMS lançou a iniciativa ACT Accelerator, que visa acelerar o desenvolvimento e o acesso equitativo a vacinas, testes e tratamentos para COVID-19. Agosto de 2020: A OMS declarou que a COVID-19 era uma doença de transmissão aérea. Novembro de 2020: A OMS lançou o Covax, um mecanismo global para garantir o acesso equitativo às vacinas COVID-19. Março de 2021: A OMS aprovou a primeira vacina COVID-19 para uso emergencial. Maio de 2021: A OMS declarou que a variante B.1.617.2 (Delta) era uma variante de preocupação. Novembro de 2021: A OMS declarou que a variante B.1.1.529 (Ômicron) era uma variante de preocupação. Maio de 2022: A OMS declarou que a fase aguda da pandemia de COVID-19 estava chegando ao fim. Maio de 2023: A OMS declarou o fim da ESPII para COVID-19 Algumas das principais ações da OMS durante a pandemia incluem: A OMS também foi criticada por sua resposta à pandemia. Algumas das críticas incluem: Apesar das críticas, a OMS desempenhou um papel crucial na resposta à pandemia global de Covid-19. A organização continuará a monitorar a situação e fornecer orientação aos países à medida que a pandemia se desenvolve. Para mais informações sobre a OMS e a pandemia de Covid-19, consulte os seguintes recursos: ComuniSaúde e o impacto nas favelas O ComuniSaúde visa melhorar o acesso ao atendimento básico, promover saúde mental e fortalecer as redes comunitárias nas favelas da Baixada Fluminense. O projeto será implementado nas principais favelas de Duque de Caxias, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Belford Roxo, Nilópolis e Mesquita, em colaboração com secretarias municipais de saúde e instituições locais. O envolvimento dos moradores será crucial para mapear as necessidades e garantir que a campanha atinja todos de forma inclusiva. O lançamento da plataforma digital ComuniSaude.org.br também será parte importante do projeto, fornecendo informações detalhadas sobre os serviços de saúde disponíveis. A ComCausa também disponibilizará um número de telefone com aplicativos de mensagens para fornecer suporte durante a campanha, garantindo que a população tenha fácil acesso a orientações sobre os serviços de saúde. Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro Desde 2021, mais de R$ 22 milhões foram investidos em projetos de saúde nas favelas cariocas, com apoio da Lei Nº 8.972/20 e do Fundo Especial da ALERJ. Instituições renomadas como a Fiocruz , IFF, UENF, UFRJ, UERJ, PUCRJ, SBPC, Alerj e Abrasco fazem parte do Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro, com o objetivo de garantir que os serviços de saúde alcancem as áreas mais necessitadas. Mais notícias | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________ Compartilhe:
Dia Nacional de Combate ao Sedentarismo: ComuniSaúde e Nossa Luta por Uma Vida Mais Saudável na Baixada Fluminense
No Dia Nacional de Combate ao Sedentarismo, comemorado em 10 de março, a ComCausa reafirma seu compromisso com a saúde e o bem-estar das comunidades da Baixada Fluminense. Um estudo divulgado pela OMS, na segunda quinzena de janeiro, revelou que a maioria dos brasileiros não pratica atividade física suficiente. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, ao menos duas horas e meia de esforço moderado por semana ou 75 minutos de esforço intenso são recomendados. No entanto, os dados indicam que 47% da população adulta no Brasil não está se exercitando como deveria, e o cenário entre os adolescentes é ainda mais alarmante: 81% dos jovens entre 11 e 17 anos são sedentários. Este panorama nos preocupa profundamente, pois sabemos que o sedentarismo é um dos principais fatores responsáveis por diversas doenças e condições que afetam a saúde da população. Por isso, a ComCausa, por meio do projeto ComuniSaúde, está intensificando sua atuação nas favelas da Baixada Fluminense, com o objetivo de melhorar o acesso ao atendimento básico, promover a saúde mental e fortalecer as redes comunitárias. Este projeto será implementado nas principais favelas de Duque de Caxias, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Belford Roxo, Nilópolis e Mesquita, com a colaboração das secretarias municipais de saúde e outras instituições locais. A participação ativa dos moradores será essencial para que possamos mapear as reais necessidades da população e garantir que a campanha seja inclusiva e eficaz. Sabemos que a melhoria na qualidade de vida da nossa comunidade passa pela promoção de hábitos saudáveis, como a prática regular de atividades físicas. Nosso objetivo é sensibilizar e motivar as pessoas a se engajarem em um estilo de vida mais saudável, por meio de eventos, oficinas e apoio psicológico, especialmente em um momento em que o sedentarismo se tornou um problema tão grande para