A abertura oficial da 6ª Teia Nacional acontece no dia 21 de maio, com cortejo, cerimônia com autoridades, plenária, exposições, apresentações culturais, lançamentos e atividades voltadas à memória, aos territórios e à justiça climática.
Embora a programação comece no dia 19, o dia 21 concentra o momento simbólico e institucional do encontro. A agenda encaminhada indica cortejo de abertura, das 9h às 10h, no espaço externo do Sesc, seguido da cerimônia oficial com autoridades, das 10h às 11h30, no Auditório Espírito Santo.
Ministério da Cultura e presença institucional
A abertura contou com a presença da ministra Margareth Menezes e do presidente Lula que reuniu agentes culturais, gestores públicos, sociedade civil, povos tradicionais e coletivos culturais. A cobertura deve observar como o Ministério apresenta seus compromissos, como a Secretaria de Cidadania e Diversidade Cultural se posiciona e como o poder público dialoga com os territórios.
A presença institucional do MinC é importante porque a Cultura Viva depende de continuidade administrativa, orçamento, políticas de fomento, reconhecimento dos territórios, articulação federativa e escuta social. A Teia é o momento em que essa relação entre governo e sociedade civil fica visível.
Justiça climática como eixo cultural
O tema “Pontos de Cultura pela Justiça Climática” deve ser explorado de forma ampla. Justiça climática não se resume à proteção ambiental. Ela envolve desigualdades históricas, racismo ambiental, defesa de territórios, moradia, saneamento, saúde, alimentação, memória, povos tradicionais, prevenção de riscos e participação social.
A cultura entra nesse debate como ferramenta de cuidado, mobilização, formação, denúncia, memória e reconstrução comunitária. Em territórios afetados por enchentes, deslizamentos, calor extremo, poluição, insegurança alimentar e ausência de infraestrutura, a cultura pode ser uma forma de organizar redes de solidariedade e produzir consciência coletiva.
Cine TEIA, lançamentos e memória
O dia 21 também traz abertura do Cine TEIA, exposições, lançamentos no estande Casa MinC, atividades sobre Pontos de Memória e ações voltadas aos saberes ancestrais. Esses elementos devem aparecer na matéria porque ampliam o sentido da abertura. A Teia não é apenas fala institucional; é imagem, memória, livro, filme, exposição, feira, visita guiada, roda e encontro.
Recorte da programação do dia 21 de maio
| Horário | Atividade | Local |
| 9h às 10h | Cortejo de abertura | Espaço Externo SESC |
| 10h às 11h30 | Cerimônia de abertura com autoridades | Auditório Espírito Santo |
| 10h às 18h | Ocupa Rural e exposições artísticas | Praça Espanhola / Salão Barcelona |
| 11h30 às 19h | Feira da Economia Criativa e Solidária | Pavilhão Itaquaçu e Salão Barcelona |
| 14h30 às 17h30 | 1ª Reunião de Articulação do Plano Nacional das Culturas dos Povos Indígenas | Salão Guarapari |
| 15h às 16h | Pontos de Memória, Sustentabilidade e Justiça Climática | Salão Domingos Martins |
| 16h às 18h | Abertura do Cine TEIA – filme Pontos de Partida, de Silvio Tendler | Salão Vitória/Cariacica |
| 16h às 18h30 | Plenária Nacional Cultura Viva | Auditório Espírito Santo |
| 17h às 17h40 | Lançamentos no Estande Casa MinC | Estande Casa MinC |
| 20h30 às 21h30 | Bailando Sin Fronteras Pela Justiça Climática | Palco Externo do SESC |
Santa Cruz e unidades descentralizadas
| Horário | Atividade | Local |
| 14h às 16h | Licenciamento Ambiental e Justiça Climática | Museu Histórico de Santa Cruz |
| 14h30 às 15h30 | Saberes Ancestrais do Ile Axé Odé Karé | Museu Histórico de Santa Cruz |
| 16h30 às 17h30 | Patrimônio Cultural e mudanças climáticas | Museu Histórico de Santa Cruz |
| 14h às 18h | Honrando Ancestralidade – Oficina de Pintura Botânica | EBMAR |
| 14h às 18h | Imersão Kokô Non | Aldeia Irajá |
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