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Circuito Memória e Verdade da ComCausa estreia em São João de Meriti na semana do aniversário do golpe

O Circuito Memória, Verdade e Justiça, promovido pela ComCausa em parceria com outras instituições, terá sua estreia em São João de Meriti na semana em que se completam 61 anos do golpe civil-militar de 1964. Com atividades gratuitas e abertas ao público, o evento trará exibições de filmes e debates para refletir sobre os impactos do golpe e suas reverberações na sociedade brasileira contemporânea. A programação começa nos dias 2 e 4 de abril de 2025, das 17h às 21h, no auditório João Cândido da Universidade Estácio de Sá, em São João de Meriti. A abertura será marcada pela exibição do documentário clandestino Você também pode dar um presunto legal (1971/2006), que expõe a brutalidade do Esquadrão da Morte durante a ditadura. Em seguida, rodas de conversa abordarão a relação histórica entre o regime militar e a Baixada Fluminense. Na ocasião, também será realizada a exposição 20 Anos da Chacina da Baixada, que resgata a memória desse episódio de violência e suas conexões com o passado repressivo. Memória como resistência A ComCausa, organização fundada em 2010, tem um histórico dedicado à preservação da memória histórica. Em 2012, integrou a Comissão Nacional da Verdade e promoveu o Circuito Memória e História. No ano seguinte, contribuiu para a criação do Comitê Baixada de Memória, Justiça e Verdade. Mesmo enfrentando o desmonte de políticas públicas de memória a partir de 2014 e o avanço de grupos negacionistas, a entidade seguiu firme em sua missão. Em 2014, a ComCausa lançou a exposição Ditadura e Baixada Fluminense, que evidenciou a repressão do regime militar na região e celebrou a resistência de figuras como Dom Adriano Hipólito. Outro marco de sua atuação é a luta pelo reconhecimento da Casa da Morte, em Petrópolis, um centro de tortura da ditadura que a organização busca transformar em um espaço de memória e conscientização sobre violações de direitos humanos. O golpe de 1964 e a inspiração de Ainda Estou Aqui O golpe militar de 31 de março de 1964 marcou o início de um período de 21 anos de ditadura no Brasil, caracterizado por censura, tortura e repressão a opositores. Seus efeitos ainda ecoam, seja na persistência de desigualdades sociais, seja nas tentativas de revisionismo histórico. O recente filme Ainda Estou Aqui, dirigido por Walter Salles, que retrata a luta de Eunice Paiva pela busca do marido desaparecido durante o regime, tem inspirado iniciativas como o Circuito. A obra reacendeu o debate sobre a importância de manter viva a memória das vítimas e da resistência, servindo como um catalisador para as atividades em Meriti. Próxima parada: Queimados O Circuito seguirá para Queimados, onde o Projeto Prof. Castelano receberá uma edição adaptada do evento. A programação incluirá uma exposição itinerante sobre a repressão e atividades voltadas para estudantes da rede pública. “Queremos democratizar o acesso à memória histórica e fortalecer a luta por direitos humanos na Baixada”, destaca Adriano Dias, fundador da ComCausa. ServiçoCidade: São João de MeritiData: 02 a 04 de abril de 2025Local: Auditório João Cândido – Estácio São João de Meriti (Av. Automóvel Clube, 1.178)Horário: 17h às 21hEntrada gratuita (sujeita à lotação)Certificado para participantes Mais notícias | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________ Compartilhe:

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Chacina da Baixada ainda provoca medo e insegurança 20 anos depois