nossa sociedade. A ComCausa convida todos a aproveitarem o Dia Nacional de Combate ao Sedentarismo para refletir sobre suas práticas de saúde e, acima de tudo, tomar a decisão de mudar. Nossa missão é caminhar lado a lado com as comunidades da Baixada Fluminense, ajudando a transformar a realidade local e promover a justiça social por meio do cuidado com a saúde. Juntos, podemos superar o sedentarismo e conquistar uma vida mais saudável para todos. ComuniSaúde e o impacto nas favelas O ComuniSaúde visa melhorar o acesso ao atendimento básico, promover saúde mental e fortalecer as redes comunitárias nas favelas da Baixada Fluminense. O projeto será implementado nas principais favelas de Duque de Caxias, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Belford Roxo, Nilópolis e Mesquita, em colaboração com secretarias municipais de saúde e instituições locais. O envolvimento dos moradores será crucial para mapear as necessidades e garantir que a campanha atinja todos de forma inclusiva. O lançamento da plataforma digital ComuniSaude.org.br também será parte importante do projeto, fornecendo informações detalhadas sobre os serviços de saúde disponíveis. A ComCausa também disponibilizará um número de telefone com aplicativos de mensagens para fornecer suporte durante a campanha, garantindo que a população tenha fácil acesso a orientações sobre os serviços de saúde. Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro Desde 2021, mais de R$ 22 milhões foram investidos em projetos de saúde nas favelas cariocas, com apoio da Lei Nº 8.972/20 e do Fundo Especial da ALERJ. Instituições renomadas como a Fiocruz , IFF, UENF, UFRJ, UERJ, PUCRJ, SBPC, Alerj e Abrasco fazem parte do Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro, com o objetivo de garantir que os serviços de saúde alcancem as áreas mais necessitadas. Mais notícias | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________ Compartilhe:
Adolescente de 15 anos desaparece em Itaguaí e família pede ajuda para encontrá-la
A adolescente Jasmine Vitória Ferreira Vianna, de 15 anos, está desaparecida desde a madrugada do dia 7 de março, por volta das 4h30, quando foi vista pela última vez no bairro Brisa Mar, em Itaguaí. Desesperada, sua família segue mobilizada nas buscas e pede ajuda para obter qualquer informação que leve ao paradeiro da jovem. Jasmine possui diagnóstico de depressão, transtorno dissociativo, TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade) e autismo, condições que aumentam a preocupação de seus familiares. No momento de seu desaparecimento, ela vestia uma bermuda jeans, uma blusa cinza masculina e carregava uma bolsa preta. A família solicita que qualquer informação que possa levar ao paradeiro de Jasmine seja repassada imediatamente. O padrasto da jovem, Jean, está disponível para contato pelo telefone: (21) 97310-4037. Casos de desaparecimento de adolescentes são uma realidade preocupante na região e reforçam a necessidade de ações rápidas para localização e proteção das vítimas. A ComCausa acompanha a situação e destaca a importância da mobilização social para encontrar Jasmine o mais breve possível. Realidade alarmante do estado do Rio de Janeiro O estado do Rio de Janeiro enfrenta uma preocupante realidade em relação ao desaparecimento de pessoas. Dados do Instituto de Segurança Pública (ISP) revelam que, de janeiro a agosto de 2024, foram registrados 4.025 casos de desaparecimentos no estado, o que equivale a uma média de 16 pessoas desaparecidas por dia. A Baixada Fluminense, em particular, apresentou um aumento significativo nesses números. Entre janeiro e outubro de 2024, a região registrou 1.424 desaparecimentos, representando um crescimento de 6,7% em relação ao mesmo período do ano anterior e alcançando o maior número desde 2015. Em nível nacional, o cenário também é alarmante. De acordo com dados do Ministério da Justiça e Segurança Pública, mais de 66 mil pessoas desapareceram no Brasil em 2024, o que corresponde a uma média de 217 desaparecimentos por dia. Diante dessa realidade, iniciativas como o Programa de Localização e Identificação de Desaparecidos (Plid/MPRJ) e campanhas de conscientização, como “Não Espere 24 Horas”, têm sido implementadas para enfrentar o problema e promover respostas mais rápidas e eficazes na busca por pessoas desaparecidas Procedimentos a seguir em casos de desaparecimento no Rio de Janeiro O desaparecimento de uma pessoa é uma situação angustiante que requer ações imediatas para aumentar as chances de localização. No estado do Rio de Janeiro, é essencial que familiares e amigos sigam os seguintes passos: A rapidez na adoção dessas medidas é fundamental para o sucesso das buscas e para minimizar o sofrimento dos