João Oscar

Rede Saúde nas favelas

Rede Saúde nas Favelas: AMOCAVIM – Associação de Moradores da Vila Mimosa

Desde 1987, a Associação de Moradores do Condomínio e Amigos da Vila Mimosa (AMOCAVIM) vem desenvolvendo um importante trabalho social e cultural junto às mulheres profissionais do sexo e à comunidade que vive e trabalha na Vila Mimosa, região central do Rio de Janeiro conhecida historicamente como um espaço de resistência, diversidade e luta por direitos. A entidade tem como missão informar, acolher e fortalecer as mulheres em situação de prostituição, promovendo ações voltadas para educação, cultura, saúde e cidadania. Entre suas principais iniciativas estão a testagem de HIV, sífilis e hepatites, a distribuição de kits de prevenção e a realização de oficinas educativas e eventos culturais. História e contexto A Vila Mimosa é um dos espaços mais antigos de prostituição organizada do país e, ao longo das décadas, tornou-se também símbolo de resistência feminina e comunitária. Em meio a um cenário de vulnerabilidade social, a AMOCAVIM se consolidou como referência na defesa dos direitos civis, trabalhistas e sexuais das profissionais do sexo, além de atuar na mediação com órgãos públicos e instituições de apoio. A atuação da associação vai além do campo da saúde. Desde os anos 1990, a entidade organiza apresentações artísticas, desfiles, oficinas culturais e ações de valorização da memória local, integrando drag queens, artesãos e artistas populares em atividades que reforçam o sentimento de pertencimento e orgulho da comunidade. Projeto Damas da Camélia Um dos projetos mais conhecidos da AMOCAVIM é o “Damas da Camélia”, iniciativa que alia formação profissional e empoderamento feminino. Com apoio de instituições como o Ministério da Cultura, a UNESCO e a Brazil Foundation, o projeto ofereceu capacitação a 60 mulheres em corte, costura e adereçaria carnavalesca, transformando saberes populares em oportunidades de geração de renda. As participantes produziram fantasias para escolas de samba do Rio de Janeiro, e parte delas fundou um coletivo de produção carnavalesca, contribuindo para o fortalecimento da economia solidária na região. Reconhecimento e desafios Sob a liderança de Dona Graça, presidente da AMOCAVIM há mais de uma década, a associação continua sendo o elo entre trabalhadoras, comerciantes e moradores da Vila Mimosa. Dona Graça destaca que a comunidade tem buscado novas formas de renda e inserção social, enfrentando o estigma e o preconceito ainda associados à prostituição. “Aqui também é um espaço de comércio, de convivência e de cultura. Muitas mulheres vendem artesanato, costuram, trabalham em bares e buscam alternativas. A Vila é feita de gente batalhadora”, afirma a presidente. Mais do que resistência, um símbolo de dignidade A trajetória da AMOCAVIM e das mulheres da Vila Mimosa reflete a luta por reconhecimento e direitos de uma parcela da população historicamente invisibilizada.Com ações contínuas de prevenção, formação e cultura, a associação reafirma que dignidade, saúde e cidadania devem ser garantidas a todas as pessoas, independentemente de sua profissão. Comunicação e presença digital Sobre o Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro A rede Saúde da Favela, atualmente denominada 146x Favela, representa uma construção inédita que une o saber científico das universidades à vivência concreta das comunidades. Nela, instituições de referência como Fiocruz, IFF, UENF, UFRJ, UERJ, PUCRJ, SBPC, Alerj e Abrasco  atuam em cooperação direta com coletivos de base, movimentos populares e organizações locais, formando uma estrutura de colaboração sem precedentes em escala e profundidade. Hoje, a rede articula 146 iniciativas comunitárias, cada uma com sua história, identidade e base territorial. Essa capilaridade é um de seus maiores diferenciais, permitindo que o debate sobre o direito à saúde chegue a espaços onde o Estado historicamente se ausenta — nas vielas, becos, ocupações, periferias urbanas e áreas rurais marginalizadas. Outro pilar essencial é a diversidade dos parceiros: associações de moradores, coletivos de juventude, grupos de comunicação comunitária, instituições de educação popular, terreiros de matriz africana, articulações indígenas, movimentos de mulheres, LGBTQIAPN+ e tantos outros. É essa pluralidade de experiências e saberes que dá vida à iniciativa, transformando-a em um verdadeiro instrumento de democratização da saúde. Ao integrar-se à rede, a ComCausa Defesa da Vida busca fortalecer esse potencial coletivo, contribuindo para consolidar uma política de saúde fundada na escuta, na ciência e na dignidade humana — pilares de um futuro em que a favela não seja vista como espaço de carência, mas como território de potência, conhecimento e esperança. Leia também | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________________ Colabore com nosso projeto pix.comcausa@gmail.com ______________________ Compartilhe:

