O Ballet Manguinhos atua há sete anos em um dos territórios mais vulneráveis do Rio de Janeiro, oferecendo às crianças, adolescentes e jovens a força transformadora da dança clássica e da leitura. O projeto nasceu do desejo da bailarina, professora e coreógrafa Daiana Ferreira de retribuir o apoio que recebeu em sua própria trajetória e abrir novas oportunidades dentro de Manguinhos.
Hoje, o Ballet Manguinhos atende 250 alunos, com outros 500 na fila de espera, e se consolidou como referência de arte, cultura, educação e cidadania. A iniciativa conta com apoio da TSS (The Secular Society) e da ASFOC-SN, além de já ter sido contemplada pela Chamada Pública da Fiocruz para ações emergenciais durante a pandemia de Covid-19.
O projeto utiliza a dança como ferramenta para ampliação de sentidos, socialização, autonomia e liberdade, enquanto incentiva o hábito da leitura como instrumento de desenvolvimento social. Para a equipe, a arte é caminho para fortalecer escolhas, ampliar horizontes e transformar realidades em um contexto marcado por desigualdades.
Guiado por princípios éticos e pela excelência no ensino, o Ballet Manguinhos busca se tornar um centro de referência em dança e cultura no Brasil, formando jovens artistas e cidadãos conscientes de seu papel social.
Comunicação e presença digital
Telefone: (21) 97003-4027
E-mail: contato@balletmanguinhos.com.br
Sobre o Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro
A rede Saúde da Favela, atualmente denominada 146x Favela, representa uma construção inédita que une o saber científico das universidades à vivência concreta das comunidades. Nela, instituições de referência como Fiocruz, IFF, UENF, UFRJ, UERJ, PUCRJ, SBPC, Alerj e Abrasco atuam em cooperação direta com coletivos de base, movimentos populares e organizações locais, formando uma estrutura de colaboração sem precedentes em escala e profundidade.
Hoje, a rede articula 146 iniciativas comunitárias, cada uma com sua história, identidade e base territorial. Essa capilaridade é um de seus maiores diferenciais, permitindo que o debate sobre o direito à saúde chegue a espaços onde o Estado historicamente se ausenta — nas vielas, becos, ocupações, periferias urbanas e áreas rurais marginalizadas.
Outro pilar essencial é a diversidade dos parceiros: associações de moradores, coletivos de juventude, grupos de comunicação comunitária, instituições de educação popular, terreiros de matriz africana, articulações indígenas, movimentos de mulheres, LGBTQIAPN+ e tantos outros. É essa pluralidade de experiências e saberes que dá vida à iniciativa, transformando-a em um verdadeiro instrumento de democratização da saúde.
Ao integrar-se à rede, a ComCausa Defesa da Vida busca fortalecer esse potencial coletivo, contribuindo para consolidar uma política de saúde fundada na escuta, na ciência e na dignidade humana — pilares de um futuro em que a favela não seja vista como espaço de carência, mas como território de potência, conhecimento e esperança.

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