envolvidos. A ComCausa participou do lançamento da segunda fase da Mobilização Nacional de Identificação de Pessoas Desaparecidas, promovida pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP). A iniciativa conta com a colaboração do Ministério da Saúde e do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome e tem como objetivo aprimorar a identificação de indivíduos acolhidos em hospitais e entidades de longa permanência, muitos dos quais não conseguem se comunicar ou têm suas identidades desconhecidas. A campanha busca fortalecer a articulação interinstitucional e garantir que essas pessoas sejam devidamente identificadas, possibilitando o reencontro com suas famílias. Para isso, profissionais de saúde e assistência social receberão orientações específicas sobre os procedimentos a serem adotados, incluindo a publicação de uma cartilha informativa com diretrizes claras e os órgãos responsáveis pela identificação. Saiba mais sobre a Mobilização Nacional de Identificação de Pessoas Desaparecidas Mais notícias | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________ Compartilhe:
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Roda de Conversa na Barraca da Baiana Dilma
Neste sabado, dia 8 de março, a Barraca da Baiana Dilma do Acarajé, em São João de Meriti, será palco de um importante encontro que promete movimentar a discussão sobre igualdade racial e políticas públicas na região. A Roda de Conversa, que integra a programação dos 21 Dias de Ativismo Negro, acontecerá às 16h30 e terá como foco principal a renovação do Conselho Municipal de Igualdade Racial, uma pauta essencial para o fortalecimento de ações contra o racismo e a garantia dos direitos da população negra. O evento, organizado pela Subsecretaria de Igualdade Racial em parceria com a Secretaria Municipal de Cultura e Turismo, busca promover um diálogo aberto e construtivo sobre questões raciais, destacando a importância de políticas públicas que assegurem a equidade e o combate ao racismo estrutural. A Roda de Conversa será um espaço para reflexão, troca de experiências e proposição de iniciativas que contribuam para a promoção da justiça social. A Barraca da Baiana Dilma do Acarajé, conhecida por ser um ponto de referência cultural e gastronômico na Baixada Fluminense, receberá participantes de diversos setores da sociedade, incluindo lideranças comunitárias, representantes de movimentos sociais e autoridades locais. O encontro é gratuito e aberto ao público, e os organizadores convidam toda a comunidade de São João de Meriti e regiões vizinhas a participar dessa importante discussão. Debate sobre o Conselho Municipal de Igualdade Racial Um dos destaques da Roda de Conversa será o debate sobre a renovação do Conselho Municipal de Igualdade Racial, um órgão fundamental para a elaboração e implementação de políticas públicas voltadas à promoção da igualdade racial. A renovação do Conselho é vista como um passo crucial para fortalecer as ações de enfrentamento ao racismo e garantir que as demandas da população negra sejam atendidas de forma efetiva. “Esse é um momento importante para refletirmos sobre os avanços e desafios na luta por igualdade racial. A renovação do Conselho Municipal de Igualdade Racial é uma oportunidade para reafirmarmos nosso compromisso com a justiça social e a valorização da cultura afro-brasileira”, destacou Athaylton Jorge Monteiro Belo, Frei Tatá, subsecretário de Igualdade Racial. Parcerias que impulsionam a mobilização A realização do projeto conta com o apoio de diversas entidades engajadas na causa antirracista, como o Conselho Municipal de Igualdade Racial, a sociedade civil e organizações como a Associação dos Amigos do Museu e o Grupo de Oração e Convivência Nossa Senhora do Rosário e São Benedito – LABORAFRO. A ComCausa, reconhecida por sua atuação na defesa da vida e no combate ao racismo, contribuirá para articular a participação comunitária e estimular o diálogo sobre o enfrentamento do racismo estrutural. “A transformação vem da força coletiva e da persistência. Acredito que mais do que nunca temos que enfrentar a naturalização de práticas racistas com iniciativas como esta. Lembrar de nossa cultura é resistir, e resistir é sempre preciso para se ter Justiça Racial”, afirma Adriano Dias da ComCausa. Slogan da campanha: “Cultura, Igualdade e Justiça Racial” A iniciativa não se limita a discutir o racismo estrutural; ela também destaca a riqueza das tradições afro-brasileiras, promovendo um movimento de celebração e resistência por meio de debates, reflexões e homenagens. Os 21 Dias de Ativismo Negro contam com dois momentos principais: Roda de Conversa na Barraca da Baiana Dilma do AcarajéData: 8 de marçoHorário: 16h30Local: Barraca da Baiana