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Adriano Dias ComCausa entrevista Tv Brasil

Rádio Tropical Web Brasil desponta no cenário digital e recebe Adriano Dias nesta quinta-feira (03)

A recém-inaugurada Rádio Tropical Web Brasil já desponta como uma das principais novidades da comunicação digital brasileira. Com uma programação eclética, envolvente e de alta qualidade, a emissora vem conquistando uma audiência fiel e engajada. Mais do que entreter, a Rádio Tropical tem se consolidado como uma plataforma de valorização da arte, da cultura e do pensamento crítico, abrindo espaço para vozes plurais e iniciativas transformadoras. Com transmissão 24 horas por dia, a programação reúne música brasileira de diferentes vertentes, entrevistas com artistas, debates sobre temas sociais e conteúdos que expressam a diversidade e a complexidade do país. Focada na produção independente e na democratização da informação, a rádio se firma como um verdadeiro espaço de resistência cultural e inovação comunicacional. Participação de Adriano Dias, da ComCausa Nesta quinta-feira, 3 de julho, a partir das 15h, a emissora receberá a participação especial de Adriano Dias, fundador da ComCausa. Com uma trajetória marcada pela defesa da juventude, da cultura periférica e pela luta por memória e justiça para vítimas da violência, Adriano levará ao programa um olhar crítico e propositivo sobre os desafios sociais do Brasil contemporâneo. Durante a entrevista, Adriano falará sobre os principais projetos da ComCausa, com destaque para o Programa Acolher, que completa 20 anos de existência. A iniciativa oferece apoio a familiares de pessoas desaparecidas ou vítimas de violência letal no estado do Rio de Janeiro, sendo referência na articulação entre sociedade civil e poder público em defesa dos direitos humanos. Outro tema da conversa será o processo de tombamento da Rua Ceará, em Madureira, como patrimônio histórico-cultural do Rio de Janeiro. A rua é símbolo da resistência artística e do rock alternativo carioca desde os anos 1990. A entrevista também abordará a mobilização em torno da Lei Melissa Campos, proposta de alteração do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) após o feminicídio brutal ocorrido dentro de uma escola. O projeto, impulsionado por familiares da vítima, propõe mudanças nas medidas socioeducativas aplicadas a adolescentes autores de crimes hediondos. Em um momento de crescente polarização no país, Adriano discutirá os desafios de se debater segurança pública com responsabilidade social e foco na justiça. A participação pode ser acompanhada ao vivo pelo site oficial da emissora e pelas redes sociais da Rádio Tropical Web Brasil. Para quem acredita na cultura, na memória e na comunicação como forças para a transformação social, esta será uma conversa essencial e inspiradora. Leia também | Editoria Virtuo Comunicação | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________ Compartilhe:

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Nuno Alexandre, Carlos Daniel e Carlos Gabriel presos ComCausa Portal C3 2025

Galpão #ErreJota promove homenagem aos jovens do Tuiuti e reafirma denúncia contra a injustiça racial

No próximo domingo, 22 de junho de 2025, o Galpão #ErreJota, na zona norte do Rio de Janeiro, realiza um ato público de homenagem aos jovens Carlos Gabriel e Carlos Daniel Alves de Oliveira Borges, irmãos, e o amigo Nuno Alexandre da Silva Machado. Os três foram presos injustamente após voltarem de uma feira de tradições nordestinas, acusados de um roubo que não cometeram. A prisão, baseada em um reconhecimento falho e sem provas, expôs mais uma vez os mecanismos seletivos e racializados do sistema penal brasileiro. Moradores da comunidade do Tuiuti, os jovens passaram meses privados de liberdade, mesmo diante da fragilidade das acusações. O caso mobilizou familiares, defensores públicos, comunicadores populares e redes de apoio, gerando uma ampla campanha que pressionou as autoridades a reverem a acusação. A mobilização culminou na libertação dos jovens e em um debate necessário sobre o funcionamento do Judiciário e das polícias, especialmente nas periferias. A homenagem deste domingo será marcada por depoimentos, manifestações artísticas e atividades culturais que reafirmam o papel da arte e da memória como instrumentos de resistência. O Galpão #ErreJota, já consolidado como referência em cultura de base e promoção de direitos na Penha, mais uma vez transforma seu espaço em território de luta e afirmação de vidas negras. Para Gil Santiago, coordenador do Galpão, “transformar dor em luta, invisibilidade em protagonismo — esse é o papel de um espaço como o Galpão”. A proposta é que o evento sirva não apenas para celebrar a liberdade dos jovens, mas também para convocar a sociedade à reflexão sobre as violações cotidianas enfrentadas por moradores das favelas e periferias do país. A ComCausa acompanhou o caso e participará do evento, reafirmando seu compromisso com a defesa da vida, o enfrentamento ao racismo institucional e o apoio a famílias vítimas de injustiças no sistema de justiça criminal. A organização acompanha casos semelhantes em diversas regiões do estado e atua na articulação de ações de comunicação, mobilização e reparação pública. Informações do evento:Data: Domingo, 22 de junho de 2025Local: Galpão #ErreJota – Rua Apiaí, nº 47, Penha – Rio de Janeiro (RJ)Atividades: Falas públicas, apresentações culturais e intervenções artísticasEntrada: Gratuita Leia também | Editoria Virtuo Comunicação | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________ Compartilhe:

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Vila Mimosa - Arquivo ComCausa

Vila Mimosa recebe ações do poder público e parceria com instituições

Nesta semana, a Associação de Moradores e Amigos da Vila Mimosa se reuniu com representantes da ComCausa para fortalecer a parceria no âmbito do projeto 146 Favelas, desenvolvido pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). O encontro teve como objetivo alinhar novas ações voltadas para a promoção da inclusão social, do acesso a políticas públicas e da valorização da comunicação cidadã na região. Como primeira atividade conjunta, a comunidade receberá, na próxima terça-feira, 17 de junho de 2025, da ação do CadMóvel Carioca — unidade itinerante da Prefeitura do Rio de Janeiro que oferece atendimento para inscrição e atualização no Cadastro Único (CadÚnico). O atendimento será realizado a partir das 10h, na Rua Ceará, nº 268 – Praça da Bandeira, com distribuição de 150 senhas por ordem de chegada. A ComCausa estará presente orientando os atendimentos, garantindo o apoio às famílias da Vila Mimosa durante todo o processo de cadastramento. Para ser atendido, é necessário apresentar a documentação original, incluindo: Oficina de comunicação comunitária Já na quinta-feira, 19 de junho, a programação segue com a realização de uma oficina de comunicação comunitária, promovida pelo Ponto de Cultura Comunicando ComCausa, na sede da associação, a partir das 14h. A oficina é aberta ao público e abordará temas como: A proposta é estimular a autonomia comunicativa dos moradores, sobretudo da juventude local, promovendo a produção de conteúdos próprios, a apropriação das tecnologias e a valorização da comunicação como instrumento de transformação social e defesa de direitos. Leia também | Editoria Virtuo Comunicação | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________ Compartilhe:

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trabalho sexual e dignidade ComCausa Vila Mimosa

ComCausa participa pela primeira vez de ato em defesa dos direitos e da vida das trabalhadoras sexuais

No próximo dia 6 de junho de 2025, a cidade do Rio de Janeiro será palco de um dos atos mais simbólicos em defesa dos direitos humanos no país: o Puta Day – Internacional da Cor de Puta, que ocorrerá na Vila Mimosa, região central da capital fluminense conhecida como território histórico da prostituição urbana. A atividade propõe um espaço de celebração, denúncia e resistência em torno das pautas das mulheres em situação de prostituição, reunindo arte, política e mobilização social. Pela primeira vez, a ComCausa – Defesa da Vida participará oficialmente do evento, por meio do projeto ComuniSaúde, como contribuição concreta às ações de promoção da saúde e cuidado com populações vulnerabilizadas. A iniciativa integra o que integra o Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro, coordenado pela Fiocruz e Fiotec. Essa aliança estratégica conta ainda com o apoio de instituições como: ALERJ – Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, IFF, UENF, UFRJ, UERJ, PUCRJ, SBPC, Alerj e Abrasco. Com realização da Associação da Vila Mimosa e da Casa Nem, o Puta Day reunirá representantes de diversas regiões do país, com forte presença de organizações que protagonizam a luta das mulheres prostitutas e da população LGBTQIAPN+. Entre as instituições confirmadas, destacam-se: A programação inclui apresentações artísticas da DJ Vivi Castelo, da cantora Azula e do coletivo Formosa Drag Queenn, além da exposição “A Cor de Puta”, que homenageia as estéticas, histórias e resistências das prostitutas brasileiras. O evento resgata e atualiza a memória da ocupação da Igreja de Saint-Nizier, ocorrida em 1975, na cidade de Lyon, na França, quando cerca de cem mulheres ocuparam o templo para denunciar a violência policial, os assassinatos de colegas e a exclusão social. A ação marcou o nascimento do Dia Internacional das Trabalhadoras Sexuais e se tornou um símbolo global de resistência. Mais do que uma celebração, o Puta Day configura-se como um ato político que reafirma o protagonismo das trabalhadoras sexuais na defesa da vida, da liberdade e da justiça social. A participação inédita da ComCausa fortalece essa rede de solidariedade, cuidado e enfrentamento das violências, reafirmando o compromisso com os direitos humanos nos territórios mais invisibilizados. SERVIÇO Puta Day – Internacional da Cor de PutaData: 6 de junho de 2025Horário: A partir das 18hLocal: Rua Sotero de Reis, 51 – Vila Mimosa, Praça da Bandeira – Rio de JaneiroEntrada gratuitaAtrações: DJ Vivi Castelo, cantora Azula, Formosa Drag QueennExposição: “A Cor de Puta”Realização: Associação da Vila Mimosa e Casa Nem Leia também | Editoria Virtuo Comunicação | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________ Compartilhe:

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Nuno Alexandre, Carlos Daniel e Carlos Gabriel presos ComCausa Portal C3 2025

Família denuncia prisão injusta e mobiliza ato por liberdade de três jovens

Está convocada para esta quinta-feira, 5 de junho de 2025, a partir das 14 horas, uma manifestação pública em frente ao Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, no Centro da capital fluminense. O ato reunirá familiares, amigos, entidades da sociedade civil e movimentos sociais em defesa da liberdade dos irmãos Nuno Alexandre, Carlos Daniel e Carlos Gabriel, presos desde o dia 27 de abril, sob acusação de roubo, após um episódio confuso envolvendo um taxista na zona norte da cidade. A mobilização, articulada por coletivos e instituições de direitos humanos, tem como principal objetivo denunciar as violações processuais e os indícios de abuso de autoridade que marcam o caso desde o início. Para os familiares, trata-se de um flagrante exemplo de prisão arbitrária e seletiva, baseada exclusivamente em reconhecimento visual informal — prática considerada ilegal à luz da jurisprudência do STF e STJ, além de incompatível com os princípios constitucionais do devido processo legal, contraditório e ampla defesa. “O que está em jogo aqui não é apenas a liberdade de três jovens, mas a integridade do próprio sistema de justiça”, afirma Adriano Dias, fundador da ComCausa Defesa da Vida – “Prender sem provas, sem escuta, sem contraditório é rasgar a Constituição. A prisão preventiva está sendo usada como pena antecipada — algo expressamente vedado pelo nosso ordenamento jurídico.” Segundo o relato do pai, os três jovens foram agredidos por um taxista após um desentendimento de trânsito, reagiram em legítima defesa, e em seguida foram surpreendidos com a acusação de roubo à mão armada — sem que nenhuma arma fosse encontrada, sem apreensão de objetos da vítima, e sem qualquer testemunha independente ou perícia técnica. Mesmo diante da ausência completa de provas materiais, a prisão em flagrante foi convertida em prisão preventiva durante a audiência de custódia realizada no dia 28 de abril, e desde então os irmãos permanecem encarcerados no Presídio Ari Franco, na Água Santa. Para agravar ainda mais a situação, a audiência de instrução foi agendada apenas para o dia 3 de setembro, o que significa que os jovens poderão ficar privados de liberdade por mais de quatro meses sem julgamento, sem terem sido ouvidos formalmente e sem oportunidade concreta de defesa. Carlos Alexandre, pai dos jovens, também relatou à ComCausa que, no momento da prisão, seus filhos não foram apresentados ao delegado de plantão para prestar depoimento, o que configura mais uma grave irregularidade no trâmite da detenção. Ele ainda apontou uma contradição na versão apresentada pelo taxista, que os acusa de furto: “Ele disse que meus filhos roubaram o relógio dele, mas apareceu na delegacia com celular, carregador portátil, cordão e com o próprio carro. Se fosse um assalto, por que só levariam o relógio? Isso não faz sentido. Se eles fossem ladrões, teriam levado tudo.” Mobilização cobra liberdade e responsabilização A manifestação desta quinta-feira se apresenta não apenas como um ato de protesto, mas como um clamor coletivo por justiça, escuta e respeito aos direitos fundamentais. A convocatória já circula pelas redes sociais e em canais comunitários, com o apoio de juristas, lideranças comunitárias e organizações de base. As principais demandas do ato incluem: “Estamos falando de vidas, de famílias, de uma juventude que precisa de proteção — não de perseguição. Se deixarmos esse caso passar, estamos normalizando que o Estado possa prender, punir e silenciar sem sequer ouvir quem está sendo acusado”, alerta Adriano Dias da ComCausa Referência legal e jurisprudência A prisão dos três jovens, sustentada unicamente por um reconhecimento visual informal, realizado sem a observância dos requisitos previstos no artigo 226 do Código de Processo Penal, é ilegal. O Superior Tribunal de Justiça (STJ) tem reiterado que tal procedimento não tem valor probatório se desacompanhado de outros elementos que corroborem a autoria: “É ilegal a prisão preventiva fundada exclusivamente em reconhecimento pessoal realizado em desacordo com o art. 226 do CPP e sem provas corroborativas.” (STJ – HC 598.051/SP, Rel. Min. Rogerio Schietti Cruz, julgado em 20/10/2020) O Supremo Tribunal Federal (STF) também já decidiu que: “A jurisprudência do STF firmou-se no sentido de que a prisão preventiva deve ser lastreada em elementos concretos de autoria e materialidade, sendo inviável sua decretação com base apenas em reconhecimento pessoal informal.” (STF – RHC 146.341, Rel. Min. Gilmar Mendes, DJe 01/07/2022) Além disso, a manutenção da prisão sem escuta formal e por período excessivo sem instrução processual configura afronta ao princípio da presunção de inocência (art. 5º, LVII da CF/88) e uso da prisão cautelar como pena antecipada — prática vedada pelo ordenamento jurídico brasileiro. Local e horário da manifestação Local: Tribunal de Justiça do Estado do Rio de JaneiroEndereço: Rua Dom Manuel, Centro (próximo à Praça XV)Data: Quinta-feira, 5 de junho de 2025Horário: A partir das 14h Auxiliou no texto Adriano Dias da ComCausa e Dr Valdo Tavares da Comissão de Segurança da OAB de Nova Iguaçu. Saiba mais detalhes do caso: Leia também | Editoria Virtuo Comunicação | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________ Compartilhe:

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Itaperuna se une em ato emocionante pela memória de João Pedro Donadio

Família de João Pedro encontro no monumento do Cristo Redentor de Itaperuna

Na manhã do próximo sábado, dia 7 de junho de 2025, a cidade de Itaperuna, localizada na região Noroeste do Estado do Rio de Janeiro, será novamente convocada a refletir sobre dor, negligência e justiça. Às 9 horas, aos pés do monumento do Cristo Redentor, um dos principais símbolos da cidade, será realizada uma roda de conversa seguida de um ato público em memória de João Pedro Donadio, menino de apenas 11 anos que faleceu tragicamente em maio de 2020, após sofrer um choque elétrico dentro de uma loja de roupas no centro comercial da cidade. A data não foi escolhida ao acaso: o dia 6 de junho marca o aniversário de nascimento de João Pedro, e, por decisão de seus familiares, será transformado em um marco de resistência, de apelo à consciência social e de exigência por reparação e dignidade. A atividade será organizada diretamente pela família de João Pedro, com o apoio da ComCausa Defesa da Vida, organização de direitos humanos que há vários anos atua em todo o território fluminense na luta contra violações, violência institucional e processos de revitimização. A entidade auxiliará com a montagem de uma barraca de apoio no local, acolhimento aos participantes, mediação dos diálogos e articulação junto às redes de mobilização e comunicação. O objetivo do encontro é oferecer à população um espaço simbólico e concreto para o compartilhamento da dor, o fortalecimento das redes de solidariedade e a construção de estratégias contra os processos de revitimização judicial que penalizam as vítimas e protegem estruturas de negligência e omissão. Cinco anos após a tragédia que abalou Itaperuna e comoveu o país, a família de João Pedro segue em uma luta intensa não apenas pela memória e justiça em relação à morte do menino, mas também contra o agravamento institucional da dor: em uma decisão recente, a mãe da criança foi condenada judicialmente a indenizar os proprietários da loja onde ocorreu o acidente. A sentença, considerada por diversas entidades jurídicas e de direitos humanos como absurda e cruel, reforça um padrão recorrente de responsabilização invertida, no qual vítimas ou seus familiares acabam sendo punidos pelas consequências da própria negligência de terceiros. Diante desse cenário, a roda de conversa será dividida em três eixos centrais. No primeiro momento, será realizado o resgate da memória de João Pedro, com depoimentos sobre o ocorrido, os impactos emocionais, familiares e comunitários da tragédia, e reflexões sobre a importância de manter viva a história das vítimas como ferramenta de luta e transformação social. O segundo bloco será voltado à análise da situação jurídica atual, com explicações sobre os processos em andamento nas esferas cível e criminal, os obstáculos enfrentados pela família e a necessidade de discutir os limites éticos e institucionais da atuação do Judiciário. Por fim, o terceiro momento será dedicado ao acolhimento, à escuta coletiva e à construção de redes de apoio e resistência, buscando valorizar a solidariedade ativa como um antídoto à indiferença institucional. Entre os convidados confirmados estão Adriano Dias, jornalista, fundador da ComCausa e ativista com mais de três décadas de atuação em casos emblemáticos de violência de Estado e defesa dos direitos humanos, e Valdo Tavares, advogado e presidente da Comissão Especial de Segurança Pública da OAB de Nova Iguaçu, reconhecido nacionalmente por seu trabalho em defesa de vítimas da violência institucional e pela promoção de políticas públicas de responsabilização e reparação.Para a ComCausa, o caso de João Pedro evidencia a necessidade urgente de repensar o funcionamento das instituições públicas diante de tragédias evitáveis. “A dor pela perda de um filho já é uma ferida incurável. Quando o Estado transforma essa dor em culpa, penalizando uma mãe que deveria estar sendo protegida, estamos diante de uma violência secundária, institucional, que precisa ser denunciada e combatida com firmeza. João Pedro se tornou um símbolo daquilo que não pode mais se repetir”, afirma Adriano Dias. O local do evento — o monumento do Cristo Redentor de Itaperuna, situado em uma colina que permite a visão panorâmica da cidade — foi escolhido não apenas por seu valor simbólico, mas por representar um espaço de paz, acolhimento e visibilidade. A imagem do Cristo, com os braços abertos sobre a cidade, dialoga diretamente com os propósitos do encontro: abraçar a dor, transformar a ausência em presença e fazer da fé um instrumento de justiça e resistência. Ao se reunir neste ponto elevado da cidade, a família de João Pedro convida toda Itaperuna e o Brasil a se unirem em torno da memória de uma criança e do clamor por um sistema mais justo e humano. Serviço:Data: Sábado, 7 de junho de 2025Horário: 9hLocal: Monumento do Cristo Redentor – Itaperuna (RJ)Atividade: Roda de Conversa “Memória, Justiça e Acolhimento – O Caso João Pedro e a Luta Contra a Revitimização Judicial”Realização: Família de João Pedro DonadioApoio: ComCausa – Defesa da Vida Leia também | Editoria Virtuo Comunicação | Projeto Comunicando ComCausa | Portal C3 | Instagram C3 Oficial ______________ Compartilhe:

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