Duas décadas se passaram desde um dos episódios mais brutais de violência policial no Brasil, a chamada Chacina da Baixada, mas o trauma e o medo ainda assombram as cidades de Nova Iguaçu e Queimados, na Baixada Fluminense. Em memória das vítimas, a ComCausa — organização que atua na promoção e defesa dos direitos humanos na região — está contribuindo na mobilização de atividades nos dias 30 e 31 de março. O objetivo é lembrar aqueles que foram brutalmente assassinados, destacar a luta de seus familiares e das instituições, como a Diocese de Nova Iguaçu, que teve um papel fundamental na época, além de refletir sobre a atual conjuntura da violência na Baixada. No entanto, mesmo após tanto tempo, as mobilizações para essas atividades têm esbarrado na apreensão dos moradores das cidades atingidas, especialmente daqueles que vivem próximo aos locais onde ocorreram os atentados. A recorrência das manifestações de medo evidencia que a violência ainda ressoa, tornando o processo de mobilização um desafio. Apesar da condenação dos responsáveis — cujas penas somadas ultrapassam dois mil anos de prisão —, o sentimento entre os moradores é de medo e desconfiança. No Brasil, o tempo máximo de cumprimento de pena é de 30 anos, o que significa que, em breve, alguns dos envolvidos na chacina poderão estar novamente em liberdade. Essa possibilidade alimenta a angústia de quem, de alguma forma, ainda vive sob a sombra daquela noite de terror. O medo que perdura “Eles mataram um monte de pessoas no meio da rua e já devem sair daqui a pouco. Como confiar [na justiça]?”, desabafa uma idosa que mora próximo ao Bar Caique, na Rua Gama, no bairro Cerâmica, em Nova Iguaçu. Ela tem um filho policial militar que ingressou na corporação no mesmo ano da chacina — ocorrida a apenas uma quadra de onde ele morava e onde sua mãe ainda reside. Em Queimados, um comerciante, que também prefere não se identificar, compartilha a mesma preocupação: “Eles estão presos há 20 anos, mas será que vão cumprir os 30? Daqui a pouco, vão estar aqui.” — e completa, sem dar detalhes: “Disseram que até já viram [nome de um dos presos] aqui em Queimados.” Fala isso sem apresentar elementos que comprovem o fato. Outra moradora da cidade afirma: “Eles não são mais da polícia, mas muitos amigos deles continuam fazendo as mesmas coisas (…) alguns até entraram para a política.” Além dessas preocupações, até convites enviados por mensagens de celular — para missas ou outras atividades — recebem respostas marcadas pela apreensão. O trauma que não cicatriza Mesmo com condenações consideradas históricas, o fato de as penas, na prática, serem muito menores do que as anunciadas reforça a percepção de que crimes cometidos por agentes do Estado ficam sem a devida responsabilização. A desconfiança no sistema penal e nas instituições de segurança fortalece a sensação de que a justiça não foi plenamente feita. Essas são cicatrizes profundas deixadas pela Chacina da Baixada. A maior chacina do Rio de Janeiro O massacre ocorreu na noite de 31 de março de 2005, nos municípios de Nova Iguaçu e Queimados, na região metropolitana do Rio de Janeiro. Trata-se do maior caso de violência policial registrado na história do estado. As vítimas receberam 96 tiros, e algumas delas foram baleadas 13 vezes. Muitas foram atingidas na nuca e no rosto, para garantir que não sobrevivessem. Entre os mortos estavam crianças, estudantes, comerciantes, desempregados, funcionários públicos, marceneiros, pintores e garçons. Somente uma pessoa sobreviveu. Em Nova Iguaçu, 17 pessoas foram assassinadas; depois, os criminosos seguiram para Queimados, onde mataram mais 12. As vítimas eram civis comuns, incluindo homens, mulheres e jovens, muitos sem antecedentes criminais, atingidos enquanto estavam em frente de casa, conversando ou caminhando. Após investigações, o Ministério Público denunciou 11 policiais militares pelo envolvimento no caso. Cinco foram levados a júri popular e condenados, com penas que chegam a mais de 500 anos de prisão, embora apenas alguns tenham sido julgados até hoje. O caso gerou revolta nacional e internacional, evidenciando problemas graves de violência policial, impunidade e abuso de poder no Brasil, especialmente contra populações pobres e periféricas. Até hoje, a Chacina da Baixada é lembrada como um marco de brutalidade e um símbolo da luta por justiça e direitos humanos no país. As condenações Os principais responsáveis pela chacina, todos policiais militares à época, foram julgados e receberam sentenças severas: Outros acusados tiveram desfechos distintos: Fabiano Gonçalves Lopes foi absolvido da participação nos assassinatos em março de 2008, porém perdeu o cargo público e permaneceu preso por outros crimes. Ivonei de Souza foi absolvido da acusação de formação de quadrilha em 2009. Já o cabo da PM Gilmar da Silva Simão foi assassinado com 15 tiros em 2006, na Vila Valqueire, ele havia acabado de prestar depoimento na 4ª Delegacia de Polícia Judiciária Militar, quando o veículo Gol em que estava foi metralhado. Violência e insegurança continuam 20 anos depois Hoje, 20 anos depois, a Baixada Fluminense tem mais territórios controlados por narcotraficantes e narcomilícias, que expandiram sua influência em associação criminosa com agentes do Estado — não apenas das polícias. O sentimento de insegurança é agravado pela percepção de que pouco mudou em duas décadas. A violência policial segue como uma ameaça constante na Baixada Fluminense, e a população se sente desprotegida. Saiba de mais detalhes no link da matéria abaixo: Programação em Nova Iguaçu e Queimados A programação terá início no dia 30 de março, às 18h, com uma missa na Paróquia Sagrada Família, no bairro da Posse, em Nova Iguaçu. A cerimônia visa homenagear as vítimas e refletir sobre a necessidade de justiça e transformação nas políticas de segurança pública. No dia seguinte, 31 de março, as atividades se concentrarão em Queimados. A partir das 16h, na Praça Nossa Senhora da Conceição, será realizado um ato público com a instalação de um memorial temporário, exposição de cartazes, acendimento de 30 velas em homenagem às vítimas e leitura solene de seus nomes. Familiares e participantes também terão espaço para depoimentos sobre a luta por

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Tuberculose

Dia Mundial da Tuberculose conscientização e acesso à saúde nas favelas da Baixada Fluminense

A tuberculose é uma doença infectocontagiosa que afeta principalmente os pulmões, mas também pode acometer outros órgãos, como ossos, rins e meninges (membranas que envolvem o cérebro). Apesar de ser prevenível e tratável, a doença ainda representa um grave problema de saúde pública. O Brasil ocupa o 17º lugar entre os 22 países responsáveis por 82% dos casos de tuberculose no mundo, e cerca de 4,7 mil pessoas morrem anualmente devido à doença no país. Para enfrentar essa realidade, a ComCausa, por meio do projeto ComuniSaúde, está ampliando a conscientização sobre a tuberculose nas favelas da Baixada Fluminense. O ComuniSaúde visa melhorar o acesso ao atendimento básico, promover a saúde mental e fortalecer as redes comunitárias em comunidades de Duque de Caxias, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Belford Roxo, Nilópolis e Mesquita. A iniciativa ocorre em colaboração com secretarias municipais de saúde e instituições locais, garantindo que as ações de prevenção e tratamento cheguem a quem mais precisa. A conscientização é fundamental para o combate à tuberculose. Estima-se que um terço da população mundial esteja infectado pelo Mycobacterium tuberculosis e em risco de desenvolver a doença. A cada ano, são registrados aproximadamente 8,8 milhões de casos e 1,1 milhão de mortes no mundo. Entre os principais fatores que contribuem para a disseminação da tuberculose estão a pobreza, a má distribuição de renda, a desnutrição, as más condições sanitárias, a AIDS e a alta densidade populacional. Principais Sintomas da Tuberculose O projeto ComuniSaúde tem um papel essencial ao envolver os próprios moradores no mapeamento das necessidades locais e garantir que a campanha alcance todos de forma inclusiva. A tuberculose tem cura, mas o diagnóstico precoce e o tratamento adequado são fundamentais. Se apresentar sintomas, procure a unidade de saúde mais próxima. A luta contra a tuberculose exige informação, acesso à saúde e mobilização comunitária. No Dia Mundial da Tuberculose, é essencial reforçar que prevenir e tratar a doença é um compromisso coletivo. ComuniSaúde e o impacto nas favelas  O ComuniSaúde visa melhorar o acesso ao atendimento básico, promover saúde mental e fortalecer as redes comunitárias nas favelas da Baixada Fluminense. O projeto será implementado nas principais favelas de Duque de Caxias, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Belford Roxo, Nilópolis e Mesquita, em colaboração com secretarias municipais de saúde e instituições locais. O envolvimento dos moradores será crucial para mapear as necessidades e garantir que a campanha atinja todos de forma inclusiva. O lançamento da plataforma digital ComuniSaude.org.br também será parte importante do projeto, fornecendo informações detalhadas sobre os serviços de saúde disponíveis. A ComCausa também disponibilizará um número de telefone com aplicativos de mensagens para fornecer suporte durante a campanha, garantindo que a população tenha fácil acesso a orientações sobre os serviços de saúde. Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro  Desde 2021, mais de R$ 22 milhões foram investidos em projetos de saúde nas favelas cariocas, com apoio da Lei Nº 8.972/20 e do Fundo Especial da ALERJ. Instituições renomadas como a  Fiocruz , IFF, UENF, UFRJ, UERJ, PUCRJ, SBPC, Alerj e Abrasco fazem parte do Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro, com o objetivo de garantir que os serviços de saúde alcancem as áreas mais necessitadas. Mais notícias | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________ Compartilhe:

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ComCausa solicita pronunciamentos no Legislativo sobre os 20 anos da Chacina da Baixada

A ComCausa está mobilizando esforços em memória dos 20 anos da Chacina da Baixada e para ampliar o debate sobre segurança pública e direitos humanos no âmbito legislativo. A entidade solicitou pronunciamentos nas Câmaras Municipais de Queimados e Nova Iguaçu, na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) e na Câmara dos Deputados, em Brasília. A iniciativa visa fortalecer as discussões em torno dos 20 anos da Chacina da Baixada, ocorrida em março de 2005, um dos episódios mais marcantes e trágicos da história da região. O objetivo da ComCausa é honrar a memória das vítimas, reconhecer a luta dos familiares e propor um diálogo construtivo sobre políticas de segurança pública e direitos humanos. Não se trata apenas de lembrar as vítimas, mas de promover um debate que resulte em propostas efetivas para a prevenção da violência e a melhoria das políticas de segurança na Baixada Fluminense. Chacina da Baixada: um marco na luta por justiça A Chacina da Baixada, ocorrida em 31 de março de 2005, foi um dos episódios mais violentos da história recente do Rio de Janeiro. Na ocasião, 30 pessoas foram baleadas e 29 morreram em Nova Iguaçu e Queimados, em uma ação que chocou o país e expôs as fragilidades do sistema de segurança pública. O crime, até hoje não completamente esclarecido, deixou marcas profundas na região e nas famílias das vítimas, que seguem em busca de justiça e reparação. Passadas duas décadas, o episódio continua a ser um símbolo da luta contra a violência e a impunidade. As atividades programadas para março deste ano em Nova Iguaçu e Queimados buscam não apenas relembrar as vítimas, mas também transformar essa memória em ações concretas que contribuam para a construção de uma sociedade mais justa, segura e solidária na Baixada Fluminense. Atividades programadas e expectativas A ComCausa está participando, juntamente com familiares e outras instituições, de uma série de eventos para marcar os 20 anos da Chacina da Baixada. A programação terá início no dia 30 de março, às 18h, com uma missa na Paróquia Sagrada Família, no bairro da Posse, em Nova Iguaçu. A cerimônia visa homenagear as vítimas e refletir sobre a necessidade de justiça e transformação nas políticas de segurança pública. No dia seguinte, 31 de março, as atividades se concentrarão em Queimados. A partir das 16h, na Praça Nossa Senhora da Conceição, será realizado um ato público com a instalação de um memorial temporário, exposição de cartazes, acendimento de 30 velas em homenagem às vítimas e leitura solene de seus nomes. Familiares e participantes também terão espaço para depoimentos sobre a luta por justiça e memória. A partir das 18h, a programação segue no Auditório da Câmara Municipal de Queimados, com o apoio do vereador Professor Catelano, com a solenidade “20 Anos da Chacina da Baixada: O que mudou?”. O evento contará com mesas de debate que abordarão o histórico da chacina, os desafios nas investigações e a conjuntura da segurança pública nos últimos 20 anos. A mesa “Segurança Pública na Baixada Fluminense: Avanços e Desafios” discutirá dados sobre violência na região, políticas públicas e propostas para a redução da criminalidade. Segundo o vereador Professor Catellano, um dos articuladores da iniciativa, “é fundamental manter viva a memória das vítimas e discutir ações concretas para prevenir a violência e garantir segurança à nossa população”. Participação e outras atividades Participarão do evento representantes dos familiares das vítimas, autoridades locais, instituições públicas e especialistas em direitos humanos. Além dessas atividades, haverá outras iniciativas em Nova Iguaçu, promovidas por familiares em conjunto com os núcleos de apoio às vítimas e direitos humanos da Prefeitura de Nova Iguaçu, que ainda não divulgaram suas agendas. Mais notícias | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________ Compartilhe:

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Síndrome de Angelman e Down

ComCausa e o Projeto ComuniSaúde: saúde integral para todos no Dia de Conscientização sobre a Síndrome de Down

Hoje, 21 de março, celebramos o Dia Internacional da Síndrome de Down (DISD), uma data fundamental para aumentar a conscientização e promover a inclusão das pessoas com síndrome de Down. Criada pela Síndrome de Down Internacional e reconhecida pela ONU, essa data é uma oportunidade de reunir vozes ao redor do mundo para defender os direitos, a dignidade e o bem-estar dessa população. Atividades e eventos são realizados para sensibilizar a sociedade e garantir que essas pessoas possam exercer seus direitos de forma plena e com respeito. No Rio de Janeiro, comemoramos também o Dia Estadual da Conscientização sobre a Síndrome de Down, com uma série de iniciativas educativas e informativas. A lei estadual busca combater o preconceito e a desinformação, além de promover a inclusão dessas pessoas em todos os aspectos da vida social, como educação, saúde, trabalho e lazer. Este dia reforça nosso compromisso com a defesa dos direitos humanos e a criação de uma sociedade mais justa e acessível para todos. Como parte desse movimento, na ComCausa temos nos empenhado em ações que promovem a saúde e a inclusão das comunidades, com especial atenção às questões de saúde mental e atendimento básico. Nosso Projeto ComuniSaúde visa levar saúde de qualidade às favelas da Baixada Fluminense, incluindo Duque de Caxias, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Belford Roxo, Nilópolis e Mesquita. Em parceria com as secretarias municipais de saúde e instituições locais, buscamos garantir que todos tenham acesso à saúde integral, respeitando as particularidades de cada comunidade. A participação ativa dos moradores será essencial para mapear as reais necessidades de cada local e garantir que nossas ações de saúde, prevenção e apoio psicossocial sejam eficazes e inclusivas. A conscientização sobre a Síndrome de Down também está inserida nesse contexto, pois acreditamos que a saúde deve ser acessível a todos, sem exceção. A ComCausa segue firme em sua missão de transformar vidas e promover um futuro mais justo para todos. ComuniSaúde e o impacto nas favelas  O ComuniSaúde visa melhorar o acesso ao atendimento básico, promover saúde mental e fortalecer as redes comunitárias nas favelas da Baixada Fluminense. O projeto será implementado nas principais favelas de Duque de Caxias, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Belford Roxo, Nilópolis e Mesquita, em colaboração com secretarias municipais de saúde e instituições locais. O envolvimento dos moradores será crucial para mapear as necessidades e garantir que a campanha atinja todos de forma inclusiva. O lançamento da plataforma digital ComuniSaude.org.br também será parte importante do projeto, fornecendo informações detalhadas sobre os serviços de saúde disponíveis. A ComCausa também disponibilizará um número de telefone com aplicativos de mensagens para fornecer suporte durante a campanha, garantindo que a população tenha fácil acesso a orientações sobre os serviços de saúde. Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro  Desde 2021, mais de R$ 22 milhões foram investidos em projetos de saúde nas favelas cariocas, com apoio da Lei Nº 8.972/20 e do Fundo Especial da ALERJ. Instituições renomadas como a  Fiocruz , IFF, UENF, UFRJ, UERJ, PUCRJ, SBPC, Alerj e Abrasco fazem parte do Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro, com o objetivo de garantir que os serviços de saúde alcancem as áreas mais necessitadas. Mais notícias | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________ Compartilhe:

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Saúde Bucal - Dentista - Odontologia

ComuniSaúde fortalece acesso à saúde bucal na Baixada Fluminense no Dia Mundial da Saúde Bucal

Celebrado em 20 de março, o Dia Mundial da Saúde Bucal foi criado para alertar sobre a importância dos cuidados odontológicos para o bem-estar geral. A higiene bucal adequada é essencial para prevenir infecções e reduzir o impacto de doenças como diabetes, anemia e condições autoimunes, que podem se agravar com a falta de cuidados orais. O investimento em saúde bucal tem gerado impactos positivos. De acordo com a Pesquisa Nacional de Saúde Bucal, a proporção de crianças de 12 anos livres de cárie aumentou de 32% em 2003 para 44% em 2010. Entre os adultos, o número de dentes perdidos por cárie caiu 45%, enquanto os dentes tratados aumentaram 70% no mesmo período. ComuniSaúde e o fortalecimento da saúde bucal nas favelas Para ampliar o acesso aos cuidados odontológicos e fortalecer a prevenção, a ComCausa está implementando o projeto ComuniSaúde nas principais favelas de Duque de Caxias, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Belford Roxo, Nilópolis e Mesquita. A iniciativa, realizada em parceria com secretarias municipais de saúde e instituições locais, visa melhorar o acesso ao atendimento básico, promover saúde mental e fortalecer redes comunitárias. O envolvimento dos moradores será fundamental para mapear as necessidades específicas de cada território e garantir que a campanha alcance a população de forma inclusiva. A proposta é levar informações sobre higiene bucal e acesso a serviços odontológicos, reduzindo desigualdades e promovendo uma melhor qualidade de vida. Dicas essenciais para uma boa higiene bucal Segundo a cirurgiã-dentista e especialista em Saúde da Família, Ingrid Boaventura, manter uma boa saúde bucal é simples e acessível. Entre os cuidados recomendados estão: Escovar bem os dentes e a língua pelo menos três vezes ao dia, usando escova de cerdas macias;Utilizar creme dental com flúor para fortalecer o esmalte dos dentes;Passar fio dental diariamente para remover resíduos que a escova não alcança;Ter uma alimentação equilibrada, evitando excesso de açúcar. Boaventura também destaca que “todo alimento ingerido deixa resíduos na boca, e rapidamente ele começa a ser metabolizado por bactérias, formando a placa bacteriana. Esse processo pode levar a cáries e problemas gengivais se a higiene não for adequada.” Com ações como o ComuniSaúde, a ComCausa reforça seu compromisso com a promoção da saúde e a inclusão social, garantindo que mais pessoas tenham acesso a informações e cuidados essenciais para a saúde bucal e o bem-estar geral. ComuniSaúde e o impacto nas favelas  O ComuniSaúde visa melhorar o acesso ao atendimento básico, promover saúde mental e fortalecer as redes comunitárias nas favelas da Baixada Fluminense. O projeto será implementado nas principais favelas de Duque de Caxias, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Belford Roxo, Nilópolis e Mesquita, em colaboração com secretarias municipais de saúde e instituições locais. O envolvimento dos moradores será crucial para mapear as necessidades e garantir que a campanha atinja todos de forma inclusiva. O lançamento da plataforma digital ComuniSaude.org.br também será parte importante do projeto, fornecendo informações detalhadas sobre os serviços de saúde disponíveis. A ComCausa também disponibilizará um número de telefone com aplicativos de mensagens para fornecer suporte durante a campanha, garantindo que a população tenha fácil acesso a orientações sobre os serviços de saúde. Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro  Desde 2021, mais de R$ 22 milhões foram investidos em projetos de saúde nas favelas cariocas, com apoio da Lei Nº 8.972/20 e do Fundo Especial da ALERJ. Instituições renomadas como a  Fiocruz , IFF, UENF, UFRJ, UERJ, PUCRJ, SBPC, Alerj e Abrasco fazem parte do Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro, com o objetivo de garantir que os serviços de saúde alcancem as áreas mais necessitadas. Mais notícias | Fale conosco! | Nos conheça | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________ Compartilhe:

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