Dilma do AcarajéO encontro abordará questões raciais e políticas públicas para a promoção da igualdade, com destaque para o debate sobre a renovação do Conselho Municipal de Igualdade Racial, essencial para o fortalecimento de ações contra o racismo e a garantia de direitos da população negra. Painel Negro e Homenagens aos “Mais Velhos” (Griots)Data: 21 de marçoHorário: 14hLocal: Centro Cultural MeritienseO evento celebrará figuras históricas que dedicaram suas vidas à preservação da memória e das tradições negras. Os griots – guardiões dos saberes ancestrais – e outras lideranças serão homenageados, reforçando sua relevância na construção da identidade afro-brasileira. Para mais informações, os interessados podem entrar em contato pelo telefone (21) 98138-2200 (Frei Tatá). Mais notícias | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________ Compartilhe:
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ComCausa integrará os 21 Dias de Ativismo Negro em São João de Meriti
São João de Meriti, na Baixada Fluminense, será palco dos 21 Dias de Ativismo Negro, uma ação promovida pela Subsecretaria de Igualdade Racial em parceria com a Secretaria Municipal de Cultura e Turismo da Prefeitura. O evento, que combina atividades presenciais e uma campanha digital, visa celebrar a cultura afro-brasileira e reforçar a luta antirracista, promovendo reflexão e resistência contra o racismo estrutural. “Os 21 Dias de Ativismo Negro são um convite à conscientização e à união da comunidade na busca por justiça, valorização da nossa história e da cultura afro-brasileira”, explica Athaylton Jorge Monteiro Belo, Frei Tatá, subsecretário. Durante a programação, dois momentos presenciais se destacam. A Roda de Conversa na Barraca da Baiana Dilma do Acarajé, marcada para 8 de março, às 16h30, abordará questões raciais e políticas públicas voltadas à promoção da igualdade, com ênfase no debate sobre a renovação do Conselho Municipal de Igualdade Racial, essencial para fortalecer as ações contra o racismo e garantir os direitos da população negra. Já o Painel Negro e Homenagens aos “Mais Velhos” (Griots), no dia 21 de março, às 14h, no Centro Cultural Meritiense, será dedicado à preservação da memória e das tradições negras, homenageando griots e outras lideranças históricas. A programação é gratuita e aberta ao público, convidando a população de São João de Meriti e regiões vizinhas a participar dessa jornada de aprendizado e reflexão. O projeto conta com o apoio de diversas entidades engajadas na causa antirracista, como o Conselho Municipal de Igualdade Racial, a sociedade civil e organizações como a Associação dos Amigos do Museu e o Grupo de Oração e Convivência Nossa Senhora do Rosário e São Benedito – LABORAFRO. A ComCausa, que se destaca pela sua atuação na defesa da vida e no combate ao racismo, contribuirá para articular a participação comunitária e promover o diálogo sobre o enfrentamento do racismo estrutural. “A transformação vem da força coletiva e da persistência. Acredito que temos que enfrentar a naturalização de práticas racistas com iniciativas como esta. Lembrar da nossa cultura é resistir, e resistir é sempre necessário para alcançar a Justiça Racial”, afirma Adriano Dias da ComCausa. O slogan da campanha, “Cultura, Igualdade e Justiça Racial”, reflete o propósito de não apenas discutir o racismo estrutural, mas também de destacar as ricas tradições afro-brasileiras, promovendo um movimento de celebração e resistência por meio de debates, reflexões e homenagens. Programação dos eventos presenciais Mais notícias 01 – ComCausa anuncia “Defesa da Vida” como tema central de 2025 02 – ComCausa lança oficialmente o projeto ComuniSaúde na Cruz Vermelha 03 – ComCausa busca parceria com a Diocese de Nova Iguaçu para ampliar acesso à saúde na Baixada 04 – ComCausa participa da inauguração do Museu Marinheiro João Cândido em Meriti 05 – ComCausa debate inclusão social e políticas públicas para a população em situação de rua 06 – ComCausa inicia a campanha “21 Dias Pelo Fim da Violência contra as Mulheres” 07 – ComCausa homenageia Dom Zumbi com lançamento da página memorial 08 – Conheça o projeto ‘Nossa Gente Negra’ da ComCausa 09 – ComCausa participará do ato pós-sentença do caso Marielle e Anderson 10 – ComCausa participa de encontro para mobilização da Cúpula Social do G20 no Rio 11 – ComCausa propõe ampliação da Semana Municipal de Valorização da Vida em Queimados 12 – ComCausa participará de mobilização nacional de identificação de pessoas desaparecidas 13 – ComCausa inicia campanha “Menino! Respeita Meu Bloco” para um Carnaval | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________ Compartilhe:
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