João Oscar

Semana de Luta de Familiares Vítimas: ComCausa promoverá campanha pelos 20 anos da Chacina

ComCausa promoverá uma campanha de conscientização e mobilização pelos 20 anos da Chacina da Baixada durante a Semana de Luta de Mães e Familiares Vítimas da Violência de Nova Iguaçu. A iniciativa busca manter viva a memória das vítimas e reforçar a luta por justiça e direitos humanos. A organização social ComCausa utilizará suas redes sociais e o portal RedeDH.org.br para divulgar materiais informativos e vídeos sobre o episódio. O objetivo é sensibilizar a sociedade e garantir que a tragédia não seja esquecida, fortalecendo a reflexão sobre a violência e suas consequências. A campanha foi inspirada na Lei Municipal nº 4.869/19, que incluiu a “Semana de Luta de Mães e Familiares Vítimas da Violência” no calendário oficial da cidade de Nova Iguaçu. A legislação reconhece a importância de dar visibilidade às dores e reivindicações de familiares que perderam entes queridos para a violência. No final da jornada, a ComCausa relançará o memorial eletrônico comcausa.org.br/chacinadabaixada, que será apresentado na solenidade dos 20 anos da chacina na Câmara Municipal de Queimados. Maior Chacina do Rio de Janeiro A Chacina da Baixada, ocorrida em 31 de março de 2005, foi um dos episódios mais violentos e trágicos da história do Rio de Janeiro. Na ocasião, 30 pessoas foram baleadas e 29 foram mortas em Nova Iguaçu e Queimados, em uma ação que chocou o país e expôs as falhas do sistema de segurança pública. O atentado deixou marcas profundas na região e nas famílias das vítimas, que seguem em busca de justiça e reparação. Atividades e engajamento A ComCausa está participando, junto com familiares e outras instituições, de uma série de eventos para marcar os 20 anos da Chacina da Baixada. A programação terá início no dia 30 de março, às 18h, com uma missa na Paróquia Sagrada Família, no bairro da Posse, em Nova Iguaçu. A cerimônia visa homenagear as vítimas e refletir sobre a necessidade de justiça e transformação nas políticas de segurança pública. No dia seguinte, 31 de março, as atividades se concentrarão em Queimados. A partir das 16h, na Praça Nossa Senhora da Conceição, será realizado um ato público com a instalação de um memorial temporário, exposição de cartazes, acendimento de 30 velas em homenagem às vítimas e a leitura solene de seus nomes. Familiares e participantes também terão espaço para depoimentos sobre a luta por justiça e memória. A partir das 18h, a programação segue no Auditório da Câmara Municipal de Queimados, com o apoio do vereador Professor Catellano. O evento contará com a mesa de debate “Segurança Pública na Baixada Fluminense: Avanços e Desafios”, que discutirá dados sobre violência na região, políticas públicas e propostas para a redução da criminalidade. “A Chacina da Baixada não foi apenas um episódio de violência extrema, mas um marco que revelou as fragilidades do sistema de segurança pública do Rio de Janeiro”, afirma Adriano Dias, da ComCausa. “Para os familiares das vítimas, a dor da perda permanece viva, assim como a busca por respostas e justiça. A campanha promovida pela ComCausa e as atividades realizadas durante a Semana de Luta são formas de manter viva a memória das vítimas e pressionar por mudanças que possam evitar tragédias semelhantes no futuro.” Pedido de pronunciamentos A ComCausa está mobilizando esforços em memória dos 20 anos da Chacina da Baixada e para ampliar o debate sobre segurança pública e direitos humanos no âmbito legislativo. A entidade solicitou pronunciamentos nas Câmaras Municipais de Queimados e Nova Iguaçu, na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) e na Câmara dos Deputados, em Brasília. Atividades em Nova Iguaçu Participarão do evento representantes dos familiares das vítimas, autoridades locais, instituições públicas e especialistas em direitos humanos. Além dessas atividades, haverá outras iniciativas em Nova Iguaçu, promovidas por familiares em conjunto com os núcleos de apoio às vítimas e direitos humanos da Prefeitura de Nova Iguaçu, que ainda não divulgaram suas agendas. Mais notícias | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________ Compartilhe:

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Síndrome de Angelman e Down

ComCausa e o Projeto ComuniSaúde: saúde integral para todos no Dia de Conscientização sobre a Síndrome de Down

