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Problemas respiratórios

ComuniSaúde: cinco anos após a pandemia prevenção e acesso à saúde enfrentam desigualdades

Em 11 de março de 2020, a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou a pandemia de COVID-19, alertando para a rápida disseminação global do vírus SARS-CoV-2. Naquela ocasião, o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, enfatizou a gravidade da situação e a necessidade de ações coordenadas para conter a propagação da doença. Cinco anos após essa declaração, o Brasil registrou, até 6 de março de 2025, um total de 39.149.520 casos confirmados de COVID-19 e 715.310 óbitos acumulados. Em 2025, até 1º de março, foram notificados 136.861 novos casos e 698 óbitos, representando uma queda significativa em relação aos anos anteriores. Apesar da redução nos números, a pandemia evidenciou desigualdades no acesso aos serviços de saúde, especialmente em regiões vulneráveis como as favelas da Baixada Fluminense. Para enfrentar esses desafios, a organização ComCausa lançou o projeto ComuniSaúde, que busca melhorar o acesso ao atendimento básico, promover a saúde mental e fortalecer as redes comunitárias nessas áreas. O ComuniSaúde será implementado nas principais favelas de Duque de Caxias, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Belford Roxo, Nilópolis e Mesquita, em colaboração com as secretarias municipais de saúde e instituições locais. O envolvimento dos moradores será essencial para mapear as necessidades específicas de cada comunidade e garantir que as ações sejam inclusivas e eficazes. A iniciativa da ComCausa visa não apenas combater os efeitos diretos da COVID-19, mas também abordar questões estruturais que afetam a saúde das populações periféricas, promovendo equidade e justiça social no acesso aos serviços de saúde. Até a data de hoje no Brasil foi confirmado 37.085.520 infectados, sendo 699.310 Óbitos acumulados. Linha do tempo: 31 de dezembro de 2019: A OMS foi alertada sobre vários casos de pneumonia na cidade de Wuhan, China. 11 de março de 2020: A OMS declarou a COVID-19 como uma pandemia. 30 de janeiro de 2020: A OMS decretou a COVID-19 como uma Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional (ESPII), o mais alto nível de alerta da organização. Maio de 2020: A OMS lançou a iniciativa ACT Accelerator, que visa acelerar o desenvolvimento e o acesso equitativo a vacinas, testes e tratamentos para COVID-19. Agosto de 2020: A OMS declarou que a COVID-19 era uma doença de transmissão aérea. Novembro de 2020: A OMS lançou o Covax, um mecanismo global para garantir o acesso equitativo às vacinas COVID-19. Março de 2021: A OMS aprovou a primeira vacina COVID-19 para uso emergencial. Maio de 2021: A OMS declarou que a variante B.1.617.2 (Delta) era uma variante de preocupação. Novembro de 2021: A OMS declarou que a variante B.1.1.529 (Ômicron) era uma variante de preocupação. Maio de 2022: A OMS declarou que a fase aguda da pandemia de COVID-19 estava chegando ao fim. Maio de 2023: A OMS declarou o fim da ESPII para COVID-19 Algumas das principais ações da OMS durante a pandemia incluem: A OMS também foi criticada por sua resposta à pandemia. Algumas das críticas incluem: Apesar das críticas, a OMS desempenhou um papel crucial na resposta à pandemia global de Covid-19. A organização continuará a monitorar a situação e fornecer orientação aos países à medida que a pandemia se desenvolve. Para mais informações sobre a OMS e a pandemia de Covid-19, consulte os seguintes recursos: ComuniSaúde e o impacto nas favelas  O ComuniSaúde visa melhorar o acesso ao atendimento básico, promover saúde mental e fortalecer as redes comunitárias nas favelas da Baixada Fluminense. O projeto será implementado nas principais favelas de Duque de Caxias, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Belford Roxo, Nilópolis e Mesquita, em colaboração com secretarias municipais de saúde e instituições locais. O envolvimento dos moradores será crucial para mapear as necessidades e garantir que a campanha atinja todos de forma inclusiva. O lançamento da plataforma digital ComuniSaude.org.br também será parte importante do projeto, fornecendo informações detalhadas sobre os serviços de saúde disponíveis. A ComCausa também disponibilizará um número de telefone com aplicativos de mensagens para fornecer suporte durante a campanha, garantindo que a população tenha fácil acesso a orientações sobre os serviços de saúde. Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro  Desde 2021, mais de R$ 22 milhões foram investidos em projetos de saúde nas favelas cariocas, com apoio da Lei Nº 8.972/20 e do Fundo Especial da ALERJ. Instituições renomadas como a  Fiocruz , IFF, UENF, UFRJ, UERJ, PUCRJ, SBPC, Alerj e Abrasco fazem parte do Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro, com o objetivo de garantir que os serviços de saúde alcancem as áreas mais necessitadas. Mais notícias | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________ Compartilhe:

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Moïse Kabagambe

Moïse Kabagambe: Julgamento é um marco na luta por direitos dos imigrantes

O julgamento dos acusados pela morte do jovem congolês Moïse Kabagambe, marcado para o dia 13 de março no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), representa um marco na busca por justiça e na luta contra a violência e a discriminação enfrentadas por imigrantes no Brasil. O crime, ocorrido em 24 de janeiro de 2022, no quiosque Tropicália, na Barra da Tijuca, chocou o país e reverberou internacionalmente devido à brutalidade com que Moïse foi espancado até a morte após cobrar um pagamento atrasado de R$ 200 por um trabalho realizado. Fábio Pirineus da Silva e Aleson Cristiano de Oliveira Fonseca, presos desde fevereiro de 2022, serão julgados por homicídio qualificado, com agravantes de crueldade e motivo fútil. O caso ganhou destaque não apenas pela violência extrema, mas também por expor a vulnerabilidade de imigrantes e refugiados no Brasil, muitas vezes submetidos a condições precárias de trabalho e alvos de preconceito. Organizações como Cáritas Rio, ACNUR (Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados) e OIM (Organização Internacional para as Migrações) têm acompanhado o processo de perto, exigindo justiça e políticas públicas que garantam proteção a essa população. Relembre o caso Moïse Kabagambe, um jovem imigrante da República Democrática do Congo que buscava uma vida melhor no Brasil, foi assassinado em janeiro de 2022. Segundo relatos da família e investigações, ele foi ao quiosque Tropicália, onde havia trabalhado, para cobrar R$ 200 de um pagamento atrasado. A discussão com os responsáveis pelo local escalou para uma agressão brutal: Moïse foi espancado com socos, chutes e golpes de pedaços de madeira, sendo deixado sem vida no local. Câmeras de segurança registraram o crime, evidenciando a crueldade das ações dos agressores. A morte de Moïse gerou uma onda de indignação e protestos pelo Brasil, com movimentos sociais e ativistas destacando o racismo e a xenofobia como fatores subjacentes ao crime. Em 2024, ele foi homenageado postumamente com a Medalha Tiradentes, a maior honraria concedida pela Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), em reconhecimento à sua luta e à simbologia de sua trágica história. Um teste para a justiça Enquanto o julgamento acontece, organizações de direitos humanos, como a ComCausa, continuam mobilizadas para acompanhar o caso e cobrar medidas que garantam a proteção de imigrantes e refugiados no Brasil. A sociedade civil também tem um papel fundamental nesse processo, pressionando por mudanças e promovendo a conscientização sobre a importância do respeito à diversidade e aos direitos humanos. A morte de Moïse Kabagambe não pode ser em vão. Sua história deve servir como um catalisador para transformações profundas na forma como o Brasil acolhe e integra imigrantes e refugiados. Hoje, o país tem a oportunidade de mostrar que está comprometido com a justiça, a igualdade e o respeito à dignidade humana, independentemente de origem, raça ou condição social. Que o julgamento de hoje seja um passo importante nessa direção, trazendo justiça para Moïse e esperança para todos aqueles que, como ele, buscam uma vida melhor em terras brasileiras. A presença de organizações como a ComCausa nas sessões do julgamento reforça a importância da mobilização da sociedade civil e do acompanhamento atento de casos emblemáticos como este, que têm o poder de transformar realidades e inspirar mudanças. Mais notícias 01 – Alerj e Congresso discutem caso de Moise 02 – Alerj aprova Medalha Tiradentes Post Mortem para Moïse Kabagambe 03 – Três acusados de espancar até a morte congolês na Barra da Tijuca serão julgados por júri popular 04 – Julgamento dos acusados pela morte de Moïse Kabagambe será em março | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________ Compartilhe:

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Saúde Mental

A Crise de Saúde Mental no Brasil e a Resposta da ComCausa para as Comunidades da Baixada Fluminense

Em 2024, o Brasil enfrenta uma grave crise de saúde mental, que impacta diretamente os trabalhadores e compromete o funcionamento das empresas. De acordo com o Ministério da Previdência Social, foram registrados quase meio milhão de afastamentos do trabalho devido a transtornos mentais, o maior número em pelo menos dez anos. Com um total de 472.328 licenças médicas concedidas, esse número representa um aumento alarmante de 68% em relação ao ano anterior. Essa realidade reflete o agravamento de problemas como ansiedade e depressão entre a população economicamente ativa. Esses dados alarmantes nos mostram uma realidade incapacitante que atinge cada vez mais os trabalhadores brasileiros. Combinados aos efeitos prolongados da pandemia de COVID-19, o aumento das pressões no ambiente de trabalho e a falta de políticas públicas adequadas, vemos a saúde mental se tornar uma das maiores crises do país. Para nós, da ComCausa, isso não é apenas uma questão de números; são vidas sendo impactadas profundamente. Sabemos que esse problema não afeta apenas os trabalhadores, mas também as empresas, que enfrentam custos elevados com afastamentos, queda de produtividade e aumento do turnover. A falta de programas eficazes de apoio psicológico nas corporações tem contribuído para a escalada desse problema. Ansiedade e Depressão: As Causas de Afastamento As condições mais prevalentes entre os trabalhadores que levam aos afastamentos são a ansiedade e a depressão, transtornos que, muitas vezes, são subestimados. Esses problemas podem se agravar e levar à incapacidade de realizar tarefas diárias, afetando não apenas a vida profissional, mas a qualidade de vida de forma geral. A Resposta da ComCausa: O Projeto ComuniSaúde nas Favelas da Baixada Fluminense Diante desse cenário, decidimos agir. Na ComCausa, lançamos o ComuniSaúde, um projeto que busca melhorar o acesso ao atendimento básico de saúde, promover saúde mental e fortalecer as redes comunitárias nas favelas da Baixada Fluminense. Vamos implementar o projeto nas principais favelas de Duque de Caxias, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Belford Roxo, Nilópolis e Mesquita, em colaboração com as secretarias municipais de saúde e instituições locais. Nosso objetivo é mapear as necessidades de saúde mental e física dessas comunidades e garantir que todos, especialmente aqueles em situação de vulnerabilidade social, tenham acesso a cuidados de saúde adequados. Sabemos que o envolvimento ativo da população é fundamental para que o projeto seja realmente eficaz. Precisamos ouvir as demandas dos moradores e trabalhar juntos para construir soluções inclusivas que atendam a todos, sem exceção. Além do atendimento básico de saúde, o ComuniSaúde tem como foco a prevenção e o tratamento de transtornos mentais, como ansiedade e depressão. Queremos reduzir os impactos da crise de saúde mental nas comunidades da Baixada Fluminense e proporcionar um ambiente mais saudável e acolhedor para todos. O Nosso Compromisso com a Mudança Enquanto o Brasil enfrenta essa crise, nós, da ComCausa, acreditamos que é fundamental que todos se unam — o governo, as empresas e a sociedade civil — para encontrar soluções eficazes. No setor corporativo, isso significa ampliar o acesso a tratamentos psicológicos e criar ambientes de trabalho mais saudáveis e inclusivos. Nas comunidades, o ComuniSaúde representa um passo importante para garantir que as populações mais vulneráveis tenham o apoio necessário para enfrentar a crise de saúde mental. A ação coletiva e coordenada é a chave para evitar que os impactos sociais e econômicos dessa crise se aprofundem. E, para nós, da ComCausa, essa é uma missão urgente e fundamental. ComuniSaúde e o impacto nas favelas  O ComuniSaúde visa melhorar o acesso ao atendimento básico, promover saúde mental e fortalecer as redes comunitárias nas favelas da Baixada Fluminense. O projeto será implementado nas principais favelas de Duque de Caxias, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Belford Roxo, Nilópolis e Mesquita, em colaboração com secretarias municipais de saúde e instituições locais. O envolvimento dos moradores será crucial para mapear as necessidades e garantir que a campanha atinja todos de forma inclusiva. O lançamento da plataforma digital ComuniSaude.org.br também será parte importante do projeto, fornecendo informações detalhadas sobre os serviços de saúde disponíveis. A ComCausa também disponibilizará um número de telefone com aplicativos de mensagens para fornecer suporte durante a campanha, garantindo que a população tenha fácil acesso a orientações sobre os serviços de saúde. Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro  Desde 2021, mais de R$ 22 milhões foram investidos em projetos de saúde nas favelas cariocas, com apoio da Lei Nº 8.972/20 e do Fundo Especial da ALERJ. Instituições renomadas como a  Fiocruz , IFF, UENF, UFRJ, UERJ, PUCRJ, SBPC, Alerj e Abrasco fazem parte do Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro, com o objetivo de garantir que os serviços de saúde alcancem as áreas mais necessitadas. Mais notícias | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________ Compartilhe:

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Violência contra mulher

Atuais companheiros ex são responsáveis por dois terços das agressões contra mulheres

Um levantamento recente realizado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública trouxe à tona dados alarmantes sobre a violência contra as mulheres no Brasil, destacando-a também como uma questão de saúde pública e segurança coletiva. De acordo com o estudo, 40% dos agressores são os atuais companheiros das vítimas, enquanto ex-parceiros são responsáveis por 26% dos casos. Somados, parceiros e ex-parceiros representam 66% das agressões, evidenciando que a violência de gênero ocorre predominantemente no âmbito das relações afetivas e familiares. Além disso, 57% das agressões acontecem dentro da própria casa, transformando o ambiente doméstico, que deveria ser um local de proteção, em um espaço de risco para as mulheres. Os números revelam ainda uma tendência preocupante: os índices de violência de gênero atingiram o maior patamar desde 2017, quando parceiros e ex-parceiros eram responsáveis por 36,4% dos casos. Hoje, esse percentual saltou para 66%, indicando um aumento expressivo e uma escalada da violência doméstica no país. Esse crescimento reforça a necessidade de políticas públicas eficazes e integradas para enfrentar o problema. Violência contra mulheres: uma questão de saúde pública e segurança coletiva Esse cenário não apenas expõe a gravidade da violência de gênero, mas também a coloca como uma questão urgente de saúde pública. A violência doméstica tem impactos profundos na saúde física e mental das vítimas, gerando traumas, doenças crônicas, distúrbios psicológicos e, em casos extremos, mortes. A exposição constante à violência também afeta crianças e outros membros da família, perpetuando ciclos de violência e comprometendo o bem-estar de toda a sociedade. A urgência de políticas públicas eficazes Diante desse cenário alarmante, especialistas e ativistas reforçam a necessidade de políticas públicas eficazes e abrangentes para combater a violência de gênero. Entre as medidas prioritárias está o fortalecimento da rede de acolhimento, com a ampliação de abrigos, centros de referência e serviços especializados para atender mulheres em situação de vulnerabilidade.Outro ponto crucial é a expansão e melhoria das Delegacias da Mulher, que devem funcionar 24 horas e oferecer suporte jurídico e psicológico imediato às vítimas. A autonomia econômica das mulheres também é vista como um fator essencial para romper o ciclo da violência. Programas de capacitação profissional e acesso ao mercado de trabalho são fundamentais para que as vítimas possam superar a dependência financeira, um dos principais obstáculos para deixar relacionamentos abusivos. Paralelamente, campanhas de conscientização são necessárias para informar a sociedade sobre os direitos das mulheres e os mecanismos de denúncia, promovendo uma cultura de respeito e igualdade. A aplicação efetiva da Lei Maria da Penha, uma das legislações mais avançadas do mundo no combate à violência doméstica, também é um desafio que precisa ser enfrentado. Garantir que a lei seja plenamente implementada e que as vítimas tenham acesso à justiça e à proteção necessária é um passo fundamental para mudar essa realidade. Para as mulheres que enfrentam situações de violência, existem canais de ajuda disponíveis. O Ligue 180, Central de Atendimento à Mulher, oferece orientação e acolhimento. Em casos de emergência, o Disque 190 aciona a polícia para intervenção imediata. Além disso, as Delegacias da Mulher e os Centros de Referência da Mulher são espaços especializados que fornecem assistência psicológica, jurídica e social. Responsabilidade coletiva A luta contra a violência doméstica e de gênero não é apenas uma questão individual, mas uma responsabilidade coletiva. É fundamental que toda a sociedade se mobilize para proteger as mulheres, denunciar agressões e apoiar as vítimas na busca por justiça e segurança. A violência contra as mulheres é uma violação dos direitos humanos e um problema de saúde pública que exige ações urgentes e coordenadas para ser enfrentado. A garantia de um ambiente seguro e acolhedor para todas as mulheres é essencial para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária. Mais notícias | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________ Compartilhe:

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Combate às LERDort

Dia Nacional de Combate ao Sedentarismo: ComuniSaúde e Nossa Luta por Uma Vida Mais Saudável na Baixada Fluminense

No Dia Nacional de Combate ao Sedentarismo, comemorado em 10 de março, a ComCausa reafirma seu compromisso com a saúde e o bem-estar das comunidades da Baixada Fluminense. Um estudo divulgado pela OMS, na segunda quinzena de janeiro, revelou que a maioria dos brasileiros não pratica atividade física suficiente. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, ao menos duas horas e meia de esforço moderado por semana ou 75 minutos de esforço intenso são recomendados. No entanto, os dados indicam que 47% da população adulta no Brasil não está se exercitando como deveria, e o cenário entre os adolescentes é ainda mais alarmante: 81% dos jovens entre 11 e 17 anos são sedentários. Este panorama nos preocupa profundamente, pois sabemos que o sedentarismo é um dos principais fatores responsáveis por diversas doenças e condições que afetam a saúde da população. Por isso, a ComCausa, por meio do projeto ComuniSaúde, está intensificando sua atuação nas favelas da Baixada Fluminense, com o objetivo de melhorar o acesso ao atendimento básico, promover a saúde mental e fortalecer as redes comunitárias. Este projeto será implementado nas principais favelas de Duque de Caxias, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Belford Roxo, Nilópolis e Mesquita, com a colaboração das secretarias municipais de saúde e outras instituições locais. A participação ativa dos moradores será essencial para que possamos mapear as reais necessidades da população e garantir que a campanha seja inclusiva e eficaz. Sabemos que a melhoria na qualidade de vida da nossa comunidade passa pela promoção de hábitos saudáveis, como a prática regular de atividades físicas. Nosso objetivo é sensibilizar e motivar as pessoas a se engajarem em um estilo de vida mais saudável, por meio de eventos, oficinas e apoio psicológico, especialmente em um momento em que o sedentarismo se tornou um problema tão grande para nossa sociedade. A ComCausa convida todos a aproveitarem o Dia Nacional de Combate ao Sedentarismo para refletir sobre suas práticas de saúde e, acima de tudo, tomar a decisão de mudar. Nossa missão é caminhar lado a lado com as comunidades da Baixada Fluminense, ajudando a transformar a realidade local e promover a justiça social por meio do cuidado com a saúde. Juntos, podemos superar o sedentarismo e conquistar uma vida mais saudável para todos. ComuniSaúde e o impacto nas favelas  O ComuniSaúde visa melhorar o acesso ao atendimento básico, promover saúde mental e fortalecer as redes comunitárias nas favelas da Baixada Fluminense. O projeto será implementado nas principais favelas de Duque de Caxias, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Belford Roxo, Nilópolis e Mesquita, em colaboração com secretarias municipais de saúde e instituições locais. O envolvimento dos moradores será crucial para mapear as necessidades e garantir que a campanha atinja todos de forma inclusiva. O lançamento da plataforma digital ComuniSaude.org.br também será parte importante do projeto, fornecendo informações detalhadas sobre os serviços de saúde disponíveis. A ComCausa também disponibilizará um número de telefone com aplicativos de mensagens para fornecer suporte durante a campanha, garantindo que a população tenha fácil acesso a orientações sobre os serviços de saúde. Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro  Desde 2021, mais de R$ 22 milhões foram investidos em projetos de saúde nas favelas cariocas, com apoio da Lei Nº 8.972/20 e do Fundo Especial da ALERJ. Instituições renomadas como a  Fiocruz , IFF, UENF, UFRJ, UERJ, PUCRJ, SBPC, Alerj e Abrasco fazem parte do Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro, com o objetivo de garantir que os serviços de saúde alcancem as áreas mais necessitadas. Mais notícias | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________ Compartilhe:

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Dia Internacional das mulheres

Dia da Mulher: Uma celebração ofuscada pelo avanço da misoginia

Hoje, 8 de março de 2025, é celebrado o Dia Internacional da Mulher, uma data que simboliza a luta por igualdade, respeito e reconhecimento. Contudo, enquanto o mundo presta homenagem às conquistas femininas, uma preocupação alarmante emerge no Brasil: o aumento significativo dos casos de feminicídio e a crescente onda de misoginia que ameaça o progresso alcançado. Segundo dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), em 2023, o Brasil registrou 1.463 casos de feminicídio, o maior número desde a tipificação do crime em 2015. Isso representa uma média de uma mulher assassinada a cada seis horas, um aumento de 1,6% em relação a 2022, quando foram registrados 1.440 casos. Desde a promulgação da Lei 13.104/2015, que qualifica o feminicídio como crime hediondo, o país já acumula pelo menos 10.655 vítimas até 2023, evidenciando um crescimento contínuo da violência de gênero. Em 2024, informações preliminares do Ministério da Justiça e Segurança Pública indicam uma redução de 5,1% até outubro, com 1.128 casos registrados, mas o número ainda é alarmante e reflete a gravidade do problema. No primeiro semestre de 2023, o FBSP apontou 722 feminicídios, um aumento de 2,6% em relação ao mesmo período de 2022 (704 casos), consolidando uma tendência de alta de 14,4% desde 2019. São Paulo, estado com o maior número absoluto, saltou de 195 casos em 2022 para 221 em 2023, um crescimento de 13,3%. Já o Distrito Federal registrou o maior aumento proporcional no primeiro semestre de 2023, com 250% mais casos (de 6 para 21). Esses números mostram que, apesar de esforços pontuais, a violência contra a mulher persiste como um desafio estrutural. Esse avanço da misoginia não se limita às estatísticas de feminicídio. Ele se manifesta também nas redes sociais, onde discursos de ódio se proliferam, e na subnotificação de outros crimes, como estupros e agressões domésticas, que muitas vezes não chegam às autoridades. A polarização política e a disseminação de narrativas que desvalorizam as mulheres têm agravado esse cenário, tornando espaços públicos e privados cada vez mais hostis. Neste Dia da Mulher, celebrar as conquistas – como a maior participação feminina no mercado de trabalho e os avanços em direitos reprodutivos – é essencial, mas insuficiente. A data deve ser um alerta: entre 2015 e 2024, os feminicídios cresceram ano a ano, e os mais de mil casos de 2024 são um grito de urgência. É preciso ações concretas para reverter essa tendência, desde o fortalecimento de políticas públicas até o combate à cultura machista que normaliza a violência. Que este 8 de março seja mais do que uma homenagem. Que seja um compromisso coletivo para garantir que as mulheres brasileiras não continuem a pagar com suas vidas o preço da desigualdade. Porque, se não agirmos agora, os números continuarão a subir, e o sonho de um futuro igualitário ficará cada vez mais distante. Mais notícias | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________ Compartilhe:

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