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Rede Saúde nas Favelas: coletivo AMaréVê

O coletivo AMaréVê nasceu no final de 2014, no Complexo da Maré, Rio de Janeiro, como um movimento de comunicação e audiovisual comprometido em contar histórias, produzir memória e fortalecer as narrativas das favelas. Criado por Jessica Pires, Karina Donaria, Mayara Donaria e Suzane Santos, o grupo surgiu durante um dos ciclos da Agência de Redes para Juventude, unindo o olhar jovem e periférico em torno de um propósito: ressignificar o olhar sobre o território e valorizar suas potências por meio da arte, cultura e informação. A AMaréVê atua na produção cultural, audiovisual e comunicação popular, com foco em temas como empreendedorismo, negritude, gênero e cotidiano das favelas. Além de desenvolver produções autorais, o coletivo também presta serviços de fotografia, audiovisual e comunicação digital para organizações sociais, artistas e empreendedores locais. Entre suas principais ações está a Exposição AMaréVê, apresentada na intervenção cultural “Nós da Maré”, promovida pelo Galpão Bela Maré e o Observatório de Favelas. A mostra trouxe retratos e histórias de moradores do Parque União, destacando a potência e o afeto que marcam o cotidiano da favela. Durante a pandemia de COVID-19, o coletivo teve papel ativo na distribuição de alimentos e itens essenciais em parceria com iniciativas como Redes da Maré, Voz das Comunidades e Frente Maré. Nesse período, também criou o programa “Batendo a Laje”, série virtual com cinco episódios que tratou de forma leve e informativa o enfrentamento ao coronavírus nas favelas, alcançando mais de 1 milhão de pessoas nas redes sociais. O projeto integrou o Plano de Enfrentamento à COVID-19 nas Favelas (54x Favelas – Fiocruz), tornando-se um exemplo de como a comunicação comunitária pode atuar como ferramenta de cuidado, conscientização e transformação social. Com uma atuação contínua na defesa da memória, da representatividade e das redes culturais, a AMaréVê reafirma o poder da favela como espaço de criação, resistência e voz própria. Comunicação e presença digital Sobre o Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro A rede Saúde da Favela, atualmente denominada 146x Favela, representa uma construção inédita que une o saber científico das universidades à vivência concreta das comunidades. Nela, instituições de referência como Fiocruz, IFF, UENF, UFRJ, UERJ, PUCRJ, SBPC, Alerj e Abrasco  atuam em cooperação direta com coletivos de base, movimentos populares e organizações locais, formando uma estrutura de colaboração sem precedentes em escala e profundidade. Hoje, a rede articula 146 iniciativas comunitárias, cada uma com sua história, identidade e base territorial. Essa capilaridade é um de seus maiores diferenciais, permitindo que o debate sobre o direito à saúde chegue a espaços onde o Estado historicamente se ausenta — nas vielas, becos, ocupações, periferias urbanas e áreas rurais marginalizadas. Outro pilar essencial é a diversidade dos parceiros: associações de moradores, coletivos de juventude, grupos de comunicação comunitária, instituições de educação popular, terreiros de matriz africana, articulações indígenas, movimentos de mulheres, LGBTQIAPN+ e tantos outros. É essa pluralidade de experiências e saberes que dá vida à iniciativa, transformando-a em um verdadeiro instrumento de democratização da saúde. Ao integrar-se à rede, a ComCausa Defesa da Vida busca fortalecer esse potencial coletivo, contribuindo para consolidar uma política de saúde fundada na escuta, na ciência e na dignidade humana — pilares de um futuro em que a favela não seja vista como espaço de carência, mas como território de potência, conhecimento e esperança. Leia também | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________________ Colabore com nosso projeto pix.comcausa@gmail.com ______________________ Compartilhe:

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Rede Saúde nas Favelas: Agência de Notícias das Favelas (ANF)