Hoje, 21 de março, celebramos o Dia Internacional da Síndrome de Down (DISD), uma data fundamental para aumentar a conscientização e promover a inclusão das pessoas com síndrome de Down. Criada pela Síndrome de Down Internacional e reconhecida pela ONU, essa data é uma oportunidade de reunir vozes ao redor do mundo para defender os direitos, a dignidade e o bem-estar dessa população. Atividades e eventos são realizados para sensibilizar a sociedade e garantir que essas pessoas possam exercer seus direitos de forma plena e com respeito. No Rio de Janeiro, comemoramos também o Dia Estadual da Conscientização sobre a Síndrome de Down, com uma série de iniciativas educativas e informativas. A lei estadual busca combater o preconceito e a desinformação, além de promover a inclusão dessas pessoas em todos os aspectos da vida social, como educação, saúde, trabalho e lazer. Este dia reforça nosso compromisso com a defesa dos direitos humanos e a criação de uma sociedade mais justa e acessível para todos. Como parte desse movimento, na ComCausa temos nos empenhado em ações que promovem a saúde e a inclusão das comunidades, com especial atenção às questões de saúde mental e atendimento básico. Nosso Projeto ComuniSaúde visa levar saúde de qualidade às favelas da Baixada Fluminense, incluindo Duque de Caxias, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Belford Roxo, Nilópolis e Mesquita. Em parceria com as secretarias municipais de saúde e instituições locais, buscamos garantir que todos tenham acesso à saúde integral, respeitando as particularidades de cada comunidade. A participação ativa dos moradores será essencial para mapear as reais necessidades de cada local e garantir que nossas ações de saúde, prevenção e apoio psicossocial sejam eficazes e inclusivas. A conscientização sobre a Síndrome de Down também está inserida nesse contexto, pois acreditamos que a saúde deve ser acessível a todos, sem exceção. A ComCausa segue firme em sua missão de transformar vidas e promover um futuro mais justo para todos. ComuniSaúde e o impacto nas favelas  O ComuniSaúde visa melhorar o acesso ao atendimento básico, promover saúde mental e fortalecer as redes comunitárias nas favelas da Baixada Fluminense. O projeto será implementado nas principais favelas de Duque de Caxias, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Belford Roxo, Nilópolis e Mesquita, em colaboração com secretarias municipais de saúde e instituições locais. O envolvimento dos moradores será crucial para mapear as necessidades e garantir que a campanha atinja todos de forma inclusiva. O lançamento da plataforma digital ComuniSaude.org.br também será parte importante do projeto, fornecendo informações detalhadas sobre os serviços de saúde disponíveis. A ComCausa também disponibilizará um número de telefone com aplicativos de mensagens para fornecer suporte durante a campanha, garantindo que a população tenha fácil acesso a orientações sobre os serviços de saúde. Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro  Desde 2021, mais de R$ 22 milhões foram investidos em projetos de saúde nas favelas cariocas, com apoio da Lei Nº 8.972/20 e do Fundo Especial da ALERJ. Instituições renomadas como a  Fiocruz , IFF, UENF, UFRJ, UERJ, PUCRJ, SBPC, Alerj e Abrasco fazem parte do Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro, com o objetivo de garantir que os serviços de saúde alcancem as áreas mais necessitadas. Mais notícias | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________ Compartilhe:

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Dia Internacional de Luta pela Eliminação da Discriminação Racial

Dia Internacional de Luta pela Eliminação da Discriminação Racial

O dia 21 de março foi proclamado pela Organização das Nações Unidas (ONU) como o Dia Internacional de Luta pela Eliminação da Discriminação Racial, em memória das 69 pessoas mortas no Massacre de Sharpeville, ocorrido em 1960, na África do Sul. Na ocasião, manifestantes protestavam contra a Lei do Passe, que obrigava cidadãos negros a portarem documentos restritivos sobre seus deslocamentos. O massacre teve grande repercussão internacional e expôs a brutalidade do apartheid, o regime de segregação racial vigente na África do Sul de 1948 a 1991. A repressão violenta contra os manifestantes reforçou a luta global contra a discriminação racial, levando a ONU a estabelecer essa data como um marco para a conscientização e o combate ao racismo em todo o mundo. No Brasil, a Constituição de 1988 avançou nessa luta ao determinar que o racismo é um crime inafiançável e imprescritível, passível de punição severa. Apesar dos avanços legais, a desigualdade racial ainda persiste em diversas áreas, como no mercado de trabalho, na segurança pública e no acesso à educação. O Dia Internacional de Luta pela Eliminação da Discriminação Racial reforça a necessidade de políticas públicas eficazes e do engajamento da sociedade para combater o racismo estrutural. A data é um momento de reflexão e mobilização global, incentivando ações concretas para garantir direitos iguais e dignidade para todas as pessoas, independentemente de sua origem racial ou étnica. No Brasil e no mundo, organizações sociais promovem debates, manifestações e eventos educativos para ampliar a conscientização sobre a importância da equidade racial e da justiça social. Massacre de Sharpeville: Um marco na luta contra o apartheid Em 21 de março de 1960, a brutalidade do regime do apartheid na África do Sul foi exposta ao mundo no Massacre de Sharpeville. No bairro negro de Sharpeville, próximo a Johanesburgo, cerca de 20 mil manifestantes se reuniram pacificamente contra a Lei do Passe, um símbolo da segregação racial que obrigava negros a portarem uma caderneta com seus locais de permissão de circulação. A resposta da Polícia Sul-Africana foi implacável: rajadas de metralhadora contra a multidão desarmada. O saldo: 69 mortos e 180 feridos. O massacre de Sharpeville não foi apenas um evento trágico, mas um divisor de águas na luta contra o apartheid. A brutalidade do regime chocou a comunidade internacional e intensificou a pressão pela mudança. Consequências do Massacre: Legado do Massacre de Sharpeville: O Massacre de Sharpeville foi um momento crucial na história da luta contra o apartheid. Sua lembrança nos inspira a continuar lutando por um mundo mais justo e igualitário. Mais notícias | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________ Compartilhe:

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Flavia Louzada com o filho Dante (Reprodução Redes Sociais)

Mãe denuncia suspensão de tratamento de criança com paralisia cerebral e convoca manifestação

Flavia Louzada, mãe de Dante, um menino de 6 anos diagnosticado com paralisia cerebral, denunciou a suspensão abrupta do tratamento multidisciplinar do filho, que inclui diversas terapias essenciais para seu desenvolvimento. Segundo Flavia, a clínica Follow Kids, responsável pelo atendimento, informou que todas as guias de atendimento do menino foram descartadas, interrompendo completamente o acompanhamento médico. A mãe expressou sua indignação, destacando que a decisão da clínica não apenas cancelou sessões de terapia, mas também representou um golpe contra os direitos fundamentais de Dante. “Não foram apenas guias que foram rasgadas, mas sim o direito do meu filho à vida”, desabafou. Flavia reforça que, sem o tratamento contínuo, Dante pode enfrentar deformidades permanentes, dores crônicas e dificuldades ainda maiores para andar, falar e desenvolver todo o seu potencial. Diante da gravidade da situação, familiares, amigos e apoiadores decidiram se unir para uma grande manifestação exigindo providências. O ato será realizado no dia 24 de março, às 10h, em frente à loja da UNIMED FERJ da Barra da Tijuca, localizada na Avenida Ayrton Senna, nº 2.500. O objetivo é cobrar respostas e garantir que crianças como Dante não sejam privadas dos seus direitos. A mobilização busca pressionar as autoridades e o plano de saúde a restabelecer o tratamento de Dante e de outras crianças que dependem dessas terapias para ter qualidade de vida. A família convida todos que apoiam a causa a se juntarem à manifestação para dar visibilidade ao caso e lutar pelo direito à saúde e inclusão. Mais notícias | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________ Compartilhe:

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Saúde Bucal - Dentista - Odontologia

ComuniSaúde fortalece acesso à saúde bucal na Baixada Fluminense no Dia Mundial da Saúde Bucal

