João Oscar

Missa em memória dos 20 anos das vitimas da Chacina da Baixada - Foto Arquivo ComCausa

Missa em memória das vítimas da Chacina da Baixada reforça solidariedade e justiça

A Paróquia Sagrada Família, localizada no bairro da Posse, em Nova Iguaçu, recebeu neste domingo uma missa em memória das vítimas da Chacina da Baixada. A celebração foi presidida por dom Luciano Bergamin bispo emérito da Diocese de Nova Iguaçu e padre Davinir. O evento religioso reuniu familiares, amigos e representantes da sociedade civil para prestar homenagem às 29 pessoas assassinadas em 31 de março de 2005. Entre os presentes, Silvania Azevedo, irmã de Renato, uma das vítimas da chacina, representou os familiares na cerimônia. Durante a missa em memória das 30 famílias atingidas e das 29 pessoas mortas na Chacina da Baixada, ocorrida em 31 de março de 2005, o bispo emérito Dom Luciano destacou a importância da solidariedade e do amor como formas de enfrentamento à violência. A celebração reuniu parentes das vítimas e membros da sociedade civil, incluindo Silvana Azevedo, que representou os familiares no ato de homenagem. Dom Luciano relembrou aquela noite trágica e o impacto causado pelo massacre, mencionando que foi chamado pelo então prefeito da cidade, que, visivelmente abalado, relatou a existência “de corpos espalhados por todos os lados”. O bispo emérito enfatizou a necessidade de manter viva a memória daqueles que partiram e de acolher os que ficaram. “Mesmo com o passar do tempo, temos que continuar firmes na solidariedade e no amor para enfrentar a violência, fazendo memória daqueles que partiram e acolhendo aqueles que ficaram”, afirmou Dom Luciano. Adriano Dias, da ComCausa, esteve presente na missa, reforçando a importância dessa lembrança como uma forma de enfrentamento e busca por reparação e justiça. “Lamentavelmente, os anos se passaram, e o Rio só vê a repetição das tragédias”, destacou. Ele alertou ainda para o agravamento da violência na região, que a ComCausa tem acompanhado de perto, apontando o crescimento descontrolado dos territórios dominados pelo crime e o aumento da violência letal. A celebração reafirmou o compromisso das famílias e das organizações sociais na luta por justiça, memória e por um futuro onde tragédias como a Chacina da Baixada não se repitam. A celebração na Paróquia Sagrada Família marcou o início das homenagens que seguirá hoje a partir das 16h, na Praça Nossa Senhora da Conceição, onde será realizado um ato público com a instalação de um memorial temporário, exposição de cartazes, acendimento de 30 velas em homenagem às vítimas e leitura solene de seus nomes. Familiares e participantes também terão espaço para depoimentos sobre a luta por justiça e memória. Às 18h, a programação segue no Auditório da Câmara Municipal de Queimados. Mais notícias | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________ Compartilhe:

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Circuito Memória e Verdade da ComCausa estreia em São João de Meriti na semana do aniversário do golpe

O Circuito Memória, Verdade e Justiça, promovido pela ComCausa em parceria com outras instituições, terá sua estreia em São João de Meriti na semana em que se completam 61 anos do golpe civil-militar de 1964. Com atividades gratuitas e abertas ao público, o evento trará exibições de filmes e debates para refletir sobre os impactos do golpe e suas reverberações na sociedade brasileira contemporânea. A programação começa nos dias 2 e 4 de abril de 2025, das 17h às 21h, no auditório João Cândido da Universidade Estácio de Sá, em São João de Meriti. A abertura será marcada pela exibição do documentário clandestino Você também pode dar um presunto legal (1971/2006), que expõe a brutalidade do Esquadrão da Morte durante a ditadura. Em seguida, rodas de conversa abordarão a relação histórica entre o regime militar e a Baixada Fluminense. Na ocasião, também será realizada a exposição 20 Anos da Chacina da Baixada, que resgata a memória desse episódio de violência e suas conexões com o passado repressivo. Memória como resistência A ComCausa, organização fundada em 2010, tem um histórico dedicado à preservação da memória histórica. Em 2012, integrou a Comissão Nacional da Verdade e promoveu o Circuito Memória e História. No ano seguinte, contribuiu para a criação do Comitê Baixada de Memória, Justiça e Verdade. Mesmo enfrentando o desmonte de políticas públicas de memória a partir de 2014 e o avanço de grupos negacionistas, a entidade seguiu firme em sua missão. Em 2014, a ComCausa lançou a exposição Ditadura e Baixada Fluminense, que evidenciou a repressão do regime militar na região e celebrou a resistência de figuras como Dom Adriano Hipólito. Outro marco de sua atuação é a luta pelo reconhecimento da Casa da Morte, em Petrópolis, um centro de tortura da ditadura que a organização busca transformar em um espaço de memória e conscientização sobre violações de direitos humanos. O golpe de 1964 e a inspiração de Ainda Estou Aqui O golpe militar de 31 de março de 1964 marcou o início de um período de 21 anos de ditadura no Brasil, caracterizado por censura, tortura e repressão a opositores. Seus efeitos ainda ecoam, seja na persistência de desigualdades sociais, seja nas tentativas de revisionismo histórico. O recente filme Ainda Estou Aqui, dirigido por Walter Salles, que retrata a luta de Eunice Paiva pela busca do marido desaparecido durante o regime, tem inspirado iniciativas como o Circuito. A obra reacendeu o debate sobre a importância de manter viva a memória das vítimas e da resistência, servindo como um catalisador para as atividades em Meriti. Próxima parada: Queimados O Circuito seguirá para Queimados, onde o Projeto Prof. Castelano receberá uma edição adaptada do evento. A programação incluirá uma exposição itinerante sobre a repressão e atividades voltadas para estudantes da rede pública. “Queremos democratizar o acesso à memória histórica e fortalecer a luta por direitos humanos na Baixada”, destaca Adriano Dias, fundador da ComCausa. ServiçoCidade: São João de MeritiData: 02 a 04 de abril de 2025Local: Auditório João Cândido – Estácio São João de Meriti (Av. Automóvel Clube, 1.178)Horário: 17h às 21hEntrada gratuita (sujeita à lotação)Certificado para participantes Mais notícias | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________ Compartilhe:

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Edson Luís estudante assassinado por militares na ditadura

Memória: Edson Luís estudante assassinado que se tornou símbolo da luta contra a ditadura

Edson Luís de Lima Souto era um jovem estudante secundarista, nascido em Belém, no Pará, em 24 de fevereiro de 1950. Filho de uma família humilde, começou seus estudos na Escola Estadual Augusto Meira. Em busca de melhores oportunidades educacionais, mudou-se para o Rio de Janeiro, onde cursava o ensino médio no Instituto Cooperativo de Ensino. Como muitos outros estudantes de baixa renda, frequentava o restaurante estudantil Calabouço, que oferecia refeições a preços acessíveis. Na tarde de 28 de março de 1968, um grupo de estudantes se reuniu no Calabouço para protestar contra o aumento no preço das refeições. A manifestação, que inicialmente era pacífica, foi reprimida com violência pela Polícia Militar. Durante a ação, Edson Luís foi baleado no peito por um disparo feito pelo aspirante da PM Aloísio Raposo. O jovem morreu no local, tornando-se uma das primeiras vítimas fatais da repressão estudantil imposta pelo regime militar. A morte de Edson Luís gerou indignação imediata. Temendo que o caso fosse abafado pelas autoridades, estudantes decidiram levar seu corpo em cortejo até a Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, onde foi velado publicamente. O assassinato se tornou um marco na resistência contra a ditadura, desencadeando uma onda de manifestações pelo país. Entre os protestos mais emblemáticos esteve a Passeata dos Cem Mil, realizada em junho de 1968, que reuniu uma multidão contra a repressão do governo militar. O legado de Edson Luís permanece vivo na memória coletiva brasileira. Sua história inspirou diversas expressões culturais, como a canção “Menino”, de Milton Nascimento e Ronaldo Bastos, e “Coração de Estudante”, também de Milton, que se tornaram símbolos da luta por democracia. Seu nome é lembrado até hoje como um símbolo da resistência estudantil e da luta contra a repressão imposta pela ditadura militar no Brasil. | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________ Compartilhe:

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Tuberculose

Dia Mundial da Tuberculose conscientização e acesso à saúde nas favelas da Baixada Fluminense

A tuberculose é uma doença infectocontagiosa que afeta principalmente os pulmões, mas também pode acometer outros órgãos, como ossos, rins e meninges (membranas que envolvem o cérebro). Apesar de ser prevenível e tratável, a doença ainda representa um grave problema de saúde pública. O Brasil ocupa o 17º lugar entre os 22 países responsáveis por 82% dos casos de tuberculose no mundo, e cerca de 4,7 mil pessoas morrem anualmente devido à doença no país. Para enfrentar essa realidade, a ComCausa, por meio do projeto ComuniSaúde, está ampliando a conscientização sobre a tuberculose nas favelas da Baixada Fluminense. O ComuniSaúde visa melhorar o acesso ao atendimento básico, promover a saúde mental e fortalecer as redes comunitárias em comunidades de Duque de Caxias, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Belford Roxo, Nilópolis e Mesquita. A iniciativa ocorre em colaboração com secretarias municipais de saúde e instituições locais, garantindo que as ações de prevenção e tratamento cheguem a quem mais precisa. A conscientização é fundamental para o combate à tuberculose. Estima-se que um terço da população mundial esteja infectado pelo Mycobacterium tuberculosis e em risco de desenvolver a doença. A cada ano, são registrados aproximadamente 8,8 milhões de casos e 1,1 milhão de mortes no mundo. Entre os principais fatores que contribuem para a disseminação da tuberculose estão a pobreza, a má distribuição de renda, a desnutrição, as más condições sanitárias, a AIDS e a alta densidade populacional. Principais Sintomas da Tuberculose O projeto ComuniSaúde tem um papel essencial ao envolver os próprios moradores no mapeamento das necessidades locais e garantir que a campanha alcance todos de forma inclusiva. A tuberculose tem cura, mas o diagnóstico precoce e o tratamento adequado são fundamentais. Se apresentar sintomas, procure a unidade de saúde mais próxima. A luta contra a tuberculose exige informação, acesso à saúde e mobilização comunitária. No Dia Mundial da Tuberculose, é essencial reforçar que prevenir e tratar a doença é um compromisso coletivo. ComuniSaúde e o impacto nas favelas  O ComuniSaúde visa melhorar o acesso ao atendimento básico, promover saúde mental e fortalecer as redes comunitárias nas favelas da Baixada Fluminense. O projeto será implementado nas principais favelas de Duque de Caxias, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Belford Roxo, Nilópolis e Mesquita, em colaboração com secretarias municipais de saúde e instituições locais. O envolvimento dos moradores será crucial para mapear as necessidades e garantir que a campanha atinja todos de forma inclusiva. O lançamento da plataforma digital ComuniSaude.org.br também será parte importante do projeto, fornecendo informações detalhadas sobre os serviços de saúde disponíveis. A ComCausa também disponibilizará um número de telefone com aplicativos de mensagens para fornecer suporte durante a campanha, garantindo que a população tenha fácil acesso a orientações sobre os serviços de saúde. Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro  Desde 2021, mais de R$ 22 milhões foram investidos em projetos de saúde nas favelas cariocas, com apoio da Lei Nº 8.972/20 e do Fundo Especial da ALERJ. Instituições renomadas como a  Fiocruz , IFF, UENF, UFRJ, UERJ, PUCRJ, SBPC, Alerj e Abrasco fazem parte do Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro, com o objetivo de garantir que os serviços de saúde alcancem as áreas mais necessitadas. Mais notícias | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________ Compartilhe:

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Santo-Oscar-Romero

Dia do Martírio de Santo Oscar Romero

Dom Oscar Romero que foi assassinado a 24 de março de 1980 enquanto celebrava a Missa.Em 1997 Romero foi declarado “Servo de Deus” pelo papa João Paulo II. Em fevereiro de 2015 o papa Francisco aprovou o decreto de beatificação do arcebispo salvadorenho, reconhecendo-o como mártir. A solenidade de beatificação foi realizada no dia 23 de maio de 2015 na capital salvadorenha e presidida pelo cardeal Angelo Amato, prefeito da Congregação para as Causas dos Santos. Estima-se que cerca de 300 mil pessoas estiveram presentes na cerimônia. Oscar Arnulfo Romero nasceu em agosto de 1917 numa família modesta em Ciudad Barrios, em El Salvador. Aos 14 anos, ingressa no seminário, mas seis anos depois afasta-se para ajudar a família que estava com dificuldades. Passa a trabalhar nas minas de ouro com os irmãos. Retoma os estudos e é enviado para Roma para estudar teologia, na Universidade Gregoriana. Romero é ordenado sacerdote em 1942, regressa a El Salvador e assume uma paróquia do interior. Foi depois transferido para a catedral de San Miguel, onde fica por 20 anos. Sacerdote dedicado à oração e à atividade pastoral, dedica-se a obras de caridade, mas sem nenhum particular empenho reconhecidamente social. Em 1970 é nomeado Auxiliar de San Salvador. O Arcebispo Luis Chávez y Gonzalez busca atualizar a linha pastoral de acordo com o Concílio Vaticano II e a Conferência de Medellín. Mas Romero não se identifica integralmente com a linha pastoral proposta. Em 1974 é nomeado bispo da diocese de Santiago de Maria no meio de um contexto político de forte repressão, sobretudo contra as organizações camponesas. No ano seguinte, a Guarda Nacional executa cinco camponeses e D. Romero celebra missa pelas vítimas. Ele não faz uma denúncia explícita do crime, mas escreve uma carta severa ao presidente Molina. Em 1977, D. Óscar Romero é nomeado Arcebispo de San Salvador. Pouco tempo depois, é assassinado o jesuíta padre Rutílio Grande, empenhado na luta do povo e ligado a D. Romero. Esse é o momento em que ele reavalia a sua posição e coloca-se corajosamente junto dos oprimidos, denunciando a repressão, a violência do Estado e a exploração imposta ao povo pela aliança entre os setores político-militares e económicos, apoiada pelos Estados Unidos da América. O Arcebispo denuncia também a violência da guerrilha revolucionária. As suas homilias são transmitidas pela rádio católica dando esperança à população e provocando a fúria dos governantes. Em outubro de 1979, um golpe de Estado depõe o ditador Humberto Romero. Uma junta de civis e militares assume o poder, e nesse cenário, exército e organizações paramilitares assassinam centenas de civis (entre eles sacerdotes). A guerrilha responde com execuções sumárias.Na homília do Sábado de Aleluia, (1979), Dom Romero afirmava: “Graças a Deus, temos páginas do martírio não somente na história do passado, como também na hora presente. Há sacerdotes, religiosos, catequistas, homens humildes do campo assassinados e massacrados que tiveram seus rostos desfeitos e esmagados, foram perseguidos por serem fiéis ao único Deus e Senhor”. E acrescentava: “Tenho sido frequentemente ameaçado de morte. Devo dizer-lhes que como cristão não creio na morte sem ressurreição. Se me matam, ressuscitarei no meu povo salvadorenho. Digo isso sem orgulho, com a maior humildade… Como pastor, estou obrigado a dar a vida por quem amo, que são todos os salvadorenhos, como também aqueles que vão me matar. Se chegarem a cumprir as ameaças, desde agora ofereço a Deus meu sangue pela redenção e ressurreição de El Salvador”. Em fevereiro de 1980, D. Romero escreve ao presidente dos EUA, Jimmy Carter, um apelo para que ele não envie ajuda militar e económica ao governo salvadorenho e para não financiar a repressão ao povo. A 24 de março do mesmo ano, D. Oscar Romero é assassinado por um franco-atirador, enquanto celebrava a missa na capela do Hospital da Divina Providência em S. Salvador. Para inúmeras comunidades cristãs do continente americano, Oscar Romero passou a ser considerado santo desde o dia do seu martírio. Chamam-lhe S. Romero da América Latina pelo seu empenho em favor da paz, sua luta contra a pobreza e a injustiça. | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________ Compartilhe:

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Dia Internacional do Direito à Verdade sobre as Violações dos Direitos Humanos e pela Dignidade das Vítimas

O Dia Internacional do Direito à Verdade sobre as Violações dos Direitos Humanos e pela Dignidade das Vítimas é comemorado em 24 de março, uma data marcada pela memória do assassinato do arcebispo salvadorenho Óscar Arnulfo Romero, em 1980. Romero se tornou um ícone da luta pelos direitos humanos em El Salvador, destacando-se por sua coragem em denunciar as injustiças sociais e a violência perpetrada pelo governo e outras forças do poder. Seu assassinato enquanto celebrava a Missa tornou-se um símbolo das muitas vítimas da repressão que, como ele, pagaram com a vida por sua busca pela verdade e pela justiça. Por seu compromisso com a dignidade humana, Romero foi beatificado pelo papa Francisco em 2015. A Assembleia Geral das Nações Unidas criou o Dia Internacional do Direito à Verdade em 2010, como uma forma de reconhecer o papel essencial da verdade e da memória na construção de uma cidadania responsável e solidária. O objetivo dessa data é sensibilizar a sociedade global para a importância do direito à verdade, especialmente quando se trata de violações graves de direitos humanos, lembrando sempre das vítimas e da necessidade de justiça. O reconhecimento das atrocidades cometidas ao longo da história e a exigência de reparação e justiça são essenciais para prevenir que tais abusos se repitam no futuro. No Brasil, a data foi oficialmente incorporada ao calendário nacional em 2018 por meio da Lei nº 13.605/18, que busca incentivar reflexões sobre o conhecimento e a conscientização sobre as situações de violações de direitos humanos no país. A legislação brasileira procura garantir que a memória das vítimas seja preservada, reforçando a importância da verdade, da justiça e da reparação. Essa data também serve para lembrar que o direito à verdade é uma ferramenta fundamental na construção de uma sociedade mais justa, que valorize a dignidade humana e a luta contínua pelos direitos dos cidadãos. Além de lembrar as vítimas, o Dia Internacional do Direito à Verdade convida governos, organizações internacionais e a sociedade civil a promoverem iniciativas que defendam a memória dessas pessoas e a necessidade de garantir que as vítimas de violações graves de direitos humanos não sejam esquecidas. É uma oportunidade para reconhecer o trabalho dos defensores dos direitos humanos que, com coragem, enfrentam perseguições e ameaças, e também para promover um diálogo contínuo sobre a justiça e a reparação. O dia reforça a importância de garantir que a verdade seja conhecida, as injustiças sejam corrigidas e as vítimas recebam a dignidade que lhes foi negada. O reconhecimento da verdade é, portanto, um pilar fundamental na construção de uma sociedade mais democrática, solidária e justa, onde os direitos humanos sejam respeitados e onde cada pessoa tenha a oportunidade de viver com dignidade. Mais notícias | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________ Compartilhe:

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