Fundada em janeiro de 2001 pelo jornalista André Fernandes, a Agência de Notícias das Favelas (ANF) se consolidou como pioneira mundial na produção e difusão de informação produzida por moradores de favelas. Reconhecida pela Reuters como a primeira agência de notícias de favelas do planeta, a ANF transformou relatos locais em jornalismo que influencia agendas públicas e fortalece o protagonismo comunitário. Desde 2005 a ANF atua como organização não governamental com a missão clara de integrar e trocar informações entre territórios, formando uma vasta rede de colaboradores — hoje composta por centenas de moradores e ativistas. Seu produto mais conhecido, o jornal impresso A Voz da Favela, circula com tiragem de 50 mil exemplares mensais e adota um modelo de distribuição que incentiva renda local: os distribuidores recebem exemplar sem custo e ficam com as contribuições voluntárias dos leitores. A ANF vai além da imprensa: mantém um Manual de Redação e Estilo exclusivo para mais de 500 colaboradores, cursos de formação (RACC — Rede de Agentes Comunitários de Comunicação), oficinas de vídeo com celular, pré-vestibular comunitário e projetos de extensão com universidades. Em 2012 promoveu o projeto cultural Ritmo e Poesia (REP); em 2013 publicou o Guia das Favelas; e em 2014 André Fernandes lançou o livro “Perseguindo um sonho”, que já soma edições e traduções. A organização também investiu em produção audiovisual: produziu o documentário Eu só quero é ser feliz — Uma breve história do Funk Carioca, exibido em festivais e canais especializados. Entre as iniciativas de impacto social, a ANF criou o Instituto Data ANF para pesquisa de opinião em favelas e organizou encontros com candidatos e eventos como a Esquina da Democracia, ampliando a interlocução política da população periférica. Reconhecimentos públicos e culturais acompanham a trajetória: medalhas e títulos de utilidade pública municipal e estadual, prêmios e a consolidação de uma rede de atuação que se expandiu para cidades como Salvador, Recife, Curitiba e São Paulo. A agência também desenvolve projetos em cultura, cidadania, prestação de serviços e educação, sempre com foco em dar voz aos protagonistas locais. A ANF se mantém como espaço de formação, rede de jornalismo comunitário e agente de visibilidade para reivindicações sociais — produzindo informação que nasce nas favelas e repercute nas políticas públicas. Comunicação e presença digital Sobre o Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro A rede Saúde da Favela, atualmente denominada 146x Favela, representa uma construção inédita que une o saber científico das universidades à vivência concreta das comunidades. Nela, instituições de referência como Fiocruz, IFF, UENF, UFRJ, UERJ, PUCRJ, SBPC, Alerj e Abrasco  atuam em cooperação direta com coletivos de base, movimentos populares e organizações locais, formando uma estrutura de colaboração sem precedentes em escala e profundidade. Hoje, a rede articula 146 iniciativas comunitárias, cada uma com sua história, identidade e base territorial. Essa capilaridade é um de seus maiores diferenciais, permitindo que o debate sobre o direito à saúde chegue a espaços onde o Estado historicamente se ausenta — nas vielas, becos, ocupações, periferias urbanas e áreas rurais marginalizadas. Outro pilar essencial é a diversidade dos parceiros: associações de moradores, coletivos de juventude, grupos de comunicação comunitária, instituições de educação popular, terreiros de matriz africana, articulações indígenas, movimentos de mulheres, LGBTQIAPN+ e tantos outros. É essa pluralidade de experiências e saberes que dá vida à iniciativa, transformando-a em um verdadeiro instrumento de democratização da saúde. Ao integrar-se à rede, a ComCausa Defesa da Vida busca fortalecer esse potencial coletivo, contribuindo para consolidar uma política de saúde fundada na escuta, na ciência e na dignidade humana — pilares de um futuro em que a favela não seja vista como espaço de carência, mas como território de potência, conhecimento e esperança. Leia também | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________________ Colabore com nosso projeto pix.comcausa@gmail.com ______________________ Compartilhe:

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Rede Saúde nas Favelas: Associação Camponesa para Educação, Cultura e Agricultura do Estado do Rio de Janeiro (ACECARJ)

Fundada em 2019, a Associação Camponesa para Educação, Cultura e Agricultura do Estado do Rio de Janeiro (ACECARJ) atua no fortalecimento da agricultura camponesa e na promoção de práticas sustentáveis e agroecológicas, integrando educação, cultura e valorização das tradições locais. A organização sem fins lucrativos tem se destacado por unir agroecologia e saúde pública, especialmente nas favelas e periferias, por meio de projetos que visam combater a fome e garantir segurança alimentar com base na sustentabilidade. A ACECARJ é uma das entidades contempladas no Plano de Enfrentamento da COVID-19 e no Plano Integrado de Saúde nas Favelas — Edital Fiocruz. As iniciativas têm como objetivo fortalecer a saúde integral e o desenvolvimento sustentável em territórios vulneráveis. Entre os principais projetos da associação está o “Saúde nas Favelas”, que une agroecologia, educação e combate à fome. A ação beneficia diretamente e indiretamente cerca de 540 pessoas nas favelas dos Guararapes, Mangueira, Prazeres e São Carlos, no Rio de Janeiro. O projeto envolve o fortalecimento de hortas comunitárias, a distribuição de produtos agroecológicos e a realização de oficinas educativas sobre práticas sustentáveis, cultivo consciente e alimentação saudável. As atividades não apenas ajudam a garantir o acesso a alimentos de qualidade, como também fortalecem os laços comunitários e promovem autonomia alimentar. As oficinas formam moradores e agricultores em técnicas de plantio sustentável e de manejo agroecológico, reforçando a importância da agricultura familiar como base da segurança alimentar e da preservação ambiental. Segundo a ACECARJ, a agroecologia é um instrumento de transformação social e econômica: “Cada horta comunitária representa uma semente de resistência, educação e esperança em meio à desigualdade e à fome.” Com uma atuação crescente em diferentes territórios, a associação segue comprometida com a construção de um modelo de desenvolvimento sustentável que una campo, cidade e floresta, promovendo dignidade, saúde e vida no campo e nas favelas. Palavras-chave: ComCausa, ACECARJ, defesa da vida, agroecologia, agricultura camponesa, segurança alimentar, economia solidária, saúde nas favelas, sustentabilidade, educação popular. Sobre o Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro A rede Saúde da Favela, atualmente denominada 146x Favela, representa uma construção inédita que une o saber científico das universidades à vivência concreta das comunidades. Nela, instituições de referência como Fiocruz, IFF, UENF, UFRJ, UERJ, PUCRJ, SBPC, Alerj e Abrasco  atuam em cooperação direta com coletivos de base, movimentos populares e organizações locais, formando uma estrutura de colaboração sem precedentes em escala e profundidade. Hoje, a rede articula 146 iniciativas comunitárias, cada uma com sua história, identidade e base territorial. Essa capilaridade é um de seus maiores diferenciais, permitindo que o debate sobre o direito à saúde chegue a espaços onde o Estado historicamente se ausenta — nas vielas, becos, ocupações, periferias urbanas e áreas rurais marginalizadas. Outro pilar essencial é a diversidade dos parceiros: associações de moradores, coletivos de juventude, grupos de comunicação comunitária, instituições de educação popular, terreiros de matriz africana, articulações indígenas, movimentos de mulheres, LGBTQIAPN+ e tantos outros. É essa pluralidade de experiências e saberes que dá vida à iniciativa, transformando-a em um verdadeiro instrumento de democratização da saúde. Ao integrar-se à rede, a ComCausa Defesa da Vida busca fortalecer esse potencial coletivo, contribuindo para consolidar uma política de saúde fundada na escuta, na ciência e na dignidade humana — pilares de um futuro em que a favela não seja vista como espaço de carência, mas como território de potência, conhecimento e esperança. Leia também | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________________ Colabore com nosso projeto pix.comcausa@gmail.com ______________________ Compartilhe:

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Rede Saúde nas Favelas: Germinal – Assessoria Terra, Trabalho e Educação

A Germinal Assessoria Terra, Trabalho e Educação é uma organização multidisciplinar formada por profissionais de diversas áreas — arquitetura, direito, engenharia ambiental, geografia, oceanografia e sociologia — unidos por uma causa comum: promover o diálogo entre o saber popular e o saber científico como instrumento de emancipação social. Com uma proposta de autogestão coletiva, a Germinal entende o trabalho comunitário como um projeto político transformador, reafirmando o protagonismo dos grupos populares na construção de alternativas emancipatórias. As decisões são tomadas de forma compartilhada entre todos os envolvidos, fortalecendo o papel das comunidades como sujeitos políticos. A organização atua a partir de uma visão crítica dos espaços urbanos, buscando superar a separação entre campo e cidade. Seus projetos têm como foco o bem-estar comum, a transformação da realidade socioeconômica e cultural e a criação de modelos sustentáveis de desenvolvimento. Entre suas principais frentes de atuação estão: Um dos destaques é o projeto “Agriculturas Urbanas na Metrópole do Rio de Janeiro”, voltado ao fortalecimento da agroecologia e da agricultura urbana. A iniciativa funciona também como uma plataforma de compartilhamento de conhecimento e inovação. A Germinal integra o Plano de Enfrentamento da COVID-19 e o Plano Integrado de Saúde nas Favelas (Edital Fiocruz), participando do Plano 146x Favelas, que apoia ações emergenciais em comunidades do Rio de Janeiro. Com base no ideal do Bem Viver, a Germinal atua para redefinir as conexões entre campo, cidade e floresta, lutando contra a apropriação privada dos bens naturais e o racismo ambiental, promovendo uma sociedade mais justa, solidária e sustentável. Comunicação e presença digital A Germinal – Assessoria Terra, Trabalho e Educação está presente nas redes sociais e plataformas digitais, promovendo transparência, divulgação de atividades e mobilização comunitária. Seus canais incluem: Sobre o Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro A rede Saúde da Favela, atualmente denominada 146x Favela, representa uma construção inédita que une o saber científico das universidades à vivência concreta das comunidades. Nela, instituições de referência como Fiocruz, IFF, UENF, UFRJ, UERJ, PUCRJ, SBPC, Alerj e Abrasco  atuam em cooperação direta com coletivos de base, movimentos populares e organizações locais, formando uma estrutura de colaboração sem precedentes em escala e profundidade. Hoje, a rede articula 146 iniciativas comunitárias, cada uma com sua história, identidade e base territorial. Essa capilaridade é um de seus maiores diferenciais, permitindo que o debate sobre o direito à saúde chegue a espaços onde o Estado historicamente se ausenta — nas vielas, becos, ocupações, periferias urbanas e áreas rurais marginalizadas. Outro pilar essencial é a diversidade dos parceiros: associações de moradores, coletivos de juventude, grupos de comunicação comunitária, instituições de educação popular, terreiros de matriz africana, articulações indígenas, movimentos de mulheres, LGBTQIAPN+ e tantos outros. É essa pluralidade de experiências e saberes que dá vida à iniciativa, transformando-a em um verdadeiro instrumento de democratização da saúde. Ao integrar-se à rede, a ComCausa Defesa da Vida busca fortalecer esse potencial coletivo, contribuindo para consolidar uma política de saúde fundada na escuta, na ciência e na dignidade humana — pilares de um futuro em que a favela não seja vista como espaço de carência, mas como território de potência, conhecimento e esperança. Leia também | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________________ Colabore com nosso projeto pix.comcausa@gmail.com ______________________ Compartilhe:

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Saúde, médico

ComuniSaúde: Dia do Ginecologista

O ginecologista é um profissional da área de saúde especializado na medicina que se dedica ao estudo, prevenção, diagnóstico e tratamento das questões relacionadas à saúde reprodutiva da mulher, incluindo o sistema reprodutivo feminino, como o útero, os ovários, as trompas de Falópio e a vagina. Além disso, o ginecologista também abordou problemas de saúde específicos que afetam as mulheres, como distúrbios hormonais, infecções genitais, câncer ginecológico e muitos outros. Aqui estão alguns tópicos relevantes para uma dissertação sobre o ginecologista: Em resumo, o ginecologista desempenha um papel fundamental na saúde e no bem-estar das mulheres, atendendo a uma ampla gama de necessidades médicas ao longo de suas vidas. Sua atuação é vital para garantir a saúde reprodutiva, prevenir doenças ginecológicas e oferecer suporte emocional e médico aos pacientes. ComuniSaúde e o impacto nas favelas O ComuniSaúde é uma iniciativa que difunde o direito à saúde e valoriza o Sistema Único de Saúde (SUS) e seus profissionais, fortalecendo redes comunitárias em favelas e periferias por meio de ações formativas, comunicação cidadã e articulações locais que ampliam o acesso ao atendimento básico, à saúde mental e a campanhas educativas. O projeto atua como ponte entre moradores e serviços públicos, oferecendo também um canal telefônico para orientação, mediação de conflitos e cobrança junto aos órgãos competentes sempre que houver negativa ou omissão no atendimento. ComCausa ComuniSaúde Baixada: 21 96942-1505 e acesse: comunisaude.org.br Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro Desde 2021, mais de R$ 22 milhões foram investidos em projetos de saúde nas favelas cariocas, com apoio da Lei Nº 8.972/20 e do Fundo Especial da ALERJ. Instituições renomadas como a Fiocruz , IFF, UENF, UFRJ, UERJ, PUCRJ, SBPC, Alerj e Abrasco fazem parte do Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro, com o objetivo de garantir que os serviços de saúde alcancem as áreas mais necessitadas. Essa articulação interinstitucional é fundamental para reduzir desigualdades históricas e promover o acesso universal à saúde como um direito humano básico e inalienável. Fonte: MINISTÉRIO DA SAÚDE Leia também | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________________ Colabore com nosso projeto pix.comcausa@gmail.com ______________________ Compartilhe

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