Celebrado em 20 de março, o Dia Mundial da Saúde Bucal foi criado para alertar sobre a importância dos cuidados odontológicos para o bem-estar geral. A higiene bucal adequada é essencial para prevenir infecções e reduzir o impacto de doenças como diabetes, anemia e condições autoimunes, que podem se agravar com a falta de cuidados orais. O investimento em saúde bucal tem gerado impactos positivos. De acordo com a Pesquisa Nacional de Saúde Bucal, a proporção de crianças de 12 anos livres de cárie aumentou de 32% em 2003 para 44% em 2010. Entre os adultos, o número de dentes perdidos por cárie caiu 45%, enquanto os dentes tratados aumentaram 70% no mesmo período. ComuniSaúde e o fortalecimento da saúde bucal nas favelas Para ampliar o acesso aos cuidados odontológicos e fortalecer a prevenção, a ComCausa está implementando o projeto ComuniSaúde nas principais favelas de Duque de Caxias, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Belford Roxo, Nilópolis e Mesquita. A iniciativa, realizada em parceria com secretarias municipais de saúde e instituições locais, visa melhorar o acesso ao atendimento básico, promover saúde mental e fortalecer redes comunitárias. O envolvimento dos moradores será fundamental para mapear as necessidades específicas de cada território e garantir que a campanha alcance a população de forma inclusiva. A proposta é levar informações sobre higiene bucal e acesso a serviços odontológicos, reduzindo desigualdades e promovendo uma melhor qualidade de vida. Dicas essenciais para uma boa higiene bucal Segundo a cirurgiã-dentista e especialista em Saúde da Família, Ingrid Boaventura, manter uma boa saúde bucal é simples e acessível. Entre os cuidados recomendados estão: Escovar bem os dentes e a língua pelo menos três vezes ao dia, usando escova de cerdas macias;Utilizar creme dental com flúor para fortalecer o esmalte dos dentes;Passar fio dental diariamente para remover resíduos que a escova não alcança;Ter uma alimentação equilibrada, evitando excesso de açúcar. Boaventura também destaca que “todo alimento ingerido deixa resíduos na boca, e rapidamente ele começa a ser metabolizado por bactérias, formando a placa bacteriana. Esse processo pode levar a cáries e problemas gengivais se a higiene não for adequada.” Com ações como o ComuniSaúde, a ComCausa reforça seu compromisso com a promoção da saúde e a inclusão social, garantindo que mais pessoas tenham acesso a informações e cuidados essenciais para a saúde bucal e o bem-estar geral. ComuniSaúde e o impacto nas favelas  O ComuniSaúde visa melhorar o acesso ao atendimento básico, promover saúde mental e fortalecer as redes comunitárias nas favelas da Baixada Fluminense. O projeto será implementado nas principais favelas de Duque de Caxias, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Belford Roxo, Nilópolis e Mesquita, em colaboração com secretarias municipais de saúde e instituições locais. O envolvimento dos moradores será crucial para mapear as necessidades e garantir que a campanha atinja todos de forma inclusiva. O lançamento da plataforma digital ComuniSaude.org.br também será parte importante do projeto, fornecendo informações detalhadas sobre os serviços de saúde disponíveis. A ComCausa também disponibilizará um número de telefone com aplicativos de mensagens para fornecer suporte durante a campanha, garantindo que a população tenha fácil acesso a orientações sobre os serviços de saúde. Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro  Desde 2021, mais de R$ 22 milhões foram investidos em projetos de saúde nas favelas cariocas, com apoio da Lei Nº 8.972/20 e do Fundo Especial da ALERJ. Instituições renomadas como a  Fiocruz , IFF, UENF, UFRJ, UERJ, PUCRJ, SBPC, Alerj e Abrasco fazem parte do Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro, com o objetivo de garantir que os serviços de saúde alcancem as áreas mais necessitadas. Mais notícias | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________ Compartilhe:

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Luciano do Nascimento Costa e Gabriele Ferreira Santos

Novo caso de feminicídio na Baixada

Na madrugada desta terça-feira (18/03), o Rio de Janeiro foi palco de mais um trágico caso de feminicídio que chocou moradores e reforçou os alarmantes dados sobre violência contra a mulher no Brasil. Luciano do Nascimento Costa, 48 anos, policial civil, assassinou Gabriele Ferreira Santos, 26 anos, com quem mantinha um relacionamento. Após o crime, ele cometeu suicídio. De acordo com informações preliminares, o motivo do crime teria sido a descoberta de que Gabriele se relacionava com outro homem. Familiares relataram que Luciano se despediu de forma atípica da família antes do ocorrido, o que sugere que o ato foi premeditado. Vizinhos do condomínio onde o casal morava, na Baixada Fluminense, relataram ter ouvido gritos e tiros durante a madrugada, seguidos de um silêncio perturbador. O caso de Gabriele se soma a uma estatística assustadora: em 2024, 70% dos feminicídios no Brasil foram cometidos por companheiros ou ex-companheiros, segundo dados da Rede de Observatórios de Segurança. O Rio de Janeiro, em particular, lidera os casos envolvendo agentes de segurança pública, o que levanta questões sobre a formação e o acompanhamento psicológico desses profissionais. A morte de Gabriele é mais uma tragédia que evidencia a urgência de políticas públicas eficazes para combater a violência contra a mulher. Apesar dos avanços na legislação, como a Lei do Feminicídio (Lei 13.104/2015), que qualifica o assassinato de mulheres por razões de gênero como crime hediondo, os números continuam alarmantes. Especialistas apontam que é necessário investir em educação, conscientização e apoio às vítimas, além de fortalecer redes de proteção e garantir a aplicação efetiva das leis. Este triste episódio serve como um alerta para a sociedade e para as autoridades. Quantas vidas precisarão ser perdidas para que ações concretas sejam tomadas? A luta contra o feminicídio e a violência de gênero deve ser uma prioridade coletiva, envolvendo governo, instituições e cidadãos. Que Gabriele Ferreira Santos não seja apenas mais um número nas estatísticas, mas um símbolo da luta por um futuro onde mulheres possam viver sem medo. Que sua memória inspire mudanças e mobilize esforços para combater essa realidade cruel. Mais notícias | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________ Compartilhe

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