O Grupo de Ação Social Comunitária (GASCO) é uma organização não governamental sem fins lucrativos que atua diretamente na favela do Vidigal, na zona sul do Rio de Janeiro, com o objetivo de promover educação, esporte e cultura como ferramentas de transformação social. A iniciativa integra ações comunitárias que buscam fortalecer a autoestima e ampliar oportunidades para moradores do território.
Com base na defesa dos direitos humanos e do meio ambiente, o GASCO desenvolve projetos e programas voltados à promoção educacional, cultural e desportiva. A organização também realiza eventos, competições e campanhas comunitárias que contribuem para a melhoria das condições de vida da população local.
Entre as atividades oferecidas estão práticas esportivas como judô e capoeira, aulas de dança — incluindo fit dance e balé — e ações voltadas ao bem-estar físico e emocional. No campo educacional, a ONG promove iniciativas como o ensino de inglês, ampliando o acesso ao conhecimento e às possibilidades de inserção social e profissional.
O GASCO também atua na defesa e divulgação dos direitos das mulheres, crianças, adolescentes e idosos, reforçando o compromisso com a proteção social e a construção de uma comunidade mais justa e inclusiva. As campanhas desenvolvidas pela organização dialogam com as necessidades reais do território e valorizam o protagonismo dos moradores.
Reconhecida por sua atuação comunitária, a ONG se consolida como um espaço de acolhimento, aprendizado e mobilização social no Vidigal. Ao investir em educação, esporte e cultura, o GASCO reafirma que políticas públicas e direitos podem e devem ser construídos a partir do território, com participação popular e compromisso com a defesa da vida.
Comunicação e presença digital
Sobre o Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro
A rede Saúde da Favela, atualmente denominada 146x Favela, representa uma construção inédita que une o saber científico das universidades à vivência concreta das comunidades. Nela, instituições de referência como Fiocruz, IFF, UENF, UFRJ, UERJ, PUCRJ, SBPC, Alerj e Abrasco atuam em cooperação direta com coletivos de base, movimentos populares e organizações locais, formando uma estrutura de colaboração sem precedentes em escala e profundidade.
Hoje, a rede articula 146 iniciativas comunitárias, cada uma com sua história, identidade e base territorial. Essa capilaridade é um de seus maiores diferenciais, permitindo que o debate sobre o direito à saúde chegue a espaços onde o Estado historicamente se ausenta — nas vielas, becos, ocupações, periferias urbanas e áreas rurais marginalizadas.
Outro pilar essencial é a diversidade dos parceiros: associações de moradores, coletivos de juventude, grupos de comunicação comunitária, instituições de educação popular, terreiros de matriz africana, articulações indígenas, movimentos de mulheres, LGBTQIAPN+ e tantos outros. É essa pluralidade de experiências e saberes que dá vida à iniciativa, transformando-a em um verdadeiro instrumento de democratização da saúde.
Ao integrar-se à rede, a ComCausa Defesa da Vida busca fortalecer esse potencial coletivo, contribuindo para consolidar uma política de saúde fundada na escuta, na ciência e na dignidade humana — pilares de um futuro em que a favela não seja vista como espaço de carência, mas como território de potência, conhecimento e